sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Wax museum in Boston is the newest tourist spot in the city. - Museu de cera em Boston é o mais novo ponto turístico da cidade.

Recently opened by a group of Brazilian businessmen, the Dreamland Wax Museum is an excellent touring tip ..


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Brazilian businessman Beto Costa and Elvis Presley wax doll - FOTO: Paulo Lopes


Have you thought about walking around Boston and running into Queen Elizabeth or even Brad Pitt? This is already possible, not only with the two celebrities, but also with another hundred personalities worldwide, among artists, politicians and celebrities who were honored at the Dreamland Wax Museum, a society of Brazilian businessmen.

Newly opened in the historic City Hall Plaza, the attraction must become one of Boston's major cultural and tourist attractions, being the first New England wax museum.

With the vision of spreading American history among tourists and residents of Massachusetts, the museum's first room is a "Presidential Hall" where you can meet the 45 presidents of the United States. The likeness of the dolls of President John F. Kennedy and President George Washington, for example, impresses with the richness of detail.


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The wealth of details of the Elizabethan doll impresses - FOTO: Paulo Lopes


In an interview with the Brazilian Times, one of the partners of the Dreamland Wax Museum, the Brazilian businessman Humberto Costa, better known as Beto Costa, said that each of the works of art takes on average six months to be produced, and depending on the complexity of the details , can take up to one year. In addition, the figure may require more than 20 performers to perform. "Each hair is manually implanted and several thin layers of paint are added over the weeks to provide the correct absorption to achieve the expected skin tone," says Beto.

To achieve perfection the most advanced materials are used, from surgical prostheses to porcelain teeth, to provide greater durability, strength and realism the figure, which in most of the figures are identical to the real characters.

Celebrities such as Michael Jackson, Elvis Presley, Madonna, Justin Bieber and Amy Winehouse and Michael Jordan, Usain Bolt and Pele are also part of the excellent and diverse collection, which will soon have news about Brazilian personalities. "Soon we will have news, but for contractual issues, we can not advance the names," says Beto Costa.


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The hall with the 45 American presidents is one of the highlights of the museum - PHOTO: Paulo Lopes


Do not be surprised if on one of the visits to the Dreamland Wax Museum you meet face to face with one of the personalities in "flesh and blood", one of the upcoming novelties of the museum will be the visit of some of the celebrities honored.

During the visit it is still possible to enter a room where a visitor's photo is taken at different angles, being captured in detail and can be reproduced in miniature in a 3D technology, being one of the only entertainment companies in the world that provide this type of service . The Museum also has a souvenir shop, with custom museum pieces and also souvenirs from Boston.

The Dreamland Wax Museum is located at 1 Washington Mall in Boston, Massachusetts, and is open to the public Monday through Wednesday from 10am to 7pm, Thursday through Saturday from 10am to 9pm, and Sundays from 10am to 8pm. Tickets range from $ 19.95 (children) to $ 24.95 (adults). One tip is to always check the website: dreamlandwaxmuseum.com to check if there is the $ 5 discount coupon on the tickets.

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The singers Amy Winehouse and Michael Jackson are also part of the collection - FOTO: Paulo Lopes











Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.


--br
Museu de cera em Boston é o mais novo ponto turístico da cidade.

Recém-inaugurado por um grupo de empresários brasileiros, o Dreamland Wax Museum é uma excelente dica de passeio..

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O empresário brasileiro Beto Costa e o boneco de cera de Elvis Presley – FOTO: Paulo Lopes

Já pensou em andar por Boston e dar de cara com a Rainha Elizabeth ou mesmo com o Brad Pitt? Isso já é possível, não só com as duas celebridades, mas também com outras cem personalidades mundiais, entre artistas, políticos e celebridades que foram homenageadas no Dreamland Wax Museum, de sociedade de empresários brasileiros.

Recém-inaugurada no histórico City Hall Plaza, a atração deve tornar-se um dos principais pontos turísticos e culturais da cidade de Boston, sendo o primeiro museu de cera da Nova Inglaterra.

Com a visão de difundir a história americana entre turistas e moradores do Estado de Massachusetts, a primeira sala do museu é um “Hall Presidencial”, onde é possível encontrar-se com os 45 presidentes dos Estados Unidos. A semelhança dos bonecos do presidente John F. Kennedy e do presidente George Washington, por exemplo, impressionam pela riqueza de detalhes.

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As riquezas de detalhes do boneco da Rainha Elizabeth impressionam – FOTO: Paulo Lopes

Em entrevista ao Brazilian Times, um dos sócios do Dreamland Wax Museum, o empresário brasileiro Humberto Costa, mais conhecido como Beto Costa, contou que cada uma das obras de arte leva em média seis meses para ser produzida, e que dependendo da complexidade dos detalhes, pode levar até um ano. Além disso, a figura pode exigir mais de 20 artistas para a sua realização. “Cada cabelo é implantado manualmente e várias camadas finas de tinta são adicionadas ao longo das semanas para fornecer a absorção correta para atingir o tom de pele esperado”, relata Beto.

Para chegar a perfeição os materiais mais avançados são utilizados, desde próteses cirúrgicas até dentes de porcelana, para proporcionar maior durabilidade, força e realismo a figura, que na maioria das figuras ficam idênticos aos verdadeiros personagens.

Personalidades como os cantores Michael Jackson, Elvis Presley, Madonna, Justin Bieber e Amy Winehouse e os esportistas Michael Jordan, Usain Bolt e Pelé, também fazem parte do excelente e diversificado acervo, que em breve terá novidades quanto a personalidades também brasileiras. “Em breve teremos novidades, mas por questões contratuais, ainda não podemos adiantar os nomes”, relata Beto Costa.

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O hall com os 45 presidentes americanos é um dos destaques do museu – FOTO: Paulo Lopes

Não se espante se em uma das visitas ao Dreamland Wax Museum você encontra-se face a face com uma das personalidades em “carne e osso”, uma das próximas novidades do museu será a visita de algumas das celebridades homenageadas.

Durante a visita ainda é possível entrar em sala onde uma foto do visitante é tirada em diversos ângulos, sendo capturada detalhadamente e que poderá ser reproduzida em miniatura em uma tecnologia 3D, sendo uma das únicas empresas de entretenimento do mundo que proporcionam esse tipo de serviço. O Museu também conta com uma loja de souvenirs, com peças personalizadas do museu e também lembranças de Boston.

O Dreamland Wax Museum está localizado no 1 Washington Mall, em Boston (Massachusetts), e está aberto ao público de segunda à quarta-feira, das 10am às 7pm, de quinta à sábado das 10am às 9pm e aos domingos das 10am às 8pm. Os ingressos vão de $19.95 (crianças) à $24.95 (adultos). Uma dica é sempre checar o site: dreamlandwaxmuseum.com para verificar se não há o cupom de $5 de desconto nos ingressos.

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Os cantores Amy Winehouse e Michael Jackson também faz parte do acervo – FOTO: Paulo Lopes

Quilts of Southwest Чина. - Colchas de Suroeste Чина. China. - 西南绗缝的被窝。

Steve Chambers, Dallas residential architect, visited the Southwest China quilt exhibit at the Museum of International Folk Art (MoIFA) in Santa Fe to photograph the collection and interview Pam Najdowski, textile consultant and part of the acquisition team. Chambers Architects employs ethnographic textiles and objects of art in their interior design, so this was an excellent opportunity to learn about the techniques of quilt construction and standards the team used to select the top designs in this genre.

Whimsical fish in appliqué technique


Weaving is acknowledged to be one of the oldest surviving crafts in the world and traces back to Neolithic times, about 12,000 years ago. Before the actual craft of weaving was highly developed, the basic principle of interlacing was employed to fashion branches and twigs into fences, shelters, and baskets for protection and utility.

I dreamed there was an enormous web of beautiful fabric stretched out … covered all over with embroidered pictures. The pictures were illustrations of the myths of mankind but they were not just pictures, they were the myths themselves, so that the soft fabric was glittering and alive … time has gone and the whole history of man … is present in what I see now … the bright different colors of other parts of the world.


Weaving and quilting, with the eventual addition of appliqué and embroidery, expressed the identity of the textile maker and commitment to and membership in a specific community. Women and men told stories through esoteric designs that encoded their vision of the world. The work of textile makers was essential for the survival of important elements of ancient culture. Stories of events, suffering, and oppression could hide between the ‘warp and weft,’ when writings were destroyed to subjugate the culture.

The choice of color, motif, embellishment, and process identify the craftsman and the tribe. The symbolism, developed in the culture over time, was a form of visual or pre-written storytelling that communicated the folklore, beliefs, history, politics, status, kinship and messaging. Creative symbolism through abstraction is a characteristic of all arts and crafts.

Colorful hand-embroidered quilt

Quilts at the Museum of International Folk Art, Santa Fe.

Quilts of Southwest China opened at the Museum of International Folk Art (MoIFA) in Santa Fe in July 2017. It is the culmination of a three-year collaboration between three museums in the United States and three in China, spearheaded by the American and Chinese folklore societies and funded by the Henry Luce Foundation. Pam Najdowski, who owns the import company Textile Treasures, was a consultant for the project and helped to acquire many of the quilts on display. Chinese quilts have received little attention from scholars, collectors, or museums. The show is geared toward introducing the varied Chinese quilting traditions of Minority Peoples. Many quilts are from the collection at the Michigan State University Museum. Other pieces come from the Chinese museums and some are from MoIFA’s collection. The Quilts of the Southwest China show primarily includes the work of the Miao, Yao, Zhuang, Bouyei, Dai, Hui, and Maonan ethnic groups listed among the top twenty of the 56 minority people documented in the middle of the 20th century by the PRC.

Most of the quilts and textiles in the show are from the 20th century, but an area of the exhibit is dedicated to 21st-century quilts. As ethnic minority groups become exotic to China, a trend similar to the revival of Do-It-Yourself arts and crafts like knitting and quilting in the United States has popularized the fashion of ethnic minority groups throughout China.

Scholars, cultural practitioners, and local artists are beginning to document the art of quilt making. Museums can play a significant role to develop strategies to preserve the remaining historical textiles and the knowledge and skills of artists so that the tradition of making can continue and be passed down to future generations.


This quilt is a beautiful example of both appliqué and embroidery techniques

Who are the Minority Peoples of China?

Future of the Project

In the project’s first three years, researchers learned how to work with each other across cultures as well as across different informational and technological platforms. Another three-year grant has been secured and the project’s next steps will focus more intently in two communities in Guangxi Province.

Consultant and Adviser

Thank you to Pam Najdowski for her deep knowledge of the ethnic arts, culture, and geography of China’s Minority People. She owns the import company Textile Treasures and acquired many of the quilts for the Santa Fe MoIFA show. Pam lives in Santa Fe and has a booth at The Traveler’s Market at the DeVargas Center, where ethnographic and folk arts of Minority Peoples of China can be acquired. 

Terms:

Pam Najdowski (center), owner of Textile Treasures and Minority Peoples ethnographic expert, acquired many of the quilts for the Santa Fe MoIFA show.

Appliqué: the technique of layering down a series of small pieces of cut fabric to create a shape or image and fixed atop a solid bottom fabric with embroidery.

Embroidery: art of fabricating raised and ornamental designs in threads of silk, cotton, gold, silver, or other material, upon any woven fabric, leather, or paper with a needle.

Indigo dye: referred to as blue gold, indigo is a natural dye extracted from the leaves of the plant, genus Indigofera, the blue for denim fabrics.

Making of the Quilts of Southwest China (photo credit: Pam Najdowski)









Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.







--br via tradutor do google
Colchas de Suroeste Чина. China.

Sonhei que havia uma enorme rede de lindos tecidos esticados ... cobertos por fotos bordadas. As imagens eram ilustrações dos mitos da humanidade, mas não eram apenas imagens, eram os próprios mitos, de modo que o tecido macio era brilhante e vivo ... o tempo passou e toda a história do homem ... está presente no que eu vejo agora ... as cores brilhantes diferentes de outras partes do mundo.

Steve Chambers, arquiteto residencial de Dallas, visitou a exposição de quilt Southwest China no Museu de Arte Folclórica Internacional (MoIFA) em Santa Fé para fotografar a coleção e entrevistar Pam Najdowski, consultora têxtil e parte da equipe de aquisição. Chambers Architects emprega têxteis etnográficos e objetos de arte em seu design de interiores, então esta foi uma excelente oportunidade para aprender sobre as técnicas de construção de colchas e padrões que a equipe usou para selecionar os melhores projetos neste gênero.

Weaving é reconhecido como sendo um dos mais antigos manuais de sobrevivência do mundo e remonta aos tempos neolíticos, cerca de 12 mil anos atrás. Antes de o artesanato real de tecelagem ser altamente desenvolvido, o princípio básico de entrelaçamento foi empregado para ramos de moda e galhos em cercas, abrigos e cestas para proteção e utilidade.

Tecelagem e acolchoado, com a eventual adição de apliques e bordados, expressou a identidade do fabricante de têxteis e seu compromisso e associação em uma comunidade específica. Mulheres e homens contaram histórias através de projetos esotéricos que codificavam sua visão do mundo. O trabalho dos fabricantes de têxteis era essencial para a sobrevivência de elementos importantes da cultura antiga. Histórias de eventos, sofrimentos e opressões podiam se esconder entre a "urdidura e a trama", quando os escritos foram destruídos para subjugar a cultura.

A escolha de cor, motivo, embelezamento e processo identifica o artesão e a tribo. O simbolismo, desenvolvido na cultura ao longo do tempo, era uma forma de narrativa visual ou pré-escrita que comunicava o folclore, as crenças, a história, a política, o status, o parentesco e a mensagem. O simbolismo criativo através da abstração é uma característica de todas as artes e ofícios.

Quilts no Museu de Arte Folclórica Internacional, Santa Fe.

Quilts of Southwest China abriu no Museu de Arte Folclórica Internacional (MoIFA) em Santa Fé em julho de 2017. É o culminar de uma colaboração de três anos entre três museus nos Estados Unidos e três na China, liderada pelos americanos e chineses sociedades folclóricas e financiadas pela Fundação Henry Luce. Pam Najdowski, proprietária da empresa de importação Têxteis Têxteis, foi consultora do projeto e ajudou a adquirir muitas colchas em exibição. As colchas chinesas receberam pouca atenção de estudiosos, colecionadores ou museus. O show está orientado para a introdução das variadas tradições chinesas de acolhimento de Minority Peoples. Muitas colchas são da coleção no Museu da Universidade Estadual de Michigan. Outras peças provêm dos museus chineses e algumas são da coleção MoIFA. O programa Quilts of the Southwest China inclui principalmente o trabalho dos grupos étnicos Miao, Yao, Zhuang, Bouyei, Dai, Hui e Maonan, listados entre os vinte melhores dos 56 minoriais documentados em meados do século 20 pela RPC .

A maioria das colchas e têxteis no show são do século 20, mas uma área da exposição é dedicada às colchas do século XXI. À medida que os grupos de minorias étnicas se tornam exóticos para a China, uma tendência semelhante à revitalização das artes e ofícios do Do-It-Yourself, como tricô e quilting nos Estados Unidos, popularizou a moda dos grupos minoritários étnicos em toda a China.

Estudiosos, praticantes culturais e artistas locais estão começando a documentar a arte de fazer quilt. Os museus podem desempenhar um papel importante no desenvolvimento de estratégias para preservar os demais têxteis históricos e os conhecimentos e habilidades dos artistas para que a tradição de fazer possa continuar e ser transmitida às futuras gerações.

Quem são os povos minoritários da China?

Numerando mais de 1,3 bilhão, os Han chineses são o maior grupo étnico do mundo e o maior grupo nativo da China. As minorias étnicas na China são chinesas não-Han na República Popular da China (PRC). A China reconhece oficialmente 56 grupos minoritários étnicos, além da maioria Han. Embora os Hans sejam 91% da população, os grupos menores de Minoritários estão crescendo rapidamente.

Em terrenos montanhosos e comunidades rurais isoladas do sudoeste da China, as mulheres praticavam o artesanato do acolchoado até o século 20, fazendo cobertores, cobertores e estilhaços de bebê. Nessas aldeias, os revestimentos tradicionais de cama, vestuário e utensílios domésticos têm sido feitos há muito tempo de restos remendados e aplicados para criar têxteis artísticos e funcionais. Populado por muitos grupos étnicos minoritários, o campo tornou-se mais fácil de acessar à medida que a modernização se concretizou depois que o governo comunista ganhou o poder em 1949, com a construção de estradas e fábricas. Também se tornou mais conveniente para as pessoas locais comprarem bens produzidos em massa e, embora a tradição de estofamento se desvaneceu, ela não desapareceu. As mulheres continuaram a fazer pequenas e amorosas embarcações de bebê e pequenas colchas para amigos e familiares. A nova ênfase do governo na preservação do patrimônio cultural desses grupos deu vida à sua economia turística, da qual essas colchas se tornaram um produto integral.

Qual a diferença entre arte etnográfica e arte popular?

As artes etnográficas são artefatos, objetos utilitários ou estéticos, com mais de setenta e cinco anos. As artes populares são as tradições, cujo uso se estendeu às artes e ofícios do dia atual. Muitas das peças acolchoadas no show MoIFA Santa Fe seriam consideradas capas de edredão na tradição têxtil americana, mas, como colchas americanas, são feitas de restos de roupas antigas e outros tipos de tecido. As colchas chinesas são destemidas com a cor, e os desenhos dentro dos quadrados acolchoados contêm muitas linhas desiguais e curvas, enquanto o quilting americano tradicional é muito mais geométrico e simétrico.

As colchas da minoria chinesa utilizam símbolos de proteção, boa sorte, fertilidade ou, às vezes, retratam um conto popular ou um caos visual. Criaturas do mar, borboletas e outras flora e fauna povoam as colchas. As imagens podem ser religiosas, com simbolismo budista, islâmico ou cristão, bem como iconografia de muitas tradições de fé menores praticadas por grupos individuais. Grupos étnicos podem ser identificados pelo uso de certos motivos, cores ou temas. Os pesquisadores procuram informações sobre se as técnicas, cores, padrões, materiais e motivos de design indicam um étnico específico ou uma estética da aldeia, o que faz uma colcha bonita e quem determina esse padrão e se o tecido ou padrão pode ser usado para determinar a idade da colcha. Um elemento recorrente nas colchas é a resistência à simetria. Muitas vezes, um padrão pode parecer uniforme, mas um olhar mais próximo revelará a interrupção em um canto com uma cor inesperada ou uma linha quebrada.










--chines simplificado

西南绗缝的被窝。

我梦见有一个庞大的美丽的织物网络伸展...覆盖着绣花的照片。这些照片是人类神话的插图,但他们不仅仅是图片,他们是神话本身,所以柔软的面料闪闪发光,活着...时间已经到了,人类的整个历史现在在我现在看到的...世界其他地区的明亮不同的颜色。

达拉斯住宅建筑师史蒂夫·钱伯斯(Steve Chambers)访问了圣菲的国际民间艺术博物馆(MoIFA)的西南中国被子展览,拍摄了收藏品,并接受了纺织顾问Pam Najdowski和采购团队的一部分采访。钱伯斯建筑师在室内设计中使用人种学的纺织品和艺术品,所以这是一个很好的机会,可以了解这个类型的顶级设计中被子的施工技术和标准。

编织被认为是世界上最古老的幸存工艺之一,并追溯到大约12,000年前的新石器时代。在实际编织工艺高度发达之前,采用交织的基本原则,将树枝和枝条分为栅栏,避难所和篮子,以保护和实用。

编织和绗缝,最终添加了贴花和刺绣,表达了纺织品制造商的身份,承诺和成为一个特定的社区。女人和男人通过深奥的设计讲述了他们对世界的看法的故事。纺织品制造商的工作对古代文化重要元素的生存至关重要。事件,痛苦和压迫的故事可能会在文字被破坏以征服文化的同时隐藏在“经纬”之间。

颜色,图案,点缀和过程的选择识别工匠和部落。随着时间的推移,文化中发展的象征意义是一种视觉或预先写的故事讲述,传达民间文学,信仰,历史,政治,地位,亲属关系和信息。抽象创意象征主义是所有艺术和工艺的特征。

国际民间艺术博物馆的被子,圣菲。

西南中国的被子在二零零七年七月在圣菲举行的国际民间艺术博物馆(MoIFA)开幕。这是美国三大博物馆和中国三大博物馆三年合作的高潮,由美国和中国人带头民间社会组织,由亨利·卢斯基金会资助。拥有进口公司Textile Treasures的Pam Najdowski是该项目的顾问,并帮助收购了许多被展出的棉被。中国被子不受学者,收藏家或博物馆的关注。这个节目旨在引进少数民族各种各样的绗缝传统。许多被子从密歇根州立大学博物馆收藏。其他作品来自中国博物馆,其中一些来自MoIFA的收藏。中国西南地区的被遗嘱主要包括中华人民共和国二十世纪中叶记载的56个少数民族中前20名的苗族,瑶族,壮族,彝族,彝族,彝族,壮族,彝族,彝族, 。

大多数被子和纺织品都是从二十世纪开始的,但展览的一个领域是21世纪的被子。随着少数民族群众对中国的异国情调,与美国“自制自制”手工艺品复兴相似的趋势普及了中国少数民族的时尚潮流。

学者,文化实践者和当地艺术家们开始记录被子的艺术。博物馆可以发挥重要作用,制定战略,以保留剩余的历史纺织品以及艺术家的知识和技能,使制作传统能够持续下去,传承给子孙后代。

中国少数民族是谁?

项目的未来

在项目前三年,研究人员了解到如何在不同文化和不同的信息技术平台之间相互合作。又获得了三年的补助金,项目的下一步将更加专注于广西两个社区。

顾问和顾问

感谢Pam Najdowski对中国少数民族民族文化,文化和地理的深刻了解。她拥有进口公司Textile Treasures,并收购了Santa Fe MoIFA秀的许多被子。帕姆生活在圣菲,在德瓦尔加斯中心的旅行者市场上设有一个摊位,可以获得中国少数民族人民民族和民间艺术。

条款:

贴布:将一系列小块切割织物分层以形成形状或图像,并用刺绣固定在坚实的底部织物上的技术。

刺绣:在丝绸,棉花,金,银或其他材料的丝线上制作凸起和装饰设计的艺术,在任何机织织物,皮革或具有针的纸上。

靛蓝染料:称为蓝金,靛蓝是从植物的叶子提取的天然染料,靛蓝属,牛仔面料的蓝色。

制作西南被褥(图片来源:Pam Najdowski)