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terça-feira, 10 de abril de 2018

Collective exhibition Impressions of the Cerrado (central region of Brazil) show watercolors that portray the fauna and flora.. - Exposição coletiva Impressões do Cerrado ( região central do território brasileiro ) apresenta aquarelas que retratam a fauna e flora. - Колективна виставка "Враження Серрадо" (центральний район Бразилії) показує акварелі, що зображують фауну та флору.

The event will begin on Tuesday (10), starting at 7 pm, at the Goiânia Art Museum. The show has free admission and will be open for visitation until May 20.

Álvaro Nunes



The sensitivity of the traces that portray the perfection of nature is what the public can see at the Impressões do Cerrado collective exhibition that will open today, from 7 pm, at the Goiânia Art Museum (MAG). They are flowers, fruits and animals, all typical of the Central region of the country, in works made in watercolor technique, which have gained light and color in the hands of 22 artists from Goiânia, Anápolis, Tocantins and the Federal District. The exhibition, with free admission, is open for visitation until May 20.


Terezinha Cardoso


There are just over 160 watercolors of artists divided into panels in the rooms of the museum, with themes such as botany, fruits and flowers, fungi, mammals, insects and others. The Cerrado is represented in the capybaras of Doris Castro Pereira, in flower and fruit, by Gercina Borges, in the armadillo, by Ivone Lyra, in the savoy of the field, by Izabel Baiocchi, in caburé, by Terezinha Cardoso, in Cutia by Wilma Ander, in the mushrooms, by José Carlos Menezes, in the cat's soul, by Olga Castro Pedrosa, and in the bromelia by Zenilton Gayoso.

The main name of the exhibition is the Goiano professor Álvaro Nunes, considered one of the best illustrators of the fauna and flora of Brazil and with works in important collections abroad, as in museums and galleries of the United States and England. He, who won the Jabuti Prize in 1998, won two awards from the New York State Museum, one of the most respected natural history institutions in the world. The main characteristic of his work is the preservation of the environment.

Olga Castro (Foto: Zuhair Mohamad / O Popular)



The work of Álvaro Nunes has always been focused on botanical research, as in the illustrations of Canela de Ema (Vellozia flavicans), a native species of the Cerrado, and also in the fauna, depicting endangered species such as the jaguar and the macaw -canindé. The accuracy and fidelity of the works are impressive. "I consider my work to be much more scientific than artistic. What I do works as a way to awaken and even broaden the community's awareness for preservation, "says the artist.

Natural of Anápolis, where he lives and maintains a course of scientific illustration in his studio, Álvaro Nunes dedicates himself to the training of several artists of the Center-West interested in spreading the technique of painting in watercolor, with botanical illustrations and animals. The artist also teaches classes at the Associação dos Amigos do MAG (Aamag) and at a study institute in Brasilia. "My contribution is to train people who can help in this fight," he says, who has lent his gift to register species in books.




Selection

In addition to Álvaro Nunes, the exhibition includes ten works by the Carioca artist from Goiânia since the 80s, Doris Pereira, who was an engraving professor at UFG and participated in exhibitions in Brazil and the USA. Among other works, she presents the capybara, the orange tree and the anteater. In visual arts, studied drawing, painting and watercolor in the period that lived abroad and is currently a member of the Association of Scientific Illustrators of the Midwest (Aiccob). She started making scientific illustrations about five years ago.



Also included in the exhibition are names such as the Rio Verde Goya Newma Gusmão Lima. Graduated in Visual Arts from UFG, with specialization in engraving, she participated in exhibitions in Brazil and, in 2014, was awarded the 23rd Salon of Scientific Illustration in New York (USA). The selection also counts on works of the Goians Carlene Neves, Malu Vaz, Sandra Moreira Damascena, Wilson Miguel da Cunha and the artists based in Goiânia Hozana Braga (TO), Natasha Oshino (MT), Luciana Pitaluga (SP) and Lúcia Leonel (MG) ).












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Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

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--br
Exposição coletiva Impressões do Cerrado ( região central do território brasileiro ) apresenta aquarelas que retratam a fauna e flora.


O evento terá início nesta terça-feira (10), a partir das 19 horas, no Museu de Arte Goiânia. A mostra tem entrada franca e ficará aberta para visitação até 20 de maio.


A sensibilidade dos traços que retratam a perfeição da natureza é o que o público poderá conferir na exposição coletiva Impressões do Cerrado que será aberta hoje, a partir das 19 horas, no Museu de Arte de Goiânia (MAG). São flores, frutos e animais, todos típicos da região Central do Brasil, em trabalhos feitos na técnica aquarela, que ganharam luz e cor nas mãos de 22 artistas plásticos oriundos das cidades e: Goiânia, Anápolis, Tocantins e do Distrito Federal. A mostra, com entrada franca, fica aberta para visitação até 20 de maio.


Entram em cartaz pouco mais de 160 aquarelas de artistas divididas em painéis nas dependências das salas do museu, com temas como botânica, frutos e flores, fungos, mamíferos, insetos e outros. O Cerrado está representado nas capivaras de Doris Castro Pereira, na flor e fruto, de Gercina Borges, no tatu-bola, de Ivone Lyra, no sabiá do campo, de Izabel Baiocchi, no caburé, de Terezinha Cardoso, na cutia, de Wilma Ander, nos cogumelos, de José Carlos Menezes, na alma de gato, de Olga Castro Pedrosa, e na bromélia, de Zenilton Gayoso.


O principal nome da mostra é o professor goiano Álvaro Nunes, considerado um dos melhores ilustradores da fauna e da flora do Brasil e com obras em importantes coleções no exterior, como em museus e galerias dos Estados Unidos e da Inglaterra. Ele, que é vencedor do prêmio Jabuti em 1998, teve dois trabalhos premiados pelo New York State Museum, uma das mais respeitadas instituições no âmbito da história natural em todo o mundo. A principal característica da sua obra é a preservação do meio ambiente.


O trabalho de Álvaro Nunes sempre esteve voltado para a pesquisa de botânica, como nas ilustrações da Canela de Ema (Vellozia flavicans), espécie nativa do Cerrado, e também na fauna, retratando espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada e a arara-canindé. A precisão e a fidelidade dos trabalhos são impressionantes. “Considero a minha obra muito mais científica do que artística. O que faço funciona como uma maneira de despertar e até mesmo ampliar a consciência da comunidade em prol da preservação”, diz o artista plástico.


Natural de Anápolis, onde reside e mantém um curso de ilustração científica em seu ateliê, Álvaro Nunes dedica-se à capacitação de diversos artistas do Centro-Oeste interessados em difundir a técnica de pintura em aquarela, com ilustrações botânicas e animais. O artista também ministra aulas em na Associação dos Amigos do MAG (Aamag) e em um instituto de estudos em Brasília. “A minha contribuição é formar pessoas que possam ajudar nessa luta”, conta ele, que já emprestou seu dom para registrar espécies em livros.


Seleção


Além de Álvaro Nunes, integram a exposição dez obras da artista carioca radicada em Goiânia desde os anos 80, Doris Pereira, que foi professora de gravura da UFG e participou de exposições no Brasil e EUA. Entre outras obras, ela apresenta a capivara, a laranjeira e o tamanduá-bandeira. Em artes visuais, cursou desenho, pintura e aquarela no período que morou no exterior e atualmente é membro da Associação dos Ilustradores Científicos do Centro-Oeste (Aiccob). Ela começou a fazer ilustrações científicas há cerca de cinco anos.


Também fazem parte da exposição nomes como da goiana de Rio Verde Newma Gusmão Lima. Graduada em Artes Visuais pela UFG, com especialização em gravura, ela participou de mostras no Brasil e, em 2014, foi premiada no 23º Salão de Ilustração Científica em Nova York (EUA). A seleção conta ainda com obras dos goianos Carlene Neves, Malu Vaz, Sandra Moreira Damascena, Wilson Miguel da Cunha e dos artistas radicados em Goiânia Hozana Braga (TO), Natasha Oshino (MT), Luciana Pitaluga (SP) e Lúcia Leonel (MG).








--uc via tradutor do google
Колективна виставка "Враження Серрадо" (центральний район Бразилії) показує акварелі, що зображують фауну та флору.

Подія розпочнеться у вівторок (10), починаючи з 19 вечора, в Художньому музеї Гоянія. Шоу безкоштовно входить і буде відкритий для відвідування до 20 травня.

Чутливість слідів, які зображують досконалість природи, - це те, що може побачити громадськість на колективній виставці "Impressões do Cerrado", яка відкриється сьогодні, з 19 вечора, в Художньому музеї Гоянія (MAG). Вони - квіти, фрукти та тварини, характерні для Центрального регіону Бразилії, в роботах з акварельній технікою, які отримали світло і забарвлення в руках 22 художників з міст Гоянія, Анаполіс, Токантін і Федеральний округ. Виставка з безкоштовним входом відкрита для відвідування до 20 травня.

У кімнатах музею поділено лише на 160 акварелей художників, розділених на панелі, такими як ботаніка, фрукти та квіти, гриби, ссавці, комахи та інші. Cerrado представлений у капібарах Дориса Кастро Перейра, у квітах і плодах, Герціни Борхес, в армаділлі, Івон Ліра, у самодіяні поля, Ізабел Байоччі, в Кабуре, Терезінья Кардосо, в Кутіа Вільма Андр, у грибах, Хосе Карлос Менезес, в душі кота, Ольга Кастро Педроса, а в бромелії - Зенілтон Гайосо.

Основною назвою виставки є професор Гояно Альваро Нунес, який вважається одним з кращих ілюстраторів фауни та флори Бразилії та працює над важливими колекціями за кордоном, як у музеях та галереях Сполучених Штатів та Англії. Він, який виграв премію Джабуті в 1998 році, отримав дві нагороди від Державного музею штату Нью-Йорк, одного з найбільш шанованих навчальних закладів природознавства у світі. Основною характеристикою його роботи є збереження навколишнього середовища.

Робота Альваро Нунеса завжди була зосереджена на ботанічних дослідженнях, як і в ілюстраціях Canela de Ema (Vellozia flavicans), рідного виду Cerrado, а також у фауні, що зображують вимираючі види, такі як ягуар і макао - каніне Точність і вірність творів вражають. "Я вважаю, що моя робота є набагато більш науковою, ніж художньою, а те, що я роблю, працює як спосіб пробудити та навіть розширити обізнаність громадськості щодо збереження", - говорить художник.

Природний Анаполіс, де він живе та підтримує курс наукової ілюстрації у своїй студії, Альваро Нунеса присвячує себе навчанню кількох художників Центру-Заходу, зацікавлених у поширенні техніки живопису в акварелі, з ботанічними ілюстраціями та тваринами. Художник також викладає заняття в Associação dos Amigos do MAG (Aamag) і в навчальному інституті в Бразилії. "Мій внесок у підготовку людей, які можуть допомогти у цьому бою", - каже він, хто дав свій подарунок для реєстрації видів у книгах.

Відбір

На додаток до Альваро Нунеса, виставка включає в себе десять робіт художника Carioca з Гоянії з 80-х років, Дорис Перейра, професор гравірування УФГ та брала участь у виставках у Бразилії та США. Серед інших робіт вона представляє капібар, апельсинове дерево та антитеатр. У візуальному мистецтві займався живописом, живописом та аквареллю в період, який жив за кордоном, і в даний час є членом Асоціації наукових ілюстраторів на Середньому Заході (Aiccob). Вона почала робити наукові ілюстрації приблизно п'ять років тому.


Також у виставку входять імена, такі як Ріо-Верде Гойя Ньюма Гусмао Ліма. Закінчивши у Віртуальному мистецтві з УФГ, спеціалізуючись на гравіруванні, вона брала участь у виставках у Бразилії, а в 2014 році була удостоєна 23-го Салону наукової ілюстрації в Нью-Йорку (США). Вибір також спирається на твори гайян Карлєн Невес, Малу Ваз, Сандра Морейра Дамасцена, Уїлсон Мігель Да Цунья та виконавців, що знаходяться в Гоянія Хозана Брага (Тоу), Наташа Ошино (МТ), Лучіана Піталуга (СП) та Лусія Леонель МГ))

Osaka Museum is the most visited by foreigners in Japan. - Museu de Osaka é o mais visitado por estrangeiros no Japão. - 大阪博物館は、日本人が最も多く訪れます。

OSAKA - There has been a sharp increase in foreign tourists visiting museums across the country. The museums are working to accommodate these visitors, considering it a good opportunity to introduce them to Japanese history and culture.



However, one of the museums that attracts most overseas visitors is located in Osaka, not well known in Japan, nor is it so famous in the Kansai area, but 70% of visitors come from overseas.

Kimono stores and cabinetmakers, a pharmacy from the Edo period (1603-1868), every day groups of young kimono dress up and take their pictures in front of these life-size models of traditional merchant houses. They pose in front of store curtains or sit on balconies.

The Osaka Museum of Housing and Living is administered by the Osaka municipal government. Located in a building that accommodates different buildings, it recreates the city of Osaka for about 180 years, among other things. The museum looks like the set from a period of Japanese drama, but you can hear many people speaking Korean and Chinese.

A total of 389,000 foreigners visited the museum in fiscal year 2016, surpassing for the first time the number of foreigners who visited the Hiroshima Peace Memorial Museum that year with 366,000. It was also much larger than the corresponding number of the National Museum of Tokyo with 235,000 and the Museum of the Atomic Bomb of Nagasaki with 141,000. Among the major national museums that have data on the number of foreign visitors, the Osaka Museum of Housing and Living is considered to be the most visited.

Most impressive is the high percentage of foreign visitors to the museum. Of the approximately 576,000 visitors, foreigners accounted for about 70%. That number is significantly higher than the 20% of the Hiroshima Peace Memorial Museum, visited by people from around the world.

Admission is ¥ 600 per adult. The museum did not do any particular propaganda targeting foreigners.

"To be honest, we did not expect the museum to become so popular," said Naoki Tani, museum director and emeritus professor who specializes in the history of housing culture at Osaka City University.

Social media drives the growing popularity.

Immediately after the museum opened in 2001, its visitors were mostly elementary school students, among others, and there were few foreign visitors.



An unexpected turnaround occurred after the museum started a kimono rental service in fiscal year 2010, initially targeting Japanese visitors. However, as photos taken by foreign tourists have been posted on social networks and elsewhere, it has become a hot topic. Some people said that the facility allowed them to go back in time to an older Japan.

The number of foreign visitors rose from 12,000 in fiscal year 2011 to 270,000 in fiscal year 2015, surpassing the number of Japanese visitors. In the five years to fiscal year 2016, the number has grown more than 30 times.

By country or region, visitors from South Korea, Taiwan and Hong Kong are the majority, with South Korean visitors accounting for 45% and Taiwan and Hong Kong visitors 40%. Most come on account, not as part of a group of tourists, and every day, about 100 foreigners stand in line even before the museum opens to rent a kimono.

A 23-year-old woman said she was visiting Hong Kong with her boyfriend and saw photos posted by a travel blogger. She was so impressed with the "beautiful and elegant" museum that she definitely wanted to come. She said she would post photos that she took there at Instagram's photo-sharing service.

Lee Ji Eun, a 15-year-old girl who came with her family from South Korea, said cheerfully that she really wanted to wear kimono, which she had seen on the internet. She liked to see traditional Japan and took about 100 photos, she added.

Kasumi Somekawa, board member of the Japan Museum Management Academy and a specialist in the circumstances of museums at home and abroad, said: "One factor behind the popularity of the museum is that it is easy to understand, so even if the visitors are not that knowledgeable of Japan, they can still have fun. Other museums should follow this point, making them more appealing to visitors.

Address: 〒 530-0041 Osaka Museum of Housing and Living, 6-4-20 Tenjinbashi, Kita-ku, Osaka. Tel: 06-6242-1170

Entry: 600 yen adult / 300 yen child







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--br
Museu de Osaka é o mais visitado por estrangeiros no Japão.

OSAKA – Houve um forte aumento nos turistas estrangeiros que visitam museus em todo o país. Os museus estão trabalhando para acomodar esses visitantes, considerando-o uma boa oportunidade para apresentá-los à história e cultura japonesa.

No entanto, um dos museus que atrai mais visitantes do exterior é localizado em Osaka, não é bem conhecido no Japão, nem é tão famoso na área de Kansai, mas 70% dos visitantes vêm do exterior.

Lojas de quimonos e marceneiros, uma farmácia do período Edo (1603-1868), todos os dias grupos de jovens vestidos de quimono se reúnem e tiram suas fotos diante desses modelos em tamanho natural de casas tradicionais de comerciantes. Eles posam na frente de cortinas de lojas ou sentados em varandas.

O Osaka Museum of Housing and Living, é administrado pelo governo municipal de Osaka. Localizado em um prédio que acomoda diferentes prédios, ele recria a cidade de Osaka há cerca de 180 anos, entre outras coisas. O museu parece o set de um período de drama japonês, mas você pode ouvir muitas pessoas falando coreano e chinês.

Um total de 389.000 estrangeiros visitaram o museu no ano fiscal de 2016, superando pela primeira vez o número de estrangeiros que visitaram o Museu Memorial da Paz de Hiroshima no mesmo ano, com 366.000. Também era muito maior que o número correspondente do Museu Nacional de Tóquio, com 235.000, e o Museu da Bomba Atômica de Nagasaki, com 141.000. Entre os principais museus nacionais que têm dados sobre o número de visitantes estrangeiros, o Osaka Museum of Housing and Living é considerado o que registra mais visitas.

O mais impressionante é a alta porcentagem de estrangeiros entre os visitantes gerais do museu. Dos cerca de 576 mil visitantes, os estrangeiros representaram cerca de 70%. Esse número é significativamente maior do que os 20% do Museu Memorial da Paz de Hiroshima, visitado por pessoas de todo o mundo.

A admissão é de ¥ 600 por adulto. O museu não fez nenhuma propaganda em particular que tenha como alvo estrangeiros.

“Para ser honesto, não esperávamos que o museu se tornasse tão popular”, disse Naoki Tani, diretor do museu e professor emérito que se especializou na história da cultura habitacional na Universidade da Cidade de Osaka.

A mídia social impulsiona a crescente popularidade.

Imediatamente após a abertura do museu, em 2001, seus visitantes eram principalmente alunos do ensino fundamental entre outros, e havia poucos visitantes estrangeiros.

Uma reviravolta inesperada ocorreu depois que o museu iniciou um serviço de aluguel de kimono no ano fiscal de 2010, inicialmente visando os visitantes japoneses. No entanto, como fotos tiradas por turistas estrangeiros foram postadas nas redes sociais e em outros lugares, tornou-se um tema quente. Algumas pessoas disseram que a instalação permitiu que elas voltassem no tempo para um Japão mais antigo.

O número de visitantes estrangeiros subiu de 12.000 no ano fiscal de 2011, para 270.000 no ano fiscal de 2015, superando o número de visitantes japoneses. Nos cinco anos até o ano fiscal de 2016, o número cresceu mais de 30 vezes.

Por país ou região, os visitantes da Coreia do Sul, Taiwan e Hong Kong são a maioria, com visitantes sul-coreanos respondendo por 45% e os de Taiwan e Hong Kong com 40%. A maioria vem por conta, não como parte de um grupo de turistas, e todos os dias, cerca de 100 estrangeiros ficam na fila mesmo antes de o museu abrir para alugar um quimono.

Uma mulher de 23 anos disse que estava visitando Hong Kong com o namorado e viu fotos postadas por um blogueiro de viagens. Ela ficou tão impressionada com o museu “bonito e elegante” que ela definitivamente queria vir. Ela disse que iria postar fotos que tirou lá no serviço de compartilhamento de fotos do Instagram.

Lee Ji Eun, uma garota de 15 anos que veio com sua família da Coreia do Sul, disse animadamente que ela realmente queria usar quimono, que ela tinha visto na internet. Ela gostou de ver o Japão tradicional e tirou cerca de 100 fotos, acrescentou ela.

Kasumi Somekawa, membro do conselho da Japan Museum Management Academy e especialista nas circunstâncias dos museus em casa e no exterior, disse: “Um fator por trás da popularidade do museu é que é fácil de entender, por isso mesmo que os visitantes não sejam que conhecedor do Japão, eles ainda podem se divertir. Outros museus devem seguir este ponto, tornando-os mais atraentes para os visitantes.

Endereço: 〒 530-0041 Osaka Museum of Housing and Living, 6-4-20 Tenjinbashi, Kita-ku, Osaka

Tel: 06-6242-1170

Entrada: 600 ienes adulto/300 ienes criança

site: http://konjyakukan.com





--jp
大阪博物館は、日本人が最も多く訪れます。


大阪府 - 博物館を訪れる外国人観光客が急増しています。博物館は、これらの観光客を日本の歴史と文化に紹介する良い機会であると考えて、これらの観光客を収容するために働いています。

しかし、ほとんどの外国人観光客を惹きつける博物館の一つは、日本ではあまり知られていない大阪にあり、関西圏ではあまり有名ではないが、来場者の70%は海外から来ている。

江戸時代(1603-1868)の薬局である着物屋やキャビネットメーカーでは、毎日若い着物のグループがドレスアップされ、この実物大模型の家の前で写真を撮ります。彼らは店のカーテンの前にポーズをとり、バルコニーに座っています。

大阪府住宅生活博物館は、大阪市が管理しています。さまざまな建物に対応する建物内に位置し、約180年間、大阪市を再現しています。博物館は日本のドラマの時代のように見えますが、韓国語と中国語を話す人がたくさんいます。

広島平和記念館を36万6千人で訪れた外国人の人数を初めて上回る2016年度には38万9000人が来館しました。東京国立博物館の235,000件と長崎原爆資料館の141,000件と比べるとかなり大きかった。外国人観光客のデータを持つ主要な国立博物館の中でも、大阪府住宅生活博物館が最も訪問されていると考えられます。

最も印象的なのは、博物館への外国人訪問者の割合が高いことです。約576,000人の来場者のうち、約70%が外国人です。この数字は、世界中の人々が訪れた広島平和記念館の20%を大きく上回っています。

大人1名600円です。博物館は外国人を対象とした特別宣伝はしていませんでした。

大阪市立大学の住宅文化の歴史を専門とする博物館長・名誉教授の谷直樹氏は、「正直言って、博物館が大人気になることは期待していませんでした。

ソーシャルメディアはますます人気を高めています。

2001年に博物館が開館した直後には、その訪問者はほとんどが小学生であり、外国人訪問者はほとんどいなかった。

2010年度に日本の観光客を対象とした着物レンタルサービスを開始した後、予期せぬターンアラウンドが発生しました。しかし、外国人観光客が撮影した写真がソーシャルネットワークやその他の場所に掲載されるにつれて、それは注目されています。何人かの人々は、施設が時間をかけて古い日本に戻ることを許可したと言った。

外国人訪問者数は、2011年度の12,000人から2015年の27万人に増加し、日本人訪問者数を上回った。 2016年度の5年間で、その数は30倍以上に増加しました。

韓国、台湾、香港からの訪問者が国または地域別に見ると、韓国訪問者は45%、台湾と香港訪問者は40%となっています。ほとんどの人が観光客の一員としてではなく、毎日約100人の外国人が入館しています。

23歳の女性は、彼女が彼女のボーイフレンドと共に香港を訪れていて、旅行ブロガーが写真を見たと言った。彼女は間違いなく「美しくエレガントな」博物館に感銘を受けた。彼女はInstagramの写真共有サービスで写真を投稿すると述べた。

家族と一緒に韓国から来た15歳の李潔は、彼女がインターネットで見た着物を本当に着たいと喜んで言った。彼女は伝統的な日本を見るのが好きで約100枚の写真を撮ったと彼女は付け加えた。

日本美術館管理学院理事で、内外の美術館の事情を専門にしている小川佳澄さんは、「博物館の人気の裏にあるのは、理解しやすいという理由で、訪問者が日本に精通している人はまだ楽しむことができますが、他のミュージアムもこの点を踏まなければならず、訪問者にとってより魅力的です。



住所:〒530-0041大阪府北区天神橋6-4-20大阪府住まいと住まい博物館

電話:06-6242-1170

エントリー:大人600円/子供300円

サイト:http://konjyakukan.com