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terça-feira, 6 de novembro de 2018

System created by Brazilian 'translates' thoughts of a patient in a coma. Video 6: 24min. collaboration: Eliana Rotolo -- Sistema criado por brasileiro 'traduz' pensamentos de paciente em coma. Vídeo 6:24min.

It is difficult to translate into words the pain of families who have a loved one in a coma (not counting, of course, the suffering of those in this situation). To try to soften a little the lack of communication between the patient and the people around him, including his doctors, a Brazilian with only 20 years of age has worked hard - and success - in a system that, when connected to the brain of the patient, could "translate" his thoughts while in this disabling condition.

Luiz Fernando da Silva Borges is far from the standard Brazilian scientist, who usually inhabits some great capital of the country and has at his disposal an advanced laboratory or workspace in some university: the youngster created his prototype reader of minds in the room of his house in the city of Aquidauana, in the interior of Mato Grosso do Sul.


Success from an early age

The scientist was precocious in his inventions: he won nothing less than the award for the biomedical engineering category in 2016 and 2017 at a fair organized by Intel and responsible for winning promising projects in the areas of science and technology. In 2016, he created a new method of prosthesis control capable of giving the user the sense of touch. The following year, it was her thoughts translator, named Hermes Braindeck, who took the prize.

Still in 2017, Borges received an investment of $ 150 thousand to apply in his latest creation. The sponsor, Ricardo Nantes, has bet on the invention and thinks that it can have a high return, both financially and in benefits for patients in coma and their families. Nantes is the founder of Portal Education and President of the Empodera startup.


Foreign inspiration

Based on research by British scientist Adrian Owen, who says it is possible to communicate with patients in a coma, the young Brazilian decided to put the idea into practice and created a portable device that could be connected to the brains of the sick and transform the electrical signals into information that we were able to understand.

With a computer that processes all this data, a device in the shape of a full cap of sensors that is placed on the patient's head and a headset, questions are asked to the person in a coma, and the system reads the way your brain reacts , formulating a "response" to the questioning. The platform then translates the patient's brain reaction as "yes" or "no," making it possible for simple communication between the patient and doctors or family members.

Advance communication

Nowadays, there is a rather limited way to understand certain information from patients in coma: magnetic resonance imaging, which is much more complicated, bureaucratic, and expensive than using the portable platform developed by Borges. The application of this technology may even revolutionize how the patient can be treated by physicians, given the speed with which this information is obtained with the patient.

The Hermes Braindeck system has already been tested on 50 volunteers, all in a healthy state, and the accuracy in the responses was 80% when identifying information given as positive or negative. The next step is to take the project to experiments with people in coma who are in Santa Casa de Campo Grande, which can happen even in 2018.







video 6:24min



colaboração: 



SOURCE: EXAME







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--br
Sistema criado por brasileiro 'traduz' pensamentos de paciente em coma. Vídeo 6:24min. 

É difícil traduzir em palavras a dor de famílias que possuem algum ente querido em estado de coma (sem contar, é claro, o sofrimento de quem se encontra nessa situação). Para tentar amenizar um pouco a falta de comunicação entre o enfermo e as pessoas ao seu redor, incluindo seus médicos, um brasileiro com apenas 20 anos de idade vem trabalhando com afinco – e sucesso – em um sistema que, ao ser ligado ao cérebro do paciente, poderia “traduzir” seus pensamentos enquanto se encontra nessa condição incapacitante.

Luiz Fernando da Silva Borges está longe do padrão de cientista brasileiro, que geralmente habita alguma grande capital do país e tem à sua disposição um laboratório avançado ou espaço de trabalho em alguma universidade: o jovem criou seu protótipo leitor de mentes no quarto de sua casa na cidade de Aquidauana, no interior do Mato Grosso do Sul.

Sucesso desde cedo

O cientista foi precoce em suas invenções: ganhou nada menos que o prêmio da categoria de engenharia biomédica em 2016 e 2017 em uma feira organizada pela Intel e responsável por laurear projetos promissores nas áreas de ciências e tecnologia. Em 2016, criou um novo método de controle de próteses capaz de devolver ao usuário o sentido do tato. No ano seguinte, foi seu tradutor de pensamentos, chamado Hermes Braindeck, que levou o prêmio.

Ainda em 2017, Borges recebeu um investimento de R$ 150 mil para aplicar em sua mais recente criação. O patrocinador, Ricardo Nantes, apostou na invenção e acha que pode ter um alto retorno, tanto financeiro quanto em benefícios para pacientes em coma e suas famílias. Nantes é o fundador do Portal Educação e presidente da startup Empodera.

Inspiração estrangeira

Com base em uma pesquisa realizada pelo cientista britânico Adrian Owen, que afirma que é possível realizar algum tipo de comunicação com pacientes em coma, o jovem brasileiro decidiu colocar a ideia na prática e criou um dispositivo portátil que poderia ser ligado ao cérebro dos enfermos e transformar os sinais elétricos em informações que fôssemos capazes de compreender.

Com um computador que processa todos esses dados, um dispositivo no formato de uma touca cheia de sensores que é colocada na cabeça do paciente e um fone de ouvido, perguntas são feitas à pessoa em coma, e o sistema lê a maneira como seu cérebro reage, formulando uma “resposta” ao questionamento. A plataforma, então, traduz a reação cerebral do paciente como “sim” ou “não”, sendo possível uma comunicação simples entre o paciente e médicos ou familiares.

Avanço na comunicação

Hoje em dia, há um modo bastante limitado de compreender certas informações de pacientes em coma: testes de ressonância magnética, o que é bem mais complicado, burocrático e caro do que utilizar a plataforma portátil desenvolvida por Borges. A aplicação dessa tecnologia pode revolucionar, inclusive, a maneira como o enfermo pode ser tratado pelos médicos, dada a rapidez com que essas informações são obtidas com o paciente.

O sistema Hermes Braindeck já foi testado em 50 voluntários, todos em estado saudável, e a precisão nas respostas foi de 80% na hora de identificar uma informação dada como positiva ou negativa. O próximo passo é levar o projeto para experimentos com pessoas em coma que se encontram na Santa Casa de Campo Grande, o que pode acontecer ainda em 2018.


video



Aerial view of the Qatar Museum designed by Ateliers Jean Nouvel. It will be inaugurated on March 28, 2019. Stories from the oral tradition, archive images, works of art, music, tales and evocative scents create an immersive sensory experience ... -- Vista aérea do Museu do Catar desenhado por Ateliers Jean Nouvel. Será inaugurado em 28 de março de 2019. Histórias da tradição oral, imagens de arquivo, obras de arte, músicas, contos e aromas evocativos criam uma experiência sensorial imersiva ... -- Vue aérienne du musée du Qatar conçu par les Ateliers Jean Nouvel. Il sera inauguré le 28 mars 2019. Récits issus de la tradition orale, images d’archives, œuvres d’art, musique, contes et senteurs évocatrices créent une expérience sensorielle immersive... -- Luftbild des von Ateliers Jean Nouvel entworfenen Katar-Museums. Es wird am 28. März 2019 eingeweiht. Geschichten aus der mündlichen Tradition, Archivbilder, Kunstwerke, Musik, Erzählungen und evokative Düfte schaffen ein tiefes sensorisches Erlebnis ... -- Вид с воздуха на Катарский музей, спроектированный Ательером Жан Нувелем. Он будет открыт 28 марта 2019 года. Истории из устной традиции, архивные образы, произведения искусства, музыка, сказки и воспоминания об ароматах создают впечатляющий сенсорный опыт ... -- 卡塔尔博物馆的鸟瞰图由Ateliers Jean Nouvel设计。它将于2019年3月28日开幕。来自口头传统,档案图片,艺术作品,音乐,故事和令人回味的气味的故事营造出身临其境的感官体验......

Built around the recently restored historic palace, the Qatar National Museum was designed by the French architect Jean Nouvel. It will be inaugurated on March 28, 2019 under the high patronage of Sheikh Tamim bin Hamad bin Khalifa Al Thani.

"The Qatar National Museum will offer an immersive experience in the history of Qatar. From - 700,000 years to the present day, the collections embody both the richness of its cultural heritage but also its vision and aspirations for tomorrow, "proudly announces Qatar Museums which, since its creation in 2005, has followed the Museum of Islamic Art (MIA), the Arab Museum of Modern Art (Mathaf) and the visitor center at the Al Zubarah World Heritage Site.

Covering an area of ​​40,000 square meters, Jean Nouvel's new building promises to be as spectacular as the Louvre Abu Dhabi inaugurated last year. "Qatar has deep ties to the desert, its flora and fauna, its nomadic populations and its long traditions," recalls Jean Nouvel. To reflect all these dimensions, I needed a symbolic element. This is how I thought of the sand rose, a kind of miniature architecture emerging from the sand and consisting of crystals formed by the evaporation of water under the action of the wind.

The museum I developed from this idea, with its large curved discs, intersections and cantilevers, is an architectural, spatial and sensory entity. The National Museum of Qatar is organized in three sections, composed of eleven galleries, whose museography was also designed by Jean Nouvel, as at the Musée du Quai Branly in Paris. "The journey begins with the origins, the life in Qatar and the construction of the nation," said museum officials.

The chronological route, which stretches for more than 2.7 kilometers, showcases works and objects dating from the geological era prior to the settlement of the peninsula to the present day. After crossing a succession of volumes, the visit culminates with the discovery of the heart of the Qatari national identity, the restored palace of Sheikh Abdullah.




Stories from the oral tradition, archival images, works of art, music, stories and evocative scents create an immersive sensory experience that allows you to put in your context the great collection of archaeological remains and heritage objects, including the famous Pearl carpet commissioned by the maharajah of Baroda in 1865, adorned with more than 1.5 million pearls of the Persian Gulf (emeralds, diamonds, sapphires), but also manuscripts, documents, photographs, jewelry and costumes.

Among the works specially commissioned for the National Museum of Qatar are a piece by Qatari artist Ali Hassan (entrance hall on the ground floor of the museum), a work by Qatari artist and patron Sheikh Hassan bin Mohammed bin Ali Al Thani (gallery entrance) and a sculpture by Iraqi artist Ahmed Al Bahrani (outdoor spaces).

Among the works commissioned for the gardens, we can mention the monumental installation of the French artist Jean-Michel Othoniel composed of 114 fountains sculptures distributed in the lagoon whose jets recall the fluid forms of Arabic calligraphy, and the sculpture Gates of the Sea by Syrian artist Simone Fattal evoking the petroglyphs of Al Jassasiya ". We look forward to spring to see if the challenge launched by the Louvre Abu Dhabi will be won by this impressive Rose des Sables.



https://www.connaissancedesarts.com/archi-jardin-et-patrimoine/la-rose-des-sables-de-jean-nouvel-abritant-le-musee-national-du-qatar-inauguree-le-28- Mar-11107929



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--br via tradutor do google
Vista aérea do Museu do Catar desenhado por Ateliers Jean Nouvel. Será inaugurado em 28 de março de 2019. Histórias da tradição oral, imagens de arquivo, obras de arte, músicas, contos e aromas evocativos criam uma experiência sensorial imersiva ... 

Construído em torno do palácio histórico recentemente restaurado, o Museu Nacional do Qatar foi projetado pelo arquiteto francês Jean Nouvel. Será inaugurado em 28 de março de 2019 sob o alto patrocínio do xeque Tamim bin Hamad bin Khalifa Al Thani.

"O Museu Nacional do Qatar oferecerá uma experiência imersiva na história do Qatar. De - 700.000 anos até os dias atuais, as coleções incorporam a riqueza de sua herança cultural, mas também sua visão e aspirações para o futuro", anuncia orgulhosamente os Museus do Qatar. desde a sua criação em 2005, seguiu o Museu de Arte Islâmica (MIA), o Museu Árabe de Arte Moderna (Mathaf) e o centro de visitantes do Património Mundial Al Zubarah.

Cobrindo uma área de 40.000 metros quadrados, o novo edifício de Jean Nouvel promete ser tão espetacular quanto o Louvre Abu Dhabi inaugurado no ano passado. "O Catar tem laços profundos com o deserto, sua flora e fauna, suas populações nômades e suas longas tradições", lembra Jean Nouvel. Para refletir todas essas dimensões, eu precisava de um elemento simbólico. Foi assim que pensei na areia rosa, uma espécie de arquitetura em miniatura emergindo da areia e consistindo de cristais formados pela evaporação da água sob a ação do vento.

O museu que desenvolvi a partir desta ideia, com seus grandes discos curvos, interseções e cantilevers, é uma entidade arquitetônica, espacial e sensorial. O Museu Nacional do Catar é organizado em três seções, compostas de onze galerias, cuja museografia também foi projetada por Jean Nouvel, como no Musée du Quai Branly, em Paris. "A jornada começa com as origens, a vida no Catar e a construção da nação", disseram autoridades do museu.

A rota cronológica, que se estende por mais de 2,7 quilômetros, mostra obras e objetos que datam da era geológica antes do assentamento da península até os dias atuais. Depois de cruzar uma sucessão de volumes, a visita culmina com a descoberta do coração da identidade nacional do Catar, o palácio restaurado de Sheikh Abdullah.

Histórias da tradição oral, imagens de arquivo, obras de arte, música, histórias e aromas evocativos criam uma experiência sensorial imersiva que permite colocar em seu contexto a grande coleção de vestígios arqueológicos e objetos de patrimônio, incluindo o famoso tapete Pearl encomendado pela marajá de Baroda em 1865, adornado com mais de 1,5 milhão de pérolas do Golfo Pérsico (esmeraldas, diamantes, safiras), mas também manuscritos, documentos, fotografias, jóias e fantasias.

Entre as obras especialmente encomendadas para o Museu Nacional do Qatar estão uma peça do artista qatariano Ali Hassan (hall de entrada no piso térreo do museu), uma obra do artista e patrono qatariano Sheikh Hassan bin Mohammed bin Ali Al Thani (entrada da galeria) e uma escultura do artista iraquiano Ahmed Al Bahrani (espaços ao ar livre).

Entre as obras encomendadas para os jardins, podemos citar a instalação monumental do artista francês Jean-Michel Othoniel composta por 114 esculturas de fontes distribuídas na lagoa cujos jatos lembram as formas fluidas da caligrafia árabe, e a escultura Gates of the Sea by Syrian Simone Fattal evoca os petróglifos de Al Jassasiya ". Estamos ansiosos para ver se o desafio lançado pelo Louvre Abu Dhabi será vencido por este impressionante Rose des Sables.




--fr
Vue aérienne du musée du Qatar conçu par les Ateliers Jean Nouvel. Il sera inauguré le 28 mars 2019. Récits issus de la tradition orale, images d’archives, œuvres d’art, musique, contes et senteurs évocatrices créent une expérience sensorielle immersive...

Construite autour du palais historique qui vient d’être restauré, le musée national du Qatar a été conçu par l’architecte français Jean Nouvel. Il sera inauguré le 28 mars 2019 sous le haut patronage de cheikh Tamim bin Hamad bin Khalifa Al Thani.

« Le Musée national du Qatar offrira une expérience immersive dans l’histoire du Qatar. Allant de – 700 000 ans à nos jours, les collections incarnent à la fois la richesse de son héritage culturel mais également sa vision et ses aspirations pour demain », annonce avec fierté Qatar Museums qui, depuis sa création en 2005, a suivi le Musée d’art islamique (MIA), le Musée arabe d’art moderne (Mathaf) et le centre d’accueil des visiteurs sur le site classé au patrimoine mondial d’Al Zubarah. 

D’une surface de 40 000 mètres carrés, le nouveau bâtiment de Jean Nouvel s’annonce aussi spectaculaire que le Louvre Abu Dhabi inauguré l’an dernier. « Le Qatar a des liens profonds avec le désert, sa flore et sa faune, ses populations nomades et ses longues traditions, rappelle Jean Nouvel. Pour refléter toutes ces dimensions, j’avais besoin d’un élément symbolique. C’est ainsi que j’ai pensé à la rose des sables, une sorte d’architecture miniature émergeant du sable et constituée de cristaux formés par l’évaporation de l’eau sous l’action du vent. 

Le musée que j’ai développé à partir de cette idée, avec ses grands disques incurvés, ses intersections et ses éléments en porte-à-faux, est une entité́ à la fois architecturale, spatiale et sensorielle. » Le Musée national du Qatar s’organise en trois sections, composées de onze galeries, dont la muséographie a également été conçue par Jean Nouvel, comme au musée du Quai Branly à Paris. « Le parcours débute avec les origines, la vie au Qatar et la construction de la nation, annoncent les responsables du musée. 

Le parcours chronologique, qui s’étend sur plus de 2,7 kilomètres, met en valeur des œuvres et des objets datant de l’ère géologique antérieure au peuplement de la péninsule jusqu’à nos jours. Après la traversée d’une succession de volumes, la visite culmine par la découverte du cœur de l’identité nationale qatarie, le palais restauré de cheikh Abdullah. 

Récits issus de la tradition orale, images d’archives, œuvres d’art, musique, contes et senteurs évocatrices créent une expérience sensorielle immersive permettant de replacer dans son contexte le formidable ensemble de vestiges archéologiques et d’objets patrimoniaux, parmi lesquels le célèbre tapis de perles commandé par le maharajah de Baroda en 1865, orné de plus de 1,5 million de perles du golfe Persique (émeraudes, diamants, saphirs), mais aussi des manuscrits, des documents, des photographies, des bijoux et des costumes. 

Parmi les œuvres spécialement commandées pour le Musée national du Qatar figurent une pièce de l’artiste qatari Ali Hassan (hall d’entrée au rez-de-chaussée du musée), une œuvre de l’artiste et mécène qatari cheikh Hassan bin Mohammed bin Ali Al Thani (entrée des galeries) et une sculpture de l’artiste irakien Ahmed Al Bahrani (espaces extérieurs). 

Parmi les œuvres commandées pour les jardins, nous pouvons citer l’installation monumentale de l’artiste français Jean-Michel Othoniel composée de 114 sculptures fontaines réparties dans la lagune dont les jets rappellent les formes fluides de la calligraphie arabe, et la sculpture Gates of the Sea de l’artiste syrienne Simone Fattal évoquant les pétroglyphes d’Al Jassasiya ». On attend avec impatience le printemps pour voir si le défi lancé par le Louvre Abu Dhabi sera gagné par cette impressionnante Rose des sables.







--alemão via tradutor do google
Luftbild des von Ateliers Jean Nouvel entworfenen Katar-Museums. Es wird am 28. März 2019 eingeweiht. Geschichten aus der mündlichen Tradition, Archivbilder, Kunstwerke, Musik, Erzählungen und evokative Düfte schaffen ein tiefes sensorisches Erlebnis ... 

Das um den kürzlich restaurierten historischen Palast herum errichtete Qatar National Museum wurde vom französischen Architekten Jean Nouvel entworfen. Es wird am 28. März 2019 unter der Schirmherrschaft von Scheich Tamim bin Hamad bin Khalifa Al Thani eingeweiht.

"Das Nationalmuseum von Katar wird eine tiefgreifende Erfahrung in der Geschichte Katars bieten. Von - 700.000 Jahren bis heute verkörpern die Sammlungen sowohl den Reichtum ihres kulturellen Erbes als auch seine Vision und Bestrebungen für morgen", verkündet stolz das Qatar Museum Seit seiner Gründung im Jahr 2005 folgten das Museum für Islamische Kunst (MIA), das Arabische Museum für Moderne Kunst (Mathaf) und das Besucherzentrum am Weltkulturerbe Al Zubarah.

Mit einer Fläche von 40.000 Quadratmetern verspricht das neue Gebäude von Jean Nouvel so spektakulär wie der Louvre Abu Dhabi, der im vergangenen Jahr eingeweiht wurde. "Katar ist eng mit der Wüste, ihrer Flora und Fauna, ihrer Nomadenbevölkerung und ihren langen Traditionen verbunden", erinnert sich Jean Nouvel. Um all diese Dimensionen wiederzugeben, brauchte ich ein symbolisches Element. So dachte ich an die Sandrose, eine Art Miniaturarchitektur, die aus dem Sand auftaucht und aus Kristallen besteht, die durch die Verdampfung von Wasser unter der Wirkung des Windes gebildet werden.

Das aus dieser Idee entwickelte Museum mit seinen großen gekrümmten Scheiben, Kreuzungen und Auslegern ist eine architektonische, räumliche und sensorische Einheit. Das Nationalmuseum von Katar besteht aus drei Abschnitten, die aus elf Galerien bestehen, deren Museographie ebenfalls von Jean Nouvel entworfen wurde, wie im Musée du Quai Branly in Paris. "Die Reise beginnt mit den Ursprüngen, dem Leben in Katar und dem Aufbau der Nation", sagte das Museum.

Die chronologische Route, die sich über 2,7 Kilometer erstreckt, zeigt Arbeiten und Objekte aus der geologischen Zeit vor der Besiedlung der Halbinsel bis heute. Nach dem Überschreiten einer Reihe von Bänden endet der Besuch mit der Entdeckung des Herzens der nationalen Identität Katars, des restaurierten Palastes von Sheikh Abdullah.

Geschichten aus der mündlichen Tradition, Archivbilder, Kunstwerke, Musik, Geschichten und evokative Düfte schaffen eine tiefgreifende Sinneserfahrung, die es Ihnen ermöglicht, die große Sammlung archäologischer Überreste und Kulturdenkmäler in Ihren Kontext zu stellen, einschließlich des berühmten Perlteppichs, der von der Maharadscha von Baroda im Jahr 1865, geschmückt mit mehr als 1,5 Millionen Perlen des Persischen Golfs (Smaragde, Diamanten, Saphire), aber auch Manuskripte, Dokumente, Fotografien, Schmuck und Kostüme.

Zu den eigens für das Nationalmuseum von Katar in Auftrag gegebenen Werken gehören ein Werk des katarischen Künstlers Ali Hassan (Eingangshalle im Erdgeschoss des Museums), ein Werk des katarischen Künstlers und Gönners Scheich Hassan bin Mohammed bin Ali Al Thani (Galerieeingang). und eine Skulptur des irakischen Künstlers Ahmed Al Bahrani (Außenräume).

Unter den für die Gärten in Auftrag gegebenen Arbeiten können wir die monumentale Installation des französischen Künstlers Jean-Michel Othoniel erwähnen, die aus 114 in der Lagune verteilten Springbrunnen-Skulpturen besteht, deren Jets an die fließenden Formen der arabischen Kalligraphie erinnern, sowie die Skulptur Gates of the Sea von Syrian Die Künstlerin Simone Fattal erinnert an die Felszeichnungen von Al Jassasiya ". Wir freuen uns auf den Frühling, um zu sehen, ob die Herausforderung des Louvre Abu Dhabi von dieser beeindruckenden Rose des Sables gewonnen wird.








--ru via tradutor do google
Вид с воздуха на Катарский музей, спроектированный Ательером Жан Нувелем. Он будет открыт 28 марта 2019 года. Истории из устной традиции, архивные образы, произведения искусства, музыка, сказки и воспоминания об ароматах создают впечатляющий сенсорный опыт ... 

Национальный музей Катара, построенный вокруг недавно отреставрированного исторического дворца, был спроектирован французским архитектором Жаном Нувелем. Он будет открыт 28 марта 2019 года под высоким покровительством шейха Тамима бин Хамада бен Халифы Аль Тани.

«Национальный музей Катара предлагает захватывающий опыт в истории Катара. От 700 000 до наших дней коллекции олицетворяют богатство своего культурного наследия, а также его видение и чаяния на завтра», с гордостью объявляет музеи Катара, которые , с момента своего создания в 2005 году, последовал за Музеем исламского искусства (MIA), Арабским музеем современного искусства (Mathaf) и центром для посетителей на объекте Всемирного наследия Аль-Зубары.

Покрытие площадью 40 000 кв. Метров, новое здание Жана Нувеля обещает быть столь же захватывающим, как и в прошлом году в Лувре Абу-Даби. «Катар имеет глубокие связи с пустыней, ее флорой и фауной, ее кочевым населением и его давними традициями», - вспоминает Жан Нувель. Чтобы отразить все эти измерения, мне нужен символический элемент. Так я думал о песчаной розе, своеобразной миниатюрной архитектуре, выходящей из песка и состоящей из кристаллов, образованных испарениями воды под действием ветра.

Музей, который я разработал из этой идеи, с ее большими изогнутыми дисками, перекрестками и консолями, является архитектурным, пространственным и сенсорным существом. Национальный музей Катара организован в трех секциях, состоящих из одиннадцати галерей, чья музеография была также спроектирована Жаном Нувелем, как в Музее дю Куай Бранли в Париже. «Путешествие начинается с истоков, жизни в Катаре и строительства нации», - сказали чиновники музея.

Хронологический маршрут протяженностью более 2,7 километра демонстрирует работы и объекты, относящиеся к геологической эпохе до поселения полуострова до наших дней. После пересечения ряда томов посещение завершилось открытием сердца катарской национальной идентичности, восстановленного дворца шейха Абдуллы.

Истории из устной традиции, архивные образы, произведения искусства, музыка, рассказы и воспоминания создают впечатляющий чувственный опыт, который позволяет вам вложить в ваш контекст большую коллекцию археологических памятников и объектов наследия, в том числе знаменитый жемчужный ковер, заказанный махараджа Барода в 1865 году, украшенный более чем 1,5 миллионами жемчужин Персидского залива (изумруды, бриллианты, сапфиры), но также рукописи, документы, фотографии, украшения и костюмы.

Среди работ, специально предназначенных для Национального музея Катара, - произведение катарского художника Али Хасана (прихожая на первом этаже музея), произведение катарского художника и покровителя шейха Хасана бин Мухаммеда бин Али Аль Тани (вход в галерею) и скульптура иракского художника Ахмеда Аль-Бахрани (открытые пространства).

Среди работ, заказанных для садов, можно упомянуть монументальную установку французского художника Жан-Мишеля Отониэля, состоящего из 114 фонтанных скульптур, распределенных в лагуне, чьи струи вспоминают жидкие формы арабской каллиграфии и скульптуру «Ворота моря» сирийскими художник Симона Фаттал, вызывая петроглифы Аль-Джассасии ». Мы с нетерпением ждем весны, чтобы увидеть, победит ли этот проект Лувр Абу-Даби этой впечатляющей Розой де Сабль.






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卡塔尔博物馆的鸟瞰图由Ateliers Jean Nouvel设计。它将于2019年3月28日开幕。来自口头传统,档案图片,艺术作品,音乐,故事和令人回味的气味的故事营造出身临其境的感官体验......


卡塔尔国家博物馆建于最近修复的历史悠久的宫殿周围,由法国建筑师让·努维尔设计。它将于2019年3月28日在Sheikh Tamim bin Hamad bin Khalifa Al Thani的高度赞助下落成。


“卡塔尔国家博物馆将为卡塔尔的历史提供身临其境的体验。从70万年到现在,这些藏品既体现了其丰富的文化遗产,又体现了其对未来的愿景和愿望,”卡塔尔博物馆自豪地宣布:自2005年创立以来,一直沿袭伊斯兰艺术博物馆(MIA),阿拉伯现代艺术博物馆(Mathaf)和Al Zubarah世界遗产地的游客中心。

Jean Nouvel的新建筑面积达40,000平方米,其建筑风格与去年开幕的阿布扎比​​卢浮宫一样壮观。 “卡塔尔与沙漠及其动植物群,游牧民族及其悠久的传统有着深厚的联系,”让·努维尔回忆道。为了反映所有这些维度,我需要一个象征性的元素。这就是我想到的沙子玫瑰,一种从沙子中浮现出来的微型建筑,由在风的作用下水蒸发形成的晶体组成。

我从这个想法开发的博物馆,其大型弯曲圆盘,交叉点和悬臂,是一个建筑,空间和感官实体。卡塔尔国家博物馆分为三个部分,由11个画廊组成,其博物馆的设计也是由Jean Nouvel设计的,与巴黎的Quai Branly博物馆一样。博物馆官员说:“旅程始于卡塔尔的起源,生活和国家的建设。”

按时间顺序排列的路线长达2.7公里,展示了从半岛定居到现在的地质时代的作品和物品。在穿过一系列卷之后,访问的最终结果是发现了卡塔尔国家身份的核心,即恢复的谢赫阿卜杜拉宫殿。

来自口头传统,档案图像,艺术作品,音乐,故事和令人回味的气味的故事创造了一种身临其境的感官体验,使您能够在您的环境中收集大量的考古遗迹和遗产物品,包括着名的珍珠地毯。 1865年巴罗达的大君,装饰着超过150万颗波斯湾珍珠(祖母绿,钻石,蓝宝石),还有手稿,文件,照片,珠宝和服饰。

为卡塔尔国家博物馆特别委托制作的作品包括卡塔尔艺术家阿里·哈桑(博物馆底层入口大厅)的作品,卡塔尔艺术家和赞助人谢赫·哈桑·本·穆罕默德·本·阿里·阿勒萨尼(画廊入口)的作品。和伊拉克艺术家Ahmed Al Bahrani(户外空间)的雕塑。

在为花园委托的作品中,我们可以提到法国艺术家Jean-Michel Othoniel的纪念性装置,其中包括分布在泻湖中的114个喷泉雕塑,其喷气机回忆起阿拉伯书法的流动形式,以及由叙利亚人组成的雕塑海之门艺术家Simone Fattal唤起了Al Jassasiya的岩画“。我们期待着春天来看看这座令人印象深刻的Rose des Sables是否会赢得卢浮宫阿布扎比所带来的挑战。