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terça-feira, 18 de julho de 2017

BIG creates 'invisible museum' in Denmark. - BIG cria ‘museu invisível’ na Dinamarca.

Bjarke Ingels' office created new spaces in the existing Tirpitz Museum, built in a World War II bunker.


The transformation of existing buildings into completely different spaces is one of the main qualities of architecture. The new BIG project is proof of this.


The office of the Danish architect Bjarke Ingels inaugurated earlier this month the extension he signs at the Tirpitz Museum, built in the Tirpitz Bunker, a bunker erected by the Germans in Blåvand, Denmark, during World War II.


Known as an 'invisible museum', the project created four passages that meet in the center and 'cut' the ground, giving rise to four new exhibition spaces.


Inside, the 2800 square meters are integrated by means of walls of glass of six meters of height that allow the entrance of the natural light.


"The architecture of the Tirpitz is the antithesis of the bunker of World War II. The heavy-duty hermetic object has the inviting lightness and openness of the new museum as its opposite. The bunker remains the only landmark of an obscure heritage not so distant that, after a thorough inspection, marks the entrance to a new cultural meeting place, "Bjarke said, according to the Dezeen publication.


Concept of the Danish studio Tinker Imagineers, the four new exhibition spaces are themed and seek to reflect not only the place's history but also its natural landscape.


Built in 1944, Bunker was never finished, as the War ended the following year. After that, the concrete block was turned into a museum.


The intervention at the Tirpitz Museum began in 2014 - the museum is expected to attract around 100,000 visitors a year.










Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 
A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.







--br
BIG cria ‘museu invisível’ na Dinamarca

O escritório de Bjarke Ingels criou novos espaços no já existente Tirpitz Museum, construído em um bunker da Segunda Guerra Mundial.


A transformação de construções já existentes em espaços completamente diferentes é uma das principais qualidades da arquitetura. O novo projeto do BIG é prova disso.

O escritório do arquiteto dinamarquês Bjarke Ingels inaugurou, no começo do mês, a extensão que assina no museu Tirpitz Museum, construído no Tirpitz Bunker, um bunker erguido pelos alemães em Blåvand, Dinamarca, durante a Segunda Guerra Mundial.

Conhecido como ‘museu invisível’, o projeto criou quatro passagens que se encontram no centro e ‘cortam’ o chão, dando origem a quatro novos espaços de exibição.

No interior, os 2800 metros quadrados são integrados por meio de paredes de vidro de seis metros de altura que permitem a entrada da luz natural.

“A arquitetura do Tirpitz é a antítese do bunker da Segunda Guerra Mundial. O objeto hermético pesado tem a leveza convidativa e abertura do novo museu como seu oposto. O bunker continua a ser o único marco de uma herança obscura não tão distante que, após uma inspeção minuciosa, marca a entrada para um novo local de reunião cultural”, Bjarke contou, de acordo com a publicação do Dezeen.

Conceito do estúdio dinamarquês Tinker Imagineers, os quatro novos espaços de exibição são temáticos e buscam refletir não somente a história lugar, como também a sua paisagem natural.

Construído em 1944, bunker nunca foi terminado, já que a Guerra acabou no ano seguinte. Depois disso, o bloco de concreto foi transformado em museu.

A intervenção no Tirpitz Museum começou em 2014 – espera-se que o museu atraia por volta de 100 mil visitantes por ano.

USA: Museum works lead to the discovery of Madeira wines with more than 200 years. - EUA: Obras em museu levam à descoberta de vinhos da Madeira com mais de 200 anos.

Regarding the discovery, the president of the "Liberty Hall Museum" leaves a proposal to Marcelo Rebelo de Sousa.



The restoration works of the Liberty Hall Museum in New Jersey in the United States led to an unexpected discovery: more than 50 bottles and 42 bottles of rare Madeira wines over two centuries old. According to CNN, this is the oldest collection of Madeira wines found in the United States.

The wines were found inside a wooden box behind a wall that was built during the Dry Law period between 1920 and 1933 in the United States when a ban on the consumption, manufacture and sale of alcohol was imposed.

First we had to throw the wall down and then we found this incredible collection of Madeira, "Bill Schroh, director of operations at the museum, told CNN.

Among the discoveries are Madeira wines from the year 1769, that is, produced more than two centuries ago.

We had no idea that these old bottles would be here. We knew there would be wine, but we had no idea of ​​the [production] dates. It was a great surprise, "said John Kean, president of the Liberty Hall Museum, quoted by CNN.

Remodeling work took six months and museum workers found more bottles and bottles of wine in the attic of the building, hidden underneath thatch.

Some of the bottles found were produced for Robert Lenox, a New York millionaire and wine collector, who died in 1839.

Much of the 18th-century Madeira wine production was exported to the other side of the Atlantic Ocean. "It was the gentleman's drink of choice, because it was easy to ship and was durable," explained Bill Schroh.

The wines are still fit for consumption, according to a New York wine expert.

Wine is almost indestructible by the way the fermentation process is done, "said Kara Joseph.

The winery at the Liberty Hall Museum is now open to the public. John Kean said that one of the bottles of wine, hundreds of years old, could be opened when Marcelo Rebelo de Sousa visits the North American museum.







Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 
A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.




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EUA: Obras em museu levam à descoberta de vinhos da Madeira com mais de 200 anos.

A propósito da descoberta, o presidente do "Liberty Hall Museum" deixa uma proposta a Marcelo Rebelo de Sousa.

As obras de recuperação do “Liberty Hall Museum”, em Nova Jérsia, nos Estados Unidos, levaram a uma descoberta inesperada: mais de 50 garrafas e 42 garrafões de vinhos madeirenses raros e com mais de dois séculos. De acordo com a CNN, trata-se da coleção mais antiga de vinhos da Madeira encontrada nos Estados Unidos.

Os vinhos foram encontrados dentro de uma caixa de madeira, atrás de uma parede, que foi construída durante o período da Lei Seca, entre 1920 e 1933, nos Estados Unidos, quando se impôs a proibição de consumo, fabrico e venda de álcool.

Primeiro tivemos de deitar a parede abaixo e, depois, eis que encontrámos esta incrível coleção de Madeira”, contou, em declarações à CNN, Bill Schroh, diretor de operações do museu.

Entre as descobertas estão vinhos da Madeira do ano de 1769, ou seja, produzidos há mais de dois séculos.

Não tínhamos ideia de que estas garrafas antigas estariam aqui. Sabíamos que haveria vinho, mas não tínhamos ideias das datas [de produção]. Foi uma grande surpresa”, referiu John Kean, presidente do “Liberty Hall Museum”, citado pela CNN.

Os trabalhos de remodelação demoraram seis meses e os trabalhadores do museu encontraram mais garrafas e garrafões de vinho no sótão do edifício, escondidos por baixo de palha.

Algumas das garrafas encontradas foram produzidas para Robert Lenox, um milionário e colecionador de vinho de Nova Iorque, que morreu em 1839.

Grande parte da produção de vinhos da Madeira do século XVIII era exportada para o outro lado do Oceano Atlântico. "Era a bebida de eleição dos cavalheiros, porque era fácil de transportar de navio e era duradoura”, explicou Bill Schroh.

Os vinhos ainda estão aptos para consumo, de acordo com uma especialista em vinho nova-iorquina. 

O vinho é quase indestrutível pela forma como o processo de fermentação é feito”, disse Kara Joseph.

A adega do “Liberty Hall Museum” está agora aberta ao público. John Kean referiu que uma das garrafas de vinho, com centenas de anos, poderá ser aberta quando Marcelo Rebelo de Sousa visitar o museu norte-americano.


New museum opens for finance fans. video 2:00 min --- Novo museu abre para os fãs de finanças. video 2:00 min

A new museum dedicated to the world of finance, which combines multimedia facilities and rare historical exhibits, has opened its doors in Zurich. It is the first of its kind in Switzerland. (SRF, swissinfo.ch)