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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Italian museum to host exhibition of Modigliani drawings. --- Museu italiano receberá exposição de desenhos de Modigliani.

The Palazzi Ducale in Genoa, Italy, will take a trip through the work and life of Italian artist Amedeo Modigliani through 30 artist's drawings and watercolors gathered from museums around the world.



The painter and sculptor born in the city of Livorno in 1884 caused scandals during his life with an exhibition made with his paintings of nudes, which ended up being closed before even being inaugurated, with the excesses of drugs and alcohol in Paris and with its relation With the young painter Jeanne Hébuterne, who met when she was only 19 years old and he was 14 years older.


The two love was so strong that Jeanne, eight months pregnant with the couple's second daughter, committed suicide the day after the artist's death, which was sick with tuberculous meningitis. From 16 March to 16 July, the Genoa museum will host works by Modigliani from, for example, the Brera Pinacoteca, the Picasso Museum in Paris, and the Royal Museum of Fine Arts in Antwerp, Belgium. After this exhibition, the palazzo will still receive, from November 10, a show dedicated to the "Great Works of the Picasso Museum".


"Modigliani's exhibition is grand, unprecedented in its dimensions" and will be in "a city that deserves to be known for the exhibitions, but also for other things," said the communal advisor for the Culture of Genoa, Carla Sibilla, during the presentation of the exhibition. Shows in Milan.

The artist's exhibitions demonstrate the scarcity of his works, due in large part to his bohemian and short life, since he died in 1920 in Paris at the age of 35.

In total there are almost 300 works and of them, almost 100 can not be transported to other museums, or have been lost or are of doubtful origin. And recovering so many works is difficult. For this reason, the show in the palazzo Ducale decided to focus on the drawings and above all in the portraits, with also a nucleus of nudes, that show the evolution of the style of the Italian.

"This is a very important exhibition," said the president of Palazzo Ducale, Luca Borzani. Already the president of the company responsible for the organization of exhibitions MondoMostra Skira, Massimo Vitta Zelman, said that the exhibition "will have a significant success."

In the opinion of the Italian, the same will happen with the exhibition dedicated to Picasso, which anticipates those that will be made of Spanish in Scuderia del Quirinale and in the Royal palazzo in Milan. (ANSA)

Artist

Amedeo Clemente Modigliani was a plastic artist and Italian sculptor who lived in Paris.

A mainly figurative artist, she became famous above all for her portrayed female portraits.

Born: July 12, 1884, Livorno, Italy
Death: January 24, 1920, Paris, France

Spouse: Jeanne Hébuterne (since 1917)

Periods: Expressionism, Modern art, Paris School, Fauvism


Daughter: Jeanne Modigliani




Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.






--br 
Museu italiano receberá exposição de desenhos de Modigliani.

O Palazzi Ducale de Gênova, na Itália, fará uma viagem pelo trabalho e pela vida do italiano Amedeo Modigliani através de 30 desenhos e aquarelas do artista reunidos de museus de todo o mundo. 

O pintor e escultor nascido na cidade de Livorno em 1884 provocou escândalos durante sua vida com uma exposição feita com seus quadros de nus, que acabou sendo fechada antes mesmo de ser inaugurada, com os excessos de drogas e de álcool em Paris e com sua relação com a jovem pintora Jeanne Hébuterne, quem conheceu quando ela tinha apenas 19 anos e ele era 14 anos mais velho. 

O amor dois era tão forte que Jeanne, grávida de oito meses da segunda filha do casal, se suicidou no dia seguinte da morte do artista, que estava doente por conta de uma meningite tuberculosa. De 16 de março a 16 de julho, o museu de Gênova receberá obras de Modigliani provenientes, por exemplo, da Pinacoteca de Brera, do Museu Picasso, em Paris, e do Museu Real de Belas Artes de Antuérpia, na Bélgica. Após esta exposição, o palazzo ainda receberá, a partir do dia 10 de novembro, uma mostra dedicada às "Grandes Obras do Museu Picasso". 

"A exposição de Modigliani é grande, inédita por suas dimensões" e estará em "uma cidade que merece ser conhecida pelas exposições, mas também por outras coisas", disse a assessora comunal para a Cultura de Gênova, Carla Sibilla, durante a apresentação da mostra em Milão. 

As exposições do artista demonstram a escassez de seus trabalhos, devido em grande parte à sua vida boêmia e curta, já que ele morreu em 1920, em Paris, aos 35 anos. 

No total são quase 300 trabalhos e deles, quase 100 não podem ser transportados a outros museus, ou se perderam ou são de origem duvidosa. E recuperar tantas obras é difícil. Por isso, a mostra no palazzo Ducale decidiu se concentrar nos desenhos e sobretudo nos retratos, com também um núcleo de nus, que mostram a evolução do estilo do italiano. 

"Esta é uma exposição muito importante", disse o presidente do Palazzo Ducale, Luca Borzani. Já o presidente da sociedade responsável pela organização de eventos expositivos MondoMostra Skira, Massimo Vitta Zelman, disse que a exposição "terá um sucesso significativo". 

Na opinião do italiano, o mesmo acontecerá com a mostra dedicada a Picasso, que antecipa as que serão feitas do espanhol na Scuderia del Quirinale e no palazzo Real, em Milão. (ANSA)

Artista

Amedeo Clemente Modigliani foi um artista plástico e escultor italiano que viveu em Paris. 

Artista principalmente figurativo, tornou-se célebre sobretudo por seus retratos femininos caracterizados.

Nascimento: 12 de julho de 1884, Livorno, Itália
Falecimento: 24 de janeiro de 1920, Paris, França

Cônjuge: Jeanne Hébuterne (desde 1917)

Períodos: Expressionismo, Arte moderna, Escola de Paris, Fauvismo


Filha: Jeanne Modigliani

Santiago Ribeiro on display at Get Art Museum in Taipei, Taiwan China. --- Santiago Ribeiro em exposição no Get Art Museum em Taipé, Taiwan China.

The Butterflies painting by Santiago Ribeiro will be exhibited at the Get Art Museum from February 4 to 20, 2017.


The work was selected to be part of a large international art show in Taipei, Taiwan.


It is estimated that more than four thousand works of art will be at the International Art Show 2017 by artists from 77 different countries.



252 artists will be screened from February 2 until April 7, 2017 at 藝 美術館 美術館 Get Art Museum.










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--br
Santiago Ribeiro em exposição no Get Art Museum em Taipé, Taiwan China.

A pintura Butterflies de Santiago Ribeiro vai estar exposta no 得藝美術館 Get Art Museum de 4 a 20 de Fevereiro de 2017.

O trabalho foi selecionado para fazer parte de um grande show de arte internacional em Taipé, Taiwan. 

Estima-se que mais de quatro mil obras de arte estarão na Mostra de Arte Internacional 2017 por artistas de 77 países diferentes.

252 artistas serão exibidos de 2 de fevereiro até o dia 7 de abril de 2017 em 得 藝 美術館 Get Art Museum.







--chines
為了讓大眾欣賞到更多精彩的藝術創作,得藝美術館特別精選民生社區打造全新藝文歐風概念店,除了提供優質藝術家展覽的平台,也讓愛藝者在欣賞藝術品之餘,可以悠閒地品嚐香醇咖啡與美味小點,輕鬆地享有藝文樂趣與幸福~~~


Museu de Nova Iorque promove artistas muçulmanos em resposta à lei de Trump --- New York Museum promotes Muslim artists in response to Trump's law

O famoso Museu de Arte Moderna de Nova Iorque decidiu expor obras de artistas de vários países visados pelo decreto anti-imigração de Donald Trump, num ato de protesto contra o documento.


O famoso Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova Iorque decidiu expor obras de artistas de vários países visados pelo decreto anti-imigração de Donald Trump, num ato de protesto contra o documento.

Sete obras de artistas do Sudão, Iraque e Irão foram instaladas na quinta-feira no quinto andar do MoMA, substituindo obras de pintores como Picasso, Matisse ou Picabia, revelou o New York Times.

Entre as obras contam-se trabalhos realizados pelo pintor sudanês Ibrahim El-Salahi e pela arquiteta de origem iraquiana Zaha Hadid, bem como por diversos artistas de ascendência iraniana como a pintora Tala Madani, o escultor Parviz Tanavoli, o pintor Charles Hossein Zenderoudi, a fotógrafa Shirana Shahbazi e o pintor Marcos Grigorian.

Ao lado de cada trabalho, o museu colocou a seguinte inscrição: “Este trabalho é de um artista nativo de um país cujos cidadãos são impedidos de entrar nos Estados Unidos, de acordo com o decreto presidencial de 27 de janeiro de 2017”.

O museu vai também projetar durante este mês vários filmes realizados por pessoas originárias dos sete países de maioria muçulmana que estão sujeitos à proibição de acesso ao território dos EUA (Iémen, Irão, Iraque, Líbia, Síria, Somália e Sudão).








Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

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--in via tradutor do google
New York Museum promotes Muslim artists in response to Trump's law

The famous New York Museum of Modern Art has decided to expose works by artists from various countries targeted by the anti-immigration decree of Donald Trump in an act of protest against the document.

The famous New York Museum of Modern Art (MoMA) has decided to exhibit works by artists from various countries targeted by Donald Trump's anti-immigration decree in a protest against the document.

Seven works by artists from Sudan, Iraq and Iran were installed on Thursday on the fifth floor of MoMA, replacing works by painters such as Picasso, Matisse or Picabia, the New York Times reported.

Among the works are works by the Sudanese painter Ibrahim El-Salahi and the architect of Iraqi origin Zaha Hadid, as well as several artists of Iranian descent such as the painter Tala Madani, the sculptor Parviz Tanavoli, the painter Charles Hossein Zenderoudi, the Photographer Shirana Shahbazi and the painter Marcos Grigorian.

Alongside each work, the museum has the following inscription: "This work is from an artist native of a country whose citizens are barred from entering the United States, according to the presidential decree of January 27, 2017."

The museum will also feature several films by people from the seven Muslim-majority countries that are subject to a ban on access to US territory (Yemen, Iran, Iraq, Libya, Syria, Somalia and Sudan) this month.

À procura de terreno arenoso. “Menores de 30 têm acesso gratuito aos museus”, lê-se nos jornais portugueses.

A medida foi ontem votada no parlamento.

“Alguém me explica qual é a lógica dos 30 anos?”, questiona uma colega brasileira.

“Será para estimular jovens famílias, tipo casais com filhos pequenos?”, responde outra colega. “Será porque se constatou que o desemprego é maior até aos 30 anos?”




Valerá a pena procurarmos a lógica? Terá havido lógica? Será que a medida se baseou em qualquer relatório de gestão? Será que se baseou em algum estudo de públicos? Os profissionais do sector foram consultados? Existem objectivos concretos que daqui a um ou dois anos poderão ser avaliados?

Os jornais referem que “os deputados decidiram recomendar ao governo que adote as medidas necessárias para fomentar o acesso de todos os cidadãos aos museus e monumentos nacionais, principalmente para as pessoas até aos 35 anos, instituindo a gratuitidade no acesso aos fins de semana, feriados e quartas-feiras, e alargando o recurso às novas tecnologias de informação”. O que, aliás, vai ao encontro do programa do governo, que já tivemos a oportunidade de analisar aqui, muito especialmente no que diz respeito aos conceitos de “acesso” e “democratização”.

Portanto, estamos mais uma vez a discutir a gratuitidade. Como se esta fosse a questão central. Como se o sector dos museus não tivesse graves problemas endógenos, de gestão, que a gratuitidade não resolve. Como se o sector dos museus não tivesse outros problemas, permanentes e fundamentais, na sua relação com a sociedade, que a gratuitidade não resolve. Podemos continuar a tentar adivinhar os fundamentos e critérios por trás desta medida. Mas não precisamos de adivinhar as razões porque a maioria dos Portugueses não visita museus; e que não passará a visitar só porque a entrada será gratuita.

Quem investe tempo e dinheiro – sim, há sempre investimento de dinheiro, mesmo quando a entrada é livre – em algo que, a priori, não se mostra relevante, não comunica de uma forma convidativa (pelo contrário, usa todos os meios para dizer “isto não é para ti, isto não foi feito a pensar em ti”), não leva em consideração os interesses e necessidades de quem pretende atrair e tem obrigação de servir? E, pensando melhor, diria mais... Quem investe tempo e dinheiro para ver coisas deprimentes? Para estar em espaços que cheiram a mofo, cujas exposições não foram tocadas há décadas?

Os responsáveis em Portugal sabem, com certeza, que os estudos, nos países onde existem, mostram que a gratuitidade permite a quem já gosta de visitar museus de visitar mais vezes (o que é excelente). Mas não diversifica o perfil dos visitantes. Não é suficiente para a “democratização”. Para isso é preciso mais trabalho, é preciso um outro tipo de trabalho, trata-se de um trabalho que exige mais de todos os envolvidos.

Vamos fazer este trabalho? Vamos criar as condições para que seja bem-feito? Vamos assumir as nossas responsabilidades pelas barreiras criadas ao longo de muitos anos? Sobre a gratuitidade, já foi tudo dito. Continuará a dar bons títulos de jornais, mas não será mais que isso.





Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

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Das Lindenau-Museum --- The Lindenau Museum --- O Museu Lindenau.

Das Lindenau-Museum beherbergt eine der kostbarsten Spezialsammlungen früher italienischer Tafelbilder weltweit. Die auf Holz gemalten Bilder des 13. bis 16. Jahrhunderts zeigen die Entwicklung der italienischen Malerei und begründen den internationalen Rang des Museums. Sie sind dem Naturwissenschaftler, Staatsmann und Mäzen Bernhard August von Lindenau (1779 – 1854) zu verdanken und seit 1848 der Öffentlichkeit zugänglich.
Lindenau trug außerdem antike Keramiken, Gipsabgüsse und eine wertvolle Kunstbibliothek zusammen und gründete eine Zeichenschule. Seine Sammlungen, die er testamentarisch dem Herzogtum Sachsen-Altenburg vermachte, sind heute in dem 1876 eröffneten prachtvollen Neorenaissance-Gebäude am Fuße des Schlossparks zu besichtigen.



Ergänzend kommen Kollektionen mit deutscher, italienischer, niederländischer und französischer Malerei des 16. bis 19. Jahrhunderts, deutscher Malerei des 20. und 21. Jahrhunderts sowie Plastik, vorwiegend des 19. und 20. Jahrhunderts, hinzu. Nach 1945 wurde vor allem Graphik und Malerei von Künstlern aus Berlin, Chemnitz, Dresden und Leipzig gesammelt.

Ein Schwerpunkt bei Malerei und Graphik liegt auf der Kunst der 1920er Jahre und der Klassischen Moderne. In der Graphischen Sammlung befindet sich eine der umfangreichsten Kollektionen von illustrierten Mappenwerken des Spätexpressionismus und der Neuen Sachlichkeit.

Zudem besitzt das Museum den weltweit größten Bestand von Werken Gerhard Altenbourgs (1926 – 1989).


Dem Museum ist eine Kunstschule, das Studio Bildende Kunst, angegliedert – eine deutschlandweit einzigartige Einrichtung. Das Studio Bildende Kunst steht in der Tradition der von Lindenau gegründeten Kunst- und Gewerbeschule. Künstler führen begabte und interessierte Kinder und Jugendliche an die Kunst heran und unterweisen sie in verschiedenen künstlerischen Techniken. Auch Kurse für Erwachsene werden angeboten.
In der Zusammenarbeit von Kunstschule und Museumspädagogik bietet das Museum ein breit gefächertes museumspädagogisches Angebot mit Theorie und Praxis. Auf aktuelle Sonderausstellungen wird ebenso reagiert wie an bundesweiten Projekten teilgenommen. Neben langjährige Kooperationen mit Schulen treten spezielle Ferienworkshops.

In Sonderausstellungen wird an die reichhaltigen Bestände der Lindenauschen Sammlungen ebenso angeknüpft wie an die neueren Kollektionen, insbesondere die Graphische Sammlung. Lindenau und Altenbourg bilden die Schwerpunkte, auch Bezüge zur zeitgenössischen Kunst werden immer wieder hergestellt. Hierzu trägt vor allem auch der alle zwei Jahre vergebene Gerhard-Altenbourg-Preis bei. 
Im Wechsel dazu wird das Bernhard von Lindenau Stipendium an Absolventinnen und Absolventen von Kunsthochschulen in Mitteldeutschland vergeben.

Dank der Verbindung der Lindenauschen mit den neueren Sammlungen Kollektionen ist ein Gang durch die Kunstgeschichte von Ägypten und Assyrien über die griechische Antike und italienische Renaissance bis zur Kunst der Gegenwart möglich.



Das Lindenau-Museum Altenburg wurde 2001 in das so genannte „Blaubuch“ aufgenommen und ist seit 2002 Mitglied der Konferenz nationaler Kultureinrichtungen. Es gehört zu den 23 national bedeutsamen Kultureinrichtungen Ostdeutschlands.







fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://www.lindenau-museum.de/index.php?id=704

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

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Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.











--in via tradutor do google
The Lindenau Museum houses one of the most precious special collections of early Italian panel paintings worldwide. The paintings painted on wood from the 13th to 16th centuries show the development of Italian painting and give the museum an international reputation. They are due to the naturalist, statesman and patron Bernhard August von Lindenau (1779 - 1854) and since 1848 accessible to the public.

Lindenau also combined antique ceramics, plaster casts and a valuable art library, and founded a drawing school. His collections, which he passed testamentarily to the duchy of Saxony-Altenburg, can now be viewed in the magnificent neo-Renaissance building, opened in 1876, at the foot of the castle park.

In addition, collections of German, Italian, Dutch and French painting from the 16th to the 19th century, German painting of the 20th and 21st centuries, as well as sculpture, predominantly from the 19th and 20th centuries, are added. After 1945, graphic art and painting by artists from Berlin, Chemnitz, Dresden and Leipzig were collected.

A focus in painting and graphics is on the art of the 1920s and the classical modernism. The Graphic Collection contains one of the most comprehensive collections of illustrated portfolios of latexpressionism and New Objectivity.

In addition, the museum has the world's largest collection of works by Gerhard Altenbourg (1926 - 1989).


The museum is an art school, the studio of fine arts, a unique institution unique in Germany. The Studio Visual Arts is a tradition of the arts and crafts founded by Lindenau. Artists bring talented and interested children and young people to the arts and teach them in various artistic techniques. There are also courses for adults.

In collaboration with the Kunstschule and Museumspädagogik, the museum offers a wide range of museum pedagogy with theory and practice. Current special exhibitions are reacting as well as participating in nationwide projects. In addition to long-term cooperation with schools, special holiday workshops take place.

In special exhibitions, the extensive collections of the Lindenauschen collections are linked as well to the more recent collections, in particular the graphic collection. Lindenau and Altenbourg are the focus of attention, and references to contemporary art are always being produced. The Gerhard-Altenbourg Prize, which has been awarded every two years, contributes in particular to this.

In exchange, the Bernhard von Lindenau scholarship will be awarded to graduates of art colleges in Central Germany.

Thanks to the combination of the lime exchanges with the newer collection collections, a journey through the art history from Egypt and Assyria over the Greek antique and Italian renaissance to the art of the present is possible.

The Lindenau-Museum Altenburg was included in the so-called "Blaubuch" in 2001 and since 2002 has been a member of the conference of national cultural institutions. It is one of the 23 nationally significant cultural institutions of Eastern Germany.









--br via tradutor do google
O Museu Lindenau abriga uma das mais valiosas coleções especiais de pinturas primeiros painéis italianos em todo o mundo. O pintado em imagens de madeira da 13 e do século 16 mostram a evolução da pintura italiana e estabelecer a reputação internacional do museu. Você é o cientista, estadista e patrono Bernhard August von Lindenau (1779 - 1854) em dívida e disponível desde 1848 para o público.

Lindenau também acumulou cerâmicas antigas, moldes de gesso e uma biblioteca de arte valiosas e fundou uma escola de arte. Sua coleção, que legou ao ducado de Saxe-Altenburg legou são visíveis hoje, em 1876 abriu magnífico edifício neo-renascentista, ao pé do parque do castelo.

Além disso vêm coleções com pinturas alemães, italianos e franceses de 16 a pintura do século 19 alemão do século 20 e 21 e plástico, principalmente do século 19 e 20, acrescentou. Depois de 1945, especialmente gráficos e pintura de artistas de Berlim, Chemnitz, Dresden e Leipzig foi recolhida.

Um foco na pintura e gráficos localizados na arte da década de 1920 e o Clássico Moderno. Na coleção gráfico é uma das maiores coleções de obras de pasta ilustrados de tarde Expressionismo e Nova Objetividade.

O museu também tem o maior estoque mundial de obras Gerhard Altenbourg
(1926 - 1989),.


O Museu é uma escola de arte, o Studio Fine Arts, afiliado - um em toda a Alemanha facilidade original. O estúdio Belas Artes está na tradição fundada por Lindenau Arts and Crafts School. Os artistas executam crianças sobredotadas e os interessados ​​e aos jovens o acesso à arte e instruí-los em várias técnicas artísticas. Também cursos para adultos são oferecidos.

No âmbito da cooperação da escola de arte e educação do museu, o museu oferece uma ampla oferta educativa museu com teoria e prática. Em exposições atuais é mesmas reações em projetos de todo o país participaram. Além de muitos anos de cooperação com escolas levam oficinas especiais de férias.

Em exposições especiais de coleções de Lindenau também serão ligadas, as coleções mais recentes, nomeadamente a recolha gráfico das explorações extensivas do museu. Lindenau e Altenbourg são o foco, mesmo referências à arte contemporânea estão sendo restaurados. A este respeito, Bourg-preço de tudo, o prêmio bienal Gerhard de idade com.

Em troca da bolsa de estudos Bernhard von Lindenau é concedido aos graduados de escolas de arte no centro da Alemanha.

Graças à conexão de Lindenau de com as coleções coleções mais recentes de um passeio pela história da arte do Egito e da Assíria em grego antigo e do Renascimento italiano para a arte contemporânea é possível.

O Lindenau-Museu Altenburg foi incorporado o chamado "Livro Azul" em 2001 e é membro da Conferência das instituições culturais nacionais desde de 2002. É um dos 23 nacionalmente importantes instituições culturais na Alemanha Oriental.