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sábado, 27 de janeiro de 2018

The first reggae museum outside of Jamaica is in São Luís, Maranhão, Brazil. - O primeiro museu do reggae fora da Jamaica está em São Luís, Maranhão, Brasil.

Among the relics of the museum is the guitar used for more than 30 years, in the first show of the Tribo de Jah, pioneer reggae group in Maranhão, and the radio "Voz de Ouro Canarinho", by Edmilson Tomé da Costa.

Inaugurated on the 28th, the 35 m2 environment tells the story of the musical genre in Maranhão and in the world, through vinyl records, video recordings, photographs, clothing and accessories. One part of the material was donated and the other acquired from collectors.

Disembarked in Maranhão more than 40 years ago, the Jamaican sound became the cultural mark of the Ludovico. "Reggae influences our way of talking, dressing and dancing. Our way of dancing reggae is unique," said Ademar Danilo, director of the Reggae Museum.


Among the museum's relics is a guitar used for more than 30 years in the first show of Tribo dejah, a pioneering reggae group in Maranhão, and the radio station 'Voz de Ouro Canarinho', by Edmilson Tomé da Costa, known as Locksmith, one of the pioneers of reggae in the state, and disseminator of the musical genre in the years of 1970.

More than music, reggae is a voice against inequalities. "Reggae's relationship with the government was a relationship of repression. Reggae is now victorious, and the Reggae Museum is a recognition of that," said Ademar.

The Maranhão Reggae Museum is divided into environments. The first one, which honors the traditional Pop Sound club, simulates a reggae club with a typical bar and a large wall. The second room, which bears the name of Clube União do BF, contains a timeline on reggae in Maranhão, Brazil and worldwide, as well as exhibitions and totems with international reggae playlists. The third room, called Club Toque do Amor, honors the great names of national reggae. There are also environments that revere the immortals of reggae.

In two days of operation, the place, in Rua da Estrela, in the Historic Center of São Luís, received more than 1,277 visitors. The hours of operation are Tuesday to Saturday from 10am to 8pm, and on Sundays from 9am to 1pm.








Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.








--br
O primeiro museu do reggae fora da Jamaica está em São Luís, Maranhão, Brasil.

Entre as relíquias do museu está guitarra usada há mais de 30 anos, no primeiro show da Tribo de Jah, grupo pioneiro do reggae no Maranhão, e a radiola "Voz de Ouro Canarinho", de Edmilson Tomé da Costa.

Inaugurado no último dia 28, o ambiente de 35 m2 conta a trajetória do gênero musical no Maranhão e no mundo, por meio de discos de vinil, gravações em vídeo, fotografias, roupas, acessórios. Uma parte do material foi doada e a outra adquirida de colecionadores.

Desembarcado no Maranhão há mais de 40 anos, o som jamaicano tornou-se marca cultural do ludovicense. "O reggae influencia na nossa maneira de falar, vestir e dançar. A nossa maneira de dançar o reggae é única", esclareceu Ademar Danilo, diretor do Museu do Reggae.

Entre as relíquias do museu está uma guitarra usada há mais de 30 anos no primeiro show da Tribo dejah, grupo pioneiro do reggae no Maranhão, e a radiola 'Voz de Ouro Canarinho", de Edmilson Tomé da Costa, conhecido como Serralheiro, um dos pioneiros do reggae no estado, e disseminador do gênero musical nos anos de 1970.

Mais que música, o reggae é uma voz contra desigualdades. "A relação que o reggae tinha com o Poder Público, era uma relação de repressão. Hoje, o reggae é vitorioso. O Museu do Reggae é um reconhecimento disso", ponderou Ademar.

O Museu do Reggae Maranhão está dividido em ambientes. O primeiro deles, que homenageia o tradicional clube Pop Som, simula um clube de reggae, com um bar típico e um grande paredão. A segunda sala, que traz o nome do Clube União do BF, contém uma linha do tempo sobre o reggae no Maranhão, no Brasil e no mundo, além de exposições e totens com playlists de reggae internacional. A terceira sala, batizada de Clube Toque do Amor, homenageia os grandes nomes do reggae nacional. Existem, ainda, ambientes que reverenciam os imortais do reggae.

Em dois dias de funcionamento, o local, na Rua da Estrela, no Centro Histórico de São Luís, Maranão, Brasil, recebeu mais de 1.277 visitantes. O horário de funcionamento é de terça a sábado das 10h às 20h, e aos domingos das 9h às 13h.







The Maritime Museum of Charlevoix supported by governments like the industry. - Le Musée maritime de Charlevoix appuyé par les gouvernements comme l’industrie. - O Museu Marítimo de Charlevoix é apoiado por governos como a indústria.

At a time when the Museum is receiving support from governments and the region, including Charlevoix-Côte-de-Beaupré MPP Caroline Simard, the team is redoubling its efforts to complete the work of the Parc des Navigateurs close to $ 3 million comprising three buildings, four new semi-permanent exhibitions, a 4 km walking trail, a park with a hebertism trail, arboretum, a play area, a labyrinth of vegetation, flowering meadow and sculptures.

"The arrival of these two members is an important gain for the Museum, which is currently experiencing the largest redevelopment of its history," concluded Mr. Beauchesne.

The Maritime Museum of Charlevoix, explained Renaud Beauchesne, President, "welcomes two new members from the maritime community on its Board of Directors, namely Ms. Manon Lavoie, General Manager of Marine Construction and Repair Ocean, and Mr. Carl Robitaille, President of the Corporation of Bas-Saint-Laurent Pilots ".

Manon Lavoie, General Manager of Marine Construction and Repair Ocean

Manon Lavoie has been the General Manager of Ocean Construction and Marine Repair since 2009. She joined the Ocean Industries shipyard team at Isle-aux-Coudres in 1990. She is now responsible for the direction and organization of all construction, ship repair and industrial activities at the shipyards of L'Isle-aux-Coudres and New Brunswick and at the Quebec workshops. In addition, she leads the estimation and engineering teams. She holds a degree in naval architecture from the Institut maritime du Québec and has 28 years of experience in the maritime field.

In addition to her involvement with the Board of Directors of the Maritime Museum of Charlevoix, Ms. Lavoie sits on the Board of Directors of the Charlevoix Chamber of Commerce and is a member of the Regional Advisory Committee for the Isle-aux-Coudres Crossing - Saint -Joseph-de-la-Rive.

Carl Robitaille, President of the Lower St. Lawrence Pilots Corporation

Captain Carl Robitaille has been a marine pilot at the Corporation des pilots du Bas Saint-Laurent since April 2007 and has been president since April 2017. Before joining the flying world, Mr. Robitaille took his navigational training at the Institut maritime du Québec and sailed from 1984 to 2004, climbing the ranks to command positions on several transatlantic ships for several years. Mr. Robitaille is also keen on the history of navigation in the St. Lawrence. He says "look forward to joining a dynamic team like that of the Maritime Museum of Charlevoix".







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--fr
Le Musée maritime de Charlevoix appuyé par les gouvernements comme l’industrie.

Au moment où le Musée bénéficie de l’appui des gouvernements et de la région, dont la députée provinciale de Charlevoix-Côte-de-Beaupré Caroline Simard, l’équipe redouble d’efforts pour terminer les travaux du Parc des Navigateurs, un projet de près de 3 M$ comprenant trois bâtiments, quatre nouvelles expositions semi-permanentes, un sentier pédestre de 4 km, un parc avec piste d’hébertisme, arboretum, espace ludique, labyrinthe végétal, pré fleuri et sculptures.

« L’arrivée de ces deux membres est un gain important pour le Musée qui vit actuellement la plus grande opération de redéploiement de son histoire », a conclu monsieur Beauchesne.

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Le Musée maritime de Charlevoix, a expliqué Renaud Beauchesne, président, « accueille deux nouveaux membres issus du milieu maritime au sein de son conseil d'administration, soit madame Manon Lavoie, directrice générale de Construction et réparation navale Océan, et monsieur Carl Robitaille, président de Ia Corporation des pilotes du Bas-Saint-Laurent ».


Manon Lavoie, directrice générale de Construction et réparation navale Océan

Manon Lavoie occupe la fonction de directrice générale de Construction et réparation navale Océan depuis 2009. Elle s’est jointe à l’équipe du chantier maritime Industries Océan de l’Isle-aux-Coudres en 1990. Elle est aujourd’hui responsable de la direction et de l’organisation de l’ensemble des activités de construction, de réparation navale et industrielle aux chantiers maritimes de l’Isle-aux-Coudres et du Nouveau Brunswick ainsi qu’aux ateliers de Québec. De plus, elle dirige les équipes d’estimation et d’ingénierie. Elle est titulaire d’un diplôme en architecture navale de l’Institut maritime du Québec et compte 28 ans d’expérience dans le domaine maritime.

En plus de son implication au conseil d’administration du Musée maritime de Charlevoix, madame Lavoie siège au conseil d’administration de la Chambre de commerce de Charlevoix et est membre du comité consultatif régional de la traverse l’Isle-aux-Coudres – Saint-Joseph-de-la-Rive.

Carl Robitaille, président de la Corporation des pilotes du Bas-Saint-Laurent

Le capitaine Carl Robitaille est pilote maritime à la Corporation des pilotes du Bas Saint-Laurent depuis avril 2007 et président depuis avril 2017. Avant de se joindre au monde du pilotage, monsieur Robitaille a suivi sa formation de navigateur à l’Institut maritime du Québec et a navigué de 1984 à 2004, gravissant les échelons jusqu’à occuper des postes de commandement sur plusieurs navires transatlantiques pendant plusieurs années. Monsieur Robitaille est aussi féru de l’histoire de la navigation dans le Saint-Laurent. Il dit « se réjouir de se joindre à une équipe dynamique comme celle du Musée maritime de Charlevoix ».

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Québec et Tourisme Charlevoix accordent 50 000$ au Musée maritime de Charlevoix.

L’argent provient de l’Entente de partenariat régional en tourisme. Il financera le boisé marin. Ce projet comprend aussi un parc d’hébertisme, une tour d’observation et un poste d’accueil extérieur sur le site du Musée. Il s’inscrit dans le projet du parc des Navigateurs qui lui s’élève à 2,8 M$.

Tourisme Québec a versé plus d’un million $ au Musée maritime depuis 2014. « L’offre bonifiée de cet attrait constituera un point d’intérêt important pour ce secteur de la région », a commenté la députée Caroline Simard qui a fait l’annonce cet après-midi.

Le président du conseil d’administration du Musée maritime, Renaud Beauchesne, a confié que des investissements additionnels sont prévus pour restaurer deux goélettes.

La construction des trois nouveaux bâtiments est terminée. L’équipe du musée concentre maintenant ses efforts pour l’installation des nouvelles expositions.   


Le projet du parc des Navigateurs doit permettre au musée de doubler son achalandage et de prolonger le séjour des visiteurs.

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Quebec City and Charlevoix Tourism are providing $ 50,000 to the Maritime Museum of Charlevoix.

The money comes from the Regional Tourism Partnership Agreement. It will finance marine woodland. This project also includes a hebertism park, an observation tower and an outdoor reception station on the Museum's site. It is part of the $ 2.8 million Navigator Park project.

Tourisme Québec has donated more than $ 1 million to the Maritime Museum since 2014. "The enhanced offer of this attraction will be an important point of interest for this sector of the region," said MP Caroline Simard, who made the announce this afternoon.

Chairman of the Board of the Maritime Museum, Renaud Beauchesne, said additional investments are planned to restore two schooners.

The construction of the three new buildings is complete. The museum team is now concentrating its efforts on the installation of the new exhibitions.


The Navigators Park project will allow the museum to double its traffic and extend the stay of visitors.






--br via tradutor do google
O Museu Marítimo de Charlevoix é apoiado por governos como a indústria.

No momento em que o Museu recebe apoio dos governos e da região, incluindo o deputado Charlevoix-Côte-de-Beaupré, Caroline Simard, o time está redobrando seus esforços para completar o trabalho do Parc des Navigateurs Cerca de US $ 3 milhões, composto por três edifícios, quatro novas exposições semi-permanentes, uma trilha para caminhadas de 4 km, um parque com rastro de hebertismo, arboreto, área de recreação, labirinto de vegetação, prado floreado e esculturas.

"A chegada desses dois membros é um ganho importante para o Museu, que atualmente está experimentando o maior redesenvolvimento de sua história", concluiu Beauchesne.

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O Museu Marítimo de Charlevoix, explicou Renaud Beauchesne, Presidente, "congratula-se com dois novos membros da comunidade marítima em seu Conselho de Administração, a saber, Manon Lavoie, Gerente Geral de Ocean Construction and Repair Ocean e Carl Robitaille, Presidente da Corporação dos Pilotos de Bas-Saint-Laurent ".


Manon Lavoie, gerente geral da Marine Construction and Repair Ocean

Manon Lavoie é gerente geral da Ocean Construction e Marine Repair desde 2009. Ela se juntou à equipe de estaleiros Ocean Industries na Isle-aux-Coudres em 1990. Ela agora é responsável pela direção e organização de todas as obras de construção, reparação naval e atividades industriais nos estaleiros navais de L'Isle-aux-Coudres e New Brunswick e nas oficinas de Quebec. Além disso, ela lidera as equipes de estimativa e engenharia. É licenciada em arquitetura naval pelo Instituto Maritime du Québec e possui 28 anos de experiência no campo marítimo.

Além do envolvimento no Conselho de Administração do Museu Marítimo de Charlevoix, a Sra. Lavoie é membro do Conselho de Administração da Câmara de Comércio Charlevoix e é membro do Comitê Consultivo Regional do Cruzeiro Isle-aux-Coudres - São -Joseph-de-la-Rive.

Carl Robitaille, presidente da Lower Ste Lawrence Pilots Corporation

O capitão Carl Robitaille foi piloto de marinha na Corporação dos pilotos do Bas Saint-Laurent desde abril de 2007 e é presidente desde abril de 2017. Antes de ingressar no mundo do vôo, o Sr. Robitaille realizou seu treinamento de navegação no Institut maritime du Québec e partiu de 1984 a 2004, subindo as fileiras para ocupar posições em vários navios transatlânticos por vários anos. O Sr. Robitaille também está interessado na história da navegação no St. Lawrence. Ele diz "ansioso para juntar-se a uma equipe dinâmica como a do Museu Marítimo de Charlevoix".


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Quebec City e Charlevoix Tourism fornecem US $ 50 mil para o Museu Marítimo de Charlevoix.

O dinheiro vem do Acordo Regional de Parceria de Turismo. Financiará florestas marinhas. Este projeto também inclui um parque de hebertismo, uma torre de observação e uma estação de recepção ao ar livre no site do museu. Faz parte do projeto do parque Navigator de US $ 2,8 milhões.

A Tourism Québec doou mais de US $ 1 milhão ao Museu Marítimo desde 2014. "A oferta aprimorada desta atração será um importante ponto de interesse para este setor da região", disse a deputada Caroline Simard, que fez o Anuncie esta tarde.

O presidente do Conselho de Administração do Museu Marítimo, Renaud Beauchesne, disse que investimentos adicionais estão previstos para restaurar duas escunas.

A construção dos três novos edifícios está completa. A equipe do museu está concentrando seus esforços na instalação das novas exposições.


O projeto do Parque de Navegadores permitirá ao museu dobrar seu tráfego e ampliar a permanência dos visitantes.

EGYPT: A COLOSSE OF RAMSÈS II MOVED TO THE FUTURE MUSEUM OF CAIRO. - EGYPTE: UN COLOSSE DE RAMSÈS II DÉPLACÉ AU FUTUR MUSÉE DU CAIRE. - EGIPTO: UMA estátua colossal DE RAMSÈS II TRANSFERIDA AO FUTURO MUSEU DO CAIRO.

This 3,200-year-old statue will welcome future visitors to the Great Egyptian Museum (GEM), which is due to open this year near the famous pyramids of Giza, after many delays.

The 83-ton, 11-meter-high structure was moved by road onto a truck, stabilized in a metal frame specially designed for him, slowly traveling - and to the sounds of a military band - the 400 meters that separated it from its location at the entrance of the future museum.

Ramses II will rise in the atrium to keep the entrance to the largest museum in the world, as it did in antiquity to the great temple of Ptah in Memphis, "said Minister of Antiquities, Khaled al-Anany, at the transfer ceremony.

The new Cairo museum, designed to relieve the old national museum, inaugurated in 1902 and now saturated, is only 70% complete, whereas the project was launched 16 years ago and its cost now exceeds billion euros.

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A colossal statue of the legendary Egyptian pharaoh Ramses II was installed Thursday at the entrance to the future Cairo Museum, whose authorities hope it will boost tourism, a vital sector of activity in Egypt.


The complex progress of the GEM complex has been delayed by the political and economic instability that has prevailed in Egypt since the January 2011 revolution and the fall of Hosni Mubarak.

This new museum will cover 47 hectares and will contain some 24,000 m2 of permanent exhibition space.

In the long run, it must house some 100,000 pieces, from prehistory to the Greco-Roman period, including 4,500 pieces of Tutankhamun's treasure.

The authorities hope that this museum will stimulate tourism, an important sector for the Egyptian economy, which has declined considerably in recent years due to insecurity.

The colossus of Ramses II, carved in the granite quarries of Aswan (southern) more than three millennia ago, was originally at the entrance of the great temple of Ptah, located ten kilometers south of Cairo , and was discovered in 1820.

In 1955, Egyptian President Gamai Abdel Nasser had it set up in front of a Cairo station, where the exhaust bridge was degraded for about fifty years before its transfer near the site of the new museum in 2006.

Ramses II reigned over Egypt between 1.279 and 1.213 BC. J.-C. and his mummy is one of the main pieces of the National Museum of Cairo.







Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
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but what modifies the way of looking and hearing.











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EGYPTE: UN COLOSSE DE RAMSÈS II DÉPLACÉ AU FUTUR MUSÉE DU CAIRE.

Cette statue vieille de 3.200 ans accueillera les futurs visiteurs du Grand musée égyptien (GEM), qui doit ouvrir ses portes cette année près des fameuses pyramídes de Gizeh, après de multiples retards.

L'ouvrage de 83 tonnes et 11 mètres de haut a été déplacé par Ia route sur un camion, stabilisé dans un cadre de métal spécialement conçu pour lui, parcourant lentement -et aux sons d'une fanfare militaire- les 400 mètres qui le séparaient de son emplacement à 1'entrée du futur musée.

Ramsès II s'élèvera dans 1'atrium pour garder 1'entrée du plus grand musée du monde, comme il le faisait dans 1'Antiquité au grand temple de Ptah à Memphis", a expliqué le ministre des Antiquités, Khaled al-Anany, lors de Ia cérémonie de transfert.

Le nouveau musée du Caire, conçu pour désengorger 1'ancien musée national, inauguré en 1902 et désormais saturé, n'est achevé qu'à 70% alors que le projet a été lancé il y a 16 ans et que son coüt dépasse désormais le milliard d'euros.

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Une statue colossale du légendaire pharaon égyptien Ramsès II a été installée jeudi à 1'entrée du futur musée du Caire, dont les autorités espèrent qu'il permettra de stimuler le tourisme, secteur d'activité vital en Egypte.

L'avancement de rimmense complexe du GEM a été retardé par 1'instabilité politique et économique qui prévaut en Egypte depuis Ia révolution de janvier 2011 et Ia chute de Hosni Moubarak.

Ce nouveau musée s'étendra sur 47 hectares et contiendra quelque 24.000 m2 de surface d'exposition permanente.

A terme, il doit accueillir quelque 100.000 pièces, de Ia préhistoire à Ia période gréco-romaine, dont les 4.500 pièces du trésor de Toutankhamon.

Les autorité espèrent que ce musée permettra de stimuler Ia fréquentation touristique, un secteur important pour Péconomie égyptienne qui a beaucoup baissé ces dernières années en raison de 1'insécurité.

Le colosse de Ramsès II, taillé dans les carrière de granite d'Assouan (sud) il y a plus de trois millénaires, se trouvait à 1'origine à 1'entrée du grand temple de Ptah, situé à dix kilomètres au sud du Caire, et a été découvert en 1820.

En 1955, le président égyptien Gamai Abdel Nasser l'a fait installer devant une gare du Caire, ou les gaz d'échappement Pont dégradé pendant une cinquantaine d'années avant son transfert près du chantier du nouveau musée, en 2006.

Ramsès II a régné sur PEgypte entre 1.279 et 1.213 av. J.-C. et sa momie est Pune des principales pièces du musée national du Caire.








--br via tradutor do google
EGIPTO: UMA estátua colossal DE RAMSÈS II TRANSFERIDA AO FUTURO MUSEU DO CAIRO.

Esta estátua de 3.200 anos acolherá futuros visitantes do Grande Museu Egípcio (GEM), que deverá abrir este ano perto das famosas pirâmides de Gizé, após muitos atrasos.

A estrutura de 83 toneladas e 11 metros de altura foi movida pela estrada para um caminhão, estabilizada em uma armação de metal especialmente projetada para ele, viajando lentamente - e aos sons de uma banda militar - os 400 metros que a separavam da sua localização na entrada do futuro museu.

Ramsés II se elevará no átrio para manter a entrada do maior museu do mundo, como fez na antiguidade ao grande templo de Ptah em Memphis ", disse o ministro das Antiguidades, Khaled al-Anany, na cerimônia de transferência.

O novo museu do Cairo, projetado para aliviar o antigo museu nacional, inaugurado em 1902 e agora saturado, é apenas 70% completo, enquanto o projeto foi lançado há 16 anos e seu custo agora ultrapassa bilhões de euros.

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Uma estátua colossal do lendário faraó egípcio Ramsés II foi instalada quinta-feira na entrada do futuro Museu do Cairo, cujas autoridades esperam que ele impulsione o turismo, um setor vital da atividade no Egito.

O progresso complexo do complexo GEM foi adiado pela instabilidade política e econômica que prevaleceu no Egito desde a revolução de janeiro de 2011 e a queda de Hosni Mubarak.

Este novo museu cobrirá 47 hectares e conterá cerca de 24 mil m2 de espaço de exposição permanente.

A longo prazo, deve alojar cerca de 100.000 peças, desde a pré-história ao período greco-romano, incluindo 4.500 peças do tesouro de Tutankhamon.

As autoridades esperam que este museu estimule o turismo, um setor importante para a economia egípcia, que diminuiu consideravelmente nos últimos anos devido à insegurança.

O colosso de Ramsés II, esculpido nas pedreiras de granito de Assuão (sul) há mais de três milênios, estava originalmente na entrada do grande templo de Ptah, localizado a dez quilômetros ao sul do Cairo, e foi descoberto em 1820.

Em 1955, o presidente egípcio, Gamai Abdel Nasser, colocou-se em frente a uma estação do Cairo, onde a ponte de escape foi degradada por cerca de cinquenta anos antes da sua transferência perto do novo museu em 2006.

Ramsés II reinou sobre o Egito entre 1.279 e 1.213 aC. J.-C. e sua múmia é uma das peças principais do Museu Nacional do Cairo.