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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Neues Museum - Museu Neues - Neues Museum - Музей Neues - 新博物馆

About us
The opening of the Neues Museum marked a key chapter in the history of 19th-century art, museum design, and technology. Designed by Friedrich August Stüler and built from 1843 to 1855, the building suffered severe damage during World War II, after which it was left as an abandoned bombsite. Emergency measures to secure the structure were only taken in the 1980s.

Painstaking restoration work got under way in 2003 and was undertaken by the offices of the British architect David Chipperfield. The building’s façade and interiors were carefully preserved, the scars of the war were not patched over but rather incorporated into the restoration of the landmarked building. What emerged was a restored historical building that is simultaneously a modern museum. Chipperfield thus managed to lend this extraordinary building and former ruin a unique and wholly authentic splendour.


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The ‘Crown of Kerch’. This diadem of a noble lady was discovered in a Migration-period tomb in Kerch, in the ancient city of Panticapaion, Crimea. It is inlayed with red, garnet gemstones. Late 4th/1st half of 5th Century AD. © Römisch-Germanisches Museum/Rheinisches Bildarchiv Cologne


The museum reopened its doors to the public in 2009 and combines geographically and thematically related exhibits pooled together from three separate collections at the Staatliche Museen zu Berlin: the collection of Egyptian art from the Ägyptisches Museum und Papyrussammlung, of prehistoric objects from the Museum für Vor- und Frühgeschichte, and of classical antiquities from the Antikensammlung. This joint exhibition featuring exhibits of unparalleled breadth and diversity allows visitors to trace the development of prehistoric and protohistoric cultures, spanning from the Middle East to the Atlantic, from north Africa to Scandinavia.


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Raum "Knabe von Xanten" © Staatliche Museen zu Berlin / Achim Kleuker




About the collections
Two collections have taken up permanent residency in the Neues Museum to present their archaeological treasures to the public: the Ägyptisches Museum und Papyrussammlung and the Museum für Vor- und Frühgeschichte, with objects 'on loan' from the Antikensammlung.

Ägyptisches Museum und Papyrussammlung
The Ägyptisches Museum und Papyrussammlung provides a comprehensive insight into the continuities and changes that occurred over the course of four millennia in ancient Egyptian and Nubian cultures. The exhibition starts with the history of the collection and of Egyptology itself. Moving from the display of portrait heads of various kings, the exhibition leads to the magnificent Berlin Green Head, illustrating how sculpture progressed as an art form, before coming to the three chambers of offerings dating from the Old Kingdom that bring to life tomb architecture and relief art. The main floor primarily features sculpture in the round. The typological display of private figures is followed by works from the Amarna period including the famous head of Tiy and the world-renowned bust of Nefertiti. The tour through Egypt ends in the Library of Antiquity, containing a selection of texts and literary works taken from the culture of writing that stretches all the way from Ancient Egypt down to late antiquity. The lower-ground level, meanwhile, is dedicated to everyday life, the afterlife and the cult of the gods.

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Der Ägyptische Hof des Neuen Museums © 
Staatliche Museen zu Berlin / Bernd Weingart


Museum für Vor- und Frühgeschichte, featuring objects from the Antikensammlung.

With 6000 exhibits on view, the Museum für Vor- und Frühgeschichte presents a sweeping survey of archaeological finds from the whole of Europe and parts of Asia, which bring to life the cultural history of these regions from the Stone Age up to the Middle Ages. They are joined by artworks from classical antiquity from the Antikensammlung.

On the ground floor, the room 'Odin, Urns and Looted Art' greets visitors with original, 19th-century wall paintings of Nordic mythological scenes. This is followed by the rooms dedicated to Heinrich Schliemann’s collection of artefacts from Troy and the cultural history of neighbouring Cyprus. The route around the first floor starts with the archaeology of the Roman provinces and depictions of Rome’s Germanic northern neighbours. Artefacts in the next room range from late antiquity to the start of Christian Western culture. Finally, the second floor takes visitors back to the Stone Age with the Neanderthal from Le Moustier, the Bronze Age with the Berlin Gold Hat, and the diverse culture of the pre-Roman Iron Age. The exhibition ends with a selection of the many artefacts held in the study collection, presented in historical cabinets in a style that is richly evocative of the original exhibition format which the very first visitors to the museum would have experienced some 150 years ago.


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Raum "Roms Provinzen" © Staatliche Museen zu Berlin / Achim Kleuker












 "Eu só quero pensar no futuro e não ficar triste." Elon Musk.
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Culture is not what enters the eyes and ears, but what modifies the way of looking and hearing

A museum is not just a place for treasured artefacts, but a vibrant space where history truly comes alive!






--br via tradutor do google
Museu Neues


Sobre nós
A inauguração do Neues Museum marcou um capítulo importante na história da arte, do design do museu e da tecnologia do século XIX. Projetado por Friedrich August Stüler e construído de 1843 a 1855, o edifício sofreu graves danos durante a Segunda Guerra Mundial, após o que foi deixado como um local de bombardeio abandonado. Medidas de emergência para garantir a estrutura foram tomadas apenas na década de 1980.

O meticuloso trabalho de restauração começou em 2003 e foi realizado pelos escritórios do arquiteto britânico David Chipperfield. A fachada e os interiores do edifício foram cuidadosamente preservados, as cicatrizes da guerra não foram remendadas, mas incorporadas na restauração do edifício de referência. O que emergiu foi um edifício histórico restaurado que é simultaneamente um museu moderno. Chipperfield, assim, conseguiu dar a este edifício extraordinário e à antiga ruína um esplendor único e totalmente autêntico.


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A "coroa de Kerch". Este diadema de uma nobre dama foi descoberto em uma tumba do período migratório em Kerch, na antiga cidade de Panticapaion, na Crimeia. É incrustado com pedras vermelhas de granada. Final 4ª / 1ª metade do 5º século AD. © Museu Römisch-Germanisches / Rheinisches Bildarchiv Colônia

O museu reabriu suas portas ao público em 2009 e combina exposições geograficamente e tematicamente relacionadas reunidas de três coleções separadas no Staatliche Museen zu Berlin: a coleção de arte egípcia do Museu Egípcio e Papyrussammlung, de objetos pré-históricos do Museum für Vor - und Frühgeschichte, e de antiguidades clássicas do Antikensammlung. Esta exposição conjunta apresentando exposições de amplitude e diversidade inigualáveis ​​permite aos visitantes traçar o desenvolvimento de culturas pré-históricas e proto-históricas, desde o Oriente Médio até o Atlântico, do norte da África à Escandinávia.


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Raum "Knabe von Xanten" © Staatliche Museen zu Berlim / Achim Kleuker

Sobre as coleções
Duas coleções adquiriram residência permanente no Museu Neues para apresentar seus tesouros arqueológicos ao público: o Museu Egípcio e Papyrussammlung e o Museu de Vor und Frühgeschichte, com objetos "emprestados" da Antikensammlung.

Ägyptisches Museum und Papyrussammlung
O Museu Egípcio e Papyrussammlung fornece uma visão abrangente sobre as continuidades e mudanças que ocorreram ao longo de quatro milênios nas antigas culturas egípcia e núbia. A exposição começa com a história da coleção e da própria egiptologia. Passando da exibição de cabeças de retratos de vários reis, a exposição leva à magnífica Berlin Green Head, ilustrando como a escultura progrediu como uma forma de arte, antes de chegar às três câmaras de oferendas que datam do Antigo Império que dão vida à arquitetura tumba e arte em relevo. O piso principal apresenta principalmente escultura na rodada. A exibição tipológica de figuras particulares é seguida por obras do período de Amarna, incluindo a famosa cabeça de Tiy e o mundialmente famoso busto de Nefertiti. A turnê pelo Egito termina na Biblioteca da Antiguidade, contendo uma seleção de textos e obras literárias tiradas da cultura da escrita que se estende desde o Egito Antigo até a antiguidade tardia. O nível do solo, entretanto, é dedicado à vida cotidiana, à vida após a morte e ao culto dos deuses.

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Museu Egípcio dos Museus de Neuenstadt © Staatliche Museen zu Berlin / Bernd Weingart


Museum für Vor- und Frühgeschichte, com objetos do Antikensammlung.

Com 6000 exposições em exposição, o Museum für Vor- und Frühgeschichte apresenta um amplo levantamento de achados arqueológicos de toda a Europa e partes da Ásia, que dão vida à história cultural dessas regiões, desde a Idade da Pedra até a Idade Média. Eles são unidos por obras de arte da antiguidade clássica da Antikensammlung.

No piso térreo, a sala 'Odin, Urns e Looted Art' recebe os visitantes com originais pinturas murais do século XIX de cenas mitológicas nórdicas. Isto é seguido pelos quartos dedicados à coleção de artefatos de Heinrich Schliemann de Tróia e a história cultural do vizinho Chipre. A rota em torno do primeiro andar começa com a arqueologia das províncias romanas e representações dos vizinhos germânicos de Roma do norte. Artefatos na sala ao lado vão desde a antiguidade tardia até o início da cultura cristã ocidental. Finalmente, o segundo andar leva os visitantes de volta à Idade da Pedra com o Neandertal de Le Moustier, a Idade do Bronze com o Chapéu de Ouro de Berlim e a cultura diversificada da Idade do Ferro pré-romana. A exposição termina com uma seleção dos muitos artefatos mantidos na coleção de estudos, apresentados em gabinetes históricos em um estilo que é ricamente evocativo do formato original da exposição que os primeiros visitantes do museu teriam experimentado há 150 anos.


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Raum "Roms Provinzen" © Staatliche Museen zu Berlim / Achim Kleuker








--alemão via tradutor do google
Neues Museum


Über uns
Die Eröffnung des Neuen Museums war ein wichtiges Kapitel in der Geschichte der Kunst, des Museumsdesigns und der Technologie des 19. Jahrhunderts. Das von Friedrich August Stüler entworfene und von 1843 bis 1855 erbaute Gebäude wurde im Zweiten Weltkrieg schwer beschädigt und danach als verlassene Bombe zurückgelassen. Notfallmaßnahmen zur Sicherung der Struktur wurden erst in den 1980er Jahren ergriffen.

Im Jahr 2003 wurden umfangreiche Restaurierungsarbeiten in Angriff genommen, die von den Büros des britischen Architekten David Chipperfield durchgeführt wurden. Die Fassade und die Innenräume des Gebäudes wurden sorgfältig erhalten, die Narben des Krieges wurden nicht überbrückt, sondern in die Restaurierung des denkmalgeschützten Gebäudes integriert. Herausgekommen ist ein restauriertes historisches Gebäude, das gleichzeitig ein modernes Museum ist. So ist es Chipperfield gelungen, diesem außergewöhnlichen Gebäude und der ehemaligen Ruine eine einzigartige und vollkommen authentische Pracht zu verleihen.


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Die "Krone von Kertsch". Dieses Diadem einer adligen Dame wurde in einem Grabmal der Völkerwanderung in Kertsch in der antiken Stadt Panticapaion auf der Krim entdeckt. Es ist mit roten, Granat Edelsteinen eingelegt. Spät 4. / 1. Hälfte des 5. Jahrhunderts nach Christus. © Römisch-Germanisches Museum / Rheinisches Bildarchiv Köln

Das Museum öffnete 2009 seine Pforten wieder und verbindet geographisch und thematisch verwandte Exponate aus drei verschiedenen Sammlungen der Staatlichen Museen zu Berlin: die Sammlung ägyptischer Kunst aus dem Ägyptischen Museum und der Papyrussammlung, von prähistorischen Objekten aus dem Museum für Vor - und Frühgeschichte, und der klassischen Altertümer aus der Antikensammlung. Diese gemeinsame Ausstellung mit Exponaten von unvergleichlicher Breite und Vielfalt ermöglicht es den Besuchern, die Entwicklung prähistorischer und frühgeschichtlicher Kulturen vom Nahen Osten bis zum Atlantik, von Nordafrika bis Skandinavien zu verfolgen.


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Raum "Knabe von Xanten" © Staatliche Museen zu Berlin / Achim Kleuker

Über die Sammlungen
Zwei Sammlungen haben sich im Neuen Museum dauerhaft niedergelassen, um ihre archäologischen Schätze der Öffentlichkeit zu präsentieren: das Ägyptische Museum und die Papyrussammlung und das Museum für Vor- und Frühgeschichte, mit Leihgaben aus der Antikensammlung.

Ägyptisches Museum und Papyrussammlung
Das Ägyptische Museum und die Papyrussammlung geben einen umfassenden Einblick in die Kontinuitäten und Veränderungen, die sich im Laufe von vier Jahrtausenden in der alten ägyptischen und nubischen Kultur ereigneten. Die Ausstellung beginnt mit der Geschichte der Sammlung und der Ägyptologie. Englisch: www.db-artmag.de/2003/8/e/2/45.php Von der Darstellung der Porträtköpfe verschiedener Könige ausgehend, führt die Ausstellung zum prachtvollen Berliner Grünen Kopf, der den Fortgang der Skulptur als Kunstform veranschaulicht, bevor sie zu den drei Grabkammern des Alten Reiches kommt, die die Grabarchitektur und das Leben beleben Reliefkunst. Das Hauptgeschoss zeigt hauptsächlich Skulpturen in der Runde. Auf die typologische Darstellung privater Figuren folgen Arbeiten aus der Amarna-Zeit, darunter der berühmte Kopf von Tiy und die weltberühmte Büste der Nofretete. Der Rundgang durch Ägypten endet in der Bibliothek der Antike mit einer Auswahl an Texten und literarischen Werken aus der Schriftkultur, die sich vom antiken Ägypten bis in die Spätantike erstrecken. Die untere Ebene ist dem Alltagsleben, dem Jenseits und dem Kult der Götter gewidmet.

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Der Ägyptische Hof des Neuen Museums © Staatliche Museen zu Berlin / Bernd Weingart


Museum für Vor- und Frühgeschichte mit Objekten aus der Antikensammlung.

Mit 6000 Exponaten zeigt das Museum für Vor- und Frühgeschichte eine umfassende Übersicht archäologischer Funde aus ganz Europa und Teilen Asiens, die die Kulturgeschichte dieser Regionen von der Steinzeit bis zum Mittelalter lebendig werden lassen. Hinzu kommen Kunstwerke aus der Antike aus der Antikensammlung.

Im Erdgeschoss empfängt der Raum "Odin, Urnen und geraubte Kunst" seine Besucher mit originalen Wandgemälden aus nordischen mythologischen Szenen aus dem 19. Jahrhundert. Es folgen die Räume, die Heinrich Schliemanns Sammlung von Artefakten aus Troja und die Kulturgeschichte des benachbarten Zypern gewidmet sind. Die Route um den ersten Stock beginnt mit der Archäologie der römischen Provinzen und Darstellungen der nördlichen germanischen Nachbarn. Artefakte im nächsten Raum reichen von der Spätantike bis zum Beginn der christlichen westlichen Kultur. Der zweite Stock führt mit dem Neandertaler aus Le Moustier, der Bronzezeit mit dem Berliner Goldhut und der vielfältigen Kultur der vorrömischen Eisenzeit zurück in die Steinzeit. Die Ausstellung endet mit einer Auswahl der zahlreichen in der Studiensammlung aufbewahrten Artefakte, die in historischen Schränken in einem Stil präsentiert werden, der an das ursprüngliche Ausstellungsformat erinnert, das die allerersten Besucher des Museums vor 150 Jahren erlebt haben.


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Raum "Roms Provinzen" © Staatliche Museen zu Berlin / Achim Kleuker






--ru via tradutor do google
Музей Neues


О нас
Открытие музея Нойз стало ключевой главой в истории искусства 19-го века, музейного дизайна и технологий. Разработанный Фридрихом Августом Штюлером и построенный с 1843 по 1855 год, здание во время Второй мировой войны нанесло серьезный урон, после чего его оставили в качестве заброшенной бомбы. Чрезвычайные меры по обеспечению структуры были приняты только в 1980-х годах.

В 2003 году начались кропотливые реставрационные работы, которые проводили офисы британского архитектора Дэвида Чипперфилда. Фасад и интерьеры здания были тщательно сохранены, шрамы войны не были заделаны, а были включены в реставрацию здания, отмеченного знаками. Возникло восстановленное историческое здание, одновременно являющееся современным музеем. Chipperfield таким образом удалось одолжить этому необычному зданию и прежней руине уникальное и полностью аутентичное великолепие.


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«Корона Керчи». Эта диадема благородной женщины была обнаружена в могильной могиле в Керчи, в древнем городе Пантикапейон, в Крыму. Он инкрустирован красными гранатовыми драгоценными камнями. Конец 4-й / 1-й половины 5-го века н.э. © Römisch-Germanisches Museum / Rheinisches Bildarchiv Cologne

Музей вновь открыл свои двери для публики в 2009 году и объединил географически и тематически связанные экспонаты, объединенные из трех отдельных коллекций в Staatliche Museen zu Berlin: сборник египетского искусства из Ägyptisches Museum und Papyrussammlung, из доисторических предметов из Музея für Vor - und Frühgeschichte, и классических древностей от Antikensammlung. Эта совместная выставка с участием экспонатов с беспрецедентной широтой и разнообразием позволяет посетителям проследить развитие доисторических и протоисторических культур, простирающихся от Ближнего Востока до Атлантики, от Северной Африки до Скандинавии.


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Раум «Кнабе фон Ксантен» © Staatliche Museen zu Berlin / Achim Kleuker

О коллекциях
Две коллекции заняли постоянное место жительства в Музее Neues, чтобы представить свои археологические сокровища для публики: Музей Ägyptisches и Papyrussammlung и Музей для Vor- und Frühgeschichte, с объектами «в кредит» от Antikensammlung.

Ägyptisches Museum und Papyrussammlung
Музей Ägyptisches and Papyrussammlung обеспечивает всестороннее понимание непрерывности и изменений, которые произошли в течение четырех тысячелетий в древнегипетской и нубийской культурах. Выставка начинается с истории коллекции и самой египтологии. Переходя от дисплея портретов разных королей, выставка ведет к великолепной берлинской зеленой голове, иллюстрируя, как скульптура прогрессировала как художественная форма, прежде чем придти в три палаты предложений из Старого Королевства, которые оживляют архитектуру могилы и Рельефное искусство. Основной этаж в основном состоит из скульптуры в раунде. Типологический показ частных фигур сопровождается произведениями периода Амарны, в том числе знаменитым главой Тия и всемирно известным бюстом Нефертити. Экскурсия по Египту заканчивается в Библиотеке Античности, содержащей подборку текстов и литературных произведений, взятых из культуры письма, которая простирается от Древнего Египта до поздней античности. Тем временем нижний уровень земли посвящен повседневной жизни, загробной жизни и культу богов.

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Der Ägyptische Hof des Neuen Музеи © Staatliche Museen zu Берлин / Бернд Вайнгарт


Museum für Vor- und Frühgeschichte, в котором представлены объекты Antikensammlung.

Имея 6000 экспонатов, Музей для фьордов и фрухшечихте представляет собой обширный обзор археологических находок со всей Европы и частей Азии, которые оживляют культурную историю этих регионов от каменного века до средневековья. К ним присоединяются произведения из классической древности из антикеманмлунга.

На первом этаже комната «Один, Урны и украденное искусство» приветствует посетителей оригинальными настенными росписями северных мифов 18-го века. За этим следуют комнаты, посвященные коллекции артефактов Генриха Шлимана из Трои и истории культуры соседнего Кипра. Маршрут вокруг первого этажа начинается с археологии римских провинций и изображений немецких северных соседей Рима. Артефакты в соседней комнате варьируются от поздней античности до начала христианской западной культуры. Наконец, второй этаж возвращает посетителей к каменному веку с неандертальцем из Ле Мустье, бронзовым веком с берлинской золотой шляпой и разнообразной культурой до римского железного века. Выставка заканчивается выбором многих артефактов, хранящихся в сборнике исследований, представленных в исторических кабинетах в стиле, богатом воспоминанием о оригинальном формате выставки, который первые посетители музея испытали около 150 лет назад.


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Раум «Ромс Провинц» © Staatliche Museen zu Berlin / Achim Kleuker










--chines simplificado via tradutor do google
新博物馆


关于我们
新博物馆的开幕标志着19世纪艺术,博物馆设计和技术史上的关键篇章。该建筑由弗里德里希·奥古斯特·图勒(FriedrichAugustStüler)设计,建于1843年至1855年,在第二次世界大战期间遭受了严重破坏,之后被遗弃为废弃的炸弹。仅在20世纪80年代采取了确保结构的紧急措施。

2003年开展了艰苦的修复工作,由英国建筑师David Chipperfield的办公室承担。该建筑的外立面和内部都经过精心保护,战争的伤痕没有修补,而是融入了具有里程碑意义的建筑的修复中。出现的是一座经过修复的历史建筑,同时也是一座现代博物馆。奇普菲尔德因此成功地将这座非凡的建筑物和前废墟带入了一个独特而完全真实的辉煌。


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'刻赤之冠'。这个贵族女王的王冠是在克里奇的一个移民时期的坟墓中发现的,位于克里米亚的古城Panticapaion。它镶嵌着红色石榴石宝石。公元5世纪末4世纪/上半叶。 ©Römisch-Germanisches Museum / Rheinisches Bildarchiv Cologne

博物馆于2009年重新向公众开放,并将地理和主题相关的展品汇集在柏林国家博物馆的三个独立收藏中:来自ÄgyptischesMuseum和Papyrussammlung的埃及艺术品收藏,以及来自博物馆的史前物品。 - undFrühgeschichte,以及Antikensammlung的古典文物。这个联合展览展出了无与伦比的广度和多样性,让游客可以追溯从中东到大西洋,从北非到斯堪的纳维亚半岛的史前和原始文化的发展。


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Raum“Knabe von Xanten”©Staatliche Museen zu Berlin / Achim Kleuker

关于收藏品
两个藏品在Neues博物馆永久居住,向公众展示他们的考古珍品:ÄgyptischesMuseumund Papyrussammlung和MuseumfürVor-undFrühgeschichte,以及来自Antikensammlung的“贷款”物品。

ÄgyptischesMuseumund Papyrussammlung
ÄgyptischesMuseumund Papyrussammlung提供了对古埃及和努比亚文化在四千年中发生的连续性和变化的全面洞察。展览从收藏历史和埃及学本身开始。从展出各种国王的肖像头开始,展览将引领壮观的柏林绿头,展示雕塑作为一种艺术形式如何发展,然后来到古老王国的三个祭祀室,为生活坟墓建筑和救济艺术。主楼主要以圆形雕塑为特色。私人人物的类型展示之后是Amarna时期的作品,包括着名的Tiy团长和世界着名的Nefertiti半身像。通过埃及的旅行结束于古代图书馆,其中包含从古埃及到古代一直延伸的文字和文学作品。与此同时,低地层致力于日常生活,来世和众神崇拜。

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DerÄgyptischeHofdes Neuen博物馆©Staatliche Museen zu Berlin / Bernd Weingart


MuseumfürVor-undFrühgeschichte博物馆,设有Antikensammlung的物品。

随着6000件展品的展出,FürVor-undFrühgeschichte博物馆对来自整个欧洲和亚洲部分地区的考古发现进行了全面的调查,从石器时代到中世纪,这些地区的文化历史栩栩如生。他们与来自Antikensammlung的古典古代艺术品相结合。

在一楼,“Odin,Urns and Looted Art”房间以19世纪原始的北欧神话场景壁画迎接游客。接下来是致力于Heinrich Schliemann收集特洛伊文物和邻近塞浦路斯文化历史的房间。一楼的路线始于罗马省的考古学和罗马日耳曼北部邻居的描绘。隔壁房间的人工制品,从古代晚期到基督教西方文化的开始。最后,二楼带着游客回到石器时代,来自Le Moustier的Ne​​anderthal,青铜时代的柏林金帽,以及前罗马铁器时代的多元文化。展览以研究系列中的许多文物作为结束,在历史橱柜中展示的风格充满了原始展览形式,这是博物馆的第一批参观者大约150年前所经历的展览形式。


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Raum“Roms Provinzen”©Staatliche Museen zu Berlin / Achim Kleuker














Grandmother Cici and Pierre Verger's relationship with candomblé. THE ANCESTRAL KNOWLEDGE OF STORIES. - Vovó Cici e a relação de Pierre Verger com o candomblé. O SABER ANCESTRAL DAS HISTÓRIAS. - Das Verhältnis der Großmutter Cici und Pierre Verger zu Candomblé. DAS ANKESTRALE WISSEN DER GESCHICHTEN.. - Бабушка Чичи и отношения Пьера Вергера с кандомбле. АНКЕТРАЛЬНОЕ ЗНАНИЕ ИСТОРИИ. - 祖母Cici和Pierre Verger与candomblé的关系。对故事的了解。 -

It tells a Yoruba story that in the old days in the old city of Ilê-Ifé in Africa, the elders were responsible for the education of the community. They went to the marketplace - where people from many different backgrounds met -, sat in the shade of a sacred tree and transmitted teachings through storytelling.

In Salvador, Bahia, Brazil, more precisely at Engenho Velho de Brotas, Nanci de Souza, 78, performs almost the same function - were it not for instead of telling the story to the children who attend the Cultural Space Pierre Verger. It is there that Grandma Cici, as she is known by all, dedicates her time to the transmission of ancestral Afro-Brazilian wisdom for more than a decade. It has stories of orixás, but also has saci pererê, pink boto, mule without head and until haunting - the preferred ones of the attentive eyes and ears of the small ones.

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"The 'Brasis' culture has many stories and has the black stories. The black stories that are not of Orixá and those that are of Orixá. What were the stories the nannies told to the little girl's daughters? Of haunting. History of orixá you will learn inside the candomblé when you do santo. I've been listening to so much ... What about an Indian story? You have to count too, because it's part and nobody counts, "he explains.

Grandma Cici is from Rio de Janeiro, but she has lived in Salvador for 46 years - the same amount of time she has started at candomblé. He says that he came to live in the capital of Bahia by the undoubted choice of the orixá, after making a saint in Ilê Axé Opô Aganjú, by babalorixá Balbino Daniel de Paula. Balbino was a friend of Pierre Verger's, with whom Cici, in life's laps, was invited to work long after meeting him, identifying images of the photographer's collection, which she respectfully refers to as "my father Fatumbi" .

"When I met [Pierre Verger], by candomblé hierarchy, I was not even close. Then I started to get close, talk to him. Years later, I was invited by Angela [Lühning, director of the Pierre Verger Foundation] to come and work with my father Fatumbi. He knew me, knew I had some knowledge, some interesting stories, "he recalls.

Verger was a babalao, a priest of the cult of Ifá, and devoted much of his work to photographing and studying Afro-Bahian culture and its interlacings. Among the 11,000 images he and Cici, Bahia and Benin identified in West Africa, seem to be part of the same story - and they do. Pictures of religious ceremonies and everyday scenes point to indisputable similarities between people so far apart.

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"Bahia, Brazil, is the largest black colony outside of Africa. I had two dreams in my life: to meet Cuba and Benin. Cuba I've already met, Benin, God willing, I'll meet. Bahia is part of Africa in the Americas, there is no way to say no. The only place similar to Bahia is Habana Vieja [in Cuba], it is Bahia that speaks Spanish. Even laughter is very similar. "

The headquarters of the Pierre Verger Foundation works where the photographer lived for almost 40 years. Attached to it is the Cultural Space, a large covered square surrounded by a lot of green, where music workshops, cooking, capoeira wheels, computer classes and other activities for children and adolescents in the neighborhood are held, risk. In the morning, Vovó Cici receives researchers and in the afternoon, she dedicates herself to activities with the children.


The headquarters of the Pierre Verger Foundation works where the photographer lived for almost 40 years. Attached to it is the Cultural Space, a large covered square surrounded by a lot of green, where music workshops, cooking, capoeira wheels, computer classes and other activities for children and adolescents in the neighborhood are held, risk. In the morning, Vovó Cici receives researchers and in the afternoon, she dedicates herself to activities with the children.

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"Who asked for the Little Mermaid story?" He asked.

A little girl raised her arm.

"Do you know where the Little Mermaid story comes from?"

With the girl's refusal, Grandma Cici called her near the map and pointed to Denmark.

"Can you see where it comes from?" A little country, you hardly think. But still, he found the Mermaid's story. Who asked for Peter Pan? And Alice in Wonderland?

And he pointed to England, indicating where the two stories came from.

- Anyone know any history of Brazil to tell Grandma Cici?

To his disappointment, no child knew. "They only knew of the other culture that is not theirs. That's why there are kids that you give a black doll and she does not want, just wants blonde doll. The person without culture does not know its roots. Through culture you have many answers to the whys of life ", reinforces Grandma of so many grandchildren. Wise as only they know how to be.







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--br
Vovó Cici e a relação de Pierre Verger com o candomblé. O SABER ANCESTRAL DAS HISTÓRIAS.

Conta uma história iorubá que, em outros tempos, na antiga cidade de Ilê-Ifé, na África, os mais velhos eram responsáveis pela educação da comunidade. Iam ao mercado – lugar onde pessoas das mais diversas origens se encontravam -, sentavam-se à sombra de uma árvore sagrada e transmitiam ensinamentos por meio da contação de histórias.

Em Salvador, Bahia, Brasil,  mais precisamente no Engenho Velho de Brotas, Nanci de Souza, de 78 anos, cumpre quase a mesma função – não fosse por, em vez do mercado, narrar suas histórias para as crianças que frequentam o Espaço Cultural Pierre Verger. É lá que Vovó Cici, como é conhecida por todos, dedica seu tempo à transmissão da sabedoria ancestral afro-brasileira há mais de uma década. Tem histórias de orixás, mas também tem saci pererê, boto cor de rosa, mula sem cabeça e até assombração – as preferidas dos olhos e ouvidos atentos dos pequenos.

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“A cultura dos ‘Brasis’ tem muitas histórias e tem as histórias negras. As histórias negras que não são de orixá e as que são de orixá. Quais eram as histórias que as babás contavam para as filhas do sinhô? De assombração. História de orixá você vai aprender dentro do candomblé quando você faz santo. Eu fiquei ouvindo tanta coisa… E história de índio? Tem que contar também, porque faz parte e ninguém conta”, explica.

Vovó Cici é carioca, mas mora em Salvador há 46 anos – mesma quantidade de tempo que tem de iniciada no candomblé. Diz que veio morar na capital da Bahia por escolha incontestável do orixá, depois de fazer santo no Ilê Axé Opô Aganjú, do babalorixá Balbino Daniel de Paula. Balbino era amigo de Pierre Verger, com quem Cici, nas voltas que a vida dá, foi convidada a trabalhar tempos depois de conhecê-lo, na identificação de imagens do acervo do fotógrafo, a quem ela se refere respeitosamente como “meu pai Fatumbi”.

“Quando conheci [Pierre Verger], por hierarquia de candomblé, eu não chegava nem perto. Depois comecei a chegar perto, falar com ele. Anos depois, fui convidada pela Angela [Lühning, diretora da Fundação Pierre Verger] a vir trabalhar com meu pai Fatumbi. Ele me conhecia, sabia que eu tinha algum conhecimento, algumas histórias interessantes”, relembra.

Verger era babalaô, sacerdote do culto de Ifá, e dedicou boa parte de seu trabalho a fotografar e estudar a cultura afro-baiana e seus entrelaces. Entre as 11 mil imagens identificadas por ele e Cici, Bahia e Benin, na África Ocidental, paracem fazer parte de uma mesma história – e fazem. Fotos de cerimônias religiosas e cenas do cotidiano apontam semelhanças indiscutíveis entre povos tão distantes geograficamente.

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“A Bahia é a maior colônia negra fora da África. Eu tinha dois sonhos na minha vida: conhecer Cuba e o Benin. Cuba eu já conheci, o Benin, se Deus quiser, eu vou conhecer. A Bahia é o pedaço da África nas Américas, não tem como dizer que não. O único lugar similar a Bahia é Habana Vieja [em Cuba], é a Bahia que fala espanhol. Até a risada é muito parecida”.


A sede da Fundação Pierre Verger funciona onde morou o fotógrafo por quase 40 anos. Anexo a ela, está o Espaço Cultural, uma ampla praça coberta e cercada por muito verde, onde são realizadas oficinas de música, culinária, rodas de capoeira, aulas de informática e outras atividades para crianças e adolescentes do bairro, muitos em situação de alto risco. De manhã, Vovó Cici recebe pesquisadores e à tarde, dedica-se às atividades com as crianças.

A sede da Fundação Pierre Verger funciona onde morou o fotógrafo por quase 40 anos. Anexo a ela, está o Espaço Cultural, uma ampla praça coberta e cercada por muito verde, onde são realizadas oficinas de música, culinária, rodas de capoeira, aulas de informática e outras atividades para crianças e adolescentes do bairro, muitos em situação de alto risco. De manhã, Vovó Cici recebe pesquisadores e à tarde, dedica-se às atividades com as crianças.

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– Quem pediu a história da Pequena Sereia?, perguntou.

Uma garotinha levantou o braço.

– Você sabe de onde vem a história da Pequena Sereia?

Com a negativa da menina, Vovó Cici a chamou para perto do mapa e apontou para a Dinamarca.

– Está vendo de onde vem? Um país pequenininho, que você quase não acha. Mas, ainda assim, achou a história da Sereia. Quem pediu Peter Pan? E Alice no País das Maravilhas?

E apontou para a Inglaterra, indicando de onde vinham as duas histórias.

– Alguém sabe alguma história do Brasil para contar para a Vovó Cici?


Para sua decepção, nenhuma criança sabia. “Só sabiam da outra cultura que não é a deles. É por isso que tem crianças que você dá uma boneca preta e ela não quer, só quer boneca loira. A pessoa sem cultura não conhece suas raízes. Através da cultura você tem muitas respostas para os porquês da vida”, reforça a Vovó de tantos netos. Sábia como só elas sabem ser.







--alemão via tradutor do google
Das Verhältnis der Großmutter Cici und Pierre Verger zu Candomblé. DAS ANKESTRALE WISSEN DER GESCHICHTEN.

Es erzählt die Yoruba-Geschichte, dass in den alten Tagen in der alten Stadt Ilê-Ifé in Afrika die Ältesten für die Bildung der Gemeinde verantwortlich waren. Sie gingen auf den Marktplatz - wo Menschen aus den verschiedensten Bereichen zusammenkamen -, saßen im Schatten eines heiligen Baumes und übergaben Lehren durch Geschichtenerzählen.

In Salvador, Bahia, Brasilien, genauer gesagt in Engenho Velho de Brotas, hat Nanci de Souza, 78, fast die gleiche Funktion - sie war nicht dazu da, den Kindern, die den Kulturraum Pierre Verger besuchen, die Geschichte zu erzählen. Es ist dort, dass Oma Cici, wie sie von allen bekannt ist, ihre Zeit der Übertragung der afro-brasilianischen Weisheit der Vorfahren für mehr als ein Jahrzehnt widmet. Es hat Geschichten von orixás, aber hat auch saci perêrê, rosa Boto, Maultier ohne Kopf und bis zum Spuk - die bevorzugten der aufmerksamen Augen und Ohren der kleinen.

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"Die 'Brasis' Kultur hat viele Geschichten und hat die schwarzen Geschichten Die schwarzen Geschichten, die von Orixá sind und die, die von Orixá sind Was waren die Geschichten, die die Kindermädchen den Töchtern des kleinen Mädchens erzählten Geschichte der orixá Sie Ich habe so viel gehört ... Was ist mit einer indischen Geschichte? Du musst auch zählen, denn es ist Teil und niemand zählt ", erklärt er.

Grandma Cici kommt aus Rio de Janeiro, lebt aber seit 46 Jahren in Salvador - genauso lange hat sie bei Candomblé angefangen. Er sagt, dass er in der Hauptstadt von Bahia durch die unzweifelhafte Wahl der Orixá lebte, nachdem er in Ilê Axé Opô Aganjú einen Heiligen durch babalorixá Balbino Daniel de Paula gemacht hatte. Balbino war ein Freund von Pierre Verger, mit dem Cici, nachdem sie ihn kennengelernt hatte, eingeladen wurde, zu arbeiten. Er identifizierte Bilder der Sammlung des Fotografen, die sie respektvoll als "mein Vater Fatumbi" bezeichnet.

„Als ich traf [Verger], durch candomble Hierarchie, ich war nicht einmal in der Nähe. Dann begann ich zu nahe zu kommen, mit ihm sprechen. Einige Jahre später, wurde ich von Angela [Lühning, Direktor der Verger Stiftung] eingeladen wurde, zu essen und ich arbeitete mit meinem Vater Fatumbi zusammen. Ich wusste, ich hatte etwas Wissen, einige interessante Geschichten ", erinnert er sich.

Verger war ein Babalao, ein Priester des Kultes von Ifá, und widmete einen großen Teil seiner Arbeit dem Fotografieren und Studium der afro-bahianischen Kultur und ihrer Verflechtungen. Unter den 11.000 Bildern, die er und Cici, Bahia und Benin in Westafrika identifizierten, scheinen sie Teil derselben Geschichte zu sein - und das tun sie auch. Bilder von religiösen Zeremonien und alltäglichen Szenen weisen auf unbestreitbare Ähnlichkeiten zwischen so weit voneinander entfernten Menschen hin.

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"Bahia, Brasilien, ist die größte schwarze Kolonie außerhalb Afrikas." Ich hatte zwei Träume in meinem Leben: Kuba und Benin zu treffen, Kuba, das ich schon getroffen habe, Benin, so Gott will, werde ich treffen. Es gibt keine Möglichkeit, nein zu sagen, der einzige Ort, der Bahia ähnelt, ist Habana Vieja [auf Kuba], Bahia spricht Spanisch.


Der Hauptsitz der Pierre-Verger-Stiftung arbeitet dort, wo der Fotograf fast 40 Jahre gelebt hat. Es ist ein Kulturraum, umgeben von viel Grün, wo Musik-Workshops, Kochen, Capoeira-Räder, Computer-Kurse und andere Aktivitäten für Kinder und Jugendliche in der Nachbarschaft stattfinden, riskiert. Am Morgen empfängt Grandma Cici Forscher und am Nachmittag widmet sie sich den Aktivitäten mit den Kindern.

Der Hauptsitz der Pierre-Verger-Stiftung arbeitet dort, wo der Fotograf fast 40 Jahre gelebt hat. Es ist ein Kulturraum, umgeben von viel Grün, wo Musik-Workshops, Kochen, Capoeira-Räder, Computer-Kurse und andere Aktivitäten für Kinder und Jugendliche in der Nachbarschaft stattfinden, riskiert. Am Morgen empfängt Grandma Cici Forscher und am Nachmittag widmet sie sich den Aktivitäten mit den Kindern.

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"Wer hat nach der Geschichte der Kleinen Meerjungfrau gefragt?" Er fragte.

Ein kleines Mädchen hob ihren Arm.

"Weißt du, woher die Geschichte der Kleinen Meerjungfrau kommt?"

Mit der Weigerung des Mädchens rief Grandma Cici sie in die Nähe der Karte und deutete auf Dänemark.

"Kannst du sehen, woher es kommt?" Ein kleines Land, du denkst kaum nach. Aber trotzdem fand ich die Geschichte der Meerjungfrau. Wer hat nach Peter Pan gefragt? Und Alice im Wunderland?

Und ich zeigte auf England, wo die beiden Geschichten herkamen.

- Wer weiß Geschichte von Brasilien, um Großmutter Cici zu erzählen?


Zu seiner Enttäuschung wusste kein Kind. "Sie wussten nur von der anderen Kultur, die ihnen gehört. Deshalb gibt es Kinder, die du einer schwarzen Puppe gibst und sie will nicht, will nur blonde Puppe. Antworten auf das Warum des Lebens ", bekräftigt Oma so vieler Enkelkinder. Weise, wie nur sie wissen können.







--ru via tradutor do google
Бабушка Чичи и отношения Пьера Вергера с кандомбле. АНКЕТРАЛЬНОЕ ЗНАНИЕ ИСТОРИИ.

Он рассказывает историю Йоруба, что в старые времена в старом городе Ил-Ифе в Африке старейшины отвечали за образование общины. Они вышли на рынок, где встречались люди из разных уголков мира, сидели в тени священного дерева и передавали учения через рассказывание историй.

В Сальвадоре, Баия, Бразилия, точнее в Engenho Velho de Brotas, 78-летняя Нанси де Соуза выполняют почти ту же функцию - они не рассказывали историю детям, которые посещают культурное пространство Пьер Вергер. Именно там бабушка Чичи, как она известна всем, посвящает свое время передаче наследственной афро-бразильской мудрости более десятилетия. В нем есть рассказы о оришасах, но также есть саги перера, розовый бото, мул без головы и до преследования - предпочтительные из внимательных глаз и ушей маленьких.

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«Культура« Брази »имеет много историй и имеет черные истории. Черные истории из Ориксы и те, что из Орикс. Какими были рассказы, которые няньки рассказывали дочерям девочки. Призрачная история Орикса Я так много слушаю ... А как насчет индийской истории? Вы тоже должны посчитать, потому что это часть, и никто не считает, - объясняет он.

Бабушка Чичи из Рио-де-Жанейро, но она прожила в Сальвадоре в течение 46 лет - столько же времени, сколько она начала в кандоббле. Он говорит, что он приехал жить в столицу Баии, по неоспоримому выбору орхи, после того, как стал святым в Илке Аксе Опо Аганджу, бабалорикой Балбино Даниэлем де Паулой. Балбино был другом Пьера Вергера, с которым Цичи на кругах жизни был приглашен на работу после встречи с ним, идентифицируя образы коллекции фотографа, которую она почтительно называет «моим отцом Фатумби».

«Когда я познакомился с [Pierre Verger], по иерархии в премлобле, я даже не был близок. Затем я начал приближаться, поговорить с ним. Годы спустя меня пригласила Анджела (Lühning, директор Фонда Пьера Вергера) и я работал с отцом Фатумби. Я знал, у меня были некоторые знания, интересные истории, - вспоминает он.

Верджер был бабалао, священником культа Ифы, и посвятил большую часть своей работы фотографированию и изучению афро-баийской культуры и ее переплетений. Среди 11 000 изображений, которые он и Сичи, Баия и Бенин идентифицировали в Западной Африке, похоже, являются частью одной и той же истории - и они это делают. Фотографии религиозных церемоний и повседневных сцен указывают на неоспоримое сходство между людьми, находящимися на расстоянии друг от друга.

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«Баия, Бразилия, самая крупная черная колония за пределами Африки». У меня есть две мечты в моей жизни: встретиться с Кубой и Бенином, Куба, с которыми я уже встречался, Бенин, бог, я встречусь. в Северной и Южной Америке нет никакого способа сказать «нет». Единственное место, похожее на Баию, - «Гавана Вьеха» (на Кубе), это говорит о том, что Баия говорит по-испански.


Штаб-квартира Фонда Пьера Вергера работает там, где фотограф прожил почти 40 лет. Это культурное пространство, окруженное множеством зелени, где проводятся музыкальные мастерские, кулинария, колеса капоэйры, компьютерные классы и другие мероприятия для детей и подростков по соседству. Утром бабушка Чичи принимает исследователей, а во второй половине дня она посвящает себя занятиям с детьми.

Штаб-квартира Фонда Пьера Вергера работает там, где фотограф прожил почти 40 лет. Это культурное пространство, окруженное множеством зелени, где проводятся музыкальные мастерские, кулинария, колеса капоэйры, компьютерные классы и другие мероприятия для детей и подростков по соседству. Утром бабушка Чичи принимает исследователей, а во второй половине дня она посвящает себя занятиям с детьми.

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«Кто спросил историю Маленькой Русалки?» - спросил он.

Маленькая девочка подняла руку.

«Вы знаете, откуда берет историю« Русалочка »?»

С отказом девочки бабушка Чичи позвонила ей около карты и указала на Данию.

«Вы видите, откуда оно взялось?» Маленькая страна, вы вряд ли думаете. Но все же я нашел историю Русалки. Кто спросил Питера Пэна? И Алиса в Стране Чудес?

И я указал на Англию, указав, откуда взялись эти две истории.

- Кто-нибудь знает историю Бразилии, чтобы рассказать бабушке Чичи?


К его разочарованию ни один ребенок не знал. «Они знали только о другой культуре, которая принадлежит им. Вот почему есть дети, которых вы дарите черной куклой, а она не хочет, просто хочет блондинку. ответы на вопрос о жизни », укрепляет бабушку стольких внуков. Мудрые, как только они знают, как быть.















--chines simplificado via tradutor do google
祖母Cici和Pierre Verger与candomblé的关系。对故事的了解。

影片讲述了阙约鲁巴昔日在非洲古城岛,伊费的,长辈负责,为社会的教育。他们去了市场 - 来自不同背景的人们相遇 - 坐在神圣的树荫下,通过讲故事传播教义。

在萨尔瓦多,巴伊亚,巴西,更精确地在老磨坊芽苗菜,南奇索萨,78,执行几乎同样的功能 - 如果不是,而不是讲故事谁参加文化空间韦尔热的孩子。这是有阙奶奶茜茜,她将是所有已知的,献给她的时候的祖先非裔巴西人的智慧超过十年的传递。它有神灵的故事,但也有商检局pererê,粉红色的白鳍豚,骡无头,直到如影随形 - 小者的细心的眼睛和耳朵的首选的。

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“在‘​​巴西’文化有很多故事和有黑色的故事,黑色的故事阙是Orisha的不和那些阙是Orisha的的。什么是故事的保姆告诉给了小女孩的女儿?令人难忘中。神的历史你我一直在听这么多......印度的故事怎么样?你必须要数,因为它是一部分,没有人重要,“他解释道。

奶奶吉吉是里约热内卢,但是她一直住在萨尔瓦多46年 - 的时间是相同的,她已经开始在Candomblé。他说,他阙凸轮由Orisha的的不容置疑的选择住在巴伊亚州的首府,使得岛斧浦Aganjú圣人后,由babalorixáBalbino丹尼尔·德保。 Balbino是的皮尔·韦尔热的一个朋友,和谁在一起刺刺的,在生活中的圈,被邀请到他会面,确定拍摄者的集合的图像经过长时间的工作,她恭敬地它指的是“我的父亲Fatumbi”。

“当我遇到[韦尔热],由candomble层次,我还差得远。然后,我开始亲近,跟他说话。几年后,我被安吉拉[Lühning时,韦尔热基金会主任]应邀去吃饭我和父亲Fatumbi一起工作。我知道,我有一些知识,一些有趣的故事,“他回忆道。

韦尔热是一个Babalao,牧师IFA的崇拜,而他的工作致力于研究和拍摄非洲当地女文化及其interlacings。在他和Cici,巴伊亚和贝宁在西非发现的11,000张照片中,似乎是同一个故事的一部分 - 他们确实如此。宗教仪式和日常场景的图片指出了人与人之间无可争议的相似之处。

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“巴伊亚,巴西,是境外最大的殖民地黑非洲的两个我曾在我的人生梦想:...为了适应古巴和贝宁古巴我已经见过,贝宁,上帝保佑,我会遇到巴伊亚是非洲的一部分在美洲,没有办法在说了。唯一的地方是相似的巴伊亚哈瓦那老城区[古巴],它是巴伊亚那会讲西班牙语。即使笑是非常相似“。


Pierre Verger基金会的总部在摄影师居住近40年的地方工作。它是附着在文化空间,大覆盖广场由许多绿色的,在音乐工作坊,烹饪,家禽轮,计算机类和其他活动,为儿童和青少年在附近,风险正在举行包围。早上,茜茜奶奶接待研究人员,下午,她全身心地投入到孩子们的活动中。

Pierre Verger基金会的总部在摄影师居住近40年的地方工作。它是附着在文化空间,大覆盖广场由许多绿色的,在音乐工作坊,烹饪,家禽轮,计算机类和其他活动,为儿童和青少年在附近,风险正在举行包围。早上,茜茜奶奶接待研究人员,下午,她全身心地投入到孩子们的活动中。

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“谁问小美人鱼的故事?”他问道。

一个小女孩举起手臂。

“你知道小美人鱼故事的来源吗?”

随着女孩的拒绝,茜茜奶奶在地图附近叫她并指向丹麦。

“你能看出它来自哪里吗?”一个小国,你几乎没想到。但是,我仍然找到了美人鱼的故事。谁要求彼得潘?爱丽丝梦游仙境?

我指着英格兰,指出这两个故事的来源。

- 任何人都知道巴西的历史可以告诉茜茜奶奶吗?


令他失望的是,没有孩子知道。 “他们只知道他们的其他文化。这就是为什么有孩子,你给了一个黑色娃娃,她不想要,只是想要金发娃娃。回答生活的原因“,加强了这么多孙子的奶奶。明智的只是他们知道如何成为。