Google+ Followers

segunda-feira, 20 de março de 2017

As Aaron Schuman made a book that is a museum. --- Como Aaron Schuman fez um livro que é um museu.

While extolling the decisive role of photography in building any ethnographic collection, "Folk" is a tribute to the relentless camaraderie of the "folk of a museum" generation.


No country should dispense with the notion that it may be temporarily mistaken for itself. For this there are some instruments. One such instrument are museums. Of the types of museums, those most directly responsible for safeguarding long-term sanity are, of course, the museums of ethnography, ethnology, folk art, etc. Your task is not easy and it is ungrateful.

When they dispense with the notion that they might be wrong about themselves, countries tend to turn these museums into sports newspaper covers: sad static stops, usually tame, glorifying the inglorifiable. When not - assuming, probably false, that countries ever have a clear view of themselves - tutelage distracts from their (these museums) existence and importance. The duty of the one who commands them to preserve a collective memory, without however embellishing it, is not given due weight; And it almost never occurs to us that this has to be a long team effort.

So when American photographer Aaron Schuman proposed to the Seweryn Udziela Ethnographic Museum in Krakow a project around his collection entitled Folk (a project at the origin of the eponymous book published by NB Books a few months ago with the delicate finger of the Portuguese designer Ana Teodoro), the response was not warm. "Aaron" - wrote Ewelina Lasota in February 2014, on behalf of the director of the Museum - "sorry for our hypersensitivity. We just want to make sure we understand the message of the project, as we will be part of it. "

Descendant of Polish immigrants in the United States, Schuman's proposal had personal motives and family precedents. In 1900 his great-grandfather had left Galicia for the United States, and in 2011 his mother had visited the region of Krakow for the first time to investigate the history of the family and, among other things, visited the Ethnographic Museum. ("Very good," she noted in a noteworthy diary of her son's excerpts: "costumes, farm implements, painted eggs, domestic interiors, a model of a mill, taxi back to the hotel to rest ...")

Two years later, Aaron Schuman would be invited to visit Krakow as curator of a photographic festival (Krakow Photomonth), under which that Museum was chosen as one of the exhibition spaces. Schuman was fascinated by what he found there. "It was a very strange experience," says the director of the Festival, Karol Hordziej, to whom he originally presented the idea:

I found the contents of the museum fascinating and super exotic (...) but I also felt a vague familiarity with them - many of the relics of my family were Polish and were similar to objects I saw in the museum (...) from a cultural point of view, Seemed new and fascinating and remote, but at the same time everything was very close to me in ways I could not really understand. "

From this strangeness came the interest in using photography as an instrument for an investigation, in part, of his Polish ancestry, with reference to the collection of the Ethnographic Museum; And partly on the very conception of 'Ethnographic Museum' "and how ethnographic research itself proceeds is preserved, and is represented, by the museum."

Folk is one of those cases in which the history of the construction of the book, documented at the end of the volume by a notebook that includes all relevant correspondence, seems to be as worthy of accompanying as the work itself, to which I shall already be going. Turning back, the enthusiasm of Schuman's proposal began by contrasting with the skepticism (or at least the cautious reaction) of the Museum's management regarding his view of this book, namely, the impression of dazzling by the exoticism of the two explanations - which , To some extent, perhaps it was a translation problem. "As a museum team," Ewelina Lasota said in the same email of February 2014, "we have worked hard to separate ourselves from a narrow understanding of ethnography as folk - a process of change that began several years ago . "


Aaron Schuman's long response to this skepticism was a good occasion to clarify the whole project. His e-mail addresses extensively and diplomatically in the multiple meanings of the word "folk" in English, all related in some way to the spirit of his fascination for the Ethnographic Museum of Krakow. Schuman briefly found in the Museum not only a collection of unexplained explanations for many of his life's objects, not only a possible image of Poland (of his manners and customs, of the material apparatus of his collective memory), but also an eloquent testimony of Which means making a museum. Namely, a testimony of how catalogs, archives, protects and preserves this whole set of things for decades; But also of the obsolescence and the improvised and even handmade side of all these resources - an ignored monument of human history behind the constitution of any museum.

The resulting book combines the photographic work itself (ie, images of objects from the collection, somehow linked to Schuman's Polish heritage) with images from the museum archives (ie photographs, drawings, documents). While extolling the decisive role of photography in the construction of any ethnographic collection, Folk is still a beautiful and disaffected tribute to the relentless camaraderie of many generations of people, which Schuman calls "folk museum" "), Here shown as a kind of family paddling to the same side. A cynic can mock this vision of camaraderie. In any case, there is something profound and touching about how museums survive the people who have passed through them. This book by Schuman captures it without fanfare; In this lies his tone and his elegance.










Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.














--br
Como Aaron Schuman fez um livro que é um museu.

Ao mesmo tempo que enaltece o papel decisivo da fotografia na construção de qualquer colecção etnográfica, "Folk" é uma homenagem à camaradagem incansável das gerações que fazem a "gente de um museu".

Nenhum país deve prescindir da noção de que pode estar temporariamente enganado em relação a si mesmo. Para isso, existem alguns instrumentos. Um desses instrumentos são os museus. De entre os tipos de museus, os mais directamente responsáveis por salvaguardar uma sanidade a longo prazo são, decerto, os museus de etnografia, etnologia, arte popular, etc. A sua tarefa não é fácil e é ingrata.

Quando prescindem da noção de poderem estar errados a seu próprio respeito, os países tendem a transformar tais museus em capas de jornais desportivos: tristes paradas estáticas, habitualmente foleiras, glorificando o inglorificável. Quando não — partindo do princípio, provavelmente falso, de os países terem alguma vez uma visão clara de si mesmos —, a tutela distrai-se da sua (desses museus) existência e importância. Não se dá o devido valor à incumbência de quem os comanda, a de preservar uma memória colectiva sem todavia a embelezar; e quase nunca nos ocorre que este tem de ser um longo trabalho de equipa.

Por isso, quando o fotógrafo americano Aaron Schuman propôs ao Museu Etnográfico Seweryn Udziela, em Cracóvia, um projecto em torno da sua colecção intitulado Folk (projecto na origem do livro epónimo publicado pela NB Books há alguns meses, com o dedo delicado da designer portuguesa Ana Teodoro), a resposta não foi calorosa. “Aaron” — escreveu Ewelina Lasota em Fevereiro de 2014, em nome do director do Museu — “desculpe a nossa hipersensibilidade. Queremos apenas assegurarmo-nos de que compreendemos a mensagem do projecto, já que faremos parte dele”.

Descendente de imigrantes polacos nos Estados Unidos, a proposta de Schuman tinha motivos pessoais e precedentes familiares. Em 1900, o seu bisavô partira da antiga Galícia para os Estados Unidos e, já em 2011, a sua mãe visitara pela primeira a região de Cracóvia para investigar a história da família, tendo, entre outras tarefas, visitado de passagem o Museu Etnográfico. (“Muito bom”, anotou ela num diário, aliás notável, de que o filho publica excertos: “trajes, utensílios agrícolas, ovos pintados, interiores domésticos, modelo de um moinho. Táxi de volta para o hotel para descansar…”)

Dois anos depois, Aaron Schuman seria convidado a visitar Cracóvia como curador de um festival fotográfico (o Krakow Photomonth), no âmbito do qual aquele Museu fora escolhido como um dos espaços expositivos. Schuman ficou fascinado com o que ali encontrou. “Foi uma experiência muito estranha”, confessa num e-mail ao então director do Festival, Karol Hordziej, a quem apresentou originalmente a ideia:

Achei os conteúdos do museu fascinantes e super exóticos (…) mas também senti uma vaga familiaridade com eles — muitas das relíquias da minha família eram polacas e eram parecidas com objectos que vi no museu (….) do ponto de vista cultural, tudo me pareceu novo e fascinante e remoto, mas ao mesmo tempo tudo me era muito próximo de maneiras que não conseguia realmente entender.”

Deste estranhamento surgiu o interesse por usar a fotografia como instrumento para uma investigação, em parte, a respeito da sua ascendência polaca, tendo como referência a colecção do Museu Etnográfico; e em parte a respeito da própria concepção de ‘Museu Etnográfico’ “e de como a investigação etnográfica, ela mesma, procede, é preservada, e é representada, pelo museu”.

Folk é um daqueles casos em que a história da construção do livro, documentada no final do volume por um caderno que inclui toda a correspondência relevante, parece ser tão digna de acompanhar quanto a obra em si, a que já irei. Voltando atrás, o entusiasmo da proposta de Schuman começou por contrastar com o cepticismo (ou pelo menos a reacção cautelosa) da direcção do Museu a respeito da visão dele para este livro, nomeadamente, a impressão de deslumbramento pelo exotismo das duas explicações — o que, até certo ponto, talvez fosse um problema de tradução. “Enquanto equipa do museu,” esclareceu Ewelina Lasota no mesmo e-mail de Fevereiro de 2014, “temos trabalhado muito para nos separarmos de um entendimento estreito da etnografia como folk [arte popular] — processo de mudança que aqui teve começo há vários anos.”


A longa resposta de Aaron Schuman a este cepticismo foi uma boa ocasião de clarificação a respeito de todo o projecto. O seu e-mail debruça-se extensa e diplomaticamente nos múltiplos significados da palavra “folk” em inglês, todos eles relacionados de alguma maneira com o espírito do seu fascínio pelo Museu Etnográfico de Cracóvia. Abreviadamente, Schuman encontrou no Museu não apenas uma colecção de explicações inesperadas para muitos dos objectos da sua vida, nem somente uma imagem possível da Polónia (dos seus modos e costumes, do aparato material da sua memória colectiva), mas também um testemunho eloquente de o que significa fazer um Museu. A saber, um testemunho de como se cataloga, arquiva, protege e preserva todo este conjunto de coisas ao longo de décadas; mas também da obsolescência e do lado improvisado e mesmo artesanal de todos estes recursos — um monumento ignorado da história humana por detrás da constituição qualquer museu.

O livro que daqui resultou combina o trabalho fotográfico propriamente dito (isto é, imagens de objectos da colecção, de algum modo ligados à herança polaca de Schuman) com imagens dos arquivos do museu (isto é, fotografias, desenhos, documentos). Ao mesmo tempo que enaltece o papel decisivo da fotografia na construção de qualquer colecção etnográfica, Folk é ainda uma homenagem bela e desafectada à camaradagem incansável de muitas gerações de pessoas, a que Schuman dá o nome de “gente do museu” (“museum folk”), aqui mostrada como uma espécie de família a remar para o mesmo lado. Um cínico poderá escarnecer desta visão de camaradagem. Em todo o caso, há qualquer coisa de profundo e tocante na maneira como os museus sobrevivem às pessoas que por eles passaram. Este livro de Schuman captura-o sem alarde; nisso reside o seu tom e a sua elegância.

The Fram Museum - Home of the world's strongest polar vessel. --- O museu de Fram - repouso do navio polar o mais forte do mundo.

Museum History


Being the most famous wooden polar vessel in the world, Fram is a symbol of Norway's significant participation in the heroic age of exploration.


Fridtjof Nansen, Otto Sverdrup and Roald Amundsen took turns in exploring new areas in both the Arctic and Antarctic on this amazing ship, designed and built by Colin Archer. But it was not given that she would survive the aftermath.


Amundsen posing in front of Fram in Bunnefjorden

Fram returned from Buenos Aires in 1914 and was moored at Horten, exposed to wind and weather. After World War One, a number of committees worked on preserving the polar ship, but without results. The project´s strongest proponent, Otto Sverdrup, was elected chairman of the Fram Committee in 1925. He struggled on untiringly together with the committee´s members and several other key people for years. In 1929 Fram was towed to a shipyard, the Framnæs Mekaniske Verksted in Sandefjord. Here, under Otto Sverdrup´s supervision, the ship was repaired with the excellent support of Consul Lars Christensen.


Fram before restoration in Framnæs Mekaniske Verksted in Sandefjord

In 1930 Fram was finally restored to the condition it was in during Otto Sverdrup´s expedition to the islands to the northwest of Greenland. Otto Sverdrup died in the same year as Fram participated on a large venue in Trondheim. It took a long time before she finally got a permanent home. In 1934 the Oslo Association of Architects offered to hold an architecture competition to design a building for the honoured vessel. Sixty entries were submitted and the winner was the architect Bjarne Tøien with his entry “Saga”. Fram was pulled into her new home by an electric motor. The ship moved one centimeter per minute. On May 20th 1936 the Fram Museum was finally opened. Both His Majesty King Haakon VII and His Royal Highness Crown Prince Olav were present. A national monument was finally in place.


The building has taken the monumental shape it is known for today

Today the Fram Museum contains exhibitions of the most famous voyages of global historical significance. The centerpiece of the museum is of course the world´s strongest wooden ship, the polar ship Fram. The public can go on board and take a look around in her cabins, lounges, cargo hold and engine room.

The Museum today


The Gjøa building, which is connected to the Fram with an underground tunnel, houses Gjøa, the first ship to navigate the whole of the Northwest Passage. She stood outside the Fram Museum for forty years before she finally had her own protection building in 2013. Before that she was exhibited on a beach in Golden Gate Park in San Francisco.

Both buildings match in shape and colour

There are brand new historical exhibitions on the expeditions of Gjøa and Maud, of the airplanes N24 and N25 as well as of the airship Norge, John Franklin's legendary expedition and those of Henry Larsen and Eivind Astrup.

The number of visitors has varied from 18 000 the year it opened down to 5000 during World War Two 1940-1945. After the war the number of visitors increased annually, and in 2009 we achieved the current record of 286 155 visitors. On August 5th 1999, the member of total visitors reached 10 million.


Welcome to a bigger and an even more exciting Fram Museum!







Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.






--br via tradutor do google
O museu de Fram - repouso do navio polar o mais forte do mundo.

História do Museu

Sendo a embarcação polar de madeira a mais famosa no mundo, Fram é um símbolo da participação significativa de Noruega na idade heróica da exploração.
História do Museu

Fridtjof Nansen, Otto Sverdrup e Roald Amundsen se revezaram na exploração de novas áreas, tanto no Ártico como na Antártida, neste navio incrível, projetado e construído por Colin Archer. Mas não foi dado que ela iria sobreviver às consequências.

Amundsen, posar, frente, Fram, Bunnefjorden

Fram voltou de Buenos Aires em 1914 e foi amarrado em Horten, exposto ao vento e ao clima. Depois da Primeira Guerra Mundial, vários comitês trabalharam na preservação do navio polar, mas sem resultados. O mais forte proponente do projeto, Otto Sverdrup, foi eleito presidente do Comitê Fram em 1925. Ele lutou incansavelmente junto com os membros da comissão e várias outras pessoas importantes por anos. Em 1929 Fram foi rebocado para um estaleiro, o Framnæs Mekaniske Verksted em Sandefjord. Aqui, sob a supervisão de Otto Sverdrup, o navio foi reparado com o excelente apoio do cônsul Lars Christensen.

Fram antes da restauração em Framnæs Mekaniske Verksted em Sandefjord

Em 1930, Fram foi finalmente restaurado à condição em que esteve durante a expedição de Otto Sverdrup às ilhas ao noroeste da Groenlândia. Otto Sverdrup morreu no mesmo ano em que Fram participou em um grande local em Trondheim. Demorou muito tempo antes de finalmente ter um lar permanente. Em 1934 a Associação de Arquitetos de Oslo ofereceu-se para realizar um concurso de arquitetura para projetar um edifício para o navio de honra. Sessenta entradas foram entregues eo vencedor foi o arquiteto Bjarne Tøien com sua entrada "Saga". Fram foi puxado para sua nova casa por um motor elétrico. O navio moveu um centímetro por minuto. Em 20 de maio de 1936 o Museu Fram foi finalmente aberto. Sua Majestade o Rei Haakon VII e Sua Alteza Real o Príncipe herdeiro Olav estavam presentes. Um monumento nacional estava finalmente no lugar.

O edifício tomou a forma monumental é conhecido para hoje

Hoje o Museu Fram contém exposições das mais famosas viagens de importância histórica global. A peça central do museu é naturalmente o navio de madeira o mais forte do mundo, o navio polar Fram. O público pode ir a bordo e dar uma olhada ao redor em suas cabines, lounges, porta de carga e sala de máquinas.

O Museu hoje

O edifício Gjøa, que está ligado ao Fram com um túnel subterrâneo, abriga Gjøa, o primeiro navio a percorrer toda a passagem do Noroeste. Ela ficou do lado de fora do Museu Fram por quarenta anos antes de finalmente ter seu próprio prédio de proteção em 2013. Antes disso, ela foi exibida em uma praia no Golden Gate Park em San Francisco.

Ambos os edifícios correspondem em forma e cor

Há novas exposições históricas sobre as expedições de Gjøa e Maud, dos aviões N24 e N25, bem como do dirigível Norge, a lendária expedição de John Franklin e os de Henry Larsen e Eivind Astrup.

O número de visitantes variou de 18 000 o ano que abriu a 5000 durante a Segunda Guerra Mundial 1940-1945. Após a guerra o número de visitantes aumentou anualmente, e em 2009 alcançamos o recorde atual de 286 155 visitantes. Em 5 de agosto de 1999, o número total de visitantes atingiu 10 milhões.

Bem-vindo a um museu maior e mais empolgante Fram!