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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Cultural sponsorship and return of collections, the new targets of activists. -- Patrocínios culturais e devolução de acervos, os novos alvos dos ativistas. -- Kulturelles Sponsoring und Rückgabe von Sammlungen, die neuen Ziele von Aktivisten. -- Культурное спонсорство и возврат коллекций, новые цели активистов. -- 文化赞助和收藏品归还,是激进主义者的新目标。 -- الرعاية الثقافية وعودة المجموعات ، والأهداف الجديدة للنشطاء.

A protest at the British Museum in London over the weekend drew attention to sensitivities that have affected the image of cultural institutions in the United Kingdom and other Western countries. Galleries and museums face questions as they accept sponsorship from companies whose activities or practices are condemned by activists. And for keeping in the collection artifacts from other countries obtained during the colonial era.

The action at the London museum was made by the organization BP or not BP?, Whose representatives there hid inside a “Trojan horse”, in reference to the exhibition Troy, Myth and Reality, sponsored by British Petroleum. They spent 51 hours making protests that gained huge visibility in the press and social media.

Sponsorships represent an important share of the revenue of British museums, which employ sophisticated marketing schemes to produce grandiose exhibitions, promote events and grant licenses. Thus, they reduce the dependence on state funds. In order not to become the target of criticism, they may have to avoid associating with brands that provoke adverse feelings.

Tate Modern and National Portrait Gallery have already followed that path. The first announced last year the decision to stop receiving support from the Sackler family. And the second gave up a donation of one million pounds from the fund administered by the clan.

The Sacklers run the pharmaceutical empire Purda Pharma, a maker of opioids thought to cause severe addiction. The group became the target of a campaign led by American photographer Nan Goldin, who suffered from addiction and became a staunch activist.

Colonialism - But the biggest headache is the movement against colonialism, which puts precisely the collections that attract visitors and sponsors. There is growing pressure for the repatriation of objects from archaeological expeditions carried out in the colonial era, responsible for much of the wealth displayed in museums here.

The defenders of the permanence of the pieces maintain that many were brought with authorization of authorities. And that they are preserved and are seen by more people than if they were in remote places. Or even that not all who claim the objects are heirs to the original peoples.

But at a time when respect for minorities and the appreciation of traditional cultures is so relevant, such arguments have not proved to be enough to stem the tide.

Universities in the United Kingdom stand out positively in this field. Compelled by students to repatriate objects, they have no justification for being prohibited by legislation to do so, like state museums. And they're handing over the rings so they don't lose their fingers.

On Monday (10/2), The Times newspaper published the results of a survey of requests received by the main British higher schools, demonstrating that the majority have repatriated or have already committed to repatriate pieces requested by countries or indigenous groups recently.

In the case of universities, the situation is easier, as their main activity is not visitation. As for large museums, which depend on visitors, the situation is more complicated.

One of the biggest controversies involves the marble sculptures of Greece's Parthenon. Half of them are in the British Museum, brought in the 19th century by Lord Elgin, which is why they are known as Elgin Marbles. In the face of pressure from the Greek government, the institution's board ruled out the possibility of returning them last year, but the case should not stop there.

There are already court decisions requiring the return of claimed objects. Even though it is not mandatory, however, it is a matter of perception, which may end up extending to sponsors or donors.

Society's values ​​have changed. Technology has placed tools in the hands of citizens and organized groups to engage activists and disseminate protests, alerting to issues that few people have realized in the past.

Institutions face the complex mission of finding ways to maintain their financial health without calling into question the image of responsibility and respect for the cultures they are willing to value. The example of some British museums and universities can be inspiring.
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BP activists or not BP? arrived in one - Trojan horse - and had great coverage
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by Edison Mariotti, 
“A matemática, vista corretamente, possui não apenas verdade, mas também suprema beleza - uma beleza fria e austera, como a da escultura.”
frase BERTRAND RUSSEL - matemático indiano
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data analyst in code programming language, R.
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@edison.mariotti  - #edisonmariotti
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by Natural Language Processing (NLP) 
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via Processamento de linguagem natural (PNL).
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--br
Patrocínios culturais e devolução de acervos, os novos alvos dos ativistas.

Um protesto no British Museum em Londres no fim de semana chamou atenção para sensibilidades que têm afetado a imagem de instituições culturais no Reino Unido e em outros países ocidentais. Galerias e museus enfrentam questionamentos por aceitarem patrocínios de empresas cujas atividades ou práticas são condenadas por ativistas. E por manterem no acervo artefatos de outros países obtidos na época colonial.

A ação no museu londrino foi feita pela organização BP or not BP?, cujos representantes lá entraram ocultos dentro de um “Cavalo de Troia”, em alusão à exposição Troy, Myth and Reality, patrocinada pela British Petroleum. Passaram 51 horas fazendo protestos que ganharam visibilidade gigantesca na imprensa e em mídias sociais.

Os patrocínios representam uma parcela importante da receita dos museus britânicos, que empregam sofisticados esquemas de marketing para produzir exposições grandiosas, promover eventos e conceder licenciamentos. Assim, reduzem a dependência de verbas estatais. Para não virarem alvo de críticas, poderão ter que evitar a associação com marcas que provoquem sentimentos adversos.

A Tate Modern e a National Portrait Gallery já seguiram esse caminho. A primeira anunciou ano passado a decisão de não mais receber apoio da família Sackler. E a segunda desistiu de uma doação de um milhão de libras por parte do fundo administrado pelo clã.

Os Sackler comandam o império farmacêutico Purda Pharma, fabricante de opioides tidos como causadores de dependência severa. O grupo virou alvo de uma campanha liderada pela fotógrafa americana Nan Goldin, que sofreu com o vício e se converteu em aguerrida ativista.

Colonialismo – Mas a maior dor de cabeça é o movimento contra o colonialismo, que coloca em risco justamente os acervos que atraem visitantes e patrocinadores. Há pressão crescente pela repatriação da objetos advindos das expedições arqueológicas realizadas na época colonial, responsáveis por boa parte das riquezas expostas nos museus daqui.

Os defensores da permanência das peças sustentam que muitas foram trazidas com autorização de autoridades. E que estão preservadas e são vistas por mais gente do que se estivessem em locais remotos. Ou ainda que nem todos os que reclamam os objetos são herdeiros dos povos originais.

Mas em uma época em que o respeito a minorias e a valorização das culturas tradicionais é tão relevante, tais argumentos não se têm mostrado suficientes para conter a onda.

Quem está se destacando positivamente nesse campo são as universidades do Reino Unido. Compelidas pelos alunos a repatriar objetos, não têm a justificativa de serem proibidas por legislação a fazê-lo, como os museus estatais. E estão entregando os anéis para não perderem os dedos.

Na segunda-feira (10/2), o jornal The Times publicou resultado de um levantamento dos pedidos recebidos pelas principais escolas superiores britânicas, demonstrando que a maioria repatriou ou já se comprometeu a repatriar peças requisitadas por países ou grupos indígenas recentemente.

No caso das universidades a situação é mais fácil, pois sua atividade-fim não é visitação. Já para os grandes museus, que dependem dos visitantes, a situação é mais complicada.

Uma das maiores controvérsias envolve as esculturas de mármore do Parthenon, da Grécia. Metade delas está no British Museum, trazidas no século 19 por Lord Elgin, razão pela qual são conhecidos como Elgin Marbles. Diante de pressões do Governo grego, o conselho da instituição descartou ano passado a possibilidade de os devolver, mas o caso não deve parar aí.

Já existem decisões judiciais obrigando à devolução de objetos reclamados. Mesmo que ela não seja obrigatória, porém, trata-se de uma questão de percepção, que pode acabar se estendendo a patrocinadores ou doadores.

Os valores da sociedade mudaram. A tecnologia colocou nas mãos dos cidadãos e de grupos organizados ferramentas para engajar ativistas e disseminar protestos, alertando para questões que pouca gente se dava conta no passado.

As instituições têm pela frente a complexa missão de encontrar saídas para manter sua saúde financeira sem colocar em xeque a imagem de responsabilidade e respeito às culturas que se dispõem a valorizar. O exemplo de alguns museus e universidades britânicas pode ser inspirador.

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Ativistas da BP or not BP? chegaram em um - Cavalo de Troia - e tiveram grande cobertura
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--de via tradutor do google
Kulturelles Sponsoring und Rückgabe von Sammlungen, die neuen Ziele von Aktivisten.     

Ein Protest im British Museum in London am Wochenende machte auf Sensibilitäten aufmerksam, die das Image von Kulturinstitutionen im Vereinigten Königreich und in anderen westlichen Ländern beeinflusst haben. Galerien und Museen stehen vor Fragen, da sie Sponsoring von Unternehmen annehmen, deren Aktivitäten oder Praktiken von Aktivisten verurteilt werden. Und für die Aufbewahrung von Artefakten aus anderen Ländern, die während der Kolonialzeit erhalten wurden.

Die Aktion im Londoner Museum wurde von der Organisation BP oder nicht BP? Durchgeführt. Wessen Vertreter versteckten sich dort in einem „Trojanischen Pferd“, in Anlehnung an die von British Petroleum gesponserte Ausstellung Troy, Myth and Reality. Sie verbrachten 51 Stunden damit, Proteste zu veranstalten, die in der Presse und in den sozialen Medien große Sichtbarkeit erlangten.

Patenschaften machen einen wichtigen Teil der Einnahmen britischer Museen aus, die ausgefeilte Marketingprogramme einsetzen, um grandiose Ausstellungen zu produzieren, Veranstaltungen zu fördern und Lizenzen zu vergeben. Damit verringern sie die Abhängigkeit von staatlichen Mitteln. Um nicht zum Ziel von Kritik zu werden, müssen sie möglicherweise vermeiden, sich mit Marken zu verbinden, die negative Gefühle hervorrufen.

Tate Modern und National Portrait Gallery sind diesem Weg bereits gefolgt. Die erste kündigte letztes Jahr die Entscheidung an, keine Unterstützung mehr von der Familie Sackler zu erhalten. Und der zweite gab eine Spende von einer Million Pfund aus dem vom Clan verwalteten Fonds auf.

Die Sacklers leiten das Pharmaimperium Purda Pharma, ein Hersteller von Opioiden, von denen angenommen wird, dass sie schwere Sucht verursachen. Die Gruppe wurde zum Ziel einer Kampagne des amerikanischen Fotografen Nan Goldin, der unter Sucht litt und ein überzeugter Aktivist wurde.

Kolonialismus - Das größte Problem ist jedoch die Bewegung gegen den Kolonialismus, die genau die Sammlungen zusammenstellt, die Besucher und Sponsoren anziehen. Es besteht ein wachsender Druck auf die Rückführung von Gegenständen aus archäologischen Expeditionen in der Kolonialzeit, die für einen Großteil des hier in Museen gezeigten Reichtums verantwortlich sind.

Die Verteidiger der Beständigkeit der Stücke behaupten, dass viele mit Genehmigung der Behörden gebracht wurden. Und dass sie erhalten bleiben und von mehr Menschen gesehen werden, als wenn sie an abgelegenen Orten wären. Oder sogar, dass nicht alle, die die Objekte beanspruchen, Erben der ursprünglichen Völker sind.

Aber in einer Zeit, in der der Respekt vor Minderheiten und die Wertschätzung traditioneller Kulturen so wichtig sind, haben sich solche Argumente nicht als ausreichend erwiesen, um die Flut einzudämmen.

Die Universitäten im Vereinigten Königreich zeichnen sich in diesem Bereich positiv aus. Von Studenten gezwungen, Gegenstände zu repatriieren, haben sie keine Rechtfertigung dafür, gesetzlich verboten zu sein, wie staatliche Museen. Und sie geben die Ringe ab, damit sie ihre Finger nicht verlieren.

Am Montag (02.10.) Veröffentlichte die Zeitung The Times die Ergebnisse einer Umfrage unter den wichtigsten britischen Hochschulen, aus der hervorgeht, dass die Mehrheit kürzlich von Ländern oder indigenen Gruppen angeforderte Stücke zurückgeführt oder bereits zur Rückführung verpflichtet hat.

Bei Universitäten ist die Situation einfacher, da ihre Haupttätigkeit nicht der Besuch ist. Bei großen Museen, die von Besuchern abhängig sind, ist die Situation komplizierter.

Eine der größten Kontroversen betrifft die Marmorskulpturen des Parthenon in Griechenland. Die Hälfte von ihnen befindet sich im British Museum, das im 19. Jahrhundert von Lord Elgin gebracht wurde, weshalb sie als Elgin Marbles bekannt sind. Angesichts des Drucks der griechischen Regierung schloss der Vorstand der Institution die Möglichkeit aus, sie letztes Jahr zurückzugeben, aber der Fall sollte hier nicht aufhören.

Es gibt bereits Gerichtsentscheidungen, die die Rückgabe beanspruchter Gegenstände vorschreiben. Auch wenn dies nicht obligatorisch ist, handelt es sich um eine Frage der Wahrnehmung, die sich möglicherweise auf Sponsoren oder Spender erstreckt.

Die Werte der Gesellschaft haben sich verändert. Die Technologie hat Werkzeuge in die Hände von Bürgern und organisierten Gruppen gelegt, um Aktivisten zu engagieren und Proteste zu verbreiten, um auf Probleme aufmerksam zu machen, die nur wenige Menschen in der Vergangenheit erkannt haben.

Institutionen stehen vor der komplexen Aufgabe, Wege zu finden, um ihre finanzielle Gesundheit zu erhalten, ohne das Image der Verantwortung und des Respekts für die Kulturen in Frage zu stellen, die sie wertschätzen wollen. Das Beispiel einiger britischer Museen und Universitäten kann inspirierend sein.

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BP-Aktivisten oder nicht BP? kam in einem - Trojanischen Pferd - an und hatte eine großartige Abdeckung

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--ru via tradutor do google
Культурное спонсорство и возврат коллекций, новые цели активистов. 


Протест в Британском музее в Лондоне на выходных привлек внимание к чувствительности, которая повлияла на имидж культурных учреждений в Великобритании и других западных странах. Галереи и музеи сталкиваются с вопросами, поскольку они принимают спонсорство от компаний, чья деятельность или практика осуждаются активистами. И для хранения в коллекции артефактов из других стран, полученных в колониальную эпоху.

Акция в лондонском музее была организована организацией BP или не BP?, Чьи представители там спрятались внутри «троянского коня» со ссылкой на выставку «Троя, миф и реальность», спонсируемая British Petroleum. Они провели 51 час, протестуя, получив широкую известность в прессе и социальных сетях.

Спонсорство составляет важную долю доходов британских музеев, которые используют сложные маркетинговые схемы для проведения грандиозных выставок, продвижения мероприятий и выдачи лицензий. Таким образом, они уменьшают зависимость от государственных средств. Чтобы не стать объектом критики, им, возможно, придется избегать общения с брендами, которые вызывают негативные чувства.

Тейт Модерн и Национальная портретная галерея уже пошли по этому пути. Первый объявил в прошлом году решение прекратить получать поддержку от семьи Саклер. А второй отказался от пожертвования в один миллион фунтов стерлингов из фонда, управляемого кланом.

Саклеры управляют фармацевтической империей Purda Pharma, производителем опиоидов, которые, как считается, вызывают сильную зависимость. Группа стала целью кампании во главе с американским фотографом Наном Голдином, который страдал от зависимости и стал убежденным активистом.

Колониализм. Но самая большая головная боль - это движение против колониализма, которое ставит именно те коллекции, которые привлекают посетителей и спонсоров. Растет давление на репатриацию предметов из археологических экспедиций, проведенных в колониальную эпоху, ответственных за большую часть богатства, выставленного здесь в музеях.

Защитники постоянства частей утверждают, что многие были принесены с разрешения властей. И что они сохранились и видны большему количеству людей, чем если бы они были в отдаленных местах. Или даже то, что не все, кто претендует на эти объекты, являются наследниками коренных народов.

Но в то время, когда уважение к меньшинствам и уважение к традиционным культурам так актуальны, таких аргументов оказалось недостаточно, чтобы остановить волну.

Университеты в Соединенном Королевстве положительно выделяются в этой области. Вынужденные студенты репатриировать предметы, они не имеют никаких оснований для того, чтобы быть запрещенными законодательством, как государственные музеи. И они сдают кольца, чтобы не потерять пальцы.

В понедельник (10/2) газета The Times опубликовала результаты опроса запросов, полученных основными британскими высшими школами, демонстрируя, что большинство репатриировало или уже взяло на себя обязательства по репатриации произведений, запрошенных странами или группами коренного населения в последнее время.

В случае с университетами ситуация проще, так как их основной деятельностью является не посещение. Что касается крупных музеев, которые зависят от посетителей, то ситуация сложнее.

Одно из самых больших противоречий связано с мраморными скульптурами греческого Парфенона. Половина из них находится в Британском музее, привезенном в 19 веке лордом Элгином, поэтому они известны как мрамор Элгина. Перед лицом давления со стороны правительства Греции совет учреждения исключил возможность их возвращения в прошлом году, но на этом дело не должно останавливаться.

Уже есть судебные решения, требующие возврата заявленных предметов. Хотя это не является обязательным, однако, это вопрос восприятия, который может в конечном итоге распространяться на спонсоров или доноров.

Ценности общества изменились. Технологии предоставили гражданам и организованным группам инструменты для привлечения активистов и распространения акций протеста, предупреждая о проблемах, которые мало кто осознавал в прошлом.

Перед учреждениями стоит сложная задача: найти способы сохранить свое финансовое здоровье, не ставя под сомнение имидж ответственности и уважения к культурам, которые они готовы ценить. Пример некоторых британских музеев и университетов может быть вдохновляющим.

Образ
БП активисты или нет БП? прибыл в одном - троянском коне - и имел отличное освещение

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--chines simplificado via tradutor do google
文化赞助和收藏品归还,是激进主义者的新目标。    

周末在伦敦大英博物馆的一次抗议活动引起了人们的注意,这种敏感性影响了英国和其他西方国家文化机构的形象。画廊和博物馆在接受活动家谴责其活动或做法的公司的赞助时会遇到问题。为了保留在殖民时期从其他国家获得的文物。

伦敦博物馆的活动是由英国石油公司(BP)还是不是英国石油公司(BP)进行的,该组织的代表藏在“特洛伊木马”中,并参考了由英国石油公司赞助的特洛伊,神话与现实展览。他们花了51个小时进行抗议活动,在新闻界和社交媒体上获得了广泛的关注。

赞助是大英博物馆收入的重要份额,大英博物馆采用复杂的营销计划来举办宏伟的展览,宣传活动并授予许可。因此,它们减少了对国家资金的依赖。为了不成为批评的对象,他们可能必须避免与引起不良感觉的品牌建立联系。

泰特现代美术馆和国家肖像画廊已经走了这条路。去年首次宣布停止接受Sackler家族支持的决定。第二个人放弃了由该家族管理的基金捐赠的一百万英镑。

Sacklers经营着制药帝国Purda Pharma,该公司生产的阿片类药物被认为会引起严重的成瘾。该组织成为美国摄影师Nan Goldin领导的运动的目标,后者因沉迷而成瘾并成为坚定的活动家。

殖民主义-但最大的麻烦是反对殖民主义的运动,这正好吸引了吸引游客和赞助商的收藏。从殖民时代进行的考古探险中遣返物品的压力越来越大,这是这里博物馆所展示的大部分财富的原因。

作品永久性的捍卫者坚持认为,许多物品是在当局授权下被带走的。而且与在偏僻的地方相比,它们得到了保存和被更多的人看到。甚至不是所有声称这些物件的人都是原始民族的继承人。

但是,在尊重少数族裔和欣赏传统文化如此重要的时候,这种论点还不足以阻止潮流。

英国的大学在这一领域表现突出。受学生强迫归还物品,他们没有理由被法律禁止这样做,例如国家博物馆。而且他们正在交出戒指,这样他们就不会失去手指。

星期一(10/2),《泰晤士报》发表了对英国主要主要中学收到的要求进行的一项调查结果,表明大多数人最近已经遣返或已经承诺遣返国家或土著团体要求的作品。

就大学而言,情况比较容易,因为它们的主要活动不是访问。至于依赖游客的大型博物馆,情况则更为复杂。

最大的争议之一是希腊帕台农神庙的大理石雕塑。其中一半在19世纪由埃尔金勋爵(Lord Elgin)带来的大英博物馆中,这就是为什么他们被称为埃尔金大理石的原因。面对希腊政府的压力,该机构董事会排除了去年将其归还的可能性,但此案不应仅此而已。

已经有法院判决要求归还要求保护的物体。尽管不是强制性的,但这是一个感知问题,最终可能会扩展到赞助者或捐助者。

社会的价值观已经改变。技术为公民和有组织的团体提供了工具,以吸引激进主义者和散布抗议活动,提醒人们过去很少有人意识到的问题。

机构面临着一项复杂的任务,即寻找保持财务健康状况的方式,而不会质疑其责任形象和对他们愿意重视的文化的尊重。一些英国博物馆和大学的榜样令人鼓舞。

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BP活动家还是BP?一人到达-特洛伊木马-覆盖面广

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--ae via tradutor do google
الرعاية الثقافية وعودة المجموعات ، والأهداف الجديدة للنشطاء.

لفت احتجاج في المتحف البريطاني في لندن خلال عطلة نهاية الأسبوع الانتباه إلى الحساسيات التي أثرت على صورة المؤسسات الثقافية في المملكة المتحدة ودول غربية أخرى. تواجه المعارض والمتاحف أسئلة لأنها تقبل الرعاية من الشركات التي يدين نشطاء أنشطتها أو ممارساتها. وللحفظ في مجموعة التحف من دول أخرى تم الحصول عليها خلال الحقبة الاستعمارية.

تم اتخاذ الإجراء في متحف لندن من قبل شركة BP أم لا BP؟ لقد أمضوا 51 ساعة في الاحتجاجات التي اكتسبت وضوحًا كبيرًا في الصحافة ووسائل التواصل الاجتماعي.

تمثل الرعاية جزءًا مهمًا من إيرادات المتاحف البريطانية ، التي تستخدم مخططات تسويقية متطورة لإنتاج معارض ضخمة وترويج الفعاليات ومنح التراخيص. وبالتالي ، فإنها تقلل من الاعتماد على أموال الدولة. حتى لا تصبح هدفًا للنقد ، فقد يتعين عليهم تجنب الارتباط بالعلامات التجارية التي تثير مشاعر سلبية.

وقد اتبعت تيت الحديثة والوطنية معرض الصور بالفعل هذا المسار. أعلنت الأولى العام الماضي قرار وقف تلقي الدعم من عائلة ساكلر. والثاني تخلى عن تبرع بقيمة مليون جنيه من الصندوق الذي تديره العشيرة.

يدير Sacklers الإمبراطورية الصيدلانية Purda Pharma ، وهي شركة لصناعة المواد الأفيونية التي يُعتقد أنها تسبب إدمانًا شديدًا. أصبحت المجموعة هدفًا لحملة بقيادة المصور الأمريكي نان جولدين ، الذي عانى من الإدمان وأصبح ناشطًا قويًا.

الاستعمار - ولكن أكبر صداع هو الحركة ضد الاستعمار ، والتي تضع بدقة المجموعات التي تجذب الزوار والرعاة. هناك ضغوط متزايدة لإعادة الأشياء من البعثات الأثرية التي نفذت في الحقبة الاستعمارية إلى الوطن ، المسؤولة عن الكثير من الثروة المعروضة في المتاحف هنا.

المدافعون عن دوام القطع يؤكدون أن العديد منهم قد أحضروا بإذن من السلطات. وأن يتم الحفاظ عليها ورؤيتها من قبل عدد أكبر من الناس مما لو كانوا في أماكن نائية. أو حتى أن ليس كل من يدعي الأشياء ورثة للشعوب الأصلية.

ولكن في الوقت الذي يكون فيه احترام الأقليات وتقدير الثقافات التقليدية وثيق الصلة بالموضوع ، لم تثبت هذه الحجج أنها كافية لوقف المد.

الجامعات في المملكة المتحدة تبرز بشكل إيجابي في هذا المجال. لا يجبر الطلاب على إعادة الأشياء إلى وطنهم ، وليس لديهم أي مبرر لحظر التشريعات بموجب ذلك ، مثل المتاحف الحكومية. ويقومون بتسليم الحلقات حتى لا يفقدوا أصابعهم.

في يوم الاثنين (10/2) ، نشرت صحيفة التايمز نتائج دراسة استقصائية للطلبات التي تلقتها المدارس العليا البريطانية الرئيسية ، مما يدل على أن الغالبية قد عادت أو التزمت بالفعل بإعادة المقاطع التي طلبتها البلدان أو مجموعات السكان الأصليين إلى الوطن مؤخرًا.

في حالة الجامعات ، يكون الوضع أسهل ، لأن نشاطها الرئيسي ليس الزيارة. أما بالنسبة للمتاحف الكبيرة التي تعتمد على الزوار ، فالوضع أكثر تعقيدًا.

واحدة من أكبر الخلافات تشمل التماثيل الرخامية في البارثينون في اليونان. نصفهم في المتحف البريطاني ، أحضره اللورد إلجين في القرن التاسع عشر ، وهذا ما يُعرف باسم "إلجين ماربلز". في مواجهة ضغوط الحكومة اليونانية ، استبعد مجلس إدارة المؤسسة إمكانية إعادتهم العام الماضي ، لكن القضية يجب ألا تتوقف عند هذا الحد.

هناك بالفعل قرارات قضائية تتطلب إعادة الأشياء المطالب بها. على الرغم من أنها ليست إلزامية ، إلا أنها مسألة تصورية قد تنتهي في النهاية إلى مقدمي مشروع القرار أو الجهات المانحة.

لقد تغيرت قيم المجتمع. لقد وضعت التكنولوجيا أدوات في أيدي المواطنين والجماعات المنظمة لإشراك الناشطين ونشر الاحتجاجات ، لتنبيههم إلى القضايا التي أدركها القليل من الناس في الماضي.

تواجه المؤسسات المهمة المعقدة المتمثلة في إيجاد طرق للحفاظ على صحتها المالية دون التشكيك في صورة المسؤولية واحترام الثقافات التي ترغب في تقديرها. قد يكون مثال بعض المتاحف والجامعات البريطانية ملهمًا.

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نشطاء BP أم لا BP؟ وصل في واحدة - حصان طروادة - وكان تغطية كبيرة
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