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quarta-feira, 7 de junho de 2017

National Museum celebrates 199 years of creation. --- Museu Nacional comemora 199 anos de criação.

In commemoration of the 199th anniversary of the creation of the National Museum - on June 6, 1818, in Quinta da Boa Vista, north of Rio de Janeiro - a special anniversary program was opened today (6) and will run until next Sunday (11).

Fossils and reproductions of animals and plants that existed in the Devonian period. 
One of the stars of the show is the trilobite, which measures approximately five centimeters
 and was one of the most developed at the time.

Exhibitions, workshops and guided tours are part of the activities that will allow visitors to take a trip through science, history and culture.

The program begins the official calendar of the institution's bicentenary celebrations, which will take place in 2018, said Cláudia Rodrigues Ferreira de Carvalho, director of the National Museum, linked to the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ).

The activities are aimed at visitors of all ages. Tickets cost R $ 6 (whole) and R $ 3 (half). For children under 5 years and persons with disabilities, admission is free. On days 9, 10 and 11, entry will be open to all people.

Geological period

Highlight in programming, the permanent exhibition At the time when Brazil was sea: the world 400 million years ago, seen from the fossils of the National Museum collections was opened today (6) in the afternoon, focusing on the Devonian geological period, Situated in the time span between 420 million and 360 million years.

"In that period, approximately 50% of the Brazilian territory was under great shallow seas, on the continental plates. Much of Brazil, at that time, was sea, and life was proliferating in the marine environment. Marine invertebrates were the most abundant beings in the country, "said show curator Sandro Marcelo Scheffler, a professor in the Department of Geology and Paleontology at the National Museum.

The focus of the exhibition is on marine invertebrates and their more common and familiar groups, such as sea stars and snail shells, and stranger ones, such as the trilobites, which constitute an entire group of arthropods that went extinct for more than 200 million years.

At the exhibition, with about 80 samples of fossil invertebrates never exposed, visitors will be able to appreciate a reconstruction of 1 meter in length of a trilobite, whose species was originally between 5 and 10 centimeters. "For the public to be able to look at what this animal was like, unfamiliar to most people," said the curator.

Most of the marine invertebrate species were collected in Brazilian states such as Pará, Piauí, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul and Paraná. They make up the collection of the National Museum, the oldest collection of the genre of South America.

"We have fossils from historical collections, such as the collection of the Geological Commission of the Empire, collected over 140 years ago, in the 19th century; Of the Caster Collection, which represents the largest repatriation process ever made of fossils in Brazil. A ton of fossils, collected in the 1940s by a professor at the University of Cincinnati in the United States, have returned to the National Museum and are now returning to Brazil for donation, "he said.

According to Sandro Scheffler, this is a good opportunity for visitors to know what Brazil was like in ancient times. "Just to get an idea, it was (a time) long before the dinosaurs came, almost 200 million years before the dinosaurs."

Friends of the Museum

Another exhibition inaugurated today (6), this time of a temporary nature, is Friends of The Museum: 80 years, which marks the trajectory of the Friends of the National Museum Association, a non-profit organization founded in 1937. "Maybe it is one of the oldest NGOs in Brazil and the first association of friends in the country, the first science house and the first museological institution in Brazil," said curator Débora de Oliveira Pires.

After an inconstant trajectory, the Association of Friends of the National Museum "reared, professionalized and expanded," Débora said.

The exhibition is divided into parts. One of them has a large central table, accessible at a height for children and wheelchair users, where visitors can interact, through touch on an interactive screen, with the entire collection of the museum. A skull of alligator (Melanosuchus niger), a species known for its deadly bite, was collected on the Guaporé River in Rondônia.

Marine life can be appreciated through the Living Coral Project, which focuses on the conservation and sustainable use of coral reefs.

The association currently has 70 members. Everyone volunteers to help raise funds for the museum. The entity tries to obtain funds from the National Bank for Economic and Social Development (BNDES) to revitalize the National Museum and organize the bicentennial celebrations.

The exhibition will be available to the public until June 6, 2018, when it will give place to another exhibition, already within the schedule of the bicentenary.

Carnival

The School of Samba Imperatriz Leopoldinense officially launches tonight its plot for the next carnival, which will honor the 200 years of the National Museum. The solemnity will count on the presence of components and members of the battery of the green, white and gold school of Ramos, northern zone of Rio.

"This participation is a gift that the school also gives to the museum so that we can, in a way, be represented in one of the biggest popular festivals in Brazil," said Claudia Carvalho.

"We understand that to exalt such an institution through the parade of a samba school, is to rescue the national culture, is to show the value of the historical content of the collection of this museum, due to the influence of the Empress Leopoldina herself in the formation of the Museum National, "said the carnival of the Empress, Cahê Rodrigues.






fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti



Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 
A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.








--br
Museu Nacional comemora 199 anos de criação.

Em comemoração aos 199 anos da criação do Museu Nacional – no dia 6 de junho de 1818, na Quinta da Boa Vista, zona norte do Rio de Janeiro – uma programação especial de aniversário foi aberta hoje (6) e se estenderá até o próximo domingo (11).

Fósseis e reproduções de animais e plantas que existiam no período Devoniano. Uma das estrelas da mostra é o trilobita, que media aproximadamente cinco centímetros e 
era um dos mais desenvolvidos na época. 

Exposições, oficinas e visitas guiadas integram as atividades que permitirão aos visitantes fazer uma viagem pela ciência, pela história e pela cultura.

A programação dá início ao calendário oficial de comemorações do bicentenário da instituição, que ocorrerá em 2018, disse Cláudia Rodrigues Ferreira de Carvalho, diretora do Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

As atividades são destinadas a visitantes de todas as idades. Os ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Para menores de 5 anos e pessoas com deficiência, a entrada é gratuita. Nos dias 9, 10 e 11, a entrada será franca para todas as pessoas.

Período geológico

Destaque na programação, a exposição permanente No tempo em que o Brasil era mar: o mundo há 400 milhões de anos, visto a partir dos fósseis das coleções do Museu Nacional foi aberta hoje (6) à tarde, com enfoque no período geológico devoniano, situado no intervalo de tempo entre 420 milhões e 360 milhões de anos.

“Nesse período, aproximadamente 50% do território brasileiro estavam debaixo de grandes mares rasos, sobre as placas continentais. Boa parte do Brasil, nesse momento, era mar, e a vida proliferava no ambiente marinho. Eram os invertebrados marinhos os seres mais abundantes no país”, disse o curador da mostra, Sandro Marcelo Scheffler, professor do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional.

O foco da exposição são os invertebrados marinhos e seus grupos mais comuns e familiares, como estrelas do mar e conchas de caramujo, e outros mais estranhos, como os trilobitas, que constituem um grupo inteiro de artrópodes que se extinguiu há mais de 200 milhões de anos.

Na exposição, com cerca de 80 amostras de invertebrados fósseis nunca expostas, os visitantes poderão apreciar uma reconstituição de 1 metro de comprimento de um trilobita, cuja espécie tinha originalmente entre 5 e 10 centímetros. “Para o público poder olhar como era esse bicho, pouco familiar à maioria das pessoas”, disse o curador.

A maioria das peças de organismos invertebrados marinhos foi coletada em estados brasileiros como Pará, Piauí, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. Elas compõem o acervo do Museu Nacional, mais antiga coleção do gênero da América do Sul.

“Nós temos fósseis de coleções históricas, como a coleção da Comissão Geológica do Império, coletada há mais de 140 anos, no século 19; da Coleção Caster, que representa o maior processo de repatriação já feito de fósseis do Brasil. Voltaram ao Museu Nacional uma tonelada de fósseis, coletados na década de 40 por um professor da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, e que agora estão retornando ao Brasil por doação”, citou.

Segundo Sandro Scheffler, esta é uma boa oportunidade de os visitantes conhecerem como era o Brasil em épocas muito antigas. “Só para ter uma ideia, era (uma época) muito antes do surgimento dos dinossauros, quase 200 milhões de anos antes dos dinossauros.”

Amigos do Museu

Outra exposição inaugurada hoje (6), desta vez de caráter temporário, é a Amigos d'O Museu: 80 anos, que marca a trajetória da Associação Amigos do Museu Nacional, organização não governamental (ONG) sem fins lucrativos, fundada em 1937. “Talvez seja uma das ONGs mais antigas do Brasil e a primeira associação de amigos do país, da primeira casa de ciência e primeira instituição museológica do Brasil”, destacou a curadora da mostra, Débora de Oliveira Pires.

Após uma trajetória inconstante, a Associação de Amigos do Museu Nacional “reergueu- se, profissionalizou-se e expandiu-se”, disse Débora.

A exposição está dividida em partes. Uma delas apresenta uma grande mesa central, em altura acessível para crianças e cadeirantes, onde os visitantes podem interagir, por meio de toque em uma tela interativa, com todo o acervo do museu. Destaque para um crânio de jacaré-açu(Melanosuchus niger), espécie conhecida por sua mordida mortífera, que foi coletado no Rio Guaporé, em Rondônia.

Já a vida marinha pode ser apreciada por meio do Projeto Coral Vivo, voltado para a conservação e o uso sustentável dos recifes de coral.

A associação conta atualmente com 70 membros. Todos trabalham de maneira voluntária para ajudar a captar recursos para o museu. A entidade tenta obter recursos com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para revitalização do Museu Nacional e organização das comemorações do bicentenário.

A mostra ficará à disposição do público até o dia 6 de junho de 2018, quando dará lugar a outra exposição, já dentro da programação do bicentenário.

Carnaval

A Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense lança hoje à noite, oficialmente, seu enredo para o próximo carnaval, que homenageará os 200 anos do Museu Nacional. A solenidade contará com a presença de componentes e integrantes da bateria da escola verde, branco e ouro de Ramos, zona norte carioca.

“Essa participação é um presente que a escola dá também ao museu de a gente poder, de certa forma, ser representado em uma das maiores festas populares do Brasil”, disse Claudia Carvalho.

“A gente entende que exaltar uma instituição como essa, através do desfile de uma escola de samba, é resgatar a cultura nacional, é mostrar o valor do conteúdo histórico do acervo desse museu, por conta da influência da própria imperatriz Leopoldina na formação do Museu Nacional”, disse o carnavalesco da Imperatriz, Cahê Rodrigues.

Prado Museum displays recently discovered portrait of Velázquez. --- Museu do Prado exibe retrato de Velázquez descoberto recentemente.

The Prado Museum in Madrid presented on Monday a portrait of King Felipe III, recently attributed to the Spanish painter Diego Velázquez and discovered by an American collector, who donated the work.

"Portrait of the Infanta Margarita" by Diego de Velázquez, 
at the Prado National Museum in Madrid, October 4, 2014 - AFP / Archives


"I am very happy and very proud that my painting can be here in Madrid," said the collector, William B. Jordan, a specialist in Spanish painting.

The painting is a portrait of Philip III of Spain, who reigned from 1598 to 1621. It will be exhibited from Tuesday, along with other works, until 29 October.

According to the Madrid institution, the portrait, dated in 1627, was a study for another painting by Velázquez, "La expulsión de los moriscos", destroyed by a fire in the year 1734, before the construction of the Prado building.

The temporary exhibition includes pictures related to the portrait, one of Titian, in which Felipe III appears a child, and others who had been inspired by the Spanish painter to make his portrait.

Last December, William B. Jordan donated the portrait of Philip III to the institution "American Friends of the Prado Museum", which in turn transferred him to the Prado, to be displayed in his permanent collection.

The American collector discovered the painting in 1988 with the name of "Retrato de un hombre" at an auction in London. At the time the painting was attributed to another painter.

After its restoration and study, William B. Jordan formulated the hypothesis that it could be of the master of Seville. The Prado confirmed the theory after analyzing the picture and comparing it with other Velázquez works.

Currently, there are 120 paintings by Diego Velázquez (1599-1660), most of them in the Prado Museum. Among them, the famous "Girls".





fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti



Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 
A cultura e o amor devem estar juntos.

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--br
Museu do Prado exibe retrato de Velázquez descoberto recentemente.

imagem:
Quadro "Retrato de la Infanta Margarita" de Diego de Velázquez, no Museu Nacional do Prado, em Madri, em 4 de outubro de 2014 - AFP/Arquivos

O Museu do Prado de Madri apresentou nesta segunda-feira um retrato do rei Felipe III, recentemente atribuído ao pintor espanhol Diego Velázquez e descoberto por um colecionador americano, que fez a doação da obra.

“Estou muito contente e muito orgulhoso de que meu quadro possa ficar aqui em Madri”, declarou na apresentação o colecionador, William B. Jordan, um especialista da pintura espanhola.

O quadro é um retrato de Felipe III da Espanha, que reinou de 1598 a 1621. Será exposto a partir de terça-feira, junto com outras obras, até 29 de outubro.

Segundo a instituição madrilenha, o retrato, datado em 1627, era um estudo para outro quadro de Velázquez, “La expulsión de los moriscos”, destruído por um incêndio no ano de 1734, antes da construção do edifício do Prado.

A exposição temporária inclui quadros relacionados ao retrato, um deles de Ticiano, em que Felipe III aparece criança, e outros que haviam se inspirado no pintor espanhol para fazer o seu retrato.

Em dezembro passado, William B. Jordan doou o retrato de Felipe III à instituição “American Friends of the Prado Museum”, que, por sua vez, o transferiu ao Prado, para que seja exposto em sua coleção permanente.

O colecionador norte-americano descobriu o quadro em 1988 com o nome de “Retrato de un hombre”, em um leilão em Londres. Na época a pintura era atribuída a outro pintor.

Após sua restauração e estudo, William B. Jordan formulou a hipótese de que pudesse ser do mestre de Sevilha. O Prado confirmou a teoria depois de analisar o quadro e compará-lo com outras obras de Velázquez.

Atualmente, restam 120 quadros de Diego Velázquez (1599-1660), a maioria no Museu do Prado. Entre eles, as famosas “Meninas”.





Le Havre, musée à ciel ouvert --- The Havre, open air museum. --- O Havre, museu ao ar livre.




Pour célébrer les 500 ans de la ville, Jean Blaise a semé des installations créées par des artistes contemporains dans les rues, plages et monuments.

La municipalité, dirigée par Édouard Philippe jusqu’à sa nomination au poste de premier ministre, espère attirer les vacanciers et vivifier l’image de la cité portuaire. 

Catènes de containers, par Vincent Ganivet. En arrière-plan, 
la ville du Havre reconstruite par Auguste Perret. / Philippe Breard 








Construite entre 1951 et 1957 par l’atelier d’Auguste Perret et classée monument historique dès 1965, l’église Saint-Joseph domine majestueusement la ville, tel un phare spirituel. Depuis quelques semaines, une spectaculaire volute de vingt-cinq mètres de haut flotte dans la nef, comme aspirée par le clocher octogonal aux allures de décor de science-fiction. 


La couleur vermillon de la spirale tourbillonnante fait écho aux tâches fauves et mordorées, projetées par les vitraux sur les piliers en béton brut. Symbole des prières et des vœux s’élevant du chœur, l’œuvre de l’artiste japonaise Chiharu Shiota (dont le tissage a mobilisé 391 km de laine et quatorze personnes pendant douze jours !) est l’une des installations les plus réussies d’« Un été au Havre ». 

Faire oublier « Stalingrad-sur-Mer » 

Elle jalonne deux des quatre parcours imaginés par le directeur artistique Jean Blaise pour célébrer les 500 ans du Havre. « Les artistes ont eu pour mission de révéler et de réveiller une ville qui souffre de nombreux malentendus. Cette cité portuaire et industrielle est souvent réduite à ses cheminées d’usine et à son centre-ville en béton qui lui a longtemps valu le surnom de Stalingrad-sur-Mer », explique Jean Blaise. Convaincu que l’art peut redynamiser un territoire, ce trublion sexagénaire œuvre déjà depuis près de trente ans à Nantes où ses manifestations culturelles séduisent un public toujours plus large. 

« Faire du Havre une destination touristique n’était pas gagné, reconnaît le premier adjoint au maire, Jean-Baptiste Gastinne. Mais l’inscription des constructions Perret au patrimoine de l’humanité de l’Unesco a changé la donne : on accueille désormais un million de visiteurs chaque année et on espère atteindre deux millions en 2017. Le prochain défi est de les faire rester plus longtemps qu’un week-end. » 

Couleurs et clins d’œil à l’histoire de la ville 

Doté d’un budget de vingt millions d’euros, « Un été au Havre » s’inscrit dans une mue globale de la ville qui, depuis une dizaine d’années, réhabilite soigneusement ses docks et aménage ses quais pour la promenade et les loisirs. 

Certaines œuvres créées pour la manifestation seront pérennes, à l’image d’Impact, le double jet d’eau installé par Stéphane Thidet sur le bassin du commerce, ou des arches de conteneurs multicolores dressées par le plasticien Vincent Ganivet sur le quai de Southampton. Clin d’œil à la vocation de la ville, premier port français pour le commerce extérieur, elles évoquent un Lego abandonné là par un géant facétieux. 

Plus loin, sur la plage dont les cabanes, traditionnellement blanches, ont été décorées de couleurs vives par le graphiste Karel Martens, c’est une élégante structure architecturale, signée Lang & Baumann, qui semble s’être échappée de la ville pour prendre un bain de mer et offrir un peu d’ombre aux estivants. 

« Le Havrais a l’esprit frondeur » 

De la très kitch rétrospective des artistes Pierre et Gilles au MuMa jusqu’au débarquement des géants de Royal de Luxe (début juillet), la tonalité ludique et festive de la programmation semble vouloir faire oublier la part sombre de la ville, littéralement bâtie sur les décombres de la guerre (1). Dans une veine plus historique, une poignée d’expositions célèbrent les grandes figures (François Ier, l’amiral de Graville…) ou le passage des luxueux paquebots de la French Lines dont la belle scénographie nocturne d’Aurélien Bory fait glisser les maquettes comme par magie (Villes flottantes, dans un grenier des docks). 

Contre toute attente, le portrait le plus complet du Havre est brossé par une installation sonore, Les Passagers du son. Mêlant souvenirs intimes, impressions fugitives aux bruits du port et à une musique électro-envoûtante, Charlotte Roux, fille d’un capitaine au long cours devenue productrice à France Culture, y donne la parole aux habitants, dockers, enseignants ou encore boxeurs. Ces derniers l’affirment : « Le Havrais a l’esprit frondeur, il n’aime pas les conventions. » Résolument hors des sentiers battus de la commémoration, « Un été au Havre » en est la preuve éclatante. 

Le Havre, 500 ans d’un destin mouvementé 

En 1517,François Ier ordonne la création d’un port fortifié au « lieu de Grasse ». 

En 1815, Le Havre devient le premier port français de commerce et de négoce de denrées tropicales. 

En 1872, Claude Monet y peint son célèbre tableau Impression, soleil levant, qui revient en ville en septembre prochain le temps d’une exposition au MuMa

Les 5 et 6 septembre 1944, les bombardements alliés détruisent totalement le centre-ville : 20 000 habitations sont réduites en poussière, près de 80 000 Havrais sinistrés. 

En 1946, le chantier de la reconstruction est confié à l’architecte Auguste Perret. 

En 1961, André Malraux inaugure le MuMa, qui abrite la deuxième collection impressionniste de France après le Musée d’Orsay. 

En 2005, la ville est inscrite par l’Unesco au patrimoine mondial de l’humanité. 





fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti



Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 
A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.





--in via tradutor do google

The Havre, open air museum.


To celebrate the 500th anniversary of the city, Jean Blaise sowed installations created by contemporary artists in the streets, beaches and monuments.

The municipality, led by Édouard Philippe until his appointment as prime minister, hopes to attract holidaymakers and revitalize the image of the port city.

Catenas of containers, by Vincent Ganivet. Background,
The city of Le Havre rebuilt by Auguste Perret. / Philippe Breard

Built between 1951 and 1957 by Auguste Perret's workshop and listed as a historic monument in 1965, the Saint-Joseph Church dominates the city as a spiritual lighthouse. For the last few weeks, a spectacular volute of twenty-five meters high floats in the nave, as if sucked by the octagonal bell-tower looking like science fiction.

The vermilion color of the whirling spiral echoes the fauve and bronze spots projected by the stained-glass windows on the raw concrete pillars. The work of the Japanese artist Chiharu Shiota (whose weaving has mobilized 391 km of wool and 14 people for twelve days!) Is one of the most successful installations of the choir. 'A summer in Le Havre'.

To make forget "Stalingrad-sur-Mer"

It marks two of the four courses imagined by the artistic director Jean Blaise to celebrate the 500 years of Le Havre. "The mission of the artists was to reveal and wake up a city that suffers from many misunderstandings. This port and industrial city is often reduced to its factory chimneys and its concrete city center which has long earned it the nickname of Stalingrad-sur-Mer, "explains Jean Blaise. Convinced that art can revitalize a territory, this sexagenarian trublion has been working for nearly thirty years in Nantes where his cultural manifestations seduce an ever wider audience.

"Making Le Havre a tourist destination was not won," admits the first deputy mayor, Jean-Baptiste Gastinne. But the inscription of the Perret constructions on Unesco's humanity has changed the situation: it now welcomes one million visitors each year and it is hoped to reach two million by 2017. The next challenge is to make them stay longer A weekend. "

READ: Port of Le Havre celebrates 500 years and specializes in containers
Colors and winks to the history of the city

With a budget of twenty million euros, "A summer in Le Havre" is part of a global movement of the city which, over the past ten years, has carefully rehabilitated its docks and developed its wharves for walking and hiking. Hobbies.

Some of the works created for the event will be perennial, like Impact, the double water jet installed by Stéphane Thidet on the commercial basin, or multicolored container arches erected by plastic artist Vincent Ganivet on the Southampton wharf . Wink at the vocation of the city, the first French port for foreign trade, they evoke a Lego abandoned there by a facetious giant.

Farther on, on the beach where the traditionally white huts have been decorated with bright colors by the graphic artist Karel Martens, it is an elegant architectural structure, signed Lang & amp; Baumann, who seems to have escaped from the city to take a sea bath and offer a little shade to the summer visitors.

"Le Havrais has a rebellious spirit"

From the very kits retrospective of the artists Pierre and Gilles to the MuMa until the disembarkation of the giants of Royal de Luxe (early July), the playful and festive tone of the program seems to make us forget the dark part of the city, literally built on The ruins of war. In a more historic vein, a handful of exhibitions celebrate the great figures (Francois I, Admiral de Graville ...) or the passage of the luxury liners of the French Lines whose beautiful nocturnal scenography by Aurélien Bory drag models as By magic (floating cities, in a granary of the docks).

Against all odds, the most complete portrait of Le Havre is painted with a sound installation, Les Passagers du son. Mingling intimate memories, fleeting impressions with the sounds of the harbor and electro-enchanting music, Charlotte Roux, the daughter of a long-time captain who has become a producer at France Culture, gives the floor to locals, dockworkers, teachers and boxers. The latter asserted: "The Havrais has a rebellious spirit, he does not like conventions. Resolutely off the beaten track of the commemoration, "A summer in Le Havre" is a striking proof of this.

Le Havre, 500 years of an eventful fate

In 1517, Francis I ordered the creation of a fortified port at the place of Grasse.

In 1815, Le Havre became the first French port of trade and trading of tropical commodities.

In 1872, Claude Monet painted his famous painting Impression, soleil le











--br via tradutor do google

O Havre, museu ao ar livre.

Para comemorar os 500 anos da cidade, Jean Blaise semeou instalações criadas por artistas contemporâneos nas ruas, praias e monumentos.

O município, liderado por Édouard Philippe até sua nomeação como primeiro-ministro, espera atrair turistas e revitalizar a imagem da cidade portuária.

Foto: recipientes catenated, Vincent Ganivet. No fundo,
a cidade de Le Havre reconstruída por Auguste Perret. / Philippe Breard

Construído entre 1951 e 1957 por oficina Auguste Perret e monumento histórico em 1965, as torres da igreja Saint Joseph majestosamente sobre a cidade, como um farol espiritual. Nas últimas semanas, um redemoinho dramática de vinte e cinco metros de altura na frota nave, como desenhado pela torre octogonal que se parece com um cenário de ficção científica.

A espiral vermelhão cor turbilhão ecoa o tawny e tarefas bronzeados, projetada através das janelas sobre os pilares de concreto áspero. orações símbolo e desejos subindo do coro, o trabalho do artista japonês Chiharu Shiota (incluindo tecelagem mobilizou 391 km de lã e catorze pessoas por doze dias!) é uma das instalações mais bem sucedidos "verão em Havre."

Esqueça "Stalingrad-sur-Mer»

Ele marca a dois dos quatro cursos concebidas por diretor artístico Jean Blaise para celebrar 500 anos de Le Havre. "Os artistas receberam a tarefa de revelar e despertar uma cidade que sofre de muitos equívocos. Esta cidade portuária e industrial é muitas vezes reduzida a suas chaminés de fábrica e sua cidade concreto que há muito lhe rendeu o apelido de Stalingrado-sur-Mer ", disse Jean Blaise. Convencidos de que a arte pode revitalizar um território, trabalho encrenqueiro sexagenarian já há quase trinta anos, em Nantes, onde eventos culturais apelar para um público mais amplo.

"Faça o destino turístico Havre não foi vencida, reconhece o primeiro vice-prefeito, Jean-Baptiste Gastinne. Mas edifícios inscrição Perret no património mundial da Unesco mudou a situação: ela agora recebe um milhão de visitantes a cada ano e espera chegar a dois milhões em 2017. O próximo desafio é fazê-los ficar mais tempo um fim de semana. "

LER: porto Le Havre comemora seus 500 anos e é especializado em recipiente
Cores e acenos para a história da cidade

Com um orçamento de vinte milhões, "Verão no Havre" faz parte de um aprofundamento geral da cidade que, há dez anos, reabilitado cuidadosamente a sua docas e cais paisagem para caminhadas e recreação.

Certas obras criadas para o evento será perene, como impacto, a fonte dupla instalado por Stéphane Thidet sobre o comércio de bacias ou os recipientes multicoloridas arcos erguidos pelo artista Vincent Ganivet na doca em Southampton . Recadinho para a vocação da cidade, primeiro porto francês para o comércio externo, eles evocam um Lego abandonado lá por um gigante jocoso.

Além disso, na praia com cabanas, tradicionalmente branco, foram bem decorados pelo designer gráfico Karel Martens é uma estrutura arquitectónica elegante, assinado Lang & amp; Baumann, que parece ter escapado à cidade para dar um mergulho e fornecer alguma sombra para os visitantes verão.

"O Le Havre tem o espírito rebelde"

A partir da retrospectiva kitsch muito de artistas Pierre et Gilles MuMa até o desembarque de gigantes Royal de Luxe (início de Julho), o tom lúdico e festivo para a programação parece esquecer o lado escuro da cidade, literalmente construída sobre o escombros da guerra (1). Em uma veia mais histórico, um punhado de exposições celebrando as grandes figuras (François Ier, Almirante Graville ...) ou a passagem dos navios luxuosos das linhas francesas cujo cenário bela noite Aurélien Bory deslizou como os modelos magic (cidades flutuantes, em um sótão das docas).

Contra todas as probabilidades, o retrato mais completo de Le Havre é escovado por uma instalação sonora, os passageiros de som. Combinando memórias íntimas, impressões fugazes ao ruído da porta e música-assombrando electro, Charlotte Roux, filha de um capitão de mar tornou-se um produtor da France Culture, não dá voz às pessoas, estivadores, professores ou boxers. Eles afirmam: "O Le Havre tem o espírito rebelde, ele não gosta das convenções. "Definitivamente fora da trilha batida da comemoração," Verão no Havre "é uma prova clara.

Le Havre, a 500 anos de um destino dramático

Em 1517, François Ier ordena a criação de uma porta fortificada "em vez de Grasse."

Em 1815, Le Havre se tornou o primeiro porto francês de comércio e de negociação de commodities tropicais.

Em 1872, Claude Monet pintou seu famoso Impression lá, o sol