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terça-feira, 7 de março de 2017

Homenagem ao Dia internacional da mulher, 08 de março de 2017. --- Homage to the International Women's Day, March 8, 2017.

Saudações.     @edisonmariotti





"Teatro do Centro da Terra", in Sumaré, São Paulo, Brazil, 15 meters below the surface of the earth, underwent renovation to receive innovative artists. --- "Teatro do Centro da Terra", no Sumaré, São Paulo, Brasil, a 15 metros abaixo da superfície da terra, passou por reforma para receber artistas inovadores.

The capital of São Paulo breathed new life 15 meters below the surface of the earth. The Theater of the Center of the Earth, inaugurated 16 years ago in Sumaré, Zona Oeste of São Paulo, has been renovated and reopens the doors as a curatorship that promises to expose the work of creative and experimental artists of the present time.



The underground building of the building located on the narrow Rua Piracuama was the idea of ​​award-winning theater director Ricardo Karman, who is also an architect. The intimate theater with Italian stage, small, and audience for one hundred people took ten years to be ready and at least five others to be completely regularized by the City of São Paulo. To get to the theater, you need to go down 61 steps of stairs or use an elevator. Despite the depth, the internet "catches down".



Asked how the underground theater idea came about, Karman explains that he was guided by a pragmatic instinct. "All of my work is procedural [when the project has no defined outcome and advances as opportunities]. I rehearsed in a hall next to this land with the Kompanhia of the Earth Center, which I founded in 1989, and thought it was a good space for a theater, "he explained.

The director said that the works were difficult because they demanded a lot of money, engineering to strengthen the structure of the building and licenses of the City Hall. "It was difficult and I did not have much money, but I did a guerrilla work and it counted on unexpected aid, as of the own municipal police that came here and ended up being enchanted with the idea," he said.


The inauguration of the Theater of the Earth Center officially took place in 2001, but in 1999, Karman opened the space for guests marrying the plastic artist Keren Ora Karman on stage after a few days of rehearsal and with the presence of critics of theater. "It was fun. Critics wondered if we would win the Shell prize, "says the director, who two years later was awarded the award for the show" Journey to the Center of the Earth. "

Keren took over the management of space, creating arts courses for children and adolescents, and elaborating the concept of the new phase of theater, which this Monday becomes a cultural space with musical presentations and curatorship to receive more plays.

"We have to give content to the space and we rescued the concept of the work we did in the Petrobras Circuit in 2001, when several groups presented experimental shows here," recalls Keren. "It will be an alternative space, experimental and contemporary, presenting artists whose works involve research, experience and moments of enchantment," he explained.


The founder of the theater helps explain the concept of the new proposal. "Where is the contemporary? What is the language of our time? How is the artistic expression of this age of wonder and speed? We want to bring here the production of the guys who rightly express this contemporary thinking, "said Karman.

Three curators will assist in the selection of the artists and projects that appear in the Center of the Earth. Director Ruy Filho will be hosting two-week shows that will be able to occupy all areas of the building, including the stairs and the café-bar. The playwright Dib Carneiro Neto takes care of the children's project. "If it's Little Red Riding Hood, have a new proposal for the old story," he explained.

The theatrical program is still being prepared by the curators, but the musical, which will be developed by journalist Alexandre Matias, begins on Monday. He will offer a new season proposal for shows, with four different performances by the same artist, who is challenged to leave the comfort zone.

"I think the show turned into a formulaic presentation. The artists begin all the shows of a season with the same song, after some songs present the musicians, then they make a cutie. Loses the unexpected, "explains Matias.

The first artist to perform is the prolific Tatá Aeroplano, which already develops musical projects of genres and diverse partners, such as Otto, Criolo and Karina Buhr. "There will be four Mondays that are very different from each other so I can explore things that I really like, including the display of clips I've been directing," says Tata.

"Despite completing 15 years of his career, I will not present old songs. I like to look forward and look for news. I will present what I am doing and what I am going to launch, pointing to the future and the next 15 years, "he explains.

The re-inauguration of Centro Cultural Terra da Terra takes place on Monday, with the Tatá Aeroplano show at 8 pm. Tickets for the event are on sale online and cost R $ 30.







Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.




--br

"Teatro do Centro da Terra", no Sumaré, São Paulo, Brasil, a 15 metros abaixo da superfície da terra, passou por reforma para receber artistas inovadores.

A capital paulista volta a respirar cultura a 15 metros abaixo da superfície da terra. O Teatro do Centro da Terra, inaugurado há 16 anos no Sumaré, Zona Oeste de São Paulo, foi reformado e reabre as portas como uma curadoria que promete expor o trabalho de artistas criativos e experimentais da atualidade.

A construção no subsolo do edifício localizado na estreita Rua Piracuama foi ideia do premiado diretor de teatro Ricardo Karman, que também é arquiteto. O teatro intimista com palco italiano, pequeno, e plateia para cem pessoas levou dez anos para ficar pronto e pelo menos outros cinco para ser completamente regularizado pela Prefeitura de São Paulo. Para chegar ao teatro, é preciso descer 61 degraus de escada ou usar um elevador. Apesar da profundeza, internet "pega lá embaixo".

Questionado sobre como surgiu a ideia do teatro subterrâneo, Karman explica que foi guiado por um instinto pragmático. “Todos os meus trabalhos são processuais [quando o projeto não tem desfecho definido e avança conforme as oportunidades]. Eu ensaiava em um salão ao lado deste terreno com a Kompanhia do Centro da Terra, que fundei em 1989, e pensava que era um bom espaço para um teatro”, explicou.

O diretor contou que as obras foram difíceis porque demandavam muito dinheiro, engenharia para fortalecer a estrutura do prédio e licenças da Prefeitura. “Era difícil e não tinha muito dinheiro, mas fiz um trabalho guerrilheiro e que contou com ajudas inesperadas, como dos próprios fiscais da Prefeitura que vinham aqui e acabavam se encantando com a ideia.”, disse.

A inauguração do Teatro do Centro da Terra ocorreu oficialmente em 2001, mas em 1999, Karman realizou a abertura do espaço para convidados casando-se com a artista plástica Keren Ora Karman no palco, após alguns dias de ensaio e com a presença de críticos de teatro. “Foi divertido. Os críticos perguntavam se ganharíamos o prêmio Shell”, conta o diretor, que dois anos mais tarde foi agraciado com o prêmio pelo espetáculo “Viagem ao Centro da Terra”.
Keren assumiu a gestão do espaço, criando cursos de artes para crianças e adolescentes, e elaborando o conceito da nova fase do teatro, que nesta segunda se torna um espaço cultural com apresentações musicais e curadoria para receber mais peças de teatro.

“Temos que dar conteúdo ao espaço e resgatamos o conceito do trabalho que fizemos no Circuito Petrobras em 2001, quando diversos grupos apresentaram espetáculos experimentais aqui”, relembra Keren. “Será um espaço alternativo, experimental e contemporâneo, apresentando artistas cujos trabalhos envolvem pesquisa, experiência e momentos de encantamento”, explicou.

O fundador do teatro ajuda a explicar o conceito da nova proposta. “Onde está o contemporâneo? Qual é a linguagem do nosso tempo? Como é a expressão artística dessa era de deslumbramento e velocidade? Queremos trazer para cá a produção dos caras que justamente expressam esse pensamento contemporâneo”, disse Karman.

Três curadores vão ajudar na seleção dos artistas e projetos que se apresentam no Centro da Terra. O diretor Ruy Filho trará espetáculos de duas semanas e que poderão ocupar todos os ambientes do edifício, inclusive as escadas e o café-bar. O dramaturgo Dib Carneiro Neto cuida do projeto infantil. “Se for Chapeuzinho Vermelho, que tenha uma nova proposta para a velha história”, explicou.

A programação teatral ainda está sendo preparada pelos curadores, mas a musical, que será desenvolvida pelo jornalista Alexandre Matias, começa nesta segunda. Ele oferecerá uma nova proposta de temporada de shows, com quatro apresentações diferentes de um mesmo artista, que é desafiado a sair da zona de conforto.

“Acho que o show virou uma apresentação formulaica. Os artistas começam todos os shows de uma temporada com a mesma música, depois de algumas canções apresentam os músicos, em seguida fazem uma gracinha. Perde o inesperado”, explica Matias.

O primeiro artista a se apresentar é o prolífico Tatá Aeroplano, que já desenvolve projetos musicais de gêneros e parceiros diversos, como Otto, Criolo e Karina Buhr. “Serão quatro segundas-feiras bem diferentes entre si em que poderei explorar coisas que realmente gosto, inclusive com a exibição de clipes que dirigi”, adianta Tatá.

“Apesar de completar 15 anos de carreira, não vou apresentar músicas antigas. Gosto de olhar para frente e buscar novidades. Vou apresentar o que estou fazendo e o que vou lançar, apontando para o futuro e para os próximo 15 anos”, explica.

A reinauguração do Espaço Cultural Centro da Terra ocorre nesta segunda-feira, com o show de Tatá Aeroplano às 20 horas. Os ingressos para o evento estão à venda pela internet e custam R$ 30.

Musée du Louvre : «Marée noire» contre l'art Total. --- Museum of the Louvre: "Black tide" against Total art. --- Museu do Louvre: "Black Tide" contra a arte total.

L'ONG environnementale Zéro fossile avait promis des actions spectaculaires «d'art-activisme» tout au long de l'année 2017, afin de dénoncer «l'emprise» des compagnies pétrolières dans les grands musées d'art. Dimanche 5 mars, une quarantaine de militants ont organisé une performance «anti industrie fossile» au musée du Louvre, qui bénéficie d'un mécénat de Total.





Vêtus de noir, en rappel aux marées noires, les activistes se sont allongés devant la victoire de Samothrace, en silence, avant d'être rapidement délogés par la sécurité du musée. Sur une vidéo postée par l'association, on peut entendre une voix off: «Le Louvre soutient Total, Total soutient le Louvre».

«C'est simple: s'il est inadmissible de détruire le climat, il est inadmissible de profiter de l'industrie fossile», argue l'ONG sur son site. Cette dernière plaide pour que le mécénat des compagnies pétrolières soit interdit par la loi, tout comme l'est celui des industriels du tabac ou de l'alcool.

Selon son rapport annuel, la Fondation Total a consacré 8,3 millions d'euros au mécénat en 2015. Au Louvre, elle a soutenu, ces cinq dernières années, la rénovation de la Galerie d'Apollon, le département des Arts de l'Islam, la Petite galerie ainsi que six grandes expositions.

«Sans ce soutien financier décisif, nous serions dans l'obligation de renoncer (à des projets) à très court terme»

Jean-Luc Martinez, président du musée du Louvre

«Sans ce soutien financier décisif, nous serions dans l'obligation de renoncer (à des projets) à très court terme», plaide Jean-Luc Martinez, président du Louvre, dans une lettre adressée à l'association dès janvier 2017. «Le mécénat de la Fondation consiste à soutenir des projets proposés par le musée sans intervenir dans les choix artistiques (...) Il ne peut se confondre avec des opérations de communication».


Mais les associations estiment que Total «a plus à gagner» avec ce type de partenariat que l'institution culturelle. «Le musée légitime les activités de Total - et c'est précisément ce que cherche Total (...) «affirme de son côté Nicolas Haeringer, porte-parole de 350.org en France, qui a lancé une pétition 

demandant au musée de mettre un terme à sa relation avec la compagnie.

En Angleterre, la campagne Art not Oil a eu pour conséquence de mettre fin à un partenariat entre laTate Modern et British Petroleum, ou encore entre le Science Museum et Shell.



VIDÉO - «Libérer» le Louvre des énergies fossiles? Une association environnementale mène des performances pour mettre fin au mécénat de la compagnie pétrolière dont bénéficie le musée parisien.










Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.

















--in via tradutor do google
Museum of the Louvre: "Black tide" against Total art.

The environmental NGO Zero fossil had promised spectacular actions of "art-activism" throughout 2017, in order to denounce the "hold" of the oil companies in the major art museums. On Sunday, March 5, some forty activists organized a performance "anti-fossil industry" at the Louvre, which benefits from a patronage of Total.

Clad in black, as a reminder of the oil spills, the activists stretched out before the victory of Samothrace, in silence, before being quickly dislodged by the security of the museum. On a video posted by the association, one can hear a voice-over: "The Louvre supports Total, Total supports the Louvre".

"It is simple: if it is inadmissible to destroy the climate, it is unacceptable to take advantage of the fossil industry," argues the NGO on its site. The latter argues that the patronage of the oil companies should be prohibited by law, as is the tobacco industry or the alcohol industry.

According to its annual report, the Total Foundation spent € 8.3 million on patronage in 2015. In the Louvre, in the past five years, it has supported the renovation of the Galerie d'Apollon, Islam, the Little Gallery and six major exhibitions.

"Without this decisive financial support, we would be obliged to give up projects in the very short term"

Jean-Luc Martinez, President of the Louvre Museum

"Without this decisive financial support, we would be obliged to give up projects in the very short term," Jean-Luc Martinez, president of the Louvre, wrote in a letter to the association in January 2017. " Patronage of the Foundation is to support projects proposed by the museum without intervening in the artistic choices (...) It can not be confused with operations of communication ".

But the associations believe that Total "has more to gain" with this type of partnership than the cultural institution. "The museum legitimizes Total's activities - and this is precisely what Total seeks ..." said Nicolas Haeringer, spokesperson for 350.org in France, who launched a petition

Asking the museum to put an end to its relationship with the company.

In England, the Art not Oil campaign ended a partnership between Tate Modern and British Petroleum, or between the Science Museum and Shell.

VIDEO - "Free" the Louvre of fossil energies? An environmental association is performing to end the philanthropy of the oil company that benefits the Parisian museum.




















--br via tradutor do google
Museu do Louvre: "Black Tide" contra a arte total.

Fossil Zero ONG ambiental prometeu ações espetaculares "arte-ativismo" ao longo de 2017, para denunciar "o aperto" das companhias de petróleo nos principais museus de arte. Domingo, 5 março, quarenta ativistas fizeram uma performance "indústria anti fóssil" no Louvre, que conta com o apoio da Total.

Vestido de preto, lembrete para derramamentos de óleo, os ativistas têm aumentado antes do Vitória de Samotrácia, em silêncio, antes de ser rapidamente derrubado pela segurança do museu. Em um vídeo publicado pela associação, pode-se ouvir uma voz: "O Louvre suporta Total, total apoia o Louvre."

"É simples: se é inaceitável para destruir o clima, é inaceitável para tirar proveito da indústria fóssil", afirma a ONG em seu site. Este último afirma que o patrocínio das empresas petrolíferas é proibido por lei, como é o de tabaco industrial ou álcool.

De acordo com seu relatório anual, a Fundação total tem contribuído € 8,3 milhões para patrocínio em 2015. No Louvre, ela argumentou, nos últimos cinco anos, a renovação da Galeria Apollo, o departamento de Artes de Islam, o pequeno galeria e seis exposições principais.

"Sem este apoio financeiro crítico, seríamos forçados a desistir (projetos) no curto prazo"

Jean-Luc Martinez, presidente do Louvre

"Sem este apoio financeiro crítico, seríamos forçados a desistir (projetos) no curto prazo", afirma Jean-Luc Martinez, presidente do Louvre, em uma carta para a associação, em janeiro de 2017. "A patrocínio da Fundação é apoiar projetos propostos pelo museu sem intervir nas escolhas artísticas (...) Ele não pode ser confundido com operações de comunicação ".

Mas as associações acreditam que a Total "tem mais a ganhar" com este tipo de parceria dessa instituição cultural. "As atividades do museu da Total legítimo - e isso é precisamente o que procura Total (...)", diz seu lado Nicolas Haeringer, 350.org porta-voz na França, que lançou uma petição

pedindo o museu para acabar com sua relação com a empresa.

Na Inglaterra, a arte não campanha O petróleo tem a intenção de encerrar uma parceria entre laTate Moderna e British Petroleum, ou entre o Museu da Ciência e da Shell.

VIDEO - "Desbloquear" o Louvre de combustíveis fósseis? Uma organização ambiental conduz desempenho para acabar com o patrocínio da empresa de petróleo, cujo museu parisiense tem.







In an interview with the Ministry of Culture of Brazil, Ivone da Silva Ramos Maya says that "I intend to submit a proposal to the United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO), so that the line is listed as a patrimony of humanity". --- Em entrevista concedida ao Ministério da Cultura doBrasil, Ivone da Silva Ramos Maya diz que "pretendo encaminhar uma proposta para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), para que o cordel seja tombado como patrimônio da humanidade”.

The collection of Popular Literature in Versos of the Casa de Rui Barbosa Foundation, the largest in Latin America, nowadays with more than 9,000 cordel leaflets was formed from the 1960s and, from this initiative resulted in an extensive bibliography, composed of catalogs, anthologies And specialized studies.





In Brazil, the cord appeared in the second half of the nineteenth century and expanded from Bahia to Pará, before reaching other states. The leaflets, sold at the fairs, became the main source of entertainment and information for the population, who saw in them the newspaper and the encyclopedia, almost simultaneously.

The subjects were the most varied: the adventures of cavalry, the narratives of love and suffering, the stories of animals, the adventures and heroes' tales, the wonderful tales and a myriad of others that came to us through the oral literature of the Iberian Peninsula and That the popular memory took care of preserving and transmitting.

In addition, the northeastern poet was incorporating into this novel, facts that are closer to the public, occurring in their social environment: feats of cangaceiros, political events, catastrophes, miracles and even propaganda, with religious and commercial purposes.

The woodcuts and drawings that illustrate the covers of the brochures are a manifestation of the creativity of the popular artist, with their synthetic plastic solutions, in which the strong feature, of rude and beautiful expressiveness, stands out.

The cord is valued as a poetic expression of high significance by writers of the stature of Ariano Suassuna, Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado, Guimarães Rosa, Mario de Andrade, João Cabral de Melo Neto, motivating (and continuing to motivate) studies and researches in the Areas of Anthropology, Folklore, Linguistics, Literature, History, among others.


PROJECT

The general objective of the Popular Literature Project in Verses in the House of Rui Barbosa is the preservation, conservation and availability of this unique collection in the world. Given its characteristics of rarity, originality and antiquity, it is necessary to guarantee its preservation against the wastage of time and the handling, subjecting the collection to specific technical and technological treatments, ensuring the restoration of the leaflets, the making of envelopes Suitable for storage and scanning.

The revision and insertion of the catalog records in the Foundation's database, allows the online consultation of all the collection, studies and research on this manifestation of Brazilian popular culture.

The digital version of the brochures is available on the FCRB portal. It was initially designed to make available the collection of Leandro Gomes de Barros, researched in depth by Profa. Ivone Maia with the support of FAPERJ, in a project in partnership with the House of Rui Barbosa, which was kept unpublished and served as a model for the project with Petrobrás. This work on Leandro Gomes de Barros was maintained in full, as well as the structure of the site and its graphic design.

In the second moment, with the sponsorship of Petrobrás, the scope of the site was expanded, including leaflets and biographies of 20 other poets, and bibliography on the available cordel in the Foundation's collection, with 400 references, among articles, books, Dissertations.

The collection, with some 9,000 cordel leaflets, under the custody of the Library, is available for online consultation through its catalog references, which can be consulted by indexes such as author, title, subject, place of publication, publisher / Typography, date, cordel literature genre, in the Library database.

Of this set, about 2,340 booklets of the authors related in poets and singers are available in digital version, with their original versions and variants. Modifications are considered to be those editions that bring some alteration of the original, be they minor modifications of content, the cover and back cover or another authorship of the same story and, therefore, the acrostic in the acrostic in the last different stanza.













Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.



















--br
Em entrevista concedida ao Ministério da Cultura doBrasil, Ivone da Silva Ramos Maya diz que "pretendo encaminhar uma proposta para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), para que o cordel seja tombado como patrimônio da humanidade”.

O Acervo de Literatura Popular em Versos da Fundação Casa de Rui Barbosa, o maior da América Latina, atualmente com mais de 9.000 folhetos de cordel foi formado a partir da década de 1960 e, dessa iniciativa resultou uma extensa bibliografia, composta de catálogos, antologias e estudos especializados.

No Brasil, o cordel surgiu na segunda metade do século XIX e expandiu-se da Bahia ao Pará, antes de alcançar outros Estados. Os folhetos, vendidos nas feiras, tornaram-se a principal fonte de divertimento e informação para a população, que via neles o jornal e a enciclopédia, de maneira quase simultânea.

Os temas eram os mais variados: as aventuras de cavalaria, as narrativas de amor e sofrimento, as histórias de animais, as peripécias e diabruras de heróis, os contos maravilhosos e uma infinidade de outros, que nos chegaram pela Literatura oral da Península Ibérica e que a memória popular encarregou-se de preservar e transmitir.

Além disso, o poeta nordestino foi incorporando a esse romanceiro, fatos mais próximos do público, ocorridos em seu ambiente social: façanhas de cangaceiros, acontecimentos políticos, catástrofes, milagres e até mesmo a propaganda, com fins religiosos e comerciais.

As xilogravuras e desenhos que ilustram as capas dos folhetos são uma manifestação da criatividade do artista popular, com suas soluções plásticas sintéticas, em que se destaca o traço forte, de rude e bela expressividade.

O cordel é valorizado como expressão poética de alta significação por escritores do porte de Ariano Suassuna, Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado, Guimarães Rosa, Mario de Andrade, João Cabral de Melo Neto, motivando (e continua a motivar) estudos e pesquisas nas áreas de Antropologia, Folclore, Lingüística, Literatura, História, entre outras.


PROJETO

O objetivo geral do Projeto Literatura Popular em Versos na Casa de Rui Barbosa é a preservação, conservação e disponibilização dessa coleção única no mundo. Dadas suas características de raridade, originalidade e antiguidade, faz-se necessário garantir sua preservação contra o desgaste do tempo e do manuseio, submetendo-se a coleção a tratamentos técnicos e tecnológicos específicos, assegurando-se a restauração dos folhetos, a confecção de invólucros adequados para a guarda e sua digitalização.

A revisão e inserção dos registros catalográficos na base de dados a Fundação, possibilita a consulta on-line de todo o acervo, a realização de estudos e trabalhos de pesquisas sobre essa manifestação da cultura popular brasileira.

A versão digital dos folhetos é disponibilizada no portal da FCRB. Ele foi inicialmente concebido para disponibilizar a coleção de Leandro Gomes de Barros, pesquisado em profundidade pela profa. Ivone Maia com o apoio da FAPERJ, num projeto em parceria com a Casa de Rui Barbosa, que foi mantido inédito e serviu de modelo para o projeto com a Petrobrás. Esse trabalho sobre Leandro Gomes de Barros foi mantido na íntegra, assim como também a estrutura do site e seu projeto gráfico.

No segundo momento, com o patrocínio Petrobrás, expandiu-se o escopo do site incluindo-se folhetos e biografias de 20 outros poetas, e bibliografia sobre cordel disponível no acervo da Fundação, com 400 referências, dentre artigos, livros, recortes, teses e dissertações.

O acervo, com cerca de 9.000 folhetos de cordel, sob a guarda da Biblioteca, está disponível para consulta online por meio de suas referências catalográficas, que podem ser consultadas por índices, como o de autor, título, assunto, local de publicação, editora/tipografia, data, gênero literatura de cordel, na base de dados da Biblioteca.

Desse conjunto, cerca de 2.340 folhetos dos autores relacionados em poetas e cantadores estão disponíveis em versão digital, com suas versões originais e variantes. São consideradas "variantes" as edições que trazem alguma alteração do original, sejam pequenas modificações de conteúdo, na capa e contracapa ou outra autoria da mesma história e, portanto, o acróstico na última estrofe diferente.