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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

A cidade de Piracicaba, São Paulo, Brasil está entre as cidades que receberão o “Pint of Science”, um festival de divulgação científica sem fronteiras. --- The city of Piracicaba, São Paulo, Brazil is among the cities that will receive the "Pint of Science", a festival of scientific dissemination without frontiers.



Os cientistas vão invadir bares e restaurantes de 22 cidades brasileiras, conectados a um dos maiores eventos de divulgação científica do mundo, que acontecerá simultaneamente em mais 10 países


Divulgar a ciência para o público em geral é o fio condutor de uma iniciativa que vai unir Brasil, Alemanha, Austrália, Áustria, Canadá, Espanha, França, Irlanda, Itália e Reino Unido.Mais de 100 cidades espalhadas por esses 10 países realizarão simultaneamente, nos dias 15, 16 e 17 de maio, um dos maiores festivais de divulgação científica do mundo: o Pint of Science.




“Este ano, o evento se expandiu e alcançará 22 cidades em todo o Brasil”, revela a coordenadora nacional da iniciativa, Natalia Pasternak. O Pint of Science pode ser comparado a um grande festival de música, em que os artistas se apresentam simultaneamente em vários palcos a cada noite. Só que, nesse caso, em vez de artistas, há pesquisadores conversando com o público em restaurantes, cafés e bares. No lugar da música, a melodia que será ouvida nesses palcos está relacionada a biologia, computação, engenharia, estatística, filosofia, física, história, matemática, química, sociologia e muito mais.

“O Brasil é o primeiro país sul-americano a fazer parte do festival e o sucesso estrondoso de 2016 mostra que os brasileiros amam ciência e querem realmente matar sua sede de conhecimento”, destaca Michael Motskin, diretor e fundador do Pint of Science. O festival nasceu em 2013 na Inglaterra e chegou ao país em 2015, quando o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP realizou o evento em São Carlos, no interior paulista, colocando o Brasil no mapa do Pint of Science.




Em 2016, a faísca da divulgação científica se espalhou por sete municípios brasileiros e, este ano, atingirá 10 cidades paulistas: Araraquara, Botucatu, Campinas, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santos, São Caetano do Sul, São Paulo, São Carlos e Sorocaba. Além disso, a iniciativa chegará a municípios brasileiros localizados no Sul, no Nordeste e no Centro-Oeste: Belo Horizonte (MG), Blumenau (SC), Brasília (DF), Curitiba (PR), Dourados (MS), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Teresina (PI).

O evento é gratuito no Brasil e as pessoas só pagarão o que consumirem nos locais em que acontecerão os bate-papos científicos. “A ciência brasileira enfrenta uma de suas maiores crises de financiamento e credibilidade. Por isso, divulgá-la nunca foi tão importante e tão urgente quanto agora”, explica a coordenadora nacional, que é doutora em genética molecular pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP.

Rede de voluntários

Em cada uma das 22 cidades brasileiras que realizarão o Pint of Science, existe um grupo de voluntários trabalhando para organizar os diversos bate-papos com os pesquisadores. Há um coordenador em cada cidade, bem como coordenadores regionais. O desafio deles é levar o conhecimento científico à população, de uma forma descomplicada, possibilitando que as pessoas esclareçam suas dúvidas diretamente com quem faz ciência. “Restaurantes, cafés e bares também são lugares adequados para os cientistas divulgarem suas pesquisas. Nosso objetivo é mostrar que, sem ciência, tecnologia e inovação, não existe desenvolvimento”, acrescenta Natalia.




De acordo com a coordenadora, o Pint of Science possibilita, ainda, que a população conheça como é o trabalho de um pesquisador, uma jornada repleta de encantos e desencantos, tal como a trajetória de qualquer outro profissional. Dessa forma, cria-se a oportunidade para o estabelecimento de uma comunicação mais informal, descontraída e humana entre os cientistas e a população: “É um momento para nos unirmos e fazermos um brinde à ciência, rompendo todas as fronteiras”.

A programação dos bate-papos que acontecerão nas 22 cidades brasileiras será disponibilizada no site do evento a partir do dia 27 de março. O Pint of Science conta com o apoio de várias instituições e já confirmaram patrocínio em âmbito nacional a Elsevier, a empresa Galoá e três Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID), apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP): o Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria; o Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades; e o Centro de Pesquisa, Educação e Inovação em Vidros.



fonte: http://buskakinews.com.br/piracicaba-esta-entre-as-cidades-que-receberao-o-pint-of-science-um-festival-de-divulgacao-cientifica-sem-fronteiras/

Fotos: equipe Pint Ribeirão Preto

Texto: Denise Casatti

Coordenadora da Assessoria de Comunicação do Pint of Science Brasil e Analista de Comunicação no ICMC/USP



colaboração: 
Antonio Batista Filho 





--in via tradutor do googlre
The city of Piracicaba, São Paulo, Brazil is among the cities that will receive the "Pint of Science", a festival of scientific dissemination without frontiers.

Scientists will invade bars and restaurants in 22 Brazilian cities, connected to one of the world's largest scientific outreach events, which will take place simultaneously in another 10 countries

Disseminating science to the general public is the linchpin of an initiative that will unite Brazil, Germany, Australia, Austria, Canada, Spain, France, Ireland, Italy and the United Kingdom. More than 100 cities spread across these 10 countries will simultaneously , On May 15, 16, and 17, one of the largest scientific outreach festivals in the world: the Pint of Science.

"This year, the event has expanded and will reach 22 cities throughout Brazil," says the national coordinator of the initiative, Natalia Pasternak. The Pint of Science can be likened to a major music festival, where artists perform simultaneously on various stages each night. But in this case, instead of artists, there are researchers talking to the public in restaurants, cafes and bars. In place of music, the melody that will be heard on these stages is related to biology, computation, engineering, statistics, philosophy, physics, history, mathematics, chemistry, sociology and more.

"Brazil is the first South American country to be part of the festival and the booming success of 2016 shows that Brazilians love science and really want to quench their thirst for knowledge," said Michael Motskin, director and founder of Pint of Science. The festival was born in 2013 in England and arrived in the country in 2015, when the Institute of Mathematics and Computer Science (ICMC) of the USP held the event in São Carlos, in the interior of São Paulo, putting Brazil on the map of Pint of Science.

In 2016, the spark of scientific dissemination spread to seven Brazilian municipalities, and this year will reach 10 cities in São Paulo: Araraquara, Botucatu, Campinas, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santos, São Caetano do Sul, São Paulo, São Carlos and Sorocaba. In addition, the initiative will reach Brazilian municipalities located in the South, Northeast and Central West: Belo Horizonte (MG), Blumenau (SC), Brasília (DF), Curitiba (PR), Dourados (MS), Florianópolis ), Goiânia (GO), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) and Teresina (PI).

The event is free in Brazil and people will only pay for what they consume in the places where the scientific chats will take place. "Brazilian science faces one of its biggest funding and credibility crises. That is why disseminating it has never been so important and as urgent as now, "explains the national coordinator, who holds a PhD in molecular genetics from the Institute of Biomedical Sciences of USP.

Network of volunteers

In each of the 22 Brazilian cities that will carry out the Pint of Science, there is a group of volunteers working to organize the various chats with the researchers. There is a coordinator in each city as well as regional coordinators. Their challenge is to bring scientific knowledge to the people in an uncomplicated way, enabling people to clarify their doubts directly with the scientist. "Restaurants, cafes and bars are also appropriate places for scientists to publicize their research. Our goal is to show that, without science, technology and innovation, there is no development, "adds Natalia.

According to the coordinator, the Pint of Science also makes it possible for the population to know how a researcher's work is, a journey full of charms and disenchantment, just like the career of any other professional. This creates the opportunity to establish a more informal, relaxed and humane communication between scientists and the population: "It's a time to unite and make a toast to science, breaking all frontiers."

The schedule of the chats that will take place in the 22 Brazilian cities will be available on the website of the event starting on March 27. The Pint of Science is supported by several institutions and has already confirmed national sponsorship of Elsevier, the company Galoá and three Research, Innovation and Dissemination Centers (CEPID), supported by the Foundation for Research Support of the State of São Paulo ( FAPESP): the Center for Mathematical Sciences Applied to Industry; The Research Center on Obesity and Comorbidities; And the Center for Research, Education and Innovation in Glass.




Source: http://buskakinews.com.br/piracicaba-esta-entre-as-cidades-que-receberao-o-pint-of-science-um-divulgacao-cientific-sem-fronteiras/

Photos: team Pint Ribeirão Preto

Text: Denise Casatti

Coordinator of the Communication Department of Pint of Science Brasil and Communication Analyst at ICMC / USP






collaboration:

The present time in the museums. --- O tempo presente nos museus.


The present is in many cases much easier to be lived than to be understood as a whole. Today, when we are inundated and appropriated daily with information from all over the world, it is a complex exercise to interpret what is changing, what will remain and what directions we will take. In what we will become as humanity, as political and cultural groups, as agents of our time. The speed is absurd and time seems always scarce.



Juliana Monteiro
Museóloga e membro do COMCOL


Museums are not immune to this hurricane eye. We can understand them as institutions with deep roots in the social fabric and that, for this very reason, are impacted and influenced by what happens. Sometimes we see rapid reactions, such as the case of American museums that, in protest of the last actions of the Trump government, began to remove from their galleries works produced or donated by immigrants to demonstrate how empty they are without this contribution. Or, instead, they have replaced in their spaces works carried out by Muslim artists, showing how much they and their productions are equally important to understand the contemporary art and the very culture of that country.


But many of them do not react immediately to transformational movements, social and political tensions, or major behavioral changes for many reasons. In this way, museums show us that they have their own time to process the present. Their collections end up being formed from that time, representing the choices made at different times from those in which the cultural goods were produced. Of course, this movement has always existed within museums - the distance, in time and sometimes in space, of what is collected. However, let's not forget that the current context is swift, voracious and fluid.

All this leads us to ask what picture we will have of our present in a few years, considering that not everything that happens now will still be there in the future for when a museum decides to collect something that represents him. That is, museums, institutions whose main subject is time (or the memory that is built on time), may begin to run out of it. An example of this knocks at our door: how have Brazilian museums approached our current political context? And how have you thought about preserving this current memory of our history? Should we preserve property related to the demonstrations? Should we not preserve anything? Because yes? And why not? And how to do both in a responsible, responsive and ethical way before society?

An interesting case that has recently occurred in Norway, and which brings the least answers and contributes more to the discussion, is the Collecting Digital Photography project. Concerned about the increasing drainage of photo collections, due to the advent of natural images that do not reach the collections, Rogaland County museums have decided to better understand what is happening to people's record habits. The research was funded by the Arts Council of Norway and pointed out several possible trends for local museums to start collecting photographs and other digital materials. However, the main result of the research was precisely the reinforcement for museums to be attentive to the collecting of photographs produced in the present.

And perhaps this is one of the few findings that we can be certain about the present: that it is there, whether we like it or not. Like it or not. And our museums, at one time or another, will have to deal with that reality.





Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.




--br
O tempo presente nos museus.

O presente é, em vários casos, muito mais fácil de ser vivido do que ser compreendido em seu todo. Na atualidade, em que somos inundados e nos apropriamos diariamente com informações vinda de vários lugares do mundo, é um exercício complexo interpretar o que está mudando, o que vai permanecer e quais as direções que tomaremos. No que nos transformaremos enquanto humanidade, enquanto grupos políticos e culturais, enquanto agentes do nosso tempo. A velocidade é absurda e o tempo parece sempre escasso.

Os museus não ficam imunes a esse olho de furacão. Podemos entendê-los como instituições com profundas raízes no tecido social e que, por isso mesmo, são impactados e influenciados pelo que acontece. Ás vezes, vemos reações rápidas, como o caso dos museus estadunidenses que, em protesto às últimas ações do governo Trump, passaram a retirar de suas galerias obras produzidas ou doadas por imigrantes para demonstrar o quanto ficam vazios sem essa contribuição. Ou, ao contrário, recolocaram em seus espaços obras realizadas por artistas mulçumanos, mostrando o quanto eles e suas produções são igualmente importantes para se entender a arte contemporânea e a própria cultura daquele país.

Porém, muitos deles não reagem imediatamente aos movimentos de transformação, de tensões sociais e políticas ou de grandes mudanças comportamentais, por muitas razões. Dessa forma, os museus nos mostram que possuem seu próprio tempo de processar o presente. Suas coleções acabam sendo formadas a partir desse tempo, representando as escolhas feitas em momentos diferentes daqueles em que os bens culturais foram produzidos. É claro que esse movimento sempre existiu dentro dos museus – o distanciamento, no tempo e às vezes no espaço, daquilo que se coleciona. Porém, não nos esqueçamos que o contexto atual é veloz, voraz e fluído.

Isso tudo nos leva a perguntar que retrato teremos do nosso presente daqui a alguns anos, considerando que nem tudo que acontece agora ainda estará lá no futuro para quando um museu decidir colecionar algo que lhe represente. Ou seja, os museus, instituições que têm como matéria principal o tempo (ou a memória que se constrói sobre o tempo), podem começar a ficar sem ele. Um exemplo disso bate à nossa porta: como os museus brasileiros tem abordado o nosso contexto político atual? E como tem pensado a preservação dessa memória atual da nossa história? Devemos preservar bens relativos às manifestações? Não devemos preservar nada? Por que sim? E por que não? E como fazer ambas as coisas de forma responsável, responsiva e ética perante a sociedade?

Um caso interessante que aconteceu recentemente na Noruega, e que menos traz respostas e mais contribui com a discussão, é o do projeto Collecting Digital Photography. Preocupados com o crescente esvaziamento das coleções de fotografia, devido ao advento das imagens natudigitais que acabam não chegando aos acervos, os museus do condado de Rogaland decidiram entender melhor o que está acontecendo com os hábitos de registro das pessoas. A pesquisa teve financiamento do Arts Council da Noruega e apontou diversas tendências possíveis para que os museus locais passem a colecionar fotografias e outros materiais digitais. Contudo, o principal resultado da pesquisa foi justamente o reforço para que os museus estejam atentos ao colecionismo de fotografias produzidas no presente.

E talvez seja essa uma das poucas constatações que podemos ter certeza a respeito do presente: que ele está aí, queiramos nós ou não. Gostemos dele ou não. E os nossos museus, uma hora ou outra, precisarão lidar com essa realidade.

Transport back in time to ancient Roman sites with virtual reality. --- Transporte de volta ao tempo para locais romanos antigos com realidade virtual.

Cutting-edge technology is helping bring ancient Rome back to life.


Visitors at historic sites thousands of years old can now use virtual reality headsets to see what they once looked like. Digital artists used Renaissance-era artists’ depictions to help re-envision the relics. CBS News correspondent Seth Doane went inside the ancient underground ruins in Rome, where tourists can see what’s no longer there.


The cavernous space was once above ground, the grand home of Emperor Nero, and considered one of the most magnificent palaces ever built. Its name, “Domus Aurea,” means “golden house.” It’s hard to believe it was once colorful and flooded with light. But now, modern technology is letting tourists peek into the past.

Inside the Domus Aurea, once the home of Emperor Nero in ancient Rome.
 CBS NEWS

Two thousand years ago, this labyrinth, now underneath the city of Rome, was the sprawling home of Emperor Nero, stretching the size of three football fields. Today, tourists can explore it, but the colors, light and opulence of this ancient Roman villa were unimaginable until this month, when visitors could start using virtual reality headsets.

“You always try to imagine in your mind what it must’ve been like, and this helps tremendously,” said Tom Papa, a tourist from New York.

Virtual reality brings to life this important piece of history. Alessandro D’Alessio, the chief archaeologist here, explained how this place was buried following Emperor Nero’s death. 

A virtual reality image of what the palace may have once looked like.

“In the ancient historiography, he was depicted as a monster,” D’Alessio said.

The emperor’s massive compound was covered over. It was forgotten about for nearly 1,500 years until Renaissance artists tunneled down into what they believed was an ancient Roman cave. 

Chief archaeologist Alessandro D’Alessio, left, with CBS News’ Seth Doane in the Domus Aurea.
 CBS NEWS

“Painters during Renaissance times would come through that hole?” Doane asked, pointing up to it.

“Yes,” D’Alessio said.

“And discovered the Domus Aurea,” Doane said.

“Yes,” D’Alessio said.

The marvelous frescos they saw influenced art for centuries, and their paintings of the site would become a roadmap for a much later generation of digital artists.

A digital recreation of frescoes at the Domus Aurea, based on Renaissance paintings of the site.
 CBS NEWS

“Nothing is invented, nothing is invented; every part of the reconstruction has a scientific base,” said Raffaele Carlani, an architect and graphic designer whose company, KatatexiLux, painstakingly created the virtual reality show. 

“And you recognize from this shape, this really strange shape here,” Carlani said.

“So you go back to these Renaissance paintings to recreate what this looked like,” Doane said.

“Yes,” Carlani replied.

“And then transition to here digitally,” Doane said, pointing to the recreation on a computer.

It’s Italy, so of course his studio has its own frescoed ceiling. Working from the town of Amelia, outside Rome, designers used the graphically-rich technology of video games to virtually transport tourists inside the ancient Domus Aurea, to see its grandeur, colorful marble, and sweeping views of Rome.

“You look down at the grass and the grass is moving in the wind!” Doane said.

“This is funny. I saw a lot of children that try to… touch the grass,” Carlani said, bending over the scene.

The city of Rome has used technology to reimagine several tourist sites, including the forums of Caesar and Augustus, where history is illuminated through lasers and light shows projected on the ruins. 

“Through virtual reality, you can understand how these spaces were in the past,” said Francesco Prosperetti, the superintendent for archeology in Rome. He was the one who pushed to use virtual reality here.

“It’s something that nobody can imagine before,” Prosperetti said.

“It’s interesting, this concept of using high modern technology to understand ancient history,” Doane said.

“To get closer to these things of ancient past that the only way is to use technology,” Prosperetti said.

The architecture and paintings here influenced the likes of Michelangelo and Raphael. Excavation work continues, and there’s still another 30 percent of this palace to be unearthed.





















Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.














--br via tradutor do google
Transporte de volta ao tempo para locais romanos antigos com realidade virtual.

A tecnologia de ponta está ajudando a trazer a Roma antiga de volta à vida.

Visitantes em locais históricos milhares de anos de idade agora podem usar fones de ouvido de realidade virtual para ver o que eles pareciam uma vez. Artistas digitais usaram as representações dos artistas da era renascentista para ajudar a re-imaginar as relíquias. O correspondente da CBS News, Seth Doane, entrou nas antigas ruínas subterrâneas de Roma, onde os turistas podem ver o que não está mais lá.

O espaço cavernoso estava uma vez sobre a terra, a casa grande do imperador Nero, e considerado um dos palácios os mais magníficos construídos nunca. Seu nome, "Domus Aurea", significa "casa de ouro." É difícil acreditar que era uma vez colorido e inundado de luz. Mas agora, a tecnologia moderna está deixando turistas espreitar no passado.

Dois mil anos atrás, este labirinto, agora debaixo da cidade de Roma, era a casa alastrando do Imperador Nero, estendendo o tamanho de três campos de futebol. Hoje, os turistas podem explorá-lo, mas as cores, luz e opulência desta antiga villa romana foram inimagináveis ​​até este mês, quando os visitantes poderiam começar a usar fones de ouvido de realidade virtual.

"Você sempre tenta imaginar em sua mente o que deve ter sido, e isso ajuda tremendamente", disse Tom Papa, um turista de Nova York.

A realidade virtual traz à vida esta importante peça de história. Alessandro D'Alessio, o arqueólogo-chefe aqui, explicou como este lugar foi enterrado após a morte do imperador Nero.

"Na antiga historiografia, ele era retratado como um monstro", disse D'Alessio.

O maciço composto do imperador estava coberto. Foi esquecido por quase 1.500 anos até que artistas renascentistas desceram para o que eles acreditavam ser uma antiga gruta romana.

- Pintores durante o Renascimento virão através desse buraco? - perguntou Doane, apontando para ele.


- Sim - disse D'Alessio.

- E descobri a Domus Aurea - disse Doane.

- Sim - disse D'Alessio.

Os maravilhosos afrescos que viram influenciaram a arte durante séculos, e suas pinturas do site se tornaria um roteiro para uma geração muito posterior de artistas digitais.

"Nada é inventado, nada é inventado; Cada parte da reconstrução tem uma base científica ", disse Raffaele Carlani, um arquiteto e designer gráfico cuja empresa, KatatexiLux, meticulosamente criou o reality show virtual.

"E você reconhece desta forma, esta forma realmente estranha aqui", disse Carlani.

"Então você volta para essas pinturas renascentistas para recriar o que isso parecia", disse Doane.

- Sim - respondeu Carlani.

"E então a transição para aqui digitalmente", disse Doane, apontando para a recreação em um computador.

É a Itália, então é claro que seu estúdio tem seu próprio teto com afrescos. Trabalhando na cidade de Amelia, fora de Roma, os designers usaram a tecnologia gráficamente rica de videogames para virtualmente transportar turistas dentro da antiga Domus Aurea, para ver sua grandeza, mármore colorido e vistas deslumbrantes de Roma.

"Você olha para a grama e a grama está se movendo ao vento!", Disse Doane.

"Isso é engraçado. Eu vi um monte de crianças que tentam ... tocar a grama ", disse Carlani, curvando-se sobre a cena.

A cidade de Roma tem utilizado a tecnologia para reimaginar vários locais turísticos, incluindo os fóruns de César e Augusto, onde a história é iluminada através de lasers e shows de luz projetados sobre as ruínas.

"Através da realidade virtual, você pode entender como esses espaços foram no passado", disse Francesco Prosperetti, superintendente de arqueologia em Roma. Foi ele quem empurrou para usar a realidade virtual aqui.

"É algo que ninguém pode imaginar antes", disse Prosperetti.

"É interessante, este conceito de usar alta tecnologia moderna para entender a história antiga", disse Doane.

"Para se aproximar dessas coisas do passado antigo que a única maneira é usar a tecnologia", disse Prosperetti.

A arquitetura e as pinturas aqui influenciaram os gostos de Michelangelo e Raphael. O trabalho da escavação continua, e há ainda outros 30 por cento deste palácio a ser desenterrados.