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sexta-feira, 31 de março de 2017

ARCHITECTURE. Winner of the "Nobel of Architecture" frees projects of popular housing for free. --- ARQUITETURA. Vencedor do “Nobel da Arquitetura” libera gratuitamente projetos de moradias populares.

The 2016 Pritzker prize winner, Alejandro Ravena, has made available four of his most popular popular housing projects free of charge.

That is, they can be used and adapted free by any interested.

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Ravena made the announcement in a debate with the winners of the award, considered the "Nobel of Architecture", at the United Nations (UN) headquarters in New York. He believes that architects must work together to respond to the challenge of migratory waves that have been happening all over the world.

The four projects of the so-called "incremental" architectural approach are available for free download on the website of Ravenna's architectural office, Elemental. Drafts provide the basics for building low-budget housing.

Monterrey


According to his office, by 2020, 1 billion city dwellers around the world will be living below the poverty line. This means that governments will need to build large-scale housing.

The architect hopes the initiative will show political leaders and the market that popular housing is not expensive, and that it will inspire other architects.


We selected an interview with the architect where he talks about the social role of architecture:


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Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.










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ARQUITETURA. Vencedor do “Nobel da Arquitetura” libera gratuitamente projetos de moradias populares.

O vencedor do prêmio Pritzker de 2016, Alejandro Ravena, disponibilizou gratuitamente quatro dos seus projetos de moradias populares mais famosos. Ou seja, eles podem ser usados e adaptados de forma livre por qualquer interessado.




Ravena fez o anúncio em um debate com os vencedores do prêmio, considerado o “Nobel da Arquitetura”, na sede da ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York. Ele acredita que os arquitetos devem trabalhar juntos para responder ao desafio das ondas migratórias que têm acontecido no mundo todo.


Os quatro projetos da chamada abordagem “incremental” arquitetônica estão disponíveis para download gratuito no site do escritório de arquitetura de Ravena, o Elemental. Os rascunhos oferecem noções básicas para a construção de moradias de baixo orçamento.




Segundo seu escritório, até 2020, 1 bilhão de moradores de cidades ao redor do mundo estarão vivendo abaixo da linha da pobreza. Isso significa que os governos precisarão criar habitações populares em larga escala.


O arquiteto espera que a iniciativa mostre aos líderes políticos e ao mercado que a habitação popular não é cara, e que ela sirva de inspiração para outros arquitetos.




Selecionamos uma entrevista com o arquiteto onde ele fala do papel social da arquitetura:

The city of Salvador, Bahia, Brazil, completes 468 years with nine days of celebration. Highlight of Bahia is the gastronomy and the music of African roots, --- Salvador, completa 468 anos com nove dias de festa.

The city of Salvador, Bahia, Brazil, completes 468 years with nine days of celebration.



Cidade was founded in 1549 by Tomé de Sousa, the first governor-general of Brazil.

Salvador was also the first capital of the country

The feasts of Our Lord of Bonfim, high in the Sacred Hill, and Iemanjá, in Rio Vermelho Beach, are also in the script of those who visit Salvador

Nine days of festivities full of music, theater, exhibitions and street art.

Thus will be celebrated the anniversary of the capital of Bahia, Salvador, which completes 468 years on Wednesday (03-23-2017).

The celebrations began on Saturday (25) and continue until next Sunday (2). Most of the events take place in the tourist corridor of Rio Vermelho, Ribeira and Pelourinho, among other neighborhoods, as well as churches and cultural spaces.

A battle of rappers and the festival of graffiti artists complete the diversity of urban art and the colorful party of all Bahian sounds and tones. In addition, in the House of Benin, space of black culture, in Pelourinho, the exhibition "Screens of the City" portrays Salvador and its charms.

Bahia attractions

Among the various charms of Salvador are the "Bahia de Acarajé", intangible heritage and symbol of Bahia. They have a meeting with tourists in virtually every corner and attraction of the city, as in the Mercado Modelo. The place is one of the main attractions of Cidade Baixa and is currently the largest handicraft market in Bahia.

In the Upper City, linked to the lower part by another symbol of tourism in Salvador - the Lacerda Elevator - is the Pelourinho, an area recognized by UNESCO as a World Heritage Site, which stands out for colonial architecture and baroque churches with more than 800 listed buildings.

Another highlight of Bahia is the gastronomy and music of African roots, being the stage of one of the biggest carnivals in the world. More than half the population of Salvador is of black origin.

The religion is also a striking feature of the city, which is the center of the cult of the orixás in Brazil and has in its tourist itinerary the Dór do Tororó. In the place, the visitor is faced with giant statues on the mirror of water representing deities of the candomblé.

The feasts of Our Lord of Bonfim, on the top of Sacred Hill, on the Itapagipe Peninsula, and Iemanjá, on Rio Vermelho Beach, are also in the itinerary of those who visit Salvador in January and February respectively, both marked by syncretism religious.

Because of all this diversity, Salvador is considered a joyful, beautiful and rich land, as much for its treasures (colonial palaces, churches and convents) as for the exuberance of the nature in the Bay of All Saints. A mystical land, cradle of capoeira, history and cultural diversity of Brazil.

History

Founded in 1549 by Tomé de Sousa, the first governor-general of Brazil, the city was the first capital of the colony until 1763. At the landing place, on the Beach of Porto da Barra, is the "Marco da Fundação da Cidade".

With a coastline bordered by the waters of the Bay and the Atlantic Ocean, Salvador boasts 50 kilometers of beaches, including Farol da Barra, Itapuã and Jardim de Alá. Most have calm and warm waters, ideal for swimming, sailing, diving and deep-sea fishing. In the same day, tourists can go to the beach, take a boat trip between the islands of Todos os Santos Bay and visit the beautiful historical attractions.

Source: Portal Brasil, with information from the Ministry of Tourism






Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.








--br
A cidade de Salvador, Bahia, Brasil, completa 468 anos com nove dias de festa.  Destaque da Bahia é a gastronomia e a música de raízes africanas, 

Cidade foi fundada em 1549 por Tomé de Sousa, primeiro governador-geral do Brasil. 

Salvador também foi a primeira capital do País
  

As festas de Nosso Senhor do Bonfim, no alto da Colina Sagrada, e de Iemanjá, na Praia do Rio Vermelho, também estão no roteiro de quem visita Salvador

Nove dias de festejos repletos de música, teatro, exposições e arte de rua. 

Assim será celebrado o aniversário da capital da Bahia, Salvador, que completa 468 anos nesta quarta-feira (29-03-2017).

As comemorações começaram no sábado (25) e seguem até o próximo domingo (2). Boa parte dos eventos ocorre no corredor turístico do Rio Vermelho, Ribeira e Pelourinho, entre outros bairros, além de igrejas e espaços culturais.

Uma batalha de rappers e o festival de grafiteiros completam a diversidade da arte urbana e o colorido da festa de todos os sons e tons baianos. Além disso, na Casa do Benin, espaço de cultura negra, no Pelourinho, a exposição “Telas da Cidade” retrata Salvador e seus encantos.

Atrativos baianos

Entre os vários charmes de Salvador estão as “baianas de acarajé”, patrimônio imaterial e símbolo da Bahia. Elas têm um encontro marcado com os turistas em praticamente todas as esquinas e atrativos da cidade, como no Mercado Modelo. O local é um dos principais atrativos da Cidade Baixa e, atualmente, é o maior mercado de artesanato da Bahia.

Na Cidade Alta, ligada à parte baixa por outro símbolo do turismo de Salvador – o Elevador Lacerda – fica o Pelourinho, área reconhecida pela Unesco como Patrimônio da Humanidade, que se destaca pela arquitetura colonial e igrejas barrocas com mais de 800 prédios tombados.

Outro destaque da Bahia é a gastronomia e a música de raízes africanas, sendo palco de um dos maiores carnavais do mundo. Mais da metade da população de Salvador é de origem negra.

A religião também é uma característica marcante da cidade, que é o centro do culto aos orixás no Brasil e tem no seu roteiro turístico o Dique do Tororó. No local, o visitante se depara com estátuas gigantes sobre o espelho d'água representando divindades do candomblé.

As festas de Nosso Senhor do Bonfim, no alto da Colina Sagrada, na Península de Itapagipe, e de Iemanjá, na Praia do Rio Vermelho, também estão no roteiro de quem visita Salvador nos meses de janeiro e fevereiro, respectivamente, ambas marcadas pelo sincretismo religioso.

Por causa de toda essa diversidade, Salvador é considerada uma terra alegre, bonita e rica, tanto pelos seus tesouros (palácios coloniais, igrejas e conventos) como pela exuberância da natureza na Baía de Todos os Santos. Uma terra mística, berço da capoeira, da história e da diversidade cultural do Brasil.

História 

Fundada em 1549 por Tomé de Sousa, primeiro governador-geral do Brasil, a cidade foi a primeira capital da colônia até 1763. No local de desembarque, na Praia do Porto da Barra, está o "Marco da Fundação da Cidade". 

Com um litoral margeado pelas águas da Baía e do Oceano Atlântico, Salvador ostenta 50 quilômetros de praias, entre elas, Farol da Barra, Itapuã e Jardim de Alá. A maioria tem águas calmas e mornas, ideais para natação, vela, mergulho e pesca submarina. Em um mesmo dia, o turista pode ir à praia, passear de barco entre as ilhas da Baía de Todos os Santos e visitar os belos atrativos históricos.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Turismo


The Bodoni Museum of Parma, Italia. --- Museo Bodoniano, Parma - Italia. --- Museu Bodoni, Parma - Itália

Is a museum dedicated to Giambattista Bodoni (1740-1813), situated in the Palazzo della Pilotta building on the premises of The Palatina Library.


The museum's treasure is composed of thousands of volumes, a rich correspondence and various typographic tools of Bodoni's Printing Office. The collection dedicated to the history of the book, comprising both manuscripts and the printed editions, constitutes one of the museum's most prestigious sections.

The concept of a museum hosting the treasures of Bodoni's Printing Office dates back to 1940. The material, rescued from the bombardment that destroyed the Palatina Library during the Second World War, was finally assembled and displayed in the museum in 1963.

After an intense phase of activity and research, the museum struggled between 1983 and 1999, being repeatedly refinanced and reopened. In 2004 the museum joined the Association of European Printing Museums and in 2005 entered the Governing Council of the Associazione Italiana dei Musei della Stampa e della carta (A.I.M.S.C.).


Museum Bodoni - Palatine Library - Road to the Pilotta, 3-43100 Parma - Italy |
The museum was opened after about seven years of gestation, November 17, 1963, on the occasion of the 150th anniversary of the death of G. B. Bodoni (1740-1813). In fact the idea of ​​creating a national art in Parma study center dedicated graphics to the printer saluzzese circulated in Parma in 1940, during the celebrations organized to mark the second centenary of the birth of Bodoni, started in May: l 'idea did not have time to develop because of the entry into the war (10 June 1940). Early in 1944, it was nearly destroyed by bombing the Palatine Library, guardian of the treasures Bodoni: technical and bibliographic material packed into crates, which miraculously survived.

After the reconstruction and returned to normal civil, political, social and economic of the city after the war ended, in 1957 he took up the project of a Bodoni Museum: was formed immediately an Organizing Committee, with the task of completing the ' initiative. The legal act of constitution of the Bodoni Museum was signed in 1960, and had already begun the renovation of the premises on the top floor of the Palatine Library to house the new institution. The general decor of the museum and a bronze copy of the bust of Bodoni (original by Giambattista Comolli) were the work of the sculptor Carlo Corvi (1904-1978). Having obtained legal recognition and approval of the Statute (Presidential Decree 18 July 1962), November 17, 1963 the new museum was finally opened to the public.

Bust bodoniDopo twenty years of great vitality and prosperity in which he was the promoter of studies, research, competitions, exhibitions and cultural international events, the Museum has experienced difficult periods due to several years following closing the 1983 earthquake and to poor funding. Since 1999 began the recovery phase, with the new statutes approved by the Ministry of Heritage and Culture and a renewed Board of Directors. Another important change was formalized with the new statutory changes in 2013 that led, among other things, the creation of the post of Scientific Director. In 2004, at the Gutenberg Museum invitation of Mainz, the Bodoni has become a member of the EMPA, the Association of European Printing Museum, and in 2005 took part in the birth of the Italian Association of the Museum of Printing and Paper (AIMSC), joining also the Governing Council. Since 2012 the Museum participated in the museum system in the Province of Parma (Provincial Council Resolution N. ° 268, 10/05/2012).






Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.






--it 
Museo Bodoniano - Biblioteca Palatina - Strada alla Pilotta, 3 - 43100 Parma - Italia |
Il museo venne inaugurato, dopo circa sette anni di gestazione, il 17 novembre 1963, in occasione del 150º anniversario della morte di G. B. Bodoni (1740-1813). In realtà l'idea di creare a Parma un Centro nazionale di studi sull'arte grafica dedicato al tipografo saluzzese circolò a Parma già nel 1940, durante le celebrazioni organizzate per ricordare il secondo centenario della nascita di Bodoni, iniziate nel mese di maggio: l'idea non fece in tempo a svilupparsi a causa dell'entrata in guerra dell'Italia (10 giugno 1940). Nel 1944 inoltre, venne pressoché distrutta dai bombardamenti la Biblioteca Palatina, custode dei tesori bodoniani: materiale tecnico e bibliografico racchiuso in casse, che si salvò miracolosamente.

Terminata la ricostruzione e ritornata alla normalità la vita civile, politica, sociale ed economica della città dopo la fine della guerra, nel 1957 si riprese il progetto di un museo bodoniano: venne costituito subito un Comitato Promotore, col compito di portare a compimento l'iniziativa. L'atto legale di costituzione del Museo Bodoniano fu sottoscritto nel 1960, mentre erano già iniziati i lavori di ristrutturazione dei locali dell'ultimo piano della Biblioteca Palatina destinati ad ospitare la nuova istituzione. L'arredamento generale del museo e la copia in bronzo del busto di Bodoni (dall'originale di Giambattista Comolli) furono opera dello scultore Carlo Corvi (1904-1978). Ottenuto il riconoscimento giuridico e l'approvazione dello Statuto (D.P.R. 18 luglio 1962), il 17 novembre 1963 il nuovo museo finalmente venne aperto al pubblico.

busto bodoniDopo un ventennio di grande vitalità e prosperità in cui è stato promotore di studi, ricerche, concorsi, mostre ed eventi culturali di risonanza internazionale, il Museo ha vissuto periodi difficili a causa di diversi anni di chiusura seguenti il terremoto del 1983 ed a scarsi finanziamenti. Dal 1999 è iniziata la fase di rilancio, col nuovo Statuto approvato dal Ministero per i Beni e le Attività Culturali ed un rinnovato Consiglio d'Amministrazione. Un ulteriore importante cambiamento si è avuto con le nuove modifiche statutarie formalizzate nel 2013 che hanno portato, tra le altre cose, alla creazione della figura del Direttore scientifico. Nel 2004, su invito del Gutenberg Museum di Magonza, il Bodoniano è divenuto membro della AEPM, Association of European Printing Museum, mentre nel 2005 ha partecipato alla nascita della Associazione Italiana dei Musei della Stampa e della carta (A.I.M.S.C.), entrando a far parte anche del Consiglio direttivo. Dal 2012 il Museo partecipa al Sistema museale della Provincia di Parma (Deliberazione Giunta provinciale N.° 268 del 10/05/2012).








--br via tradutor do google
Museu Bodoni - Biblioteca Palatine - Road to the Pilotta, 3-43100 Parma - Itália 

O museu foi aberto após cerca de sete anos de gestação, 17 de novembro de 1963, por ocasião do 150º aniversário da morte de G. B. Bodoni (1740-1813). Na verdade, a idéia de criar uma arte nacional no centro de estudos Parma gráfica dedicada ao saluzzese de impressora circulou em Parma em 1940, durante as celebrações organizadas para marcar o segundo centenário do nascimento de Bodoni, iniciada em maio: l 'ideia não teve tempo para se desenvolver por causa da entrada na guerra (10 de Junho 1940). No início de 1944, foi quase destruída pelo bombardeio da Biblioteca Palatine, guardião dos tesouros Bodoni: material técnico e bibliográfico embalados em caixas, que milagrosamente sobreviveu.

Após a reconstrução e voltou ao normal civis, políticos, sociais e econômicos da cidade após o fim da guerra, em 1957, ele retomou o projeto de um Museu Bodoni: formou-se imediatamente uma Comissão Organizadora, com a tarefa de completar o " iniciativa. O legal ato de constituição do Bodoni Museu foi assinado em 1960, e já tinha começado a renovação do local no último andar do Palatino Biblioteca para a casa da nova instituição. A decoração geral do museu e uma cópia de bronze do busto de Bodoni (original por Giambattista Comolli) foram obra do escultor Carlo Corvi (1904-1978). Tendo obtido o reconhecimento legal e aprovação do Estatuto (Decreto Presidencial 18 de julho de 1962), 17 de novembro, 1963, o novo museu foi finalmente aberto ao público.

Busto bodoniDopo vinte anos de grande vitalidade e prosperidade em que ele era o promotor de estudos, pesquisas, concursos, exposições e eventos internacionais culturais, o Museu passou por períodos difíceis devido a vários anos após o fechamento de 1983 terremoto e à má financiamento. Desde 1999 começou a fase de recuperação, com os novos estatutos aprovados pelo Ministério do Património e Cultura e um renovado Conselho de Administração. Outra mudança importante foi formalizada com as novas alterações estatutárias, em 2013, que levaram, entre outras coisas, a criação do cargo de Diretor Científico. Em 2004, a convite Museu de Gutenberg de Mainz, o Bodoni tornou-se um membro da APEM, a Associação dos Printing Museum Europeia, e em 2005 participou do nascimento da Associação Italiana do Museu de impressão e papel (AIMSC), juntando-se também o Conselho do BCE. Desde 2012, o Museu participou no sistema de museu na província de Parma (Provincial Conselho resolução N. ° 268, 10/05/2012).

Six London boroughs Without Their Own Museum. --- Seis bairros de Londres sem seu próprio museu. Falta um museu adequado no bairro? Sem seu próprio museu?. Diga-nos. comentários. museu2009@gmail.com

Most London boroughs have their own museum dedicated to local history. 

Some are named after the borough, so you can't miss them. Others are historic houses that operate either officially or unofficially as a borough's museum.

Six boroughs, though, are lacking an adequate borough museum altogether. 

Here, we explore what these museums could be about, were they to one day exist.

Camden

Camden doesn't have its own museum; strange, as it's the borough with the most museums in London. Indeed this borough has an embarrassment of riches... perhaps the problem is finding a space to contain it all.

If they were to build a Camden museum, we'd suggest the River Fleet gets a good airing. It's one of London's great lost rivers, almost entirely confined to Camden before slipping into the Thames. They nearly named the borough after it, before it was reasoned that the River Fleet is now little more than a sewer.

Hammersmith  Fulham

The rear of the former Palais as seen from Hammersmith station. Photo: shadow_in_the_water


You can count the number of museums in Hammersmith and Fulham on one hand, and none of its four museums is dedicated to the borough.

When/if that museum happens, it has to include a hefty section on the famous Hammersmith Palais. The legendary music venue lent its name to one of The Clash's biggest hits and was one of Ian Dury's reasons to be cheerful.

The Palais was closed in 2007, demolished in 2012 and nowadays student halls sit upon the site. Maybe we can transform the halls into a new museum.

Hillingdon

We see you sniggering back there: "why should Hillingdon get its own museum?" This borough's actually filled with fascinating spots, including the Battle of Britain Bunker, RAF Northolt and West Drayton — the terminating spot of London's ghost train.

Even excluding all those, Hillingdon needs a museum for one reason alone: lidos. The borough contains two of London's best: Hillingdon Lido and Ruislip Lido (with its miniature railway). So maybe a museum dedicated to water and steam then? Oh damn, Brentford got there first.

Kensington Chelsea

Kensington  Chelsea is another borough packed with fine museums. To name a few: the Science Museum, the V&A and the Natural History Museum. You know, the big guns.

To make up for their lack of a physical borough museum, Kensington & Chelsea went a different route: a virtual museum. From the looks of things the website is a little out of date — nothing's been posted since 2008.

Notting Hill Carnival. Photo: Dee McIntosh

Still the museum covers a diverse range of topics: from the cowboys at Earl's Court to Kensington High Street's secret slums. Five out of 10 for effort, 

If we were to put a physical museum in the borough, we'd want to see a whole section dedicated to the Notting Hill Carnival — covering everything from the 1976 riots to a gallery of policemen slightly gauchely joining in with the festivities.

Lambeth

Looking at a map of Lambeth, you'll notice that it bisects Clapham Common. Splitting and dividing a common is a perfect jumping off point for an exhibition looking at the history of south London's common land. Trust us Lambeth, build it and they will come.

Lewisham

When it comes to museums, Lewisham teeters on a being barren wasteland. There is the wonderful Horniman — famous for its overstuffed walrus and torture chair — but that's almost the end of the line. Lewisham, then, is probably the borough that most desperately needs a museum.

About what exactly? We'd like to see a tribute to Catford Dogs Stadium. It closed without warning — faithful punters never getting their chance to say an emotional farewell. It's now well on its way to becoming housing, so there isn't even a site for its dedicated to make a pilgrimage too. 

And for the kids: an interactive feature where they can race a hare. That should keep them occupied.

What do you think these hypothetical museums should feature? 

Play curator and tell us in the comments.







Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.





--br via tradutor do google

Seis bairros de Londres sem seu próprio museu.

Falta um museu adequado no bairro? Sem seu próprio museu?.
Diga-nos. Escrever comentários. museu2009@gmail.com

A maioria dos bairros de Londres tem seu próprio museu dedicado à história local.

Alguns são nomeados após o bairro, assim você não pode perdê-los. Outros são casas históricas que operam oficialmente ou não oficialmente como um museu do bairro.

Seis bairros, entretanto, estão faltando um museu adequado da cidade completamente.

Aqui, nós exploramos o que esses museus poderiam ser sobre, se eles para um dia existir.

Camden

Camden não tem seu próprio museu; Estranho, pois é o bairro com a maioria dos museus em Londres. Na verdade, este bairro tem um embaraço de riquezas ... talvez o problema é encontrar um espaço para conter tudo.

Se eles fossem construir um museu de Camden, nós sugeriríamos que a frota do rio começ uma ventilação boa. É um dos grandes rios perdidos de Londres, quase totalmente confinado a Camden antes de escorregar para o Tâmisa. Eles quase nomearam o bairro depois dele, antes de ser fundamentado que a Frota do Rio é agora pouco mais do que um esgoto.

Hammersmith & Fulham

Você pode contar o número de museus em Hammersmith e Fulham por um lado, e nenhum de seus quatro museus é dedicado ao bairro.

Quando / se esse museu acontece, tem que incluir uma seção pesada no Hammersmith famoso Palais. O lendário local de música emprestou seu nome a um dos maiores sucessos do Clash e foi uma das razões de Ian Dury para ser alegre.

O Palácio foi fechado em 2007, demolido em 2012 e hoje em dia as salas de estudantes sentar-se no local. Talvez possamos transformar os salões em um novo museu.

Hillingdon

Nós o vemos rindo de volta lá: "por que Hillingdon teria seu próprio museu?" Esta cidade é realmente cheia de pontos fascinantes, incluindo a Batalha da Grã-Bretanha Bunker, RAF Northolt e West Drayton - o ponto final do trem fantasma de Londres.

Mesmo excluindo todos aqueles, Hillingdon precisa de um museu por uma única razão: lidos. O bairro contém dois dos melhores de Londres: Hillingdon Lido e Ruislip Lido (com a sua mini-ferroviária). Então, talvez um museu dedicado à água e vapor, então? Oh, droga, Brentford chegou lá primeiro.

Kensington & Chelsea

Kensington & Chelsea é outro bairro repleto de museus finos. Para citar alguns: o Museu da Ciência, o V & A eo Museu de História Natural. Você sabe, as armas grandes.

Para compensar a falta de um museu de bairro físico, Kensington & Chelsea foi uma rota diferente: um museu virtual. A aparência das coisas o site é um pouco fora de data - nada foi publicado desde 2008.

Ainda assim, o museu cobre uma variedade de tópicos: dos vaqueiros no Earl's Court até os bairros secretos de Kensington High Street. Cinco dos 10 para o esforço, K & C.

Se fôssemos colocar um museu físico no bairro, gostaríamos de ver uma seção inteira dedicada ao Carnaval de Notting Hill - cobrindo tudo, desde os tumultos de 1976 até uma galeria de policiais ligeiramente se juntando às festividades.

Lambeth

Olhando para um mapa de Lambeth, você vai notar que divide Clapham comum. Divisão e divisão de um comum é um ponto de partida perfeito para uma exposição olhando para a história da terra comum do sul de Londres. Confie em nós Lambeth, construa-o e eles virão.


Lewisham (tradução)

Quando se trata de museus, Lewisham teeters em um ser estéril wasteland. Há o Horniman maravilhoso - famoso por sua morsa overstuffed e cadeira de tortura - mas isso é quase o fim da linha. Lewisham, então, é provavelmente o bairro que mais precisa desesperadamente de um museu.

Sobre o que exatamente? Gostaríamos de ver uma homenagem ao Catford Dogs Stadium. Ele fechado sem aviso prévio - apostadores fiéis nunca recebendo a sua chance de dizer uma despedida emocional. Agora está bem no seu caminho para se tornar habitação, por isso não há sequer um site para o seu dedicado a fazer uma peregrinação também.

E para as crianças: um recurso interativo onde eles podem correr uma lebre. Isso deve mantê-los ocupados.



Falta um museu adequado no bairro? Sem seu próprio museu?.

O que você acha que esses museus hipotéticos devem apresentar?
Diga-nos. Escreva comentários. museu2009@gmail.com - edison mariotti