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quarta-feira, 22 de março de 2017

The Mariinski Theater (Russian: Мариинский театр, is a historical theater, opera and ballet, located in the Russian city of St. Petersburg. --- O Teatro Mariinski (em russo: Мариинский театр, é um teatro histórico, de ópera e balé, localizado na cidade russa de São Petersburgo.

The Mariinski Theater (Russian: Мариинский театр, is a historical theater, opera and ballet, located in the Russian city of St. Petersburg.

Opened in 1860, it became the most prominent Russian theater in the musical area during the nineteenth century, stage of the debut of many masterpieces by Tchaikovsky, Mussorgsky, and Rimsky-Korsakov. With the retirement of Yuri Temirkanov in 1988, the maestro Valery Gergiev happened to occupy the functions of general direction.




The Imperial Opera and Ballet Theater in St. Petersburg was established in 1783 in the mandate of Catherine the Great. Originally the ballet and opera performances were performed at the Karl Knipper Theater in Tsaritsa Meador. The Hermitage Theater, next to the Winter Palace, was used as a place for performances for the elite audience, the empress's aristocratic guests.

A permanent theater was built for the new opera and ballet company and was designed by Antonio Rinaldi and opened in 1783. Known as the Bolshoi Kamenny Imperial Theater, it was situated in the Theater Square. In 1836, the theater was redesigned by the architect Albert Cavo (son of Catterino Cavos, an operas composer) and served as the main theater of the Imperial Ballet and for opera. On January 29, 1849, it was inaugurated. It was twice the size of the old theater. And the structure had the neo-Byzantine style. Ten years later it was rebuilt by Cavos, had the capacity of 1,625 spectators and an Italian style. The theater was again reopened on October 2, 1860 with the performance of Mikhail Glinka's A Life by the Czar. The new theater was named Mariinsky by the Empress Maria Alexandrovna.

The Mariinsky Theater (predecessor of the Bolshoi Kamenny Theater) was the scene of many premieres of Mikhail Glinka, Modest Mussorgsky and Tchaikovsky. It was also the scene of many ballet performances such as Sleeping Beauty in 1890, The Nutcracker in 1892, Raymonda in 1898 and definitely revived Swan Lake in 1895.

When the theater was designated as the main stage of the Opera and Imperial Ballet in 1886, it was extensively renovated. With a famous reinauguration in the mandate of the Emperor Alexander III, with the presentation of Les Pilules Magiques of Ludwig Minkus.

Other premieres that took place there, already in the reformed theater, were Boris Godunov of Mussorgsky, The Golden Cockerel of Rimsky-Korsakov, The Lady of Spades and Iolanthe of Tchaikovsky, Romeo and Juliet and Cinderella of Prokofiev and Spartacus of Khachaturian.

The theater was home to great businessmen, conductor and musicians. Ballet Russo Academy Ballet Russian School, Ballet School Mariinsky, grew the career of Mathilde Kschessinskaya, Olga Preobrajenskaya, Anna Pavlova, Tamara Karsavina, Vaslav Nijinsky, Marina Semenova, George Balanchine, Galina Ulanova, Rudolf Nureyev, Natália Makarova, Mikhail Baryshnikov, Irina Kolpakova, Galina Mezentseva, Altynai Asylmuratova, Ulyana Lopatkina, Diana Vishneva and Svetlana Zakharova.

Under the mandate of Yuri Temirkanov, who was the main conductor from 1976 to 1988, the Opera Company continued to make innovative productions, both from modern works and classic Russian operas. Since 1988, when Temirkanov retired from the company, maestro Valery Gergiev took his place. With Giergiev the company had an era of excellence and creativity.

Gergiev is in charge of the Opera and Ballet Company as artistic director. Since his tenure at the Opera Company began in 1988 (especially since 1993), the impact of the opera there is enormous. He first reorganized the company's operations and established connections with many of the world's largest and best opera houses, including the Royal Opera House, Metropolitan Opera, Opéra Bastille, La Scala, La Fenice, Tel Aviv Opera, Washington National Opera and San Francisco Opera. And today, the opera company tours many of these cities.

Valery Gergiev (Director of the Company) and Vladimir Putin (Russian President)
Gergiev has also innovated the Russian opera concerts: in 1989 the Mussorgsky festival took place. Similarly, many Prokofiev operas were performed in the late 1990s. Operas of non-Russian composers began to be performed in their original languages. The Annual White Nights Star Festival in St. Petersburg began with Gergiev in 1993 that placed Marrinsky on the cultural map. In the same year, they produced the opera La Forza del Destino by Verdi, with the set, clothes and scenery equal to that of their debut in St. Petersburg in 1863. Since then, this has become a feature of the White Nights Festival.

At the beginning of the 21st century the Mariinsky Orchestra with Valery Gergiev's direction emerged to the world scene, performing recitals in the main concert halls of Europe and the United States.

Currently the company has a list of:

22 Sopranos (among them the world-famous Anna Netrebko)
13 Mezzo-Sopranos (among them the world-famous Olga Borodina)
23 Tenors
8 Baritones
14 Low

In 2003, the postmodern French architect Dominique Perrault won a competition to design the new theater.





fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

Collaboration: Nataliya Khala

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.






--br
O Teatro Mariinski (em russo: Мариинский театр, é um teatro histórico, de ópera e balé, localizado na cidade russa de São Petersburgo. 

Inaugurado em 1860, tornou-se o teatro russo mais proeminente na área musical durante o século XIX, palco da estreia de muitas obras-primas de Tchaikovsky, Mussorgsky, e Rimsky-Korsakov. Com a aposentadoria de Yuri Temirkanov em 1988, o maestro Valery Gergiev passou a ocupar as funções de direção geral.


O teatro imperial da ópera e do ballet em São Petesburgo foi estabelecido em 1783 no mandato de Catarina, A Grande. Originalmente as performances de ballet e ópera eram realizadas no Teatro Karl Knipper em Tsaritsa Meador. O Teatro Hermitage, ao lado do Palácio de Inverno, foi usado como lugar para performances para o público da elite, convidados aristocráticos da Imperatriz.

Um teatro permanente foi construido para a nova companhia de ópera e ballet e foi desenhado por Antonio Rinaldi e aberto em 1783. Conhecido como Teatro Imperial Bolshoi Kamenny, era situado na Praça do Teatro. Em 1836, o teatro foi redesenhado pelo arquiteto Albert Cavo (filho de Catterino Cavos, um compositor de óperas) e serviu como o teatro principal do Ballet Imperial e para ópera. No dia 29 de Janeiro de 1849 foi inaugurado. Tinha o dobro do tamanho do antigo teatro. E a estrutura tinha o estilo neo-bizantino. Dez anos depois foi reconstruído por Cavos, tinha a capacidade de 1.625 espectadores e um estilo italiano. O teatro foi, novamente, reaberto dia 2 de Outubro de 1860 com a performance de Uma vida pelo Czar, de Mikhail Glinka. O novo teatro foi nomeado Mariinsky pela imperatriz Maria Alexandrovna.

O Teatro Mariinsky (antecessor do Teatro Bolshoi Kamenny) foi palco de muitas estréias de Mikhail Glinka, Modest Mussorgsky e Tchaikovsky. Também foi palco de muitas apresentações de ballet, como A Bela Adormecida em 1890, O Quebra Nozes em 1892, Raymonda em 1898 e definitivamente reviveu O Lago dos Cisnes em 1895.

Quando o teatro foi designado como o principal palco da Ópera e Ballet Imperial em 1886, foi extensivamente renovado. Com uma célebre reinauguração no mandato do Imperador Alexandre III, com a apresentação de Les Pilules Magiques de Ludwig Minkus.

Outras estréias que aconteceram lá, já no teatro reformado, foram Boris Godunov de Mussorgsky, The Golden Cockerel de Rimsky-Korsakov, A Dama de Espadas e Iolanthe de Tchaikovsky, Romeu e Julieta e Cinderella de Prokofiev e Spartacus de Khachaturian.

O teatro foi a casa de grandes empresários, maestro e músicos. A Academia Vaganova de Balet Russo, a escola de ballet do Teatro Mariinsky, fez crescer a carreira de Mathilde Kschessinskaya, Olga Preobrajenskaya, Anna Pavlova, Tamara Karsavina, Vaslav Nijinsky, Marina Semenova, George Balanchine, Galina Ulanova, Rudolf Nureyev, Natália Makarova, Mikhail Baryshnikov, Irina Kolpakova, Galina Mezentseva, Altynai Asylmuratova, Ulyana Lopatkina, Diana Vishneva e Svetlana Zakharova.

Sob o mandato de Yuri Temirkanov, que foi o maestro principal de 1976 até 1988, a Companhia de Ópera continuou fazendo produções inovadoras, tanto de obras modernas quanto óperas clássicas russas. Desde 1988, quando Temirkanov se retirou da companhia, o maestro Valery Gergiev tomou seu lugar. Com Giergiev a companhia teve uma era de excelência e criatividade.

Gergiev está no comando da Companhia de Ópera e Ballet como diretor artístico. Desde que seu mandato na Companhia de Ópera começou em 1988 (especialmente desde 1993), o impacto da ópera lá é enorme. Primeiramente ele reorganizou as operações da companhia e estabeleceu ligações com muitas das maiores e melhores casas de óperas do mundo, incluindo Royal Opera House, Metropolitan Opera, Opéra Bastille, La Scala, La Fenice, Ópera de Tel Aviv, Ópera Nacional de Washington e a Ópera de São Francisco. E atualmente, a companhia de ópera faz turnes por muitas dessas cidades.


Valery Gergiev (Diretor da Companhia) e Vladimir Putin (Presidente Russo)
Gergiev também tem inovado os concertos de ópera russa: em 1989 aconteceu o festival de Mussorgsky. Similarmente, muitas óperas de Prokofiev foram apresentadas no fim da década de 1990. Óperas de compositores não-russos começaram a ser executado em seus idiomas originais. O Festival Anual das Estrelas das Noites Brancas em São Petesburgo começou com Gergiev em 1993 que colocou Marrinsky no mapa cultural. Neste mesmo ano, eles produziram a ópera La Forza del Destino, de Verdi, com o set, roupas e cenário igual ao da sua estréia em São Petesburgo em 1863. Desde então, isso se tornou uma característica do Festival Noites Brancas.

No início do Século XXI emergiu para a cena mundial a Mariinsky Orchestra com direção de Valery Gergiev, desempenhando récitas nas principais salas de concertos da Europa e dos Estados Unidos.

Atualmente a companhia conta com uma lista de:

22 Sopranos (entre elas a mundialmente famosa Anna Netrebko)
13 Mezzo-Sopranos (entre elas a mundialmente famosa Olga Borodina)
23 Tenores
8 Barítonos
14 Baixos

Em 2003, o arquiteto pós-moderno francês Dominique Perrault venceu um concurso para fazer o design do novo teatro.



See the creepy-crawly stowaways in a 3000-year-old loaf of bread. --- Veja os passageiros clandestinos assustadores em um pão de 3000 anos de idade.

This New Scientist article, usually accessible only to subscribers, is made available for free by the Museum of Applied Arts and Sciences in Sydney, Australia.




MUMMIES weren’t the only bodies preserved in the tombs of ancient Egypt. These biscuit beetles were discovered inside a loaf of funerary bread collected in the early 1800s, possibly from a tomb in the necropolis of ancient Thebes.




Such tombs were cool, extremely dry and sealed off from the outside world. “This slowed down in a major way the natural processes of microbial activity and decay,” says Caroline Cartwright of the British Museum in London. The conditions preserved everything from coffin wood to the ceremonial bread — and its stowaways.

The beetles, and their final meal, were buried 3000 to 3500 years ago. Along with other foods like fruit and cake, loaves were left in ancient Egyptian tombs as symbolic offerings, intended to feed the deceased in the afterlife.

To find out what ingredients were in the ritual bread, Cartwright and her colleague John Taylor took images of more than 20 ancient loaves using one of the Department of Scientific Research’s scanning electron microscopes – catching these bugs in the process.

Some of the loaves were made with ingredients we would consider inedible today, like chaff and straw. Others were made of barley or wheat, and some contained fruits.

Caroline Cartwright. The trustees of the British Museum


The bugs pictured are biscuit beetles, about 2 to 3 millimetres long, but the loaf also housed adult grain beetles and fragments of larvae belonging to both species.

This article appeared in print under the headline “Bread bugs”

Caroline Cartwright. The trustees of the British Museum
By Emily Benson







fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

https://www.newscientist.com/article/mg23130870-100-see-the-creepycrawly-stowaways-in-a-3000yearold-loaf-of-bread/

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.




--br via tradutor do google

Veja os passageiros clandestinos assustadores em um pão de 3000 anos de idade.

Este artigo do New Scientist, geralmente acessível somente aos assinantes, é disponibilizado gratuitamente pelo Museu de Artes Aplicadas e Ciências em Sydney, Austrália

MUMIAS não eram os únicos corpos preservados nas tumbas do antigo Egito.
Estes besouros do biscoito foram descobertos dentro de um naco do pão funerário recolhido no 1800s adiantado, possivelmente de um túmulo na necrópolis de Thebes antigo.

Essas tumbas eram frescas, extremamente secas e isoladas do mundo exterior. "Isto retardou para baixo em uma maneira principal os processos naturais da atividade e da deterioração microbianas," diz Caroline Cartwright do museu britânico em Londres. As condições preservaram tudo, desde caixão de madeira até o pão cerimonial - e seus clandestinos.

Os besouros, e sua refeição final, foram enterrados 3000 a 3500 anos atrás. Junto com outros alimentos como frutas e bolo, pães foram deixados em túmulos egípcios antigos como ofertas simbólicas, destinados a alimentar o falecido na vida após a morte.

Para descobrir quais ingredientes estavam no pão ritual, Cartwright e seu colega John Taylor tiraram imagens de mais de 20 pães antigos usando um dos microscópios eletrônicos de varredura do Departamento de Pesquisas Científicas - capturando esses insetos no processo.

Alguns dos pães eram feitos com ingredientes que hoje consideramos não comestíveis, como palha e palha. Outros eram feitos de cevada ou trigo, e alguns continham frutas.

Os bichos retratados são besouros de biscoito, cerca de 2 a 3 milímetros de comprimento, mas o pão também abrigou besouros de grãos adultos e fragmentos de larvas pertencentes a ambas as espécies.

Este artigo apareceu na cópia sob o título "bugs do pão"
Caroline Cartwright. Os curadores do Museu Britânico