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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Belgium is considering returning looted patrimony from Africa during the colonial period. -- Bélgica cogita devolver patrimônio saqueado da África durante período colonial. -- Belgien erwägt, das geplünderte Erbe aus Afrika während der Kolonialzeit zurückzugeben. -- Бельгия рассматривает вопрос о возврате добытого имущества из Африки в колониальный период. -- 比利时正在考虑在殖民时期从非洲归还被抢劫的遗产。

What to do with looted objects during the colonial era and considered works of art in the museums of Europe? In Belgium, the debate precedes the reopening in December of the Royal Museum of Central Africa, and covers objects, archives and human remains.


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Front of the Royal Museum of Central Africa in Tervueren, Belgium
Photo: Vinayaraj / Creative Commons


What to do with looted objects during the colonial era and considered works of art in the museums of Europe? In Belgium, the debate precedes the reopening in December of the Royal Museum of Central Africa, and covers objects, archives and human remains.

The issue is not only discussed in France, where a report is due to be delivered in November by Senegalese essayist Felwine Sarr, and by art historian Bénédicte Savoy, to French President Emmanuel Macron.

In an open letter published on September 25, 36 personalities from the artistic world, universities and associations, mostly Afro-descendants, denounced "Belgium's delay in the restitution of colonial treasures" compared to France, Germany, and Canada .

Brussels has a position on the subject? According to local news agencies, the current Minister of Cooperation, Alexander De Croo, said he was ready to discuss the return of this patrimony with the authorities and museum directors, but also with experts from the countries involved.

A first milestone was also set with the "return" to the Rwandan archives of the colonial period, announced at the end of September. An envelope of € 400,000 was reserved by the Ministry of Cooperation for a project to digitize the royal archives and the Royal Museum of Central Africa, concerning this former Belgian colony.

The process will begin in 2019 with the visit of a delegation of Rwandan archivists to Belgium, who will set their priorities.

A matter that gains space
In another editorial, published Oct. 17 in the local press, about thirty scientists, some of whom were officials at the Royal Museum of Central Africa, called for a transparent dialogue "to prevail over paternalism."

They refuse to stifle the case: "We must admit that this devolution is mainly concerned with the physical restitution of museum objects. Scanning, lending and traveling exhibits are also important, but should not divert attention from the center of the debate."

Another novelty in Belgium: an unprecedented "participatory" debate entitled "Restitution of African cultural goods: a moral or legal issue?" was held on 16 October in the French-speaking Parliament of Brussels, under the dual leadership of the presidents of this assembly and the Belgian Afro-Descendants Committee Muntu (BAMKO-CRAN).

The debate, which is to be organized by the 72 French-speaking representatives of the Brussels-Capital region, should be continued: a group of experts is scheduled to be set up and a resolution to be shared with the other parliaments of the country. It will be a matter of proposing amendments to the law to move towards concrete restitution.

Volunteer Return Campaign
While waiting for this process to go its way, BAMKO-CRAN invites citizens to return African objects in their possession, even if they are old drums or spears brought by their relatives from Congo.

This volunteer return campaign, which "will allow families to set an example for museums," could bring the objects to the International Forum of Sovereign and Traditional African Leaders, responsible for finding villages and families, identifying where objects come from and , when that is impossible, to return the material to African museums.

Discussions in Belgium focus on three very different but interrelated topics: colonial archives, human remains and objects. Michel Bouffioux, a journalist with Paris-Match Belgium, revealed last May the presence of 300 skulls, bones and fetuses preserved in formaldehyde, mainly from the Congo, at the Royal Belgian Institute of Natural Sciences.

The journalist denounces crimes committed by Belgian military Emile Storms, such as the beheading of chief Lusinga in 1884, whose skull was taken to Belgium as a trophy was not returned to the Congo.

The debate on this type of restitution, as in France, forms part of a wider context of the "decolonization" of former colonial powers, and of denouncing the most flagrant expressions of racism that resulted from the colonial process.



https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/11/04/belgica-cogita-devolver-safe-tourism-of-africa-durante-periodo-colonial.ghtml





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--br
Bélgica cogita devolver patrimônio saqueado da África durante período colonial.

O que fazer com objetos saqueados durante a era colonial e considerados obras de arte nos museus da Europa? Na Bélgica, o debate precede a reabertura em dezembro do Museu Real da África Central, e abrange objetos, arquivos e restos humanos.

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Frente do Museu Real da África Central, em Tervueren, na Bélgica — Foto: Vinayaraj/Creative Commons

O que fazer com objetos saqueados durante a era colonial e considerados obras de arte nos museus da Europa? Na Bélgica, o debate precede a reabertura em dezembro do Museu Real da África Central, e abrange objetos, arquivos e restos humanos.

A questão não é discutida apenas na França, onde um relatório deve ser entregue em novembro pelo ensaísta senegalês Felwine Sarr, e pelo historiador de arte Bénédicte Savoy, ao presidente francês, Emmanuel Macron.

Em uma carta aberta publicada em 25 de setembro, 36 personalidades do mundo artístico, de universidades e associações, em sua maioria afrodescendentes, denunciaram "o atraso da Bélgica na restituição dos tesouros coloniais", em comparação com a França, a Alemanha e o Canadá.

Bruxelas tem uma posição sobre o assunto? Segundo agências de notícias locais, o atual ministro da Cooperação, Alexander De Croo, disse que estava pronto para discutir a devolução deste patrimônio com as autoridades e diretores de museus, mas também com especialistas dos países envolvidos.

Um primeiro marco foi também definido com o "retorno" aos arquivos de Ruanda do período colonial, anunciado no final de setembro. Um envelope de € 400 mil foi reservado pelo Ministério da Cooperação para um projeto de digitalização dos arquivos reais e do Museu Real da África Central, relativo a esta antiga colônia belga.

O processo começará em 2019 com a visita de uma delegação de arquivistas ruandeses à Bélgica, que definirão suas prioridades.

Um assunto que ganha espaço
Em outro editorial, publicado em 17 de outubro na imprensa local, cerca de trinta cientistas, alguns dos quais funcionários do Museu Real da África Central, pediram um diálogo transparente que "prevaleça sobre o paternalismo".

Eles se recusam a abafar o caso: "Devemos admitir que essa devolução diz respeito principalmente à restituição física dos objetos do museu. Digitalização, empréstimos e exibições itinerantes também são importantes, mas não devem desviar a atenção do centro do debate".

Outra novidade na Bélgica: um debate "participativo" inédito, intitulado "Restituição de bens culturais africanos: questão moral ou legal?" realizou-se no dia 16 de outubro no Parlamento de Bruxelas de língua francesa, sob a dupla liderança dos presidentes desta assembleia e do Comitê Belga dos Afro-Descendentes Muntu (BAMKO-CRAN).

O debate, organizado pelos 72 representantes eleitos de língua francesa da região de Bruxelas-Capital, deverá ter continuidade: está prevista a constituição de um grupo de especialistas, bem como uma resolução que visa ser compartilhada com os outros parlamentos do país. Será uma questão de propor emendas à lei, para avançar em direção a restituições concretas.

Campanha Voluntária de Retorno
Enquanto espera que este processo siga seu caminho, BAMKO-CRAN convida os cidadãos a devolverem objetos africanos que estejam em sua posse, mesmo que sejam velhos tambores ou lanças trazidas por seus familiares do Congo.

Esta campanha de retorno voluntário, que "permitirá às famílias dar o exemplo para os museus", poderá levar os objetos para o Fórum Internacional de Soberanos e Líderes Africanos Tradicionais, responsável ​​por encontrar aldeias e famílias, identificando de onde vêm os objetos e, quando isso é impossível, devolver o material aos museus africanos.

As discussões na Bélgica concentram-se em três tópicos muito diferentes, mas interligados: arquivos coloniais, restos humanos e objetos. Michel Bouffioux, jornalista da revista Paris-Match Bélgica, revelou em maio passado a presença de 300 crânios, ossos e fetos preservados em formaldeído, principalmente do Congo, no Instituto Real Belga de Ciências Naturais.

O jornalista denuncia os crimes cometidos pelos militares belgas Emile Storms, como a decapitação do chefe Lusinga, em 1884, cujo crânio levado para a Bélgica como troféu não foi devolvido ao Congo.

O debate sobre este tipo de restituição se inscreve, como na França, em um contexto mais amplo de "descolonização" de ex-potências coloniais, e da denúncia das expressões mais flagrantes de racismo que resultaram do processo colonial.





--alemão via tradutor do google
Belgien erwägt, das geplünderte Erbe aus Afrika während der Kolonialzeit zurückzugeben. 

Was tun mit geplünderten Gegenständen in der Kolonialzeit und mit Kunstwerken in den Museen Europas? In Belgien steht die Debatte vor der Wiedereröffnung des Königlichen Museums von Zentralafrika im Dezember und umfasst Objekte, Archive und menschliche Überreste.

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Vorderseite des Königlichen Museums von Zentralafrika in Tervueren, Belgien - Foto: Vinayaraj / Creative Commons

Was tun mit geplünderten Gegenständen in der Kolonialzeit und mit Kunstwerken in den Museen Europas? In Belgien steht die Debatte vor der Wiedereröffnung des Königlichen Museums von Zentralafrika im Dezember und umfasst Objekte, Archive und menschliche Überreste.

Das Thema wird nicht nur in Frankreich diskutiert, wo der senegalesische Essayist Felwine Sarr und der Kunsthistoriker Bénédicte Savoy dem französischen Präsidenten Emmanuel Macron im November einen Bericht vorlegen sollen.

In einem am 25. September veröffentlichten offenen Brief verurteilten 36 Persönlichkeiten aus der künstlerischen Welt, Universitäten und Vereinigungen, vor allem Nachkommen der Afro-Amerikaner, "Belgiens Verzögerung bei der Restitution von kolonialen Schätzen" im Vergleich zu Frankreich, Deutschland und Kanada.

Brüssel hat einen Standpunkt zu diesem Thema? Nach Angaben lokaler Nachrichtenagenturen sagte der derzeitige Minister für Zusammenarbeit, Alexander De Croo, er sei bereit, die Rückgabe dieses Vermögens mit den Behörden und Museumsdirektoren, aber auch mit Experten aus den beteiligten Ländern zu diskutieren.

Ein erster Meilenstein wurde mit der Ende September angekündigten "Rückkehr" in die ruandischen Archive der Kolonialzeit gesetzt. Ein Umschlag in Höhe von 400.000 € wurde vom Ministerium für Zusammenarbeit für ein Projekt zur Digitalisierung der königlichen Archive und des Königlichen Museums von Zentralafrika für diese ehemalige belgische Kolonie reserviert.

Der Prozess wird 2019 mit dem Besuch einer Delegation ruandischer Archivare in Belgien beginnen, die ihre Prioritäten setzen wird.

Eine Sache, die Platz gewinnt
In einem anderen Leitartikel, der am 17. Oktober in der lokalen Presse veröffentlicht wurde, forderten rund dreißig Wissenschaftler, von denen einige Beamte des Königlichen Museums von Zentralafrika waren, einen transparenten Dialog, "um den Paternalismus zu überwinden".

Sie weigern sich, den Fall zu ersticken: "Wir müssen zugeben, dass es bei dieser Entwicklung hauptsächlich um die physische Restitution von Museumsobjekten geht. Auch das Scannen, Ausleihen und Reisen von Exponaten sind wichtig, sollten jedoch nicht die Aufmerksamkeit von der Debatte ablenken."

Eine weitere Neuheit in Belgien: eine beispiellose "partizipative" Debatte mit dem Titel "Restitution afrikanischer Kulturgüter: eine moralische oder rechtliche Frage?" fand am 16. Oktober im französischsprachigen Parlament von Brüssel unter der doppelten Führung der Präsidenten dieser Versammlung und des belgischen Afro-Descendants-Ausschusses Muntu (BAMKO-CRAN) statt.

Die Debatte, die von den 72 französischsprachigen Vertretern der Region Brüssel-Hauptstadt organisiert werden soll, sollte fortgesetzt werden: Es soll eine Expertengruppe gebildet und eine Entschließung mit den anderen Parlamenten des Landes geteilt werden. Es wird darum gehen, Gesetzesänderungen vorzuschlagen, um eine konkrete Rückerstattung zu erreichen.

Freiwillige Rückkehrkampagne
Während BAMKO-CRAN auf diesen Prozess wartet, lädt er die Bürger ein, afrikanische Gegenstände in ihren Besitz zu bringen, auch wenn es sich dabei um alte Trommeln oder Speere handelt, die von Verwandten aus dem Kongo mitgebracht wurden.

Diese freiwillige Rückkehrkampagne, die "Familien erlaubt, ein Beispiel für Museen zu setzen", könnte die Objekte zum Internationalen Forum der souveränen und traditionellen afrikanischen Führer bringen, das für die Suche nach Dörfern und Familien verantwortlich ist und ermittelt, woher die Objekte kommen und wann dies der Fall ist unmöglich, das Material an afrikanische Museen zurückzugeben.

Die belgischen Diskussionen konzentrieren sich auf drei sehr unterschiedliche, aber miteinander verbundene Themen: koloniale Archive, menschliche Überreste und Objekte. Michel Bouffioux, Journalist bei Paris-Match Belgium, hat letzten Mai die Anwesenheit von 300 Schädeln, Knochen und Feten, die in Formaldehyd vorwiegend aus dem Kongo aufbewahrt wurden, am Königlich Belgischen Institut für Naturwissenschaften veröffentlicht.

Der Journalist verurteilt Verbrechen des belgischen Militärs Emile Storms, beispielsweise die Enthauptung des Chefs Lusinga im Jahr 1884, dessen Schädel nach Belgien gebracht wurde, da eine Trophäe nicht in den Kongo zurückgegeben wurde.

Die Debatte über diese Art der Wiedergutmachung ist wie in Frankreich Teil eines umfassenderen Kontextes der "Entkolonialisierung" der ehemaligen Kolonialmächte und der Verunglimpfung der krassesten Ausdrucksformen des Rassismus, die sich aus dem kolonialen Prozess ergeben.






--ru via tradutor do google
Бельгия рассматривает вопрос о возврате добытого имущества из Африки в колониальный период.  

Что делать с разграбленными объектами в колониальную эпоху и считаются произведениями искусства в музеях Европы? В Бельгии дискуссия предшествует открытию в декабре Королевского музея Центральной Африки и охватывает объекты, архивы и останки людей.

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Фронт Королевского музея Центральной Африки в Тервуэрен, Бельгия - Фото: Vinayaraj / Creative Commons

Что делать с разграбленными объектами в колониальную эпоху и считаются произведениями искусства в музеях Европы? В Бельгии дискуссия предшествует открытию в декабре Королевского музея Центральной Африки и охватывает объекты, архивы и останки людей.

Вопрос не только обсуждается во Франции, где доклад должен быть представлен в ноябре сенегальским эссеистом Фелвиной Сарром и историком искусства Бенедикой Савойем президенту Франции Эммануэлю Макрону.

В открытом письме, опубликованном 25 сентября, 36 человек из художественного мира, университетов и ассоциаций, в основном афро-потомки, осуждали «задержку Бельгии в восстановлении колониальных сокровищ» по сравнению с Францией, Германией и Канадой.

Брюссель имеет позицию по этому вопросу? По словам местных информационных агентств, нынешний министр сотрудничества Александр Де Кроо заявил, что готов обсудить вопрос о возврате этого наследия с властями и директорами музеев, а также с экспертами из соответствующих стран.

Первая веха была также установлена ​​с «возвратом» в руандийские архивы колониального периода, объявленным в конце сентября. Министерство кооперации зарезервировал конверт в размере 400 000 евро для проекта оцифровки королевских архивов и Королевского музея Центральной Африки в отношении этой бывшей бельгийской колонии.

Процесс начнется в 2019 году с визита делегации руандийских архивистов в Бельгию, которая определит свои приоритеты.

Вопрос, который получает пространство
В другой редакционной статье, опубликованной 17 октября в местной прессе, около тридцати ученых, некоторые из которых были официальными лицами в Королевском музее Центральной Африки, призвали к прозрачному диалогу «превалировать над патернализмом».

Они отказываются подавить дело: «Мы должны признать, что эта передача главным образом связана с физической реституцией музейных объектов. Также важны сканирование, кредитование и выездные экспонаты, но не должны отвлекать внимание от центра дебатов».

Еще одна новинка в Бельгии: беспрецедентная дискуссия о «широком участии», озаглавленная «Реституция африканских культурных ценностей: моральный или правовой вопрос»? состоялся 16 октября во франкоговорящем парламенте Брюсселя под двойным руководством президентов этой ассамблеи и Бельгийского комитета африканских потомков Мунту (BAMKO-CRAN).

Дискуссия, которая должна быть организована 72 франкоязычными представителями региона Брюссель-Капитал, должна быть продолжена: будет создана группа экспертов и резолюция, которая будет передана другим парламентам страны. Речь идет о внесении поправок в закон, направленных на конкретную реституцию.

Кампания возвращения волонтеров
Ожидая, что этот процесс пройдет, БАМКО-КРАН приглашает граждан вернуть африканские объекты, даже если они старые барабаны или копья, привезенные их родственниками из Конго.

Эта кампания по возвращению добровольцев, которая «позволит семьям подать пример для музеев», может привести объекты к Международному форуму лидеров суверенных и традиционных африканских стран, ответственным за поиск деревень и семей, определение того, откуда идут объекты, и когда это невозможно вернуть материал в африканские музеи.

Обсуждения в Бельгии сосредоточены на трех очень разных, но взаимосвязанных темах: колониальные архивы, человеческие останки и объекты. Мишель Буффиу, журналист из Paris-Match Belgium, показал, что в мае прошлого года в Королевском бельгийском институте естественных наук было обнаружено 300 черепов, костей и плодов, сохранившихся в формальдегиде, главным образом из Конго.

Журналист осуждает преступления, совершенные бельгийскими военными Эмилем Штормами, такие как обезглавливание начальника Лузинга в 1884 году, чей череп был доставлен в Бельгию, поскольку трофей не был возвращен в Конго.

Дискуссия о таком типе реституции, как и во Франции, является частью более широкого контекста «деколонизации» бывших колониальных держав и осуждения наиболее вопиющих проявлений расизма, которые были результатом колониального процесса.





--chines simplificado via tradutor do google
比利时正在考虑在殖民时期从非洲归还被抢劫的遗产。

在殖民时代如何处理抢劫物品并考虑欧洲博物馆的艺术品?在比利时,辩论在12月重新开放中非皇家博物馆之前进行,并涵盖了物品,档案和人类遗骸。

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特尔弗伦的中非皇家博物馆前面,比利时 - 图片:Vinayaraj / Creative Commons

在殖民时代如何处理抢劫物品并考虑欧洲博物馆的艺术品?在比利时,辩论在12月重新开放中非皇家博物馆之前进行,并涵盖了物品,档案和人类遗骸。

这个问题不仅在法国讨论,塞内加尔散文家Felwine Sarr和艺术历史学家BénédicteSavoy将于11月向法国总统Emmanuel Macron提交报告。

在9月25日发表的一封公开信中,来自艺术界,大学和协会的36位人士,主要是非洲人后裔,谴责“比利时延迟归还殖民地宝藏”,与法国,德国和加拿大相比。

布鲁塞尔在这个问题上有立场吗?据当地新闻机构报道,现任合作部长亚历山大·德克罗表示,他已准备好与当局和博物馆馆长以及有关国家的专家讨论这一遗产的回归问题。

第一个里程碑也是在9月底宣布的殖民时期卢旺达档案的“回归”。合作部保留了40万欧元的信封,用于将皇家档案和中非皇家博物馆数字化的项目,涉及这个前比利时殖民地。

该进程将于2019年开始,卢旺达档案工作者代表团将访问比利时,他们将确定其优先事项。

获得空间的事情
在10月17日在当地报刊上发表的另一篇社论中,大约有30位科学家,其中一些是中非皇家博物馆的官员,呼吁进行透明对话“以超越家长作风”。

他们拒绝扼杀案件:“我们必须承认,这种权力下放主要涉及博物馆物品的实际归还。扫描,出借和旅行展品也很重要,但不应转移人们对辩论中心的注意力。”

比利时的另一个新奇事物:前所未有的“参与式”辩论题为“归还非洲文化产品:道德或法律问题?” 10月16日,在本届大会主席和比利时非洲人后裔委员会Muntu(BAMKO-CRAN)的双重领导下,在布鲁塞尔法语国会议中举行了会议。

应该继续由布鲁塞尔首都地区的72名讲法语的代表组织的辩论:计划成立一个专家小组,并与该国其他议会分享一项决议。这将提出修改法律以实现具体的恢复原状。

志愿者回归运动
在等待这一过程的同时,BAMKO-CRAN邀请公民归还他们所拥有的非洲物品,即使它们是来自刚果的亲戚带来的旧鼓或长矛。

这项志愿者回归运动“将允许家庭为博物馆树立榜样”,可以将这些物品带到负责寻找村庄和家庭的国际主权和非洲传统领袖论坛,确定物品来自何处,何时是不可能,将材料归还非洲博物馆。

比利时的讨论集中在三个截然不同但相互关联的主题:殖民档案,人类遗骸和物品。比利时巴黎比赛的记者Michel Bouffioux去年五月透露,在比利时皇家自然科学研究所,主要来自刚果的300颗头骨,骨骼和甲胎保存在甲醛中。

这名记者谴责比利时军队埃米尔风暴犯下的罪行,例如1884年Lusinga酋长的斩首,其头骨被带到比利时作为奖杯没有归还刚果。

关于这种类型的恢复原状的辩论,如法国,构成了前殖民国家“非殖民化”的更广泛背景的一部分,并谴责殖民进程造成的最公然的种族主义表现。


The ring with the score of the Thracian anthem, is located in the archaeological museum of Sofia, Bulgaria. collaboration: Αφροδίτη Διαμαντοπούλου -- O anel com a partitura do hino trácio, está localizado no museu arqueológico de Sofia, Bulgária. -- Der Ring mit der Partitur der thrakischen Hymne befindet sich im archäologischen Museum von Sofia, Bulgarien. -- Кольцо со счетом фракийского гимна находится в археологическом музее Софии. -- 带有色雷斯国歌的戒指,位于索非亚考古博物馆,

The inscription with Greek characters in a golden ring of the 5th century BC found in an ancient Thracian tomb near Plovdiv is claimed to be a musical score with ancient Greek vocal paradigm.

The world's only intact musical recording of melodic melody in ancient Greek with the use of exclusively vocal characters, found in 1912 in Thrace, was decoded and presented in the ceremonial hall of the Aristotle University of Thessaloniki.



It is argued that the text with a total of 61 characters is a melody written in the music notation of ancient Greeks with Greek letters, and not a simple Greek inscription.

It was decoded with the use of a computer and with the help of the music panels of Alypium (4th century AD), in notes of today's music notation. Probably the melody rhythm is six-eighth. At the same pace is the most sacred dance of the Thracians, the "jargon".

The characters are written on the ring plate without the words being distinguished. Written in Greek and the oral and pre-Aeolian thracian, the character of the inscription is obvious. Copies are:


ROLLING
INVESTIGATION
TEANISCO
RAZEDOM
EANTILEY
PAMMIE
RAZ
ELTA

Plot Output:
"Spinning of Nero Tiltaia, childhood of Araxias, the home of the sacred Tileyspta we hunted." By the professor of AUTH, Mr. X. Spyridis

Ancient "music sheet" on a ring!

The inscription in Greek letters in the golden ring of the 5th century BC has been found in the ancient Thracian tomb, which has been claimed to be a musical score with ancient Greek fonetic notation ....
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About
The National Archaeological Institute with Museum at the Bulgarian Academy of Sciences covers the complete study of the culture of tribes and peoples who have occupied present day Bulgaria from the remote past until the 18th century. NAIM-BAS is a national center and coordinator of all field research in Bulgaria and exercises scholarly and methodological control on it. 

The Museum of Archaeology hosts the most numerous collections in Bulgaria and its exhibitions reveal it as one of the most important centers in the country for promotion of the cultural heritage of present day Bulgaria. 

Its academic and museum potential turns NAIM-BAS into the biggest research archaeological unit in southeast Europe. NAIM-BAS was established in 1949 as a follower and successor of the Department of Valuables - part of the Library established in Sofia in 1878-1879 and reformed into a National Museum in 1892 - and the Bulgarian Institute of Archaeology (1921), which was the first academic institute in Bulgaria.

With view to the specific features of its subject matters, NAIM-BAS consists of the following structural units: five chronological and subject departments (Department of Prehistoric Archaeology, Department of Thracian Archaeology, Department of Classic Archaeology, Department of Medieval Archaeology, Department of Numismatics and Epigraphy), a Problematic Group (Department for Interdisciplinary Research), two Branches for excavations at the Old Bulgarian capitals (in Shumen and Veliko Tarnovo) and a Museum of Archaeology. 

The structure of the Museum of Archaeology was changed in 2003 in order to improve its efficacy: two departments – Exhibitions and Depositories – were set up. The research, administrative, economic and financial issues at NAIM-BAS are serviced by several service units (Editorial Group, Archives, Accountant’s Office, Secretariat). Dr. Lyudmil Vagalinski, Associate Professor, is Director of the NAIM-BAS, Dr. Hristo Popov, Associate Professor, and Dr. Maria Reho, Associate Professor, are Vice-Directors, and Dr. Andrey Aladzhov, Chief Assisstant, is acting Scientific Secretary.




collaboration: 
Αφροδίτη Διαμαντοπούλου








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--br via tradutor do google
O anel com a partitura do hino trácio, está localizado no museu arqueológico de Sofia, Bulgária.  

A inscrição com caracteres gregos em um anel de ouro do século V aC, encontrada em uma antiga tumba trácia perto de Plovdiv, é considerada uma partitura musical com um antigo paradigma vocal grego.

A única gravação musical intacta do mundo de melodia melódica em grego antigo com o uso de caracteres exclusivamente vocais, encontrada em 1912 na Trácia, foi decodificada e apresentada no salão cerimonial da Universidade Aristóteles de Tessalônica.

Argumenta-se que o texto com um total de 61 caracteres é uma melodia escrita na notação musical dos gregos antigos com letras gregas, e não uma simples inscrição grega.

Foi decodificado com o uso de um computador e com a ajuda dos painéis musicais de Alypium (século 4 dC), em notas da notação musical de hoje. Provavelmente o ritmo da melodia é de seis oitavos. No mesmo ritmo é a dança mais sagrada dos trácios, o "jargão".

Os caracteres estão escritos na placa do anel sem que as palavras sejam distinguidas. Escrito em grego e no trácio oral e pré-eólio, o caráter da inscrição é óbvio. Cópias são:

ROLANDO
INVESTIGAÇÃO
TEANISCO
RAZEDOM
EANTILEY
PAMMIE
RAZ
ELTA

Saída de plotagem:
"Fiação de Nero Tiltaia, infância de Araxias, a casa do sagrado Tileyspta que caçamos." Pelo professor de AUTH, Mr. X. Spyridis

"Folha de música antiga" em um anel!
A inscrição em letras gregas no anel de ouro do século 5 aC foi encontrada na antiga tumba da Trácia, que tem sido reivindicada como uma partitura musical com a antiga notação fonética grega.

Sobre
O Instituto Arqueológico Nacional com Museu da Academia Búlgara de Ciências abrange o estudo completo da cultura das tribos e povos que ocuparam a atual Bulgária desde o passado remoto até o século XVIII. NAIM-BAS é um centro nacional e coordenador de todas as pesquisas de campo na Bulgária e exerce controle acadêmico e metodológico sobre ele.

O Museu de Arqueologia abriga as coleções mais numerosas da Bulgária e suas exposições revelam-no como um dos centros mais importantes do país para a promoção do patrimônio cultural da atual Bulgária.

Seu potencial acadêmico e museológico transforma a NAIM-BAS na maior unidade arqueológica de pesquisa do sudeste da Europa. A NAIM-BAS foi fundada em 1949 como seguidora e sucessora do Departamento de Objetos de Valor - parte da Biblioteca estabelecida em Sofia em 1878-1879 e reformada em um Museu Nacional em 1892 - e do Instituto Búlgaro de Arqueologia (1921), que foi o primeiro instituto acadêmico na Bulgária.

Tendo em vista as especificidades das suas matérias, a NAIM-BAS é constituída pelas seguintes unidades estruturais: cinco departamentos cronológicos e temáticos (Departamento de Arqueologia Pré-Histórica, Departamento de Arqueologia Trácia, Departamento de Arqueologia Clássica, Departamento de Arqueologia Medieval, Departamento de Numismática e Epigrafia), um Grupo Problemático (Departamento de Pesquisa Interdisciplinar), duas Filiais para escavações nas antigas capitais búlgaras (em Shumen e Veliko Tarnovo) e um Museu de Arqueologia.

A estrutura do Museu de Arqueologia foi alterada em 2003, a fim de melhorar a sua eficácia: dois departamentos - Exposições e Depositários - foram criados. As questões de pesquisa, administrativas, econômicas e financeiras na NAIM-BAS são atendidas por várias unidades de serviço (Grupo Editorial, Arquivos, Escritório de Contabilidade, Secretariado). O Dr. Lyudmil Vagalinski, Professor Associado, é Diretor do NAIM-BAS, Dr. Hristo Popov, Professor Associado, e Dr. Maria Reho, Professora Associada, são Vice-Diretores, e o Dr. Andrey Aladzhov, Chefe Assisstant, está atuando como Cientista. Secretário.




--alemão via tradutor do google
Der Ring mit der Partitur der thrakischen Hymne befindet sich im archäologischen Museum von Sofia, Bulgarien. 

Die Inschrift mit griechischen Schriftzeichen in einem goldenen Ring aus dem 5. Jahrhundert v. Chr., Die in einem antiken Thracian-Grab in der Nähe von Plovdiv gefunden wurde, gilt als musikalische Partitur mit altgriechischem Gesangsparadigma.

Die weltweit einzige intakte Musikaufnahme der Melodie-Melodie im Altgriechischen mit ausschließlich vokalen Charakteren, die 1912 in Thrakien gefunden wurde, wurde entschlüsselt und im Festsaal der Aristoteles-Universität von Thessaloniki präsentiert.

Es wird argumentiert, dass der Text mit insgesamt 61 Zeichen eine Melodie ist, die in der Notation der alten Griechen mit griechischen Buchstaben geschrieben ist, und keine einfache griechische Inschrift.

Es wurde mit Hilfe eines Computers und mit Hilfe der Musikpaneele von Alypium (4. Jahrhundert n. Chr.) In Noten der heutigen Musiknotation entschlüsselt. Wahrscheinlich ist der Melodie-Rhythmus sechs Achtel. Im selben Tempo befindet sich der heiligste Tanz der Thraker, der "Jargon".

Die Zeichen werden auf die Ringplatte geschrieben, ohne dass die Wörter unterschieden werden. Der Charakter der Inschrift ist in griechischer, mündlicher und prääolischer Schrift geschrieben. Kopien sind:

ROLLEN
ERMITTLUNG
TEANISCO
RAZEDOM
EANTILEY
PAMMIE
RAZ
ELTA

Plotausgabe:
"Spinnen von Nero Tiltaia, Kindheit von Araxias, der Heimat der heiligen Tileyspta, die wir jagten." Von dem Professor von AUTH, Herrn X. Spyridis

Uraltes "Notenblatt" auf einem Ring!
Die Inschrift in griechischen Buchstaben im goldenen Ring des 5. Jahrhunderts v. Chr. Wurde im antiken Thracian-Grab gefunden, das als musikalische Partitur mit uraltgriechischer Notation bezeichnet wurde.

Über
Das Nationale Archäologische Institut mit Museum der Bulgarischen Akademie der Wissenschaften befasst sich mit der vollständigen Erforschung der Kultur der Stämme und Völker, die das heutige Bulgarien von der fernen Vergangenheit bis ins 18. Jahrhundert besetzt haben. NAIM-BAS ist ein nationales Zentrum und Koordinator für alle Feldforschung in Bulgarien und übt wissenschaftliche und methodologische Kontrolle darüber aus.

Das Archäologiemuseum beherbergt die zahlreichsten Sammlungen in Bulgarien, und seine Ausstellungen zeigen, dass es eines der wichtigsten Zentren des Landes ist, um das kulturelle Erbe des heutigen Bulgarien zu fördern.

Das akademische und museale Potenzial macht NAIM-BAS zur größten archäologischen Forschungsstation in Südosteuropa. NAIM-BAS wurde 1949 als Nachfolger und Nachfolger der Abteilung für Wertsachen gegründet - Teil der 1878-1879 in Sofia gegründeten Bibliothek, die 1892 in ein Nationalmuseum umgewandelt wurde - und das Bulgarian Institute of Archaeology (1921) das erste akademische Institut in Bulgarien.

NAIM-BAS besteht aus fünf strukturellen Einheiten (Abteilung für prähistorische Archäologie, Abteilung für Thrakische Archäologie, Abteilung für Klassische Archäologie, Abteilung für Mittelalterarchäologie, Abteilung für Numismatik) und Epigraphie), eine problematische Gruppe (Abteilung für interdisziplinäre Forschung), zwei Zweigstellen für Ausgrabungen in den altbulgarischen Hauptstädten (in Shumen und Veliko Tarnovo) und ein Archäologiemuseum.

Die Struktur des Archäologischen Museums wurde 2003 geändert, um die Wirksamkeit zu verbessern: Es wurden zwei Abteilungen - Ausstellungen und Lagerräume - eingerichtet. Die Forschungs-, Verwaltungs-, Wirtschafts- und Finanzfragen bei NAIM-BAS werden von mehreren Serviceeinheiten (Redaktionsgruppe, Archiv, Buchhaltung, Sekretariat) bearbeitet. Dr. Lyudmil Vagalinski, Associate Professor, ist Direktor der NAIM-BAS, Associate Professor Dr. Hristo Popov, und Dr. Maria Reho, Associate Professor, sind stellvertretende Direktoren, und Dr. Andrey Aladzhov, Chief Assisstant, fungiert als wissenschaftlicher Mitarbeiter Sekretär.







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Кольцо со счетом фракийского гимна находится в археологическом музее Софии. 

Надпись с греческими символами в золотом кольце V века до нашей эры, найденная в древней фракийской гробнице около Пловдива, считается музыкальной партией с древнегреческой вокальной парадигмой.

Единственная в мире музыкальная запись мелодической мелодии на древнегреческом языке с использованием исключительно вокальных персонажей, найденная в 1912 году во Фракии, была расшифрована и представлена ​​в торжественном зале Аристотельского университета в Салониках.

Утверждается, что текст с общим количеством 61 символа - это мелодия, написанная в музыкальной нотации древних греков с греческими буквами, а не простая греческая надпись.

Он был декодирован с использованием компьютера и с помощью музыкальных панелей Alypium (4-го века нашей эры) в примечаниях к сегодняшней нотной записи. Возможно, ритм мелодии - шесть-восьмой. Та же самая скорость - самый священный танец фракийцев, «жаргон».

Символы записываются на кольцевой пластине без слов. Написанный на греческом языке и устный и доэолийский фракийский характер надписи очевиден. Копии:

ROLISTENEASN
ERENEATIA
TEANISKOA
RAZEADOM
EANTILEZY
PTAMIIE
Raz
Илта

Выход участка:

«Вращение Нерона Тильтяи, детство Арахиаса, дом священной Тилейспта, на котором мы охотились». Профессор AUTH, г-н X. Спиридис

Древний «музыкальный лист» на ринге!
Надпись в греческих буквах в золотом кольце V века до н.э. была найдена в древней фракийской гробнице, которая, как утверждается, была музыкальной партией с древнегреческим фонетическим обозначением ....








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带有色雷斯国歌的戒指,位于索非亚考古博物馆,

已经在普罗夫迪夫附近的一个古老的色雷斯古墓被发现在公元前5世纪的金戒指希腊字符碑文自称是乐谱与古希腊声乐符号。

只使用注音符号记录在古老的符号世界完整的曲调,在色雷斯于1912年发现的唯一的,解码和AUTH的音乐厅呈现

有人认为,一共有61个字符文本写在古希腊人和希腊字母,而不仅仅是希腊铭文的旋律乐谱。

通过使用计算机,并与Alypius(公元4世纪),音乐台在今天的音乐帮助解码指出simeiografias.Pithanos旋律六八分节奏。同样的节奏是色雷斯人最神圣的舞蹈,即“行话”。

字符写在环板上,没有区分字。用希腊语和口头和前伊索利亚的thracian书写,铭文的特征是显而易见的。副本是:

ROLISTENEASN
ERENEATIA
TEANISKOA
RAZEADOM
EANTILEZY
PTAMIIE
拉兹
ILTA

绘图输出:

“Rolistheneias Nerenou Tilataia,paidiski的Araxeias房子神圣Tilezypta igasthime。” 通过AUTH X.SPYRIDI先生教授

古老的“乐谱”上一枚戒指!
在公元前5世纪的金戒指希腊字母碑文已经在古色雷斯古墓被发现自称是乐谱与古希腊注音....