segunda-feira, 15 de julho de 2019

Aires Mateus win another contest for a museum in France, this time in Reims. Portuguese architects were chosen to requalify a building with centuries of history. -- Aires Mateus ganham mais um concurso para um museu em França, desta vez em Reims. Arquitectos portugueses foram os escolhidos para requalificar um edifício com séculos de história. -- Aires Mateus gewinnt einen weiteren Wettbewerb für ein Museum in Frankreich, diesmal in Reims. Portugiesische Architekten wurden ausgewählt, um ein Gebäude mit jahrhundertealter Geschichte neu zu qualifizieren. -- Айрес Матеус выиграл еще один конкурс на музей во Франции, на этот раз в Реймсе. Португальские архитекторы были выбраны для переквалификации здания с многовековой историей. -- Aires Mateus赢得了法国博物馆的另一场比赛,这次是在兰斯。葡萄牙建筑师被选中重建一座拥有数百年历史的建筑。 -- يفوز آيرس ماتيوس بمسابقة أخرى لمتحف في فرنسا ، وهذه المرة في ريمس. تم اختيار المهندسين المعماريين البرتغاليين لإعادة تأهيل مبنى يعود إلى قرون من التاريخ.

It is his third "French project" in the area of ​​cultural equipment.

After the projects for the Olivier Debré Contemporary Creation Center in Tours and the Agostinho Museum in Toulouse, the brothers Francisco and Manuel Aires Mateus again won a competition to intervene in a cultural institution in France.

This time the Museum of Fine Arts of Reims, like the one of Toulouse installed in a religious building that was born in the Middle Ages and with a past connected to the Augustinian friars - a complex that has undergone enough changes throughout the centuries, according to the evolution of the city.

The announcement was made this Monday by the mayor of the unofficial capital of the wine-growing region of Champagne and symbolically marks the beginning of a process that will end with the reopening of the museum, entirely renovated and with more area and more values ​​than the which it has today, expected to be four or five years from now.

Founded in 1794 and set up at the beginning of the 20th century, in a collection that belonged to the old abbey of Saint-Denis, closed in 1790 and partially demolished, the museum houses a collection which records the evolution of European art in the last 500 years , and of course the French), among his most important works are paintings and sculptures by Millet, Rodin, Renoir, Monet, Corot and Boisecq.

A collection enriched, in large part, thanks to donations from two of the region's leading champagne producers, Henry Vasnier and Alexandrine Pommery.

Here, just as in Toulouse - the ongoing project, selected in December last year - the Portuguese architects dealt with courtyards and a building loaded with memories.

But if, in the Museum of Augustins, the intervention will be resumed to create a new entrance that will complete the cloister, a decisive part of the group, in Reims what was requested is much more ambitious (ten thousand square meters of intervention area).

The specifications that are the basis of the public tender launched by the local authority - disputed in a second and final phase by the Portuguese architects (the proposal is presented by the two brothers, despite being Francisco Aires Mateus the author) and by three other ateliers, two of them (including the renovation of the museum), as well as the creation of new public areas (auditorium, restaurant, gallery of temporary exhibitions, library and pedagogical services) and reserved access (documentation center and workshops).

The project with which they won the competition will be linked, especially, between the three existing yards and a fourth, which will be created. The museum will have two entrances, a garden that is no longer seen as "the back of the set" to become a space that the administrative services share with a cafeteria that invites the visitor to stop - and, more importantly, stops. have a car park attached to it, clearly disrupting your reading, explains the architect. "What our design seeks to do is open a museum that has been completely closed, turned inwards, demanding spaces outside the city," he insists.

Walls that open
When recovering the cloisters of the building, Francisco Aires Mateus gives back to him, in the 21st century, the memory of the original medieval foundation. "In convents and monasteries, the cloisters were places of walking, reflection and connection to the outside. Here the courtyards are more to cross and to create a certain organic in the course, but also connect the visitor to outer space and the museum to the city.

The project, says the architect, seeks to ensure this opening, in part by adding walls to the pre-existing building. It seems a paradox, but it is not: "These walls open to the streets of the city and to the courtyards of the museum, where there is life, animation, people in transit. They function like the ancient convent fences. They clearly state that there is a different space from the outside, which values ​​contemplation, in this case of works of art, and which has another time, other rituals, but which is not a closed place, is a place that communicates and that relates "The walls, with large openings, defy outsiders looking inwards and, along with" the golden staircase "in the center of one of the courtyards, are one of the" visible contemporary gestures "of the project.

"Everything that is around this set has a strong identity, especially the Cathedral of Reims. We did not try to compete, which would be nonsense, we tried to live together and, therefore, we did not want a lighthouse building. The answer had to be different. It was a huge challenge to draw this and a very big risk, since almost everything I add is not visible from the outside. "

Hidden are, for example, the documentation center, the gallery of temporary exhibitions and the auditorium. And it is because the project implies the creation of a floor -1 that will require surveys and, most probably, archaeological work, that there is a "dose of unpredictability" in the work schedule (it should be ready within four or five years).

The realization of projects in France seems to be becoming a routine for the atelier of the Aires Mateus brothers, "the new conquest of Gaul", jokes the author of the "new" Museum of Fine Arts in Reims, an intervention in which Portuguese collaborators: the acoustic engineering firm Inacoustics, the studio F

C Landscaping and design company FBA: "We make a point of exporting national product, national talent."

@edisonmariotti  - #edisonmariotti
analista de dados, linguagem de 
programação em código: R

"Eu só quero pensar no futuro e não ficar triste." Elon Musk.
"I just want to think about the future and not be sad." Elon Musk.

This report is guaranteed to verify the address of the LINK above
Say no to fake News!
Esta reportagem tem a garantia de apuração do endereço do LINK acima.
Diga não às fake news

Aires Mateus ganham mais um concurso para um museu em França, desta vez em Reims. Arquitectos portugueses foram os escolhidos para requalificar um edifício com séculos de história. 

É o seu terceiro “projecto francês” na área dos equipamentos culturais.

Depois dos projectos para o Centro de Criação Contemporânea Olivier Debré, em Tours, e do Museu dos Agostinhos, em Toulouse, os irmãos Francisco e Manuel Aires Mateus voltam a ganhar um concurso para intervir numa instituição cultural em França. 

Desta vez o Museu de Belas-Artes de Reims, tal como o de Toulouse instalado num edifício religioso que nasceu na Idade Média e com um passado ligado aos frades agostinhos —​ um complexo que foi sofrendo bastantes alterações ao longo dos séculos, de acordo com a evolução da cidade.

O anúncio foi feito esta segunda-feira pelo presidente da câmara da capital não oficial da região vinícola de Champagne e marca simbolicamente o arranque de um processo que deverá terminar com a reinauguração do museu, inteiramente renovado e com mais área e mais valências do que as que tem hoje, prevista para daqui a quatro ou cinco anos.

Fundado em 1794 e instalado, no começo do século XX, num conjunto que pertencia à antiga abadia de Saint-Denis, fechada em 1790 e parcialmente demolida, o museu guarda uma colecção que regista a evolução da arte europeia nos últimos 500 anos (em particular, e naturalmente, a francesa), tendo entre as suas obras de maior destaque pinturas e esculturas de Millet, Rodin, Renoir, Monet, Corot e Boisecq. 

Um acervo enriquecido, em boa parte, graças a doações de dois dos principais produtores de champanhe da região, Henry Vasnier e Alexandrine Pommery.

Aqui, tal como em Toulouse — projecto em curso, seleccionado em Dezembro do ano passado —, os arquitectos portugueses lidaram com pátios e com um edifício carregado de memórias. 

Mas se, no Museu dos Agostinhos a intervenção se resumirá a criar uma nova entrada que virá a completar o claustro, peça determinante do conjunto, em Reims o que lhes foi pedido é bem mais ambicioso (dez mil metros quadrados de área de intervenção).

O caderno de encargos que está na base do concurso público lançado pela autarquia — disputado numa segunda e última fase pelos arquitectos portugueses (a proposta é apresentada pelos dois irmãos, apesar de ser Francisco Aires Mateus o autor) e por mais três ateliers, dois deles franceses — prevê uma requalificação completa do edifício, incluindo a reformulação da museografia, bem como a criação de novas áreas públicas (auditório, restaurante, galeria de exposições temporárias, biblioteca e serviços pedagógicos) e de acesso reservado (centro de documentação e ateliers).

O projecto com que venceram o concurso vai articular-se, sobretudo, entre os três pátios existentes e um quarto, que vai ser criado. O museu passará a ter duas entradas, um jardim que deixa de ser visto como “as traseiras do conjunto” para se transformar num espaço que os serviços administrativos partilham com uma cafetaria que convida o visitante a parar —​ e, mais importante, deixa de ter um parque de estacionamento a ele colado, a perturbar claramente a sua leitura, explica o arquitecto. “O que o nosso desenho procura fazer é abrir um museu que tem estado completamente fechado, virado para dentro, reclamando espaços exteriores à cidade”, insiste.

Muros que abrem
Ao recuperar os claustros do edifício, Francisco Aires Mateus devolve-lhe, no século XXI, a memória do original de fundação medieval. “Nos conventos e mosteiros, os claustros eram lugares de deambulação, de reflexão e de ligação ao exterior. Aqui os pátios são mais para atravessar e para criar uma certa orgânica no percurso, mas também ligam o visitante ao espaço exterior e o museu à cidade.

O projecto, sublinha o arquitecto, procura assegurar esta abertura, em parte, acrescentando muros ao edifício pré-existente. Parece um paradoxo, mas não é: “Estes muros abrem-se para as ruas da cidade e para os pátios do museu, onde há vida, animação, pessoas em trânsito. Funcionam como as antigas cercas conventuais. Dizem claramente que ali há um espaço diferente do exterior, que valoriza a contemplação, neste caso de obras de arte, e que tem um outro tempo, outros rituais, mas que não é um lugar fechado, é um lugar que comunica e que se relaciona com o que está ao lado.” Os muros, com grandes aberturas, desafiam quem está de fora a olhar lá para dentro e, juntamente com “a escada dourada” no centro de um dos pátios, são um dos “gestos contemporâneos visíveis” do projecto.

“Tudo o que está à volta deste conjunto tem uma identidade forte, sobretudo a Catedral de Reims. Nós não procurávamos competir, o que seria um disparate, procurávamos conviver e, por isso, não queríamos um edifício farol. A resposta tinha de ser outra. Foi um desafio enorme desenhar isto e um risco muito grande, já que quase tudo o que acrescento não é visível de fora.”

Escondidos ficam, por exemplo, o centro de documentação, a galeria de exposições temporárias e o auditório. E é porque o projecto implica a criação de um piso -1 que vai exigir sondagens e, muito provavelmente, trabalhos arqueológicos, que há uma “dose de imprevisibilidade” no calendário da obra (deverá estar pronta dentro de quatro ou cinco anos). 

A realização de projectos em França parece estar a tornar-se uma rotina para o atelier dos irmãos Aires Mateus, “a nova conquista da Gália”, brinca o autor do “novo” Museu de Belas-Artes de Reims, uma intervenção em que não dispensam colaboradores portugueses: o escritório de engenharia acústica Inacoustics, o atelier F

C Arquitectura Paisagista e a empresa de design FBA: “Fazemos questão de exportar produto nacional, talento nacional.”

--de via tradutor do google
Aires Mateus gewinnt einen weiteren Wettbewerb für ein Museum in Frankreich, diesmal in Reims. Portugiesische Architekten wurden ausgewählt, um ein Gebäude mit jahrhundertealter Geschichte neu zu qualifizieren.    

Es ist sein drittes "französisches Projekt" im Bereich der kulturellen Ausstattung.

Nach den Projekten für das Olivier Debré Contemporary Creation Center in Tours und das Agostinho Museum in Toulouse gewannen die Brüder Francisco und Manuel Aires Mateus erneut einen Wettbewerb, um an einer Kulturinstitution in Frankreich zu intervenieren.

Dieses Mal war das Museum der Schönen Künste von Reims wie das von Toulouse in einem im Mittelalter geborenen religiösen Gebäude untergebracht, dessen Vergangenheit mit den Augustinerbrüdern verbunden war - ein Komplex, der im Laufe der Jahrhunderte nach und nach genug Veränderungen erfahren hat die Entwicklung der Stadt.

Die Ankündigung erfolgte am heutigen Montag durch den Bürgermeister der inoffiziellen Hauptstadt des Weinbaugebiets Champagne und markiert symbolisch den Beginn eines Prozesses, der mit der Wiedereröffnung des vollständig renovierten Museums mit mehr Fläche und mehr Werten enden wird als das, was es heute hat, wird in vier oder fünf Jahren erwartet.

Das Museum wurde 1794 gegründet und zu Beginn des 20. Jahrhunderts eingerichtet. Es befindet sich in einer Sammlung der alten Abtei von Saint-Denis, die 1790 geschlossen und teilweise abgerissen wurde. Es beherbergt eine Sammlung, die die Entwicklung der europäischen Kunst im letzten Jahrhundert dokumentiert Zu seinen wichtigsten Werken zählen Gemälde und Skulpturen von Millet, Rodin, Renoir, Monet, Corot und Boisecq.

Eine Sammlung, die zum großen Teil durch Spenden von Henry Vasnier und Alexandrine Pommery, zwei der führenden Champagnerproduzenten der Region, bereichert wurde.

Genau wie in Toulouse - dem laufenden Projekt, das im Dezember letzten Jahres ausgewählt wurde - haben sich die portugiesischen Architekten mit Innenhöfen und einem Gebäude voller Erinnerungen befasst.

Aber wenn im Augustinermuseum die Intervention fortgesetzt wird, um einen neuen Eingang zu schaffen, der den Kreuzgang, einen entscheidenden Teil der Gruppe, in Reims vervollständigt, ist das, was verlangt wurde, viel ehrgeiziger (zehntausend Quadratmeter Interventionsfläche). .

Die Spezifikationen, die die Grundlage für die öffentliche Ausschreibung der Gemeinde bilden - umstritten in einer zweiten und letzten Phase von den portugiesischen Architekten (der Vorschlag wird von den beiden Brüdern, obwohl Francisco Aires Mateus der Autor ist) und von drei anderen Ateliers vorgelegt zwei davon (einschließlich der Renovierung des Museums) sowie die Schaffung neuer öffentlicher Bereiche (Auditorium, Restaurant, Galerie für Wechselausstellungen, Bibliothek und pädagogische Dienste) und reservierter Zugang (Dokumentationszentrum und Werkstätten).

Das Projekt, mit dem sie den Wettbewerb gewonnen haben, wird insbesondere zwischen den drei bestehenden Werften und einem vierten, das geschaffen wird, verknüpft. Das Museum wird über zwei Eingänge verfügen, einen Garten, der nicht mehr als "die Rückseite des Sets" betrachtet wird, sondern der von den Verwaltungsdiensten mit einer Cafeteria geteilt wird, die den Besucher zum Verweilen einlädt - und vor allem zum Verweilen einlädt. Lassen Sie sich einen Parkplatz anhängen, der Ihre Lesung deutlich stört, erklärt der Architekt. "Unser Entwurf zielt darauf ab, ein Museum zu eröffnen, das vollständig geschlossen, nach innen gedreht und Räume außerhalb der Stadt beansprucht", betont er.

Mauern, die sich öffnen
Bei der Wiederherstellung der Kreuzgänge des Gebäudes gibt Francisco Aires Mateus ihm im 21. Jahrhundert die Erinnerung an die ursprüngliche mittelalterliche Gründung zurück. "In Klöstern und Klöstern waren die Klöster Orte des Gehens, Nachdenkens und der Verbindung nach außen. Hier sind die Innenhöfe eher zu überqueren und im Verlauf ein gewisses Organisches zu schaffen, verbinden aber auch den Besucher mit dem Weltraum und das Museum mit dem Stadt.

Das Projekt, so der Architekt, bemüht sich, diese Öffnung zu gewährleisten, indem zum Teil Wände in das bestehende Gebäude eingebaut werden. Es scheint ein Paradox, aber es ist nicht: "Diese Mauern öffnen sich zu den Straßen der Stadt und zu den Innenhöfen des Museums, wo es Leben, Animation, Menschen auf der Durchreise gibt. Sie funktionieren wie die alten Klosterzäune. Sie geben deutlich an dass es einen anderen Raum von außen gibt, der die Kontemplation wertschätzt, in diesem Fall von Kunstwerken, und der eine andere Zeit hat, andere Rituale, der aber kein geschlossener Ort ist, ein Ort, der kommuniziert und der in Beziehung steht. " Die Wände mit großen Öffnungen trotzen nach innen blickenden Außenstehenden und sind zusammen mit der "goldenen Treppe" in der Mitte eines der Innenhöfe eine der "sichtbaren zeitgenössischen Gesten" des Projekts.

"Alles, was um dieses Set herum ist, hat eine starke Identität, insbesondere die Kathedrale von Reims. Wir haben nicht versucht, miteinander zu konkurrieren, was Unsinn wäre, wir haben versucht, zusammen zu leben, und deshalb wollten wir kein Leuchtturmgebäude. Die Antwort hatte." anders zu sein. Es war eine große Herausforderung, dies zu zeichnen, und ein sehr großes Risiko, da fast alles, was ich hinzufüge, von außen nicht sichtbar ist. "

Versteckt sind beispielsweise das Dokumentationszentrum, die Galerie der Wechselausstellungen und das Auditorium. Und weil das Projekt die Schaffung einer Etage -1 voraussetzt, für die Besichtigungen und höchstwahrscheinlich archäologische Arbeiten erforderlich sind, enthält der Arbeitsplan eine "Dosis Unvorhersehbarkeit" (die innerhalb von vier oder fünf Jahren fertig sein sollte). .

Die Realisierung von Projekten in Frankreich scheint für das Atelier der Brüder Aires Mateus, "die neue Eroberung Galliens", zur Routine zu werden, scherzt der Autor des "neuen" Museums der Schönen Künste in Reims, an dem portugiesische Mitarbeiter beteiligt sind : das Akustik-Ingenieurbüro Inacoustics, das Studio F

C Landschaftsbau- und Designunternehmen FBA: "Wir legen großen Wert auf den Export von nationalem Produkt, nationalem Talent."

--ru via tradutor do google
Айрес Матеус выиграл еще один конкурс на музей во Франции, на этот раз в Реймсе. Португальские архитекторы были выбраны для переквалификации здания с многовековой историей.    

Это его третий «французский проект» в области культурного оборудования.

После проектов Центра современного творчества Оливье Дебре в Туре и Музея Агостиньо в Тулузе братья Франциско и Мануэль Айрес Матеус снова выиграли конкурс на участие в культурном учреждении во Франции.

На этот раз Музей изобразительных искусств Реймса, как и музей Тулузы, установлен в религиозном здании, которое было рождено в средние века и с прошлым, связанным с августовскими монахами - комплекс, который претерпел достаточно изменений на протяжении веков, согласно эволюция города.

Объявление было сделано в этот понедельник мэром неофициальной столицы винодельческого региона Шампань и символически знаменует собой начало процесса, который закончится открытием музея, полностью отреставрированного и с большей площадью и большим количеством ценностей. чем он имеет сегодня, как ожидается, будет через четыре или пять лет.

Основанный в 1794 году и созданный в начале 20-го века, в коллекции, принадлежавшей старому аббатству Сен-Дени, закрытой в 1790 году и частично снесенной, в музее хранится коллекция, отражающая эволюцию европейского искусства в последние годы. 500 лет, и, конечно, французы), среди его самых важных работ картины и скульптуры Милле, Родена, Ренуара, Моне, Коро и Бойсека.

Коллекция пополнилась, главным образом, благодаря пожертвованиям от двух ведущих производителей шампанского в регионе, Анри Васнье и Александрин Поммери.

Здесь, так же как и в Тулузе - текущем проекте, выбранном в декабре прошлого года - португальские архитекторы занимались внутренними дворами и зданием, наполненным воспоминаниями.

Но если в Музее Августина вмешательство будет возобновлено, чтобы создать новый вход, который завершит монастырь, решающую часть группы, в Реймсе то, что было запрошено, гораздо более амбициозно (зона вмешательства на десять тысяч квадратных метров) ,

Спецификации, которые лежат в основе публичного тендера, объявленного местными властями - оспариваются на втором и последнем этапе португальскими архитекторами (предложение представлено двумя братьями, несмотря на то, что автором является Francisco Aires Mateus) и тремя другими ателье два из них (включая реконструкцию музея), а также создание новых общественных зон (зрительный зал, ресторан, галерея временных выставок, библиотечные и педагогические услуги) и зарезервированный доступ (центр документации и мастерские).

Проект, с которым они выиграли конкурс, будет связан, особенно, между тремя существующими дворами и четвертым, который будет создан. У музея будет два входа, сад, который больше не рассматривается как «задняя часть зала», чтобы стать пространством, которое административные службы делят с кафетерием, которое приглашает посетителя остановиться - и, что более важно, останавливается. к нему прикреплена автостоянка, что явно мешает вашему чтению, объясняет архитектор. «То, что стремится наш дизайн, - это открыть музей, который был полностью закрыт, повернут внутрь, требуя пространства за пределами города», - настаивает он.

Стены, которые открываются
Возвращая монастыри здания, Франциско Айрес Матеус возвращает ему, в 21 веке, память о первоначальном средневековом фундаменте. «В монастырях и монастырях монастыри были местами для прогулок, размышлений и связи с внешним миром. Здесь внутренние дворы должны пересекаться и создавать определенную органику в ходе, но также соединять посетителя с космическим пространством и музей с город.

Проект, по словам архитектора, стремится обеспечить это открытие, частично путем добавления стен к уже существующему зданию. Это кажется парадоксом, но это не так: «Эти стены открываются на улицы города и во двор музея, где есть жизнь, анимация, люди в пути. Они функционируют как древние ограды монастыря. что существует внешнее пространство, которое ценит созерцание, в данном случае произведений искусства, и которое имеет другое время, другие ритуалы, но которое не является закрытым местом, является местом, которое общается и имеет отношение " Стены с большими проемами бросают вызов посторонним лицам, смотрящим внутрь, и наряду с «золотой лестницей» в центре одного из внутренних дворов являются одним из «видимых современных жестов» проекта.

«Все, что находится вокруг этого комплекса, имеет сильную идентичность, особенно собор Реймса. Мы не пытались конкурировать, что было бы глупостью, мы пытались жить вместе и, следовательно, мы не хотели здания маяка. Ответ был быть другим. Было очень трудно нарисовать это и очень большой риск, так как почти все, что я добавляю, не видно снаружи ».

Скрыты, например, центр документации, галерея временных выставок и зрительный зал. И именно потому, что проект подразумевает создание этажа -1, который потребует обследований и, скорее всего, археологических работ, в графике работ есть «доза непредсказуемости» (он должен быть готов в течение четырех или пяти лет) ,

Реализация проектов во Франции, кажется, становится рутиной для ателье братьев Айреса Матеуса, «нового завоевания Галлии», шутит автор «нового» Музея изящных искусств в Реймсе, вмешательство в котором португальские сотрудники : акустическая инженерная фирма Inacoustics, студия F

C Ландшафтно-дизайнерская компания FBA: «Мы ориентируемся на экспорт национального продукта, национального таланта».

--chines simplificado via tradutor do google
Aires Mateus赢得了法国博物馆的另一场比赛,这次是在兰斯。葡萄牙建筑师被选中重建一座拥有数百年历史的建筑。     


在图尔的OlivierDebré当代创作中心和图卢兹的Agostinho博物馆的项目之后,兄弟Francisco和Manuel Aires Mateus再次赢得了参加法国文化机构的竞赛。

这一次是兰斯美术博物馆,就像图卢兹一个安装在一个宗教建筑中的一个,这个建筑诞生于中世纪,过去与奥古斯丁修道士有关 - 这个复合体在几个世纪以来经历了足够的变化。城市的演变。


该博物馆建于1794年,建于20世纪初,属于圣丹尼古老修道院,于1790年关闭并部分拆除,收藏了一系列记录了欧洲艺术的最新进展。 500年,当然还有法国人),其中最重要的作品包括米勒,罗丹,雷诺阿,莫奈,柯罗和博伊塞克的绘画和雕塑。

由于该地区两家领先的香槟生产商Henry Vasnier和Alexandrine Pommery的捐款,这个系列在很大程度上得到了丰富。

在这里,正如图卢兹 - 去年12月选定的正在进行的项目 - 葡萄牙建筑师处理庭院和装满记忆的建筑物。

但是,如果在奥古斯丁博物馆中,干预工作将重新开始,以创建一个新的入口,将完成修道院,这是该团体的决定性部分,在兰斯所要求的是更加雄心勃勃(一万平方米的干预区) 。

作为地方当局发起的公开招标的基础的规范 - 由葡萄牙建筑师在第二和最后阶段提出异议(该提案由两兄弟提出,尽管作者是Francisco Aires Mateus)和其他三个工作室,其中两个(包括博物馆的翻新),以及新公共区域(礼堂,餐厅,临时展览馆,图书馆和教学服务)和预留通道(文献中心和研讨会)的创建。

他们赢得比赛的项目将特别在三个现有码之间和第四个码之间建立联系。博物馆将有两个入口,一个不再被视为“集合背面”的花园,成为行政服务与自助餐厅共享的空间,邀请访客停止 - 更重要的是,停止。建筑师解释说,有一个停车场,明显扰乱了你的阅读。 “我们的设计旨在做的是开放一个完全封闭,向内翻,要求在城外空间的博物馆,”他坚持说。

在恢复建筑的回廊时,弗朗西斯科·艾瑞斯·马特乌斯在21世纪给了他原始中世纪基础的记忆。 “在修道院和修道院中,修道院是走路,反射和与外界连接的地方。这里的庭院更多地交叉并在课程中创造一定的有机物,但也将游客与外太空和博物馆连接到市。



例如,隐藏的是文献中心,临时展览馆和礼堂。 这是因为该项目意味着建立一个需要调查的地板-1,并且很可能需要考古工作,即工作时间表中存在“不可预测性”(应该在四到五年内准备好)。

法国项目的实现似乎正成为Aires Mateus兄弟工作室的惯例,“新征服高卢”,兰斯“新”美术博物馆的作者开玩笑,这是葡萄牙合作者的一次干预 :声学工程公司Inacoustics,F工作室


--ea via tradutor do google
يفوز آيرس ماتيوس بمسابقة أخرى لمتحف في فرنسا ، وهذه المرة في ريمس. تم اختيار المهندسين المعماريين البرتغاليين لإعادة تأهيل مبنى يعود إلى قرون من التاريخ.

هذا هو ثالث "مشروع فرنسي" في مجال المعدات الثقافية.

بعد مشاريع مركز أوليفر ديبري للإبداع المعاصر في تورز ومتحف أغوستينو في تولوز ، فاز الأخوان فرانسيسكو ومانويل أيرس ماتيوس مرة أخرى في مسابقة للتدخل في مؤسسة ثقافية في فرنسا.

هذه المرة متحف الفنون الجميلة في ريمس ، مثل متحف تولوز الذي تم تثبيته في مبنى ديني وُلد في العصور الوسطى مع ماضٍ مرتبط بأخوة أوغسطينوس - وهو مجمع مر بتغيرات كافية على مر القرون تطور المدينة.

تم الإعلان عن هذا يوم الاثنين من قبل رئيس بلدية العاصمة غير الرسمية لمنطقة Champagne المزروعة بالنبيذ ، ويمثل رمزًا لبداية عملية ستنتهي بإعادة فتح المتحف ، وتم تجديده بالكامل وبمساحة أكبر وقيم أكثر مما كان عليه اليوم ، من المتوقع أن تكون أربع أو خمس سنوات من الآن.

تأسس المتحف في عام 1794 وتم إنشاؤه في بداية القرن العشرين ، في مجموعة تنتمي إلى دير سانت دينيس القديم ، أغلقت في عام 1790 وهدم جزئيًا ، ويضم المتحف مجموعة تسجل تطور الفن الأوروبي في الماضي 500 عام ، وبالطبع الفرنسيون) ، من بين أهم أعماله اللوحات والمنحوتات التي كتبها ميلت ورودن ورينوار ومونيه وكوروت وبويسك.

مجموعة غنية ، في جزء كبير منها ، بفضل تبرعات من اثنين من كبار منتجي الشمبانيا في المنطقة ، هنري فاسنيير وألكساندرين بومري.

هنا ، كما هو الحال في تولوز - المشروع المستمر ، الذي تم اختياره في ديسمبر من العام الماضي - تعامل المهندسون المعماريون البرتغاليون مع الساحات ومبنى محمل بالذكريات.

ولكن إذا تم استئناف التدخل في متحف أوغسطين لإنشاء مدخل جديد يكمل الدير ، وهو جزء حاسم من المجموعة ، في رمس ، كان المطلوب أكثر طموحًا (عشرة آلاف متر مربع من منطقة التدخل) .

المواصفات التي هي أساس المناقصة العامة التي أطلقتها السلطة المحلية - المتنازع عليها في المرحلة الثانية والأخيرة من قبل المهندسين المعماريين البرتغاليين (تم تقديم الاقتراح من قبل الأخوين ، على الرغم من كونه فرانسيسكو أرياس ماتيوس مؤلفًا) وثلاثة مطربين آخرين ، اثنان منهم (بما في ذلك تجديد المتحف) ، وكذلك إنشاء مناطق عامة جديدة (قاعة ، مطعم ، معرض للمعارض المؤقتة ، خدمات المكتبة والتربوية) والوصول المحجوز (مركز التوثيق وورش العمل).

سيتم ربط المشروع الذي فازوا به في المسابقة ، خاصةً بين الساحات الثلاثة الموجودة والرابع الذي سيتم إنشاؤه. سيكون للمتحف مدخلان ، حديقة لم يعد ينظر إليها على أنها "الجزء الخلفي من المجموعة" لتصبح مساحة تشترك فيها الخدمات الإدارية مع كافيتريا تدعو الزائر إلى التوقف - والأهم من ذلك أن تتوقف. ويوضح المهندس المعماري أن يكون لديك موقف للسيارات متصل به ، مما يعطل القراءة بوضوح. "ما يسعى تصميمنا إلى القيام به هو فتح متحف تم إغلاقه تمامًا وتحول إلى الداخل ويطلب مساحات خارج المدينة" ، يصر.

الجدران التي تفتح
عند استعادة أعمدة المبنى ، يعيد فرانسيسكو أيرس ماتيوس له ، في القرن الحادي والعشرين ، ذكرى مؤسسة العصور الوسطى الأصلية. "في الأديرة والأديرة ، كانت الأديرة أماكن للسير والتفكير والاتصال بالخارج. هنا المزيد من الفناءات تعبر وتُخلق مادة عضوية معينة في الدورة ، ولكن أيضًا تربط الزائر بالفضاء الخارجي والمتحف ب مدينة.

يقول المهندس المعماري ، إن المشروع يسعى إلى ضمان هذا الافتتاح ، جزئياً عن طريق إضافة جدران إلى المبنى الموجود مسبقًا. يبدو الأمر مفارقة ، لكنه ليس كذلك: "هذه الجدران مفتوحة إلى شوارع المدينة وإلى ساحات المتحف ، حيث توجد الحياة ، والرسوم المتحركة ، والناس في العبور. إنها تعمل مثل أسوار الدير القديمة. وهي تنص بوضوح أن هناك مساحة مختلفة من الخارج ، والتي تقدر التأمل ، في هذه الحالة من الأعمال الفنية ، والتي لديها وقت آخر ، الطقوس الأخرى ، ولكن ليس مكان مغلق ، هو المكان الذي يتصل ويتصل " الجدران ، مع فتحات كبيرة ، تتحدى الغرباء الذين ينظرون إلى الداخل ، بالإضافة إلى "الدرج الذهبي" في وسط أحد الساحات ، هي واحدة من "الإيماءات المعاصرة المرئية" للمشروع.

"كل ما يوجد حول هذه المجموعة له هوية قوية ، خاصة كاتدرائية ريمس. لم نحاول التنافس ، وهذا سيكون هراءً ، حاولنا العيش معًا ، وبالتالي ، لم نكن نريد بناء منارة. كان الجواب أن يكون الأمر مختلفًا ، لقد كان تحديًا كبيرًا وخطيرًا للغاية ، حيث إن كل شيء أضيفه تقريباً غير مرئي من الخارج ".

المخفية هي ، على سبيل المثال ، مركز التوثيق ومعرض المعارض المؤقتة والقاعة. ولأن المشروع يتضمن إنشاء أرضية -1 تتطلب إجراء استطلاعات ، وعلى الأرجح أعمالًا أثرية ، فهناك "جرعة من عدم القدرة على التنبؤ" في جدول العمل (يجب أن تكون جاهزة في غضون أربع أو خمس سنوات) .

يبدو أن تنفيذ المشاريع في فرنسا أصبح روتينًا لمسلسل الأخوة ماتيوس ، "الفتح الجديد لغول" ، يضحك مؤلف متحف "الجديد" للفنون الجميلة في ريمس ، وهو تدخل يتعاون فيه البرتغاليون : شركة الهندسة الصوتية Inacoustics ، الاستوديو F

C المناظر الطبيعية وتصميم شركة FBA: "نحن جعل نقطة لتصدير المنتجات الوطنية ، والموهبة الوطنية".