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quarta-feira, 3 de julho de 2019

At a workshop table at the Air and Space Museum, near Washington, Neil Armstrong's gloves seem to be almost intact. -- Em uma mesa de oficina no Air and Space Museum, nas proximidades de Washington, as luvas de Neil Armstrong parecem estar quase intactas. -- An einem Werkstatttisch im Air and Space Museum in der Nähe von Washington scheinen Neil Armstrongs Handschuhe fast intakt zu sein. -- За рабочим столом в Музее авиации и космонавтики, недалеко от Вашингтона, перчатки Нила Армстронга кажутся почти неповрежденными. -- 在华盛顿附近的航空航天博物馆的工作台上,尼尔阿姆斯特朗的手套似乎几乎完好无损。 -- على طاولة ورشة في متحف الهواء والفضاء ، بالقرب من واشنطن ، يبدو أن قفازات نيل أرمسترونغ كانت سليمة تقريبًا.

The lunar dust that fouled them 50 years ago is almost indistinguishable. Beside, the communication helmet of his teammate Buzz Aldrin looks a bit yellowish. Michael Collins's space suit, the third astronaut on the Apollo 11 mission, is almost immaculate.

Gloves used in the Apollo 11 Mission by
 Michael Collins Photo: ERIC BARADAT / AFP

But the blue silicone rubber that covers the fingertips of Amstrong gloves, the first man to walk on the moon, began the inevitable process - now invisible to the naked eye - of decomposition. The interior of Collins's suit suffers the same fate.

"After 50 years, it is known that the rubber degrades, hardens and breaks," explains Lisa Young, a space objects restorer at the Smithsonian Annex in Chantilly.

"They were made for a single use: going to the moon and coming back. In the 1960s, the materials were new, the rubber interior only lasted six months and it was 50 years ago, "says this woman who was a girl when Armstrong and Aldrin stepped on Earth's satellite on July 20, 1969.

In this workshop, which is banned from the public, restaurateurs insist on decelerating - as they can not prevent - the aging of these objects venerated by generations of space enthusiasts.

Lisa Young is intimately acquainted with Armstrong's outfit, which after touring the United States on the return of the mission, was shown at the Air and Space Museum until 2006, and then began its restoration in the workshop. It will be displayed again from July 16, due to the 50 years of Apollo 11 takeoff.

"I'm glad the public can see it again," says Young.

There is not much to do to fix these costumes: they are made up of 21 different layers that can not be trimmed or separated. The outer layer may be photodamaged (which gives the color yellowish). It is made of teflon coated glass fibers, which would serve to protect astronauts from micrometeorites and radiation.

"The exterior is more beautiful and stable than the inner layers because we know how to preserve glass fibers," Lisa Young confided.

Abrasive lunar dust

A chemical reaction between the copper latches and the rubber coating is occurring. Restorers have to use solvents to clean the metal parts and have to sew the broken textile fibers. Dust also seeps through the objects.

At that time, NASA engineers thought they had made a good choice of materials, but could barely guess what the moon would look like. It was discovered that the flooring "is much more abrasive than expected," says Cathleen Lewis, the spa's curator. It shows the steel-fiber boots and silicon blue soles of Gene Cernan, the last man to step on the moon in 1972 as part of the Apollo 17 mission: they spent three long days on the moon and kept that time together.

In the microscope, "we see the granules of lunar dust that corrode the steel fibers," says the curator. This is one of the lessons learned from the Apollo era.






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--br
Em uma mesa de oficina no Air and Space Museum, nas proximidades de Washington, as luvas de Neil Armstrong parecem estar quase intactas. 

A poeira lunar que as sujou há 50 anos é quase indistinguível. Ao lado, o capacete de comunicação de seu companheiro de equipe Buzz Aldrin parece um pouco amarelado. O traje espacial de Michael Collins, o terceiro astronauta da missão Apollo 11, está quase imaculado.

Mas a borracha de silicone azul que cobre as pontas dos dedos das luvas de Amstrong, o primeiro homem a andar na Lua, começou o inevitável processo – agora invisível a olho nu – de decomposição. O interior do terno de Collins sofre o mesmo destino.

“Depois de 50 anos, sabe-se que a borracha degrada, endurece e quebra”, explica Lisa Young, restauradora especializada em objetos espaciais no anexo do Museu Smithsonian em Chantilly.

“Eles foram fabricados para um único uso: ir à Lua e voltar. Na década de 1960, os materiais eram novos, o interior de borracha durava apenas seis meses e já faz 50 anos”, diz esta mulher que era menina quando Armstrong e Aldrin pisaram no satélite da Terra, em 20 de julho de 1969.

Nesta oficina que tem entrada proibida ao público, os restauradores insistem em desacelerar – como não podem impedir – o envelhecimento desses objetos venerados por gerações de entusiastas do espaço.

Luvas utilizadas na Missão Apollo 11 por 
Michael Collins Foto: ERIC BARADAT / AFP

Lisa Young conhece intimamente o traje de Armstrong, que depois de ter excursionado pelos Estados Unidos no retorno da missão, foi exibido no Air and Space Museum até 2006, para depois começar sua restauração na oficina. Será exibido novamente a partir de 16 de julho, por conta dos 50 anos da decolagem da Apollo 11.

“Estou feliz que o público possa vê-lo novamente”, diz Young.

Não há muito o que fazer para consertar esses trajes: eles são compostos de 21 camadas diferentes que não podem ser aparadas ou separadas. A camada exterior pode estar fotodanificada (que dá a cor amarelada). É feita de fibras de vidro revestidas com teflon, que serviriam para proteger astronautas de micrometeoritos e radiação.

“O exterior está mais bonito e estável do que as camadas internas, porque sabemos como preservar as fibras de vidro”, confidencia Lisa Young.

Poeira lunar abrasiva

Uma reação química entre os fechos de cobre e o revestimento de borracha está ocorrendo. Restauradores têm que  usar solventes para limpar as partes de metal e têm que costurar as fibras têxteis quebradas. A poeira também se infiltra entre os objetos.

Naquela época, os engenheiros da NASA achavam que tinham feito uma boa escolha de materiais, mas mal conseguiam supor como seria o piso da lua. Descobriu-se que o piso “é muito mais abrasivo do que o esperado”, diz Cathleen Lewis, a curadora responsável pelos trajes espaciais. Ela mostra as botas de fibra de aço e as solas azuis de silicone de Gene Cernan, o último homem a pisar na Lua, em 1972, como parte da missão Apollo 17: eles passaram três longos dias na Lua e mantiveram essa estadia.

No microscópio, “vemos os grânulos de poeira lunar que corroem as fibras de aço”, diz a curadora. Esta é uma das lições aprendidas da era Apollo.









--de via tradutor do google
An einem Werkstatttisch im Air and Space Museum in der Nähe von Washington scheinen Neil Armstrongs Handschuhe fast intakt zu sein.    

Der Mondstaub, der sie vor 50 Jahren beschmutzte, ist kaum zu unterscheiden. Außerdem wirkt der Kommunikationshelm seines Teamkollegen Buzz Aldrin etwas gelblich. Der Raumanzug von Michael Collins, der dritte Astronaut auf der Apollo 11-Mission, ist nahezu makellos.

Aber der blaue Silikongummi, der die Fingerspitzen der Amstrong-Handschuhe bedeckt, der erste Mann, der auf dem Mond läuft, begann den unvermeidlichen Prozess der Zersetzung, der jetzt für das bloße Auge unsichtbar ist. Das Innere von Collins 'Anzug erleidet das gleiche Schicksal.

"Nach 50 Jahren ist bekannt, dass sich der Gummi zersetzt, verhärtet und bricht", erklärt Lisa Young, eine Restauratorin für Weltraumobjekte im Smithsonian Annex in Chantilly.

"Sie waren für den einmaligen Gebrauch gemacht: zum Mond gehen und zurückkommen. In den 1960er Jahren waren die Materialien neu, das Gummi-Interieur hielt nur sechs Monate und es war vor 50 Jahren", sagt diese Frau, die als Armstrong ein Mädchen war und Aldrin trat am 20. Juli 1969 auf den Erdsatelliten.

In diesem von der Öffentlichkeit verbotenen Workshop bestehen die Gastronomen darauf, die Alterung dieser Objekte, die von Generationen von Weltraumenthusiasten verehrt wird, zu verlangsamen, da sie dies nicht verhindern können.

Handschuhe für die Apollo 11 Mission von Michael Collins Foto: ERIC BARADAT / AFP

Lisa Young ist mit Armstrongs Outfit bestens vertraut, das nach einer Tournee durch die USA bei der Rückkehr der Mission bis 2006 im Luft- und Raumfahrtmuseum gezeigt und anschließend in der Werkstatt restauriert wurde. Es wird ab dem 16. Juli anlässlich des 50-jährigen Bestehens von Apollo 11 wieder ausgestellt.

"Ich bin froh, dass die Öffentlichkeit es wieder sehen kann", sagt Young.

Es gibt nicht viel zu tun, um diese Kostüme zu reparieren: Sie bestehen aus 21 verschiedenen Schichten, die nicht zugeschnitten oder getrennt werden können. Die äußere Schicht kann lichtbeschädigt sein (wodurch die Farbe gelblich wird). Es besteht aus teflonbeschichteten Glasfasern, die zum Schutz der Astronauten vor Mikrometeoriten und Strahlung dienen.

"Das Äußere ist schöner und stabiler als die inneren Schichten, weil wir wissen, wie man Glasfasern konserviert", gab Lisa Young zu.

Abrasiver Mondstaub

Es findet eine chemische Reaktion zwischen den Kupferverschlüssen und der Gummibeschichtung statt. Restauratoren müssen zum Reinigen der Metallteile Lösungsmittel verwenden und die gebrochenen Textilfasern nähen. Staub sickert auch durch die Gegenstände.

Zu dieser Zeit dachten die NASA-Ingenieure, sie hätten eine gute Materialauswahl getroffen, konnten jedoch kaum erraten, wie der Mond aussehen würde. Es wurde festgestellt, dass der Boden "viel abrasiver ist als erwartet", sagt Cathleen Lewis, die Kuratorin des Spas. Es zeigt die Stahlfaserstiefel und silikonblauen Sohlen von Gene Cernan, dem letzten Mann, der 1972 im Rahmen der Apollo 17-Mission auf den Mond trat: Sie verbrachten drei lange Tage auf dem Mond und hielten diese Zeit zusammen.


Im Mikroskop "sehen wir das Granulat von Mondstaub, das die Stahlfasern angreift", sagt der Kurator. Dies ist eine der Lehren aus der Apollo-Ära.










--ru via tradutor do google
За рабочим столом в Музее авиации и космонавтики, недалеко от Вашингтона, перчатки Нила Армстронга кажутся почти неповрежденными.    


Лунная пыль, которая загрязнила их 50 лет назад, почти неразличима. Кроме того, коммуникационный шлем его товарища по команде Базза Олдрина выглядит немного желтоватым. Космический костюм Майкла Коллинза, третьего астронавта в миссии "Аполлон-11", почти безупречен.

Но синий силиконовый каучук, покрывающий кончики пальцев перчаток Amstrong, первого человека, который отправился на Луну, начал неизбежный процесс - теперь невидимый невооруженным глазом - разложения. Интерьер костюма Коллинза постигла та же участь.

«Уже через 50 лет стало известно, что резина разрушается, затвердевает и разрушается», - объясняет Лиза Янг, реставратор космических объектов в Смитсоновском приложении в Шантийи.

«Они были созданы для одноразового использования: полет на Луну и возвращение. В 1960-х годах материалы были новыми, резиновая внутренняя поверхность прослужила всего шесть месяцев, а это было 50 лет назад», - говорит эта женщина, которая была девушкой, когда Армстронг и Олдрин ступил на спутник Земли 20 июля 1969 года.

На этом семинаре, который запрещен для публики, рестораторы настаивают на том, чтобы замедлить - поскольку они не могут предотвратить - старение этих объектов, почитаемое поколениями энтузиастов космоса.

Перчатки, использованные в миссии «Аполлон-11» Майкла Коллинза Фото: ERIC BARADAT / AFP

Лиза Янг глубоко знакома с одеждой Армстронга, которая после гастролей по Соединенным Штатам по возвращении миссии была показана в Музее авиации и космонавтики до 2006 года, а затем начала ее реставрацию в мастерской. Он будет показан снова с 16 июля, в связи с 50-летним взлетом Аполлона-11.

«Я рад, что публика может увидеть это снова», - говорит Янг.

Этим костюмам нечем заняться: они состоят из 21 слоя, которые нельзя обрезать или отделить. Внешний слой может быть фотоповрежден (что дает цвет желтоватый). Он изготовлен из стекловолокна с тефлоновым покрытием, который служит для защиты космонавтов от микрометеоритов и радиации.

«Внешность красивее и стабильнее, чем внутренние слои, потому что мы знаем, как сохранить стеклянные волокна», - призналась Лиза Янг.

Абразивная лунная пыль

Происходит химическая реакция между медными защелками и резиновым покрытием. Реставраторы должны использовать растворители для очистки металлических деталей и шить сломанные текстильные волокна. Пыль также просачивается сквозь предметы.

В то время инженеры НАСА думали, что они сделали хороший выбор материалов, но едва могли догадаться, как будет выглядеть луна. Было обнаружено, что пол «гораздо более абразивный, чем ожидалось», говорит Кэтлин Льюис, куратор курорта. На нем изображены сапоги из стального волокна и кремниево-голубые подошвы Джина Сернана, последнего человека, вышедшего на Луну в 1972 году в рамках миссии «Аполлон-17»: они провели три долгих дня на Луне и провели это время вместе.


В микроскопе «мы видим гранулы лунной пыли, которые разъедают стальные волокна», - говорит куратор. Это один из уроков, извлеченных из эпохи Аполлона.











--chines simplificado via tradutor do google
在华盛顿附近的航空航天博物馆的工作台上,尼尔阿姆斯特朗的手套似乎几乎完好无损。    

50年前被他们污染的月球尘埃几乎无法区分。在旁边,他的队友Buzz Aldrin的通信头盔看起来有些偏黄。迈克尔柯林斯的太空服,是阿波罗11号任务中的第三位宇航员,几乎完美无瑕。

但覆盖着阿姆斯特朗手套指尖的蓝色硅橡胶,是第一个在月球上行走的人,开始了不可避免的过程 - 肉眼看不见 - 分解。柯林斯的西装内饰遭遇同样的命运。

“50年后,人们就知道橡胶会降解,硬化和破碎,”Chantilly的Smithsonian Annex的空间物体修复者Lisa Young解释道。

“它们仅供一次使用:登月并回来。在20世纪60年代,材料是新的,橡胶内饰仅持续了6个月,而且是50年前,”这位女士说,当阿姆斯特朗是一个女孩1969年7月20日,奥尔德林踩到地球卫星上。

在这个禁止公众参加的研讨会上,餐馆老板坚持要减速 - 因为他们无法阻止 - 这些物品的老化受到几代太空爱好者的崇敬。

迈克尔柯林斯在阿波罗11号任务中使用的手套照片:ERIC BARADAT /法新社

Lisa Young非常熟悉阿姆斯特朗的服装,在完成任务后回到美国,在2006年之前在航空航天博物馆展出,然后开始在车间进行修复。由于阿波罗11号起飞50年,它将于7月16日再次展出。

“我很高兴公众能再次看到它,”杨说。

修复这些服装没有多少工作要做:它们由21个不同的层组成,无法修剪或分离。外层可能被光损坏(这使得颜色发黄)。它由聚四氟乙烯涂层的玻璃纤维制成,用于保护宇航员免受微陨石和辐射。

“外层比内层更漂亮,更稳定,因为我们知道如何保护玻璃纤维,”Lisa Young透露道。

磨蚀性的月球尘埃

铜闩锁和橡胶涂层之间发生化学反应。重复器必须使用溶剂清洁金属部件,并且必须缝制破碎的纺织纤维。灰尘也渗透了物体。

当时,美国宇航局的工程师认为他们已经做出了很好的材料选择,但几乎无法猜测月亮会是什么样子。据发现,地板“比预期更具磨蚀性”,水疗中心的策展人凯瑟琳刘易斯说。它显示了Gene Cernan的钢纤维靴子和硅蓝色鞋底,这是1972年作为阿波罗17号任务的一部分登上月球的最后一个人:他们在月球上度过了三天漫长的日子并将这段时间保持在一起。


在显微镜中,“我们看到月球尘埃颗粒会腐蚀钢纤维,”策展人说。这是阿波罗时代的经验教训之一。









--ae via tradutor do google
على طاولة ورشة في متحف الهواء والفضاء ، بالقرب من واشنطن ، يبدو أن قفازات نيل أرمسترونغ كانت سليمة تقريبًا.

الغبار القمري الذي أعاقهم قبل 50 عامًا لا يمكن تمييزه تقريبًا. إلى جانب ذلك ، تبدو خوذة الاتصال لزميله في فريق Buzz Aldrin مصفرًا إلى حد ما. بدلة مايكل كولينز الفضائية ، ثالث رائد فضاء في مهمة أبولو 11 ، تكاد تكون نقية.

لكن مطاط السيليكون الأزرق الذي يغطي أطراف قفازات Amstrong ، وهو أول رجل يمشي على سطح القمر ، بدأ العملية الحتمية - التي أصبحت الآن غير مرئية للعين المجردة - من التحلل. يعاني الجزء الداخلي من بدلة كولينز من نفس المصير.

"بعد 50 عامًا ، من المعروف أن المطاط يتحلل ويتصلب ويتكسر" ، تشرح ليزا يونغ ، مرمم الأجسام الفضائية في ملحق سميثسونيان في شانتيلي.

"لقد صنعت للاستخدام مرة واحدة: الذهاب إلى القمر والعودة. في الستينيات من القرن الماضي ، كانت المواد جديدة ، ولم يستمر الجزء الداخلي من المطاط إلا ستة أشهر وكان ذلك قبل 50 عامًا" ، تقول هذه المرأة التي كانت فتاة عندما كان أرمسترونغ وصعد الدرين على قمر الأرض في 20 يوليو 1969.

في هذه الورشة ، المحظورة من الجمهور ، يصر أصحاب المطاعم على التباطؤ - حيث لا يمكنهم منع - شيخوخة هذه الأشياء التي تبجيلها أجيال من عشاق الفضاء.

قفازات تستخدم في فيلم Apollo 11 Mission بواسطة Michael Collins Photo: ERIC BARADAT / AFP

تعرف ليزا يونغ بشكل وثيق على ملابس أرمسترونغ ، والتي تم عرضها في المتحف الجوي والفضائي بعد جولة في الولايات المتحدة في عام 2006 ، ثم بدأت ترميمها في ورشة العمل. سيتم عرضه مرة أخرى اعتبارًا من 16 يوليو ، بسبب 50 عامًا من إقلاع Apollo 11.

يقول يونغ: "أنا سعيد لأن الجمهور يمكنه رؤيته مرة أخرى".

لا يوجد الكثير مما يجب عمله لإصلاح هذه الأزياء: فهي تتكون من 21 طبقة مختلفة لا يمكن قصها أو فصلها. قد تكون الطبقة الخارجية مصورة (والتي تعطي اللون مصفرًا). وهي مصنوعة من ألياف زجاجية مغطاة بالتفلون ، والتي من شأنها حماية رواد الفضاء من الميكروميتوريت والإشعاع.

صرحت ليزا يونغ قائلة "الخارج أكثر جمالا وثباتًا من الطبقات الداخلية لأننا نعرف كيفية الحفاظ على الألياف الزجاجية".

الغبار القمري جلخ

يحدث تفاعل كيميائي بين المزالج النحاسية والطلاء المطاطي. يجب أن يستخدم المصلحون المذيبات لتنظيف الأجزاء المعدنية ، وعليهم خياطة ألياف النسيج المكسورة. الغبار يتسرب أيضا من خلال الكائنات.

في ذلك الوقت ، اعتقد مهندسو ناسا أنهم اختاروا اختيارًا جيدًا للمواد ، لكنهم بالكاد استطاعوا تخمين شكل القمر. تقول كاثلين لويس ، أمينة المنتجع الصحي ، لقد تم اكتشاف أن الأرضيات "أكثر كشطًا مما كان متوقعًا". يُظهر هذا الحذاء حذاءًا من الألياف الفولاذية ونعالًا من السيليكون من جين سيرنان ، آخر رجل تخطو على سطح القمر في عام 1972 كجزء من مهمة أبولو 17: أمضوا ثلاثة أيام طويلة على سطح القمر وحافظوا على ذلك الوقت معًا.

يقول المنسق "في المجهر ،" نرى حبيبات الغبار القمري التي تآكل الألياف الفولاذية ". هذا هو أحد الدروس المستفادة من عصر أبولو.



video 1: 32min: Breaking barriers: UK will host for the first time a musician named Jake Shuker, from the Maysaloon band, of Syrian metal. -- Quebrando barreiras: Reino Unido receberá pela primeira vez um músico chamado Jake Shuker, da banda Maysaloon, de metal sírio. -- video 1: 32min: Breaking Barriers: In Großbritannien wird zum ersten Mal ein Musiker namens Jake Shuker von der Maysaloon-Band syrischen Metals zu Gast sein. -- видео 1: 32 мин. Преодоление барьеров: Великобритания впервые примет музыканта по имени Jays Shuker из группы Maysaloon из сирийского металла. -- 视频1:32分钟:打破障碍:英国将首次举办一场来自Maysaloon乐队的音乐家Jake Shuker的叙利亚金属音乐会。 -- فيديو 1: 32 دقيقة: كسر الحواجز: تستضيف المملكة المتحدة لأول مرة موسيقي يدعى جيك شوكر ، من فرقة ميسلون ، من المعدن السوري.

It is very likely that you have never heard of the Maysaloon band, let alone your lead singer, Jake Shuker. Well, Jake will be the first Syrian heavy metal musician to play in the UK.



The performance will take place next Saturday, July 6, at the Imperial War Museum in London, and is part of Rebel Sounds Live, organized in conjunction with the World Metal Congress.

In addition to the performances, Jake will speak to the BBC on how to turn Syria's heavyweight into heavy music. "I can not wait to release heavy metal in the sacred environment of the iconic Imperial War Museum for the first time in its history," says Jake. "Ever since Black Sabbath's" War Pigs, "heavy metal bands have been criticizing the madness of the war. With Maysaloon, we pick up the sound of bombs and shape them into riffs and beats."

About the band
MAYSALOON consists of Jake Shuker: Guitar / Vocals, Yousef Yaziji: Guitar, Dio Al-Miqdad: Bass.

Months ago, MAYSALOON began recording their first EP called "The Forgotten Dawn". The recordings took place at Jake's house as minimal equipment because of the difficulties created by the civil war.

The EP was released and contains 8 tracks:
1. Lama Bada Yatathana (Intro)
2. The First Believer - Al Namroud
3. The Horrid Homage
4. Seals of Astarte
5. Seeds of Sanity
6. Tanit Demands Her Due
7. Hatred and Pain Will Always Remain
8. The Forgotten Dawn (Instrumental)
9. Pull The Plug (Death Cover)

They also released a video single for "Warsphere":
video 1:32min: 








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--br
Quebrando barreiras: Reino Unido receberá pela primeira vez um músico chamado Jake Shuker, da banda Maysaloon, de metal sírio.

É bem provável que você nunca tenha ouvido falar da banda Maysaloon, muito menos do seu vocalista,chamado Jake Shuker. Pois bem, Jake será o primeiro músico de heavy metal sírio a tocar no Reino Unido.

A apresentação ocorrerá no próximo sábado, 06 de julho, no Imperial War Museum, em Londres, e faz parte do Rebel Sounds Live , organizado em conjunto com o World Metal Congress.

Além das apresentações, Jake vai falar para a BBC sobre como é transformar a situação pesada da Síria em música pesada. O vocalista afirmou: "Eu não posso esperar para liberar o heavy metal no ambiente sagrado do icônico Imperial War Museum pela primeira vez em sua história", diz Jake. "Desde "War Pigs" do Black Sabbath, bandas de heavy metal vêm criticando a loucura da guerra. Com Maysaloon, pegamos o som de bombas e as moldamos em riffs e batidas ".

Sobre a banda
O MAYSALOON consiste em Jake Shuker: Guitarra/ Vocaiss, Yousef Yaziji: Guitarra, Dio Al-Miqdad: Baixo.

Meses atrás, o MAYSALOON iniciou as gravações do seu primeiro EP chamado "The Forgotten Dawn". As gravações aconteceram na casa de Jake como um equipamento minimo por causa das dificuldades criadas pela guerra civil.

O EP foi lançado e contém 8 faixas:
1. Lama Bada Yatathana (Intro)
2. The First Believer - Al Namroud
3. The Horrid Homage
4. Seals of Astarte
5. Seeds of Sanity
6. Tanit Demands Her Due
7. Hatred and Pain Will Always Remain
8. The Forgotten Dawn (Instrumental)
9. Pull The Plug (Death Cover)


Eles também lançaram um single vídeo para "Warsphere":
video 1:32min: 












--de via tradutor do google
video 1: 32min: Breaking Barriers: In Großbritannien wird zum ersten Mal ein Musiker namens Jake Shuker von der Maysaloon-Band syrischen Metals zu Gast sein.     



Es ist sehr wahrscheinlich, dass Sie noch nie von der Maysaloon-Band gehört haben, geschweige denn von Ihrem Leadsänger Jake Shuker. Jake wird der erste syrische Heavy-Metal-Musiker sein, der in Großbritannien spielt.

Die Aufführung findet am kommenden Samstag, dem 6. Juli, im Imperial War Museum in London statt und ist Teil von Rebel Sounds Live, das in Zusammenarbeit mit dem World Metal Congress organisiert wird.

Zusätzlich zu den Auftritten wird Jake mit der BBC darüber sprechen, wie Syriens Schwergewicht in Heavy Music verwandelt werden kann. "Ich kann es kaum erwarten, Heavy Metal in der heiligen Umgebung des legendären Imperial War Museum zum ersten Mal in seiner Geschichte zu veröffentlichen", sagt Jake. "Seit Black Sabbaths" War Pigs "kritisieren Heavy Metal-Bands den Wahnsinn des Krieges. Mit Maysaloon nehmen wir Bombengeräusche auf und formen sie zu Riffs und Beats."

Über die Band
MAYSALOON besteht aus Jake Shuker: Gitarre / Gesang, Yousef Yaziji: Gitarre, Dio Al-Miqdad: Bass.

Vor Monaten begann MAYSALOON mit der Aufnahme ihrer ersten EP mit dem Titel "The Forgotten Dawn". Die Aufnahmen fanden wegen der Schwierigkeiten, die der Bürgerkrieg mit sich brachte, als Minimalausstattung bei Jake statt.

Die EP wurde veröffentlicht und enthält 8 Tracks:
1. Lama Bada Yatathana (Einführung)
2. Der erste Gläubige - Al Namroud
3. Die schreckliche Hommage
4. Siegel von Astarte
5. Samen der Vernunft
6. Tanit fordert ihre Schuld
7. Hass und Schmerz werden immer bleiben
8. Die vergessene Morgenröte (Instrumental)
9. Ziehen Sie den Stecker (Death Cover)


Sie veröffentlichten auch eine Videosingle für "Warsphere":

Video 1: 32min: 











--ru via tradutor do google
видео 1: 32 мин. Преодоление барьеров: Великобритания впервые примет музыканта по имени Jays Shuker из группы Maysaloon из сирийского металла.     

Весьма вероятно, что вы никогда не слышали о группе Maysaloon, не говоря уже о вашем вокалисте Джейке Шукере. Что ж, Джейк станет первым сирийским музыкантом хэви-метала, выступившим в Великобритании.

Спектакль состоится в следующую субботу, 6 июля, в Имперском военном музее в Лондоне и является частью Rebel Sounds Live, организованной совместно с Всемирным конгрессом по металлу.

В дополнение к выступлениям Джейк поговорит с BBC о том, как превратить тяжеловес Сирии в тяжелую музыку. «Я не могу дождаться, чтобы выпустить хэви-метал в священной среде культового Имперского военного музея впервые в своей истории», - говорит Джейк. «С тех пор как« War Pigs »из Black Sabbath хэви-метал группы критиковали безумие войны. С Maysaloon мы улавливаем звуки бомб и превращаем их в рифы и биты».

О группе
MAYSALOON состоит из Джейка Шукера: гитара / вокал, Yousef Yaziji: гитара, дио аль-микдад: бас.

Несколько месяцев назад MAYSALOON начали записывать свой первый EP "The Forgotten Dawn". Записи происходили в доме Джейка как минимальное оборудование из-за трудностей, созданных гражданской войной.

EP был выпущен и содержит 8 треков:
1. Лама Бада Ятатхана (Интро)
2. Первый верующий - Аль Намруд
3. Ужасное почтение
4. Печати Астарты
5. Семена здравомыслия
6. Танит требует ее должного
7. Ненависть и боль останутся всегда
8. Забытая заря (инструментальная)
9. Потяните вилку (Смертельное прикрытие)


Они также выпустили видео-сингл для "Warsphere":

видео 1: 32мин:











--chines simplificado via tradutor do google
视频1:32分钟:打破障碍:英国将首次举办一场来自Maysaloon乐队的音乐家Jake Shuker的叙利亚金属音乐会。    

你很可能从未听说过Maysaloon乐队,更不用说你的主唱Jake Shuker了。那么,杰克将成为第一位在英国演出的叙利亚重金属音乐家。

表演将于7月6日星期六在伦敦帝国战争博物馆举行,是与世界金属大会合作举办的Rebel Sounds Live活动的一部分。

除了表演之外,杰克还将向BBC讲述如何将叙利亚的重量级人物变成沉重的音乐。 “我迫不及待地想在历史上第一次在标志性的帝国战争博物馆的神圣环境中释放重金属,”杰克说。 “自从黑色安息日的”战争猪“以来,”重金属乐队一直批评战争的疯狂。用Maysaloon,我们拿起炸弹的声音,并将它们塑造成重复段和节拍。“

关于乐队
MAYSALOON由Jake Shuker组成:吉他/声乐,Yousef Yaziji:吉他,Dio Al-Miqdad:贝斯。

几个月前,MAYSALOON开始录制他们的第一张名为“被遗忘的黎明”的EP。由于内战造成的困难,录音在杰克家中作为最小的设备进行。

EP已发布,包含8首曲目:
1.喇嘛Bada Yatathana(简介)
2.第一个信徒 -  Al Namroud
3. Horrid敬意
4.阿斯塔特的印章
5.理智的种子
6. Tanit要求她到期
7.仇恨和痛苦将永远存在
8.被遗忘的黎明(器乐)
9.拔插头(死亡盖)


他们还为“Warsphere”发布了一个视频单曲:

视频1:32分钟:











--ae via tradutor do google
فيديو 1: 32 دقيقة: كسر الحواجز: تستضيف المملكة المتحدة لأول مرة موسيقي يدعى جيك شوكر ، من فرقة ميسلون ، من المعدن السوري.

من المحتمل جدًا أنك لم تسمع أبدًا عن فرقة ميسلون ، ناهيك عن المغني الرئيسي لديك ، جيك شوكر. حسنًا ، سيكون جيك أول موسيقي سوري ثقيل يلعب في المملكة المتحدة.

سيقام العرض يوم السبت الموافق 6 يوليو في متحف الحرب الإمبراطوري بلندن ، وهو جزء من Rebel Sounds Live ، الذي تم تنظيمه بالتعاون مع World Metal Congress.

بالإضافة إلى العروض ، سيتحدث جيك إلى بي بي سي حول كيفية تحويل الوزن الثقيل في سوريا إلى موسيقى ثقيلة. يقول جيك: "لا يمكنني الانتظار حتى أفرج عن المعادن الثقيلة في البيئة المقدسة لمتحف الحرب الإمبراطوري الشهير لأول مرة في تاريخه". "منذ حرب الخنازير السوداء في سبت ، تنتقد العصابات المعدنية الثقيلة جنون الحرب. مع ميسلون ، نلتقط صوت القنابل ونشكلها في ريففس وتدق".

عن الفرقة
يتكون ميسلون من جيك شوكر: جيتار / غناء ، يوسف يازجي: جيتار ، ديو المقداد: باس.

منذ شهور ، بدأت MAYSALOON في تسجيل أول إصدار لها بعنوان "The Forgotten Dawn". تم إجراء التسجيلات في منزل جيك كحد أدنى من المعدات بسبب الصعوبات التي خلقتها الحرب الأهلية.

تم إصدار EP ويحتوي على 8 مسارات:
1. لاما بادا ياثاثانا (مقدمة)
2. المؤمن الأول - النمرود
3. The Horrid تحية
4. الأختام من Astarte
5. بذور العقل
6. Tanit يطالبها بسبب
7. الكراهية والألم سوف تبقى دائما
8. الفجر المنسي (آلي)
9. سحب القابس (غطاء الموت)


كما أصدروا مقطع فيديو واحد لـ "Warsphere":

فيديو 1: 32 دقيقة: