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quinta-feira, 18 de julho de 2019

50 years of the man on the moon. 300 images and objects, as well as film clips, make up the exhibition at the Metropolitan Museum of Art in New York. -- 50 anos do homem na Lua. 300 imagens e objetos, além de trechos de filmes, compõem exibição no Metropolitan Museum of Art de Nova York. -- 50 Jahre Mann auf dem Mond. 300 Bilder und Objekte sowie Filmausschnitte bilden die Ausstellung im Metropolitan Museum of Art in New York. -- 50 лет мужчине на луне. 300 изображений и предметов, а также видеоклипы составляют выставку в Метрополитен-музее в Нью-Йорке. -- 月球上50年的男人。 300幅图像和物品以及电影剪辑构成了纽约大都会艺术博物馆的展览。 -- 50 سنة من الرجل على القمر. تشكل 300 صورة وكائن ، بالإضافة إلى مقاطع سينمائية ، المعرض في متحف متروبوليتان للفنون في نيويورك.

Century after century, the moon adamantly refused to reveal its secrets. The ancient Greeks and Romans generally considered her a virgin, white and serene, but failed to convincingly explain the marks on her face visible to human eyes. Then, around the year 90 BC, Plutarch wrote that these spots were the shadows of mountains and valleys and that the moon must be habitable.

Not everyone agreed. And though no living creature has been found, the idea that it may someday appear does not die. After World War II, one of the many rumors circulating claimed that the Germans had set up a secret facility on the moon. Some even speculated that Hitler had staged his own death and lived his last days beneath the lunar surface.

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The early 20th century saw a boom in
 photo studios offering moon portraits. 
Photo: via The Metropolitan Museum of Art

A new show, Apollo's Muse: The Moon in the Age of Photography, at New York's Metropolitan Museum of Art, is a journey through an unusual history: the various representations of the Moon over four centuries. This revelation of persistent astronomical pursuits is a groundbreaking marriage of science and art - 300 images and objects, as well as movie clips. The images shed light on astronauts' relentless search for new knowledge, technological advances, artistic visions, and fantasy. The show is a testimony that man longs to know and explore.

After 1608, with the invention of the telescope, it seemed easy to reach the moon. In 1609, Galileo made his first portraits by observing it more closely. And he realized that the stains on its surface were actually the shadows of mountains. Two of his published drawings that can be seen in the exhibition constitute the dawn of modern astronomy.

The 17th century brought to human vision extremely distant and extremely tiny objects, thanks to the rapid improvement of telescopes and the considerable increase in the power of microscopes invented at the end of the previous century. Johannes Hevelius' Selenography - an extremely successful lunar atlas published in 1647 by the name of Selene, the moon goddess in Greek mythology - is considered the first book devoted entirely to her.

The idea that the mysterious companion of Earth could be inhabited was continually approached by people of great imagination, by misguided people, and also by tricksters. The name of Sir John Herschel, a famous British astronomer, was maliciously stolen in 1835 by The New York Sun to create the sensational "Great Moon Fraud," according to which Sir John had observed sophisticated dwellings, roads, and cities on the lunar surface. . The article was transcribed throughout Europe.

“The Muse of Apollo” contains several of the earliest photos of the moon, including John William Draper's remarkable daguerreotype from 1840. In an attempt to grasp the three-dimensionality that he saw through the scope, his observational instrument, British astronomer James Nasmyth made molds of plaster. In 1874, the photographs he himself took of his careful representations of the moon were published and praised as the most “true” ever seen.

Among the illustrations, there are fantastic humanoids and animals, but the most interesting creation was Georges Méliès' first science fiction movie, Le Voyage Dans la Lune (1902). A group of astronomers launched into space. by a cannon installed on land, lands in one of the moonman's eyes, and they can barely escape hostile natives.

By the early 20th century, the moon had almost become a toy. Photo studios acquired robust, smiling, rising moons. Nudes, lovers, friends, families, and fun people sat on the rising curve to be immortalized in postcards.


By the time NASA was created, the moon was once again a serious matter. Prior to the launch of Apollo 11 on July 16, 1969, cameras guarded the moon aboard unmanned Lunar Orbiters. Some of the photos taken 385,000 kilometers away have been transformed into three-dimensional lunar panoramas and studied for a suitable landing site. But Neil Armstrong used his own eyes to find a safer place than had been determined.





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"Eu só quero pensar no futuro e não ficar triste." Elon Musk.
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"I just want to think about the future and not be sad." Elon Musk.

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--br via tradutor do google
50 anos do homem na Lua. 300 imagens e objetos, além de trechos de filmes, compõem exibição no Metropolitan Museum of Art de Nova York.    --    

Século após século, a Lua se recusou inflexivelmente a revelar os seus segredos. Os antigos gregos e romanos em geral a consideravam virgem, branca e serena, mas não conseguiram explicar de maneira convincente as marcas em sua face visível aos olhos humanos. Então, por volta do ano 90 A.C., Plutarco escreveu que aquelas manchas eram as sombras de montanhas e vales e que a lua devia ser habitável.

Nem todos concordaram. E embora não tenha sido encontrada nenhuma criatura viva, a ideia de que algum dia ela poderá aparecer não morreu. Depois da Segunda Guerra Mundial, um dos vários boatos que circulavam afirmava que os alemães haviam montado uma instalação secreta na Lua. Houve até quem especulasse que Hitler havia encenado a própria morte e vivera os seus últimos dias em baixo da superfície lunar.

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O início do século 20 registrou um boom dos estúdios fotográficos
 que ofereciam retratos com a lua 
Foto: via The Metropolitan Museum of Art

Uma nova mostra, Apollo’s Muse: The Moon in the Age of Photography, no Metropolitan Museum of Art de Nova York, é uma viagem através de uma história incomum: as diversas representações da Lua ao longo de quatro séculos. Esta revelação de persistentes buscas astronômicas é um casamento inovador entre ciência e arte - 300 imagens e objetos, além de trechos de filmes. As imagens espalham uma luz sobre a procura incansável  dos astronautas por novos conhecimentos, sobre os avanços tecnológicos, as visões artísticas e a fantasia. A mostra é um testemunho de que o homem anseia conhecer e explorar.

Depois de 1608, com a invenção do telescópio, pareceu fácil chegar até a Lua. Em 1609, Galileu fez os seus primeiros retratos observando-a mais de perto. E se deu conta de que as manchas ma sua superfície eram na realidade as sombras de montanhas. Dois dos seus desenhos que foram publicados e podem ser vistos na exposição, constituem o alvorecer da moderna astronomia.

O século 17 trouxe para a visão humana objetos extremamente distantes e também extremamente minúsculos, graças ao rápido aperfeiçoamento dos telescópios, e ao considerável aumento do poder dos microscópios, inventados no final do século anterior. A Selenografia, de Johannes Hevelius - um atlas lunar extremamente bem-sucedido publicado em 1647 com o nome de Selene, a deusa Lua na mitologia grega - é considerada o primeiro livro dedicado inteiramente a ela.

A ideia de que a misteriosa companheira da Terra pudesse ser habitada foi continuamente abordada por pessoas de grande imaginação, por gente equivocadas, e também por embusteiros. O nome de Sir John Herschel, um famoso astrônomo britânico, foi maliciosamente roubado em 1835 pelo jornal The New York Sun para criar a sensacional “grande fraude da Lua”, segundo a qual Sir John teria observado habitações, estradas e cidades sofisticadas na superfície lunar. O artigo foi transcrito em toda a Europa.

“A Musa de Apolo” contém várias das primeiras fotos da Lua, inclusive o notável daguerreótipo de John William Draper de 1840. Na tentativas de captar a tridimensionalidade que via através do escópio, o seu instrumento de observação, o astrônomo britânico James Nasmyth fez moldes de gesso. Em 1874, as fotografias que ele mesmo tirou de suas cuidadosas representações da Lua foram publicadas e elogiadas como as mais “verídicas” jamais vistas.

Entre as ilustrações, há humanoides e animais fantásticos, entretanto, a criação mais interessante foi o primeiro filme de ficção científica, Le Voyage Dans la Lune (Viagem à Lua) de Georges Méliès, de 1902. Um grupo de astrônomos, lançado para o espaço por um canhão instalado na terra, pousa em um dos olhos do homem da Lua, e eles mal conseguem escapar de nativos hostis.

No inicio do século 20, a Lua tinha se tornado quase um brinquedo. Estúdios fotográficos adquiriram robustas luas crescentes, sorridentes. Nus, amantes, amigos, famílias e pessoas divertidas  sentavam na curva crescente a fim de serem imortalizados em cartões postais.

Na época em que a NASA foi criada, a Lua voltou a ser um assunto bastante sério. Antes do lançamento da Apollo 11, no dia 16 de julho de 1969, câmeras vigiaram a Lua a bordo de espaçonaves Lunar Orbiters não tripuladas. Algumas das fotos tiradas a 385 mil quilômetros de distância foram transformadas em panorâmicas lunares em três dimensões e estudadas à procura do local adequado para o pouso. Mas Neil Armstrong usou os próprios olhos para encontrar um lugar mais seguro do que o que havia sido determinado.

Perhaps nothing can compare to landing on the moon. NASA's impact on popular culture is represented by Harry Gordon's “Rocket” costume (1968), with a picture of a rocket taking off with a huge explosion right in the middle of the mannequin. Made of paper, the dress could be cut and displayed on a wall. Which makes it clear that almost everything, including history, serves as material for the commercial machine.

The American flag was planted on the moon in 1969, not to proclaim that our satellite was an American colony, but to mark our achievement. A 1971 photo by Stephen Shames of a message scrawled on a brick wall in a wasteland in Brooklyn says it all: "THE MOON BELONGS TO THE PEOPLE !!!" A message of love from all your passionate lovers. TRANSLATION OF ANNA CAPOVILLA









--de via tradutor do google
50 Jahre Mann auf dem Mond. 300 Bilder und Objekte sowie Filmausschnitte bilden die Ausstellung im Metropolitan Museum of Art in New York.

Jahrhundert für Jahrhundert weigerte sich der Mond unerbittlich, seine Geheimnisse preiszugeben. Die alten Griechen und Römer betrachteten sie im Allgemeinen als Jungfrau, weiß und gelassen, erklärten jedoch nicht überzeugend die Spuren auf ihrem Gesicht, die für menschliche Augen sichtbar waren. Dann, um das Jahr 90 v. Chr., Schrieb Plutarch, dass diese Stellen die Schatten von Bergen und Tälern seien und dass der Mond bewohnbar sein müsse.

Nicht alle waren einverstanden. Und obwohl kein Lebewesen gefunden wurde, stirbt die Vorstellung, dass es eines Tages auftauchen könnte, nicht. Nach dem Zweiten Weltkrieg behauptete eines der vielen Gerüchte, die Deutschen hätten auf dem Mond eine geheime Einrichtung errichtet. Einige spekulierten sogar, Hitler habe seinen eigenen Tod inszeniert und seine letzten Tage unter der Mondoberfläche verbracht.

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Im frühen 20. Jahrhundert boomten Fotostudios mit Mondporträts. Foto: über das Metropolitan Museum of Art

Eine neue Show, Apollos Muse: Der Mond im Zeitalter der Fotografie, im New Yorker Metropolitan Museum of Art, ist eine Reise durch eine ungewöhnliche Geschichte: die verschiedenen Darstellungen des Mondes über vier Jahrhunderte. Diese Enthüllung der ständigen astronomischen Bestrebungen ist eine bahnbrechende Verbindung von Wissenschaft und Kunst - 300 Bilder und Objekte sowie Filmausschnitte. Die Bilder werfen ein Licht auf die unermüdliche Suche der Astronauten nach neuem Wissen, technologischem Fortschritt, künstlerischen Visionen und Fantasie. Die Show ist ein Zeugnis, das der Mensch gerne kennen und erforschen möchte.

Nach 1608 schien es mit der Erfindung des Teleskops leicht, den Mond zu erreichen. Im Jahr 1609 machte Galileo seine ersten Porträts, indem er sie genauer betrachtete. Und er erkannte, dass die Flecken auf seiner Oberfläche eigentlich die Schatten der Berge waren. Zwei seiner veröffentlichten Zeichnungen, die in der Ausstellung zu sehen sind, bilden den Beginn der modernen Astronomie.

Das 17. Jahrhundert brachte dem Menschen extrem ferne und extrem winzige Objekte in den Sinn, dank der raschen Verbesserung der Teleskope und der beträchtlichen Leistungssteigerung der Ende des vorigen Jahrhunderts erfundenen Mikroskope. Johannes Hevelius 'Selenographie - ein äußerst erfolgreicher Mondatlas, der 1647 unter dem Namen Selene, der Mondgöttin in der griechischen Mythologie, veröffentlicht wurde - gilt als das erste Buch, das sich ausschließlich mit ihr befasst.

Die Idee, dass der mysteriöse Begleiter der Erde bewohnt werden könnte, wurde ständig von Menschen mit großer Vorstellungskraft, von irregeführten Menschen und auch von Betrügern aufgegriffen. Der Name von Sir John Herschel, einem berühmten britischen Astronomen, wurde 1835 von The New York Sun in böswilliger Absicht gestohlen, um den sensationellen "Great Moon Fraud" hervorzurufen, nach dem Sir John raffinierte Wohnhäuser, Straßen und Städte auf der Mondoberfläche beobachtet hatte . . Der Artikel wurde europaweit transkribiert.

In „The Muse of Apollo“ sind einige der frühesten Fotos des Mondes enthalten, darunter John William Drapers bemerkenswerter Daguerreotyp aus dem Jahr 1840. Um die Dreidimensionalität zu erfassen, die er durch das Oszilloskop sah, fertigte sein Beobachtungsinstrument der britische Astronom James Nasmyth an Gipsformen. 1874 wurden die Fotografien, die er selbst von seinen sorgfältigen Darstellungen des Mondes gemacht hatte, veröffentlicht und als die „wahrsten“ gepriesen, die jemals gesehen wurden.

Unter den Illustrationen befinden sich fantastische Humanoiden und Tiere, aber die interessanteste Kreation war Georges Méliès 'erster Science-Fiction-Film Le Voyage Dans la Lune (1902). Eine Gruppe von Astronomen startete in den Weltraum. durch eine Kanone, die an Land installiert ist, landet sie in einem der Augen des Mondmanns, und sie können feindlichen Eingeborenen kaum entkommen.

Zu Beginn des 20. Jahrhunderts war der Mond fast zu einem Spielzeug geworden. Fotostudios erwarben robuste, lächelnde, aufgehende Monde. Akte, Liebhaber, Freunde, Familien und lustige Menschen saßen auf der aufsteigenden Kurve, um sich in Postkarten verewigen zu lassen.


Zu der Zeit, als die NASA gegründet wurde, war der Mond wieder eine ernste Angelegenheit. Vor dem Start von Apollo 11 am 16. Juli 1969 bewachten Kameras den Mond an Bord unbemannter Mondumlaufbahnen. Einige der 385.000 Kilometer entfernten Fotos wurden in dreidimensionale Mondpanoramen umgewandelt und auf einen geeigneten Landeplatz hin untersucht. Aber Neil Armstrong benutzte seine eigenen Augen, um einen sichereren Ort zu finden, als bestimmt worden war.

Vielleicht ist nichts mit einer Landung auf dem Mond zu vergleichen. Der Einfluss der NASA auf die Populärkultur wird durch Harry Gordons "Rocket" -Kostüm (1968) dargestellt, auf dem eine Rakete mit einer gewaltigen Explosion mitten in der Schaufensterpuppe zu sehen ist. Das Kleid aus Papier könnte ausgeschnitten und an der Wand angebracht werden. Das macht deutlich, dass fast alles, einschließlich der Geschichte, als Material für die kommerzielle Maschine dient.


Die amerikanische Flagge wurde 1969 auf den Mond gepflanzt, um nicht zu verkünden, dass unser Satellit eine amerikanische Kolonie war, sondern um unsere Errungenschaft zu markieren. Ein 1971 von Stephen Shames aufgenommenes Foto einer auf eine Mauer in einer Einöde in Brooklyn gekritzelten Nachricht sagt alles: "DER MOND GEHÖRT DEN MENSCHEN !!!" Eine Liebesbotschaft von all Ihren leidenschaftlichen Liebhabern.









--ru via tradutor do google
50 лет мужчине на луне. 300 изображений и предметов, а также видеоклипы составляют выставку в Метрополитен-музее в Нью-Йорке.

Столетие за веком луна категорически отказывалась раскрывать свои секреты. Древние греки и римляне обычно считали ее девственницей, белой и безмятежной, но не смогли убедительно объяснить следы на ее лице, видимые человеческим глазам. Затем, примерно в 90 году до нашей эры, Плутарх написал, что эти пятна были тенями гор и долин и что Луна должна быть пригодной для жизни.

Не все согласились. И хотя живое существо не было найдено, идея о том, что оно может когда-нибудь появиться, не умирает. После Второй мировой войны один из многочисленных циркулирующих слухов утверждал, что немцы создали секретный объект на Луне. Некоторые даже предполагали, что Гитлер устроил свою собственную смерть и прожил свои последние дни под лунной поверхностью.

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В начале 20-го века в фотостудиях предлагался бум, предлагающий лунные портреты. Фото: через Музей Метрополитен

Новое шоу «Муза Аполлона: Луна в век фотографии» в нью-йоркском Музее искусств Метрополитен - это путешествие по необычной истории: различным представлениям о Луне за четыре столетия. Это откровение о постоянных астрономических занятиях - революционное соединение науки и искусства - 300 изображений и объектов, а также видеоклипы. Изображения проливают свет на неустанные поиски космонавтов новых знаний, технологических достижений, художественных замыслов и фантазий. Шоу - это свидетельство, которое человек жаждет узнать и исследовать.

После 1608 года, с изобретением телескопа, казалось, легко достичь Луны. В 1609 году Галилей сделал свои первые портреты, наблюдая за ним более внимательно. И он понял, что пятна на его поверхности были на самом деле тени гор. Два его опубликованных рисунка, которые можно увидеть на выставке, представляют собой рассвет современной астрономии.

17-й век привнес в человеческое зрение чрезвычайно далекие и чрезвычайно крошечные объекты благодаря быстрому совершенствованию телескопов и значительному увеличению мощности микроскопов, изобретенных в конце прошлого века. Селенография Иоганна Гевелия - чрезвычайно успешный лунный атлас, изданный в 1647 году под именем Селена, богиня луны в греческой мифологии, - считается первой книгой, полностью посвященной ей.

К идее о том, что таинственный спутник Земли мог быть населен, постоянно подходили люди с большим воображением, обманутые люди, а также обманщики. Имя сэра Джона Гершеля, известного британского астронома, было злонамеренно украдено в 1835 году The New York Sun для создания сенсационного «мошенничества на Великой луне», согласно которому сэр Джон наблюдал сложные жилища, дороги и города на поверхности Луны. , , Статья была расшифрована по всей Европе.

«Муза Аполлона» содержит несколько самых ранних фотографий Луны, в том числе замечательный дагерротип Джона Уильяма Дрэйпера от 1840 года. В попытке понять трехмерность, которую он видел сквозь прицел, его наблюдательный инструмент, сделанный британским астрономом Джеймсом Насмитом, был сделан формы из гипса. В 1874 году были опубликованы фотографии, которые он сам сделал с его осторожными изображениями луны, и были названы самыми «истинными» из когда-либо виденных.

Среди иллюстраций есть фантастические гуманоиды и животные, но самым интересным созданием был первый научно-фантастический фильм Жоржа Мельеса «Вояж-данс-ла-Люн» (1902). Группа астрономов запущена в космос. Пушка, установленная на земле, приземляется в глазах лунного человека, и они едва могут избежать враждебных туземцев.

К началу 20-го века луна почти стала игрушкой. Фотостудии приобрели крепкие, улыбающиеся, восходящие луны. Обнаженные, любовники, друзья, семьи и веселые люди сидели на восходящей кривой, чтобы быть увековеченными на открытках.


К моменту создания НАСА луна снова стала серьезным вопросом. До запуска Аполлона-11 16 июля 1969 года камеры охраняли луну на борту беспилотных лунных кораблей. Некоторые фотографии, сделанные на расстоянии 385 000 километров, были преобразованы в трехмерные лунные панорамы и изучены для подходящего места посадки. Но Нил Армстронг использовал свои собственные глаза, чтобы найти более безопасное место, чем было определено.

Возможно, ничто не может сравниться с посадкой на Луну. Влияние НАСА на популярную культуру представлено костюмом «Ракеты» Гарри Гордона (1968) с изображением взлетающей ракеты с огромным взрывом прямо в центре манекена. Сделанное из бумаги платье можно разрезать и вывесить на стену. Что дает понять, что почти все, включая историю, служит материалом для коммерческой машины.


Американский флаг был установлен на Луне в 1969 году, чтобы не провозгласить, что наш спутник является американской колонией, а чтобы отметить наше достижение. Фото Стивена Шеймса, сделанное в 1971 году и написанное на кирпичной стене в пустынной местности в Бруклине, говорит само за себя: «Луна принадлежит людям !!!» Сообщение любви от всех ваших страстных любовников.










--chines simplificado via tradutor do google
月球上50年的男人。 300幅图像和物品以及电影剪辑构成了纽约大都会艺术博物馆的展览。

世纪后的世纪,月亮坚决拒绝透露其秘密。古希腊人和罗马人一般认为她是处女,白人和宁静,但未能令人信服地解释人眼可见的脸上的痕迹。然后,在公元前90年左右,普鲁塔克写道,这些景点是山脉和山谷的阴影,月亮必须适合居住。

不是每个人都同意虽然没有发现任何生物,但它可能有一天出现的想法不会消亡。在第二次世界大战之后,流传的许多谣言之一声称德国人已经在月球上建立了一个秘密设施。有人甚至推测,希特勒已经上演了自己的死亡,并在月球表面下度过了最后的日子。

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20世纪初,摄影工作室出现了月球肖像。照片:通过大都会艺术博物馆

在纽约大都会艺术博物馆举办的新节目“阿波罗的缪斯:摄影时代的月亮”,是一段不寻常的历史之旅:四个世纪以来月亮的各种表现形式。这种持久的天文追求的启示是科学和艺术的开创性结合--300幅图像和物体,以及电影剪辑。这些图像揭示了宇航员对新知识,技术进步,艺术视野和幻想的不懈追求。该节目是人们渴望了解和探索的见证。

1608年后,随着望远镜的发明,它似乎很容易到达月球。 1609年,伽利略通过更密切地观察它拍摄了他的第一幅肖像画。他意识到表面上的污渍实际上是山脉的阴影。他在展览中可以看到的两幅出版的图纸构成了现代天文学的曙光。

由于望远镜的迅速发展和上个世纪末发明的显微镜功率的大幅增加,17世纪使人类视觉极其遥远,极其微小的物体。 Johannes Hevelius的Selenography--一部非常成功的月球地图集,于1647年以希腊神话中的月亮女神Selene的名字出版 - 被认为是第一本完全献给她的书。

地球的神秘伴侣可以居住的想法不断被想象力极大的人,被误导的人以及欺骗者接近。英国着名天文学家约翰·赫歇尔爵士的名字于1835年被“纽约太阳报”恶意窃取,以制造耸人听闻的“大月亮欺诈”,约翰爵士在月球表面观察到精致的住宅,道路和城市。 。 。这篇文章在整个欧洲都有转录。

“阿波罗缪斯”中包含了几张最早的月球照片,其中包括1840年约翰威廉德雷珀罕见的银版照片。为了抓住他通过范围看到的三维性,他的观察工具,英国天文学家詹姆斯纳西米斯制作石膏模具。 1874年,他自己拍摄的他对月亮的精心表现的照片被公布并称赞为有史以来最“真实”的照片。

在这些插图中,有很多奇异的人形和动物,但最有趣的创作是GeorgesMéliès的第一部科幻电影,Le Voyage Dans la Lune(1902年)。一群天文学家进入太空。通过安装在陆地上的大炮,登陆月亮的一只眼睛,他们几乎无法逃脱敌对的土着人。

到了20世纪初,月亮几乎成了玩具。摄影工作室获得了强大,微笑,上升的卫星。裸体,爱人,朋友,家人和有趣的人坐在不断上升的曲线上,在明信片中永生。


到美国宇航局创建时,月亮再次成为一件严肃的事情。在1969年7月16日阿波罗11号发射之前,摄像机在无人月球轨道飞行器上守卫着月球。拍摄的385,000公里以外的一些照片已经转变为三维月球全景图,并研究了一个合适的着陆点。但尼尔阿姆斯特朗用自己的眼睛找到了一个比确定的更安全的地方。

也许没有什么能比得上降落在月球上。 美国宇航局对流行文化的影响由哈里戈登的“火箭”服装(1968年)代表,其中有一张火箭在人体模型中间发生巨大爆炸而起飞。 这件衣服由纸制成,可以切割并展示在墙上。 这清楚地表明,几乎所有东西,包括历史,都是商用机器的材料。


美国国旗于1969年在月球上种植,并不是为了宣称我们的卫星是美国殖民地,而是为了纪念我们的成就。 1971年斯蒂芬·沙姆斯(Stephen Shames)在布鲁克林荒地砖墙上潦草地写下一条信息,这张照片说:“人类属于人类!” 来自所有热情的爱人的爱的信息。











--ae via tradutor do google
50 سنة من الرجل على القمر. تشكل 300 صورة وكائن ، بالإضافة إلى مقاطع سينمائية ، المعرض في متحف متروبوليتان للفنون في نيويورك.

قرن بعد قرن ، رفض القمر بإصرار الكشف عن أسراره. اعتبرها الإغريق والرومان القدماء أنها عذراء ، بيضاء وهادئة ، لكنها فشلت في شرح علامات على وجهها بشكل واضح للعين البشرية. ثم ، حوالي عام 90 قبل الميلاد ، كتب بلوتارخ أن هذه البقع كانت ظلال الجبال والوديان وأن القمر يجب أن يكون صالحًا للسكن.

لم يتفق الجميع. وعلى الرغم من أنه لم يتم العثور على كائن حي ، فإن فكرة ظهوره في يوم من الأيام لا تموت. بعد الحرب العالمية الثانية ، ادعى أحد الشائعات الكثيرة المتداولة أن الألمان أقاموا منشأة سرية على سطح القمر. حتى أن البعض تكهن بأن هتلر نظم موته وعاش أيامه الأخيرة تحت سطح القمر.

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شهد أوائل القرن العشرين طفرة في استوديوهات الصور التي تقدم صور القمر. الصورة: عبر متحف المتروبوليتان للفنون

إن عرضًا جديدًا ، هو متحف أبولو: القمر في عصر التصوير الفوتوغرافي ، في متحف متروبوليتان للفنون في نيويورك ، رحلة عبر تاريخ غير عادي: تمثيلات مختلفة للقمر على مدار أربعة قرون. هذا الكشف عن المساعي الفلكية المستمرة هو زواج جديد من العلوم والفن - 300 صورة وكائنات ، بالإضافة إلى مقاطع سينمائية. تسلط الصور الضوء على بحث رواد الفضاء الذي لا هوادة فيه عن المعرفة الجديدة والتقدم التكنولوجي والرؤى الفنية والخيال. العرض هو شهادة أن الرجل يتوق إلى معرفة واستكشاف.

بعد عام 1608 ، مع اختراع التلسكوب ، بدا من السهل الوصول إلى القمر. في عام 1609 ، قدم غاليليو صوره الأولى من خلال مراقبة ذلك عن كثب. وأدرك أن البقع على سطحه كانت في الواقع ظلال الجبال. تشكل رسوماته المنشورة التي يمكن رؤيتها في المعرض فجر علم الفلك الحديث.

جلب القرن السابع عشر إلى الرؤية البشرية أشياء بعيدة للغاية وصغيرة للغاية ، وذلك بفضل التحسن السريع للتلسكوبات والزيادة الكبيرة في قوة المجاهر التي اخترعت في نهاية القرن السابق. يُعد كتاب يوهانس هيفيليوس "سلينوغرافيا" - وهو أطلس قمري ناجح للغاية تم نشره عام 1647 باسم سيلين ، إلهة القمر في الأساطير اليونانية - أول كتاب مخصص لها بالكامل.

إن الفكرة القائلة بأن الرفيق الغامض للأرض يمكن أن يسكنها الناس باستمرار ذات الخيال العظيم ، والأشخاص المضللين ، وكذلك المحتالين. تمت سرقة اسم السير جون هيرشل ، وهو عالم فلك بريطاني مشهور ، في عام 1835 من قبل صحيفة نيويورك صن لإنشاء "الاحتيال العظيم للقمر" ، والذي بموجبه لاحظ السير جون مساكن وطرق ومدن متطورة على سطح القمر . . تم نشر المقال في جميع أنحاء أوروبا.

يحتوي "متحف أبولو" على العديد من الصور الأولى للقمر ، بما في ذلك نوع الصورة المتميز لجون ويليام دريبر من عام 1840. في محاولة لفهم الأبعاد الثلاثة التي رآها من خلال هذا النطاق ، قام عالم الفلك البريطاني جيمس ناسميث بصنعه. قوالب من الجص. في عام 1874 ، نُشرت الصور التي التقطها هو بنفسه عن تمثيلاته الدقيقة للقمر وأشاد بها باعتبارها "الأكثر صدقًا" على الإطلاق.

من بين الرسوم التوضيحية ، هناك إنسانيون وحيوانات رائعة ، لكن الفيلم الأكثر إبداعًا هو فيلم الخيال العلمي الأول لجورج ميليس ، Le Voyage Dans la Lune (1902). أطلقت مجموعة من علماء الفلك في الفضاء. بواسطة مدفع مثبت على الأرض ، يهبط في إحدى عيون المون ، وبالكاد يستطيع الهروب من السكان الأصليين المعادين.

بحلول أوائل القرن العشرين ، أصبح القمر لعبة تقريبًا. استحوذت استوديوهات الصور على أقمار قوية ومبتسمة وصاعدة جلس العراة والعشاق والأصدقاء والعائلات والمرحون على منحنى الارتفاع ليخلدوا في البطاقات البريدية.

بحلول الوقت الذي تم فيه إنشاء ناسا ، كان القمر مرة أخرى مسألة خطيرة. قبل إطلاق Apollo 11 في 16 يوليو 1969 ، كانت الكاميرات تحرس القمر على متن Lunar Orbiters. بعض الصور التي التقطت على بعد 385،000 كيلومتر تم تحويلها إلى صور بانورامية ثلاثية الأبعاد للقمر ودُرست لموقع هبوط مناسب. لكن نيل أرمسترونغ استخدم عينيه لإيجاد مكان أكثر أمانًا مما كان محددًا.


ربما لا شيء يمكن مقارنته بالهبوط على القمر. ويمثل تأثير ناسا على الثقافة الشعبية زي "صاروخ" لهاري غوردون (1968) ، مع صورة لصاروخ يخلع بانفجار ضخم في منتصف المعرض. مصنوعة من الورق ، ويمكن قطع الفستان وعرضه على الحائط. مما يجعل من الواضح أن كل شيء تقريبًا ، بما في ذلك التاريخ ، يعد بمثابة مادة للجهاز التجاري.

تم زرع العلم الأمريكي على سطح القمر في عام 1969 ، ليس للإعلان أن قمرنا الصناعي كان مستعمرة أمريكية ، ولكن احتفاء بإنجازنا. في عام 1971 صورة لستيفن شمس عن رسالة مكتوبة على جدار من الطوب في أرض قاحلة في بروكلين تقول كل شيء: "القمر ينتمي إلى الناس !!!" رسالة حب من كل عشاقك العاطفي.















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