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domingo, 22 de abril de 2018

Démenho Group and Goeldi Museum, Belém, Pará, Brazil, celebrate the Month of the Indigenous Peoples. - Grupo Dmãneho e Museu Goeldi, Belém, Pará, Brasil, celebram o Mês dos Povos Indígenas.

Goeldi Museum - On April 21 and 22, the Dnieper Group, formed by four Fulni-ô Indians, will be in the Emilio Goeldi Museum's Zoobotanical Park to carry out various activities in celebration of the Month of the Indigenous Peoples. The visitors of the Park will be able to accompany the presentation of typical dances, storytelling and lectures, acquire handmade products and make body paintings.
Formed by Lilisaka, Txidjo, Tsaikya and Fletutxia, the group comes from a village located in the municipality of Aguas Belas, in Pernambuco, and travels through Brazil to show the culture of its people and to alert the preservation of the identity of the indigenous peoples, as well as such as caring for nature.

This is the first time that Fulni-ô Indians come to the northern region of Brazil.

About the Fulni-ô - Fulni-ô indigenous people live in a village located 500 meters from the seat of the municipality of Águas Belas (PE). In the yaa-tê language, the name Fulni-ô means "people by the river's edge" and its origin is related to the river that runs along the village. Formerly, they were known as carijós Indians.

The Fulni-ô people have a history of struggle and resistance to the Western cultural domain.

The preservation of language, customs and rituals are some marks of this resistance. "We are one of the few ethnic groups in the region who still manage to preserve the language, the dances and the songs. Most have already lost, "says Txidjo Fulni-ô.

Activities - For Txidjo Fulni-ô, the preservation of the customs of his people ended up making it possible to raise funds for the survival of the people in the village. "We went out into the country, showing our culture and selling our handicrafts. It is a way of guaranteeing the livelihood of our families, since we often lack hunting, fishing and other products for our survival, "he says.

Among the handicrafts made are maracas, arrows, earrings, tererê (a type of hairpin), whistles, rings, bracelets, necklaces and headdress. In dances known as Kafurna, which last for an average of three minutes, men form groups in a circle and make specific chants as a way of thanking nature.

The group also conducts lectures to alert and raise awareness for nature. "They are totally linked to nature, whether for their customs or for obtaining resources. Making this awareness is also a way of preserving the culture of its people, "says Paulo Flexa, responsible for organizing the coming of the Fulni-ô to Para. They will also tell stories about the customs of their people and body paintings.

The activities are part of the program of the Month of Indigenous Peoples of the Goeldi Museum and has the support of the Museology Coordination and the Zoobotanical Park Service of the institution.
Text: Hojo Rodrigues


image - disclosure.
The activities are part of the program of the Month of Indigenous Peoples of the Goeldi Museum and has the support of the Museology Coordination and the Zoobotanical Park Service of the institution.



The fulni-ô, also known as carnijó and formió, are an indigenous group that lives near the Ipanema river, in the municipality of Águas Belas, in the state of Pernambuco, Brazil.

Along with the Indians of Maranhão are the only indigenous peoples of the Northeast Region who managed to preserve the native language. Of the ethnic group, descends one of the greatest idols of the history of the Brazilian soccer: Mané Garrincha and the tennis player Telina Pereira.

The group arose from a regrouping of several indigenous peoples who inhabited the region. Documents indicate that, since the 1700s, indigenous people in this region face problems with the non-indigenous occupation of the region.

The distribution of land in Brazil, from the hereditary captaincies, served as a mechanism of dispersion of native populations, as occurred, for example, in the interior lands of Pernambuco. The indigenous fulniôs resisted non-Indian occupation, maintaining, for example, the ritual of the Ouricuri.

In between, other rituals. In fact of several wars.

Ouricuri is a region that integrates Fulni-ô lands in Águas Belas, and where Fulni Indians practice collective seclusion for three months. In this place, non-fulniots can only enter with the authorization of the shaman, and never during the practice of the ritual.

The fulni-ô keep the set of elements that make up the religion in secret, because they believe that the secret protects their cultural specificities.

In the interior of the Ouricuri, there is a separation of environments for men and for women. It is also there that the sacred juazeiro inhabits, tree that symbolizes, for the natives, the greater image of the sacred nature. All Indians should participate in collective seclusion, as this is a mandatory rule to become fulltime.

Whoever does not attend the Ouricuri is not considered a legitimate fulni-o.




http://www.museu-goeldi.br/portal/content/grupo-dm-neho-e-museu-goeldi-celebram-o-m-s-dos-povos-indgias

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Culture is not what enters the eyes and ears, 

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Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 



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--br
Grupo Dmãneho e Museu Goeldi, Belém, Pará, Brasil, celebram o Mês dos Povos Indígenas.

Museu Goeldi – Nos dias 21 e 22 de abril, o Grupo Dmãneho, formado por quatro indígenas da etnia Fulni-ô, estará no Parque Zoobotânico do Museu Emílio Goeldi para realizar diversas atividades em celebração ao Mês dos Povos Indígenas. Os visitantes do Parque vão poder acompanhar a apresentação de danças típicas, contação de histórias e palestras, adquirir produtos artesanais e fazer pinturas corporais.
Formado por Lilisaka, Txidjo, Tsaikya e Fletutxia, o grupo é oriundo de uma aldeia localizada no município de Águas Belas, em Pernambuco, e viaja pelo Brasil para mostrar a cultura de seu povo e alertar para a preservação da identidade dos povos indígenas, assim como o cuidado com a natureza. É a primeira vez que indígenas da etnia Fulni-ô vêm à região Norte.


Sobre os Fulni-ô – Os indígenas da etnia Fulni-ô vivem em uma aldeia localizada a 500 metros da sede do município de Águas Belas (PE). Na língua yaa-tê, o nome Fulni-ô significa “povo da beira do rio” e sua origem está relacionada ao rio que corre ao longo da aldeia. Antigamente, eram conhecidos como índios carijós.
O povo Fulni-ô tem um histórico de luta e resistência ao domínio da cultural ocidental.

A preservação da língua, dos costumes e rituais são algumas marcas desta resistência. “Nós somos uma das poucas etnias da região que ainda conseguem preservar o idioma, as danças e os cantos. A maioria já perdeu”, conta Txidjo Fulni-ô.

Atividades – Para Txidjo Fulni-ô, a preservação dos costumes de seu povo acabou possibilitando a captação de recursos para a sobrevivência das pessoas na aldeia. “Nós saímos pelo país, mostrando a nossa cultura e vendendo nossos artesanatos. É uma forma de garantir o sustento de nossas famílias, já que muitas vezes nos falta caça, pesca e outros produtos para nossa sobrevivência”, relata.

Entre os artesanatos confeccionados estão maracás, flechas, brincos, tererê (um tipo de prendedor de cabelo), apitos, anéis, pulseiras, colares e cocar. Nas danças conhecidas como Kafurna, que duram em média três minutos, os homens formam grupos em círculo e fazem cantos específicos, como forma de agradecer à natureza.


O grupo também realiza palestras para alertar e conscientizar as pessoas para o cuidado com a natureza. “Eles são totalmente ligados a natureza, seja pelos seus costumes, seja para a obtenção de recursos. Fazer essa conscientização é uma forma de preservar, também, a cultura de seu povo”, declara Paulo Flexa, responsável por organizar a vinda dos Fulni-ô ao Pará. Eles também farão contação de histórias sobre os costumes de seu povo e pinturas corporais.

As atividades fazem parte da programação do Mês dos Povos Indígenas do Museu Goeldi e conta com o apoio da Coordenação de Museologia e do Serviço do Parque Zoobotânico da instituição.
Texto: Hojo Rodrigues


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Indígenas da etnia Fulni-ô, de Pernambuco, realizam atividades no Parque Zoobotânico neste final de semana: danças, contação de histórias, palestras, venda de produtos artesanais e pintura corporal fazem parte da programação.



Os fulni-ô,
Também conhecidos como carnijó e formió, são um grupo indígena que habita próximo ao
rio Ipanema, no município de Águas Belas, no estado de Pernambuco, no Brasil.

Junto com os índios do Maranhão são os únicos povos indígenas da Região Nordeste que conseguiram preservar o idioma nativo. Da etnia, descende um dos maiores ídolos da história do futebol brasileiro: Mané Garrincha e a tenista Teliana Pereira.


O grupo surgiu a partir de um reagrupamento de diversos povos indígenas que habitavam a região. Documentos indicam que, desde a década de 1700, os indígenas daquela região enfrentam problemas com a ocupação não indígena da região.

A distribuição de terras no Brasil, a partir das capitanias hereditárias, serviu
como um mecanismo de dispersão de populações nativas, como ocorreu, por exemplo, nas terras interioranas de Pernambuco. Os indígenas fulniôs resistiram à ocupação não índia, mantendo, até hoje, por exemplo, o ritual do ouricuri.

Entre isso , outros rituais. Aliás de várias guerras.

O ouricuri é uma região que integra as terras fulni-ô em Águas Belas, e onde os índios fulniôs praticam reclusão coletiva durante três meses. Neste local, os não fulniôs só podem adentrar com autorização do pajé, e nunca durante a prática do ritual.

Os fulni-ô mantêm o conjunto de elementos que compõe a religião em segredo,
pois acreditam que o segredo protege suas especificidades culturais.

No interior do ouricuri, existe a separação de ambientes para homens e para as mulheres. Também é lá que habita o juazeiro sagrado, árvore que simboliza, para os indígenas, a maior imagem da natureza sagrada. Todos os índios devem participar da reclusão coletiva, pois isto é regra obrigatória para tornar-se fulni-ô.

Quem não frequenta o ouricuri não é considerado um fulni-ô legítimo.



http://www.museu-goeldi.br/portal/content/grupo-dm-neho-e-museu-goeldi-celebram-o-m-s-dos-povos-ind-genas

Museum of Modern Art of Resende, Rio de Janeiro, Brazil, completes 68 years of foundation. - Museu de Arte Moderna de Resende, Rio de Janeiro, Brasil, completa 68 anos de fundação.

One of the most important cultural spaces of the region, the Museum of Modern Art of Resende, organ linked to the Macedo Miranda Cultural House Foundation, completed on Thursday (19), 68 years of foundation. Created in 1950, through Municipal Law no. 100, MAM is registered with the Brazilian Institute of Museums and has in its collection works by renowned plastic artists such as Tarsila do Amaral, Guignard, Segall, Ceschiatti, Carlos Scliar, Göeldi, Imberê Camargo, Alex Gama, Clécio Penedo and Santa Rosa, among others.



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Collection: Museum has works by renowned plastic artists such as Tarsila do Amaral, Guignard, Segall, Ceschiatti, Carlos Scliar, Göeldi, Imberê Camargo, Alex Gama, Clécio Penedo and Santa Rosa, among others.






Created by inspiration of the journalist Marques Rebelo (literary pseudonym of Eddy Dias da Cruz), with the support of the resendense writer José Carlos Macedo Miranda, who gives name to the House of Culture, MAM Resende has always stood out in the national scene because it was born in an era of great cultural effervescence in Brazil. There is also another strong reason for this notoriety: according to the book "Museums Acolhem o Moderno", by teacher and museologist Maria Cecília França Lourenço, the Museum of Modern Art of Resende was first created in the interior and fourth in the country.

Even with more than 60 decades of history, the Museum is now an area with its time, where photography, drawing and digital art workshops are held; book launch; and guided tours, as well as activities exclusively aimed at children and children and youth, such as the project Holidays in MAM. The objective of the actions, according to the president of the Macedo Miranda Cultural House Foundation, is to arouse interest in the visual arts and democratize the Museum.



ReopeningAfter two years of activity, the absence of a place specially designed to house its works, together with the lack of adequate infrastructure, contributed to the MAM of Resende having its activities interrupted in 1952.Twenty-two years later, in 1974, it reopened its doors with the collaboration of people linked to culture and artists such as Augusto Rodrigues and Carlos Scliar, who donated to the institution, in 1976, part of its private collection, with works by Zaluar, Glauco Rodrigues, Aldo Bonadei, Bianchetti, Paulo Laender, Flávio Shiró Tanaka, Poteiro, Inimá de Paula, José Paulo da Fonseca, Regina Vater and Ivan Marchetti, among others.In addition to donations, the city also made important acquisitions for the collection, the first of which was an oil on canvas by Iberê Camargo, followed by works by Tarsila do Amaral, Santa Rosa, Alberto da Veiga, Guinard, Oswaldo Göeldi, Alfredo Ceschiatti, Lasar Segall, Poty, Liesler, Marcelo Grassman, Yllen Kerr, Luis Jardim, Isabell Pons, Frank Schaeffer, Axel Leskoschek and Polly Mac Donnell.Over the course of its 68 years of existence, the collection has been expanded through donations from individuals and artists exhibiting at the Museum, in addition to the prizes for the purchase of the Spring Show, held annually in September.


Museum of Modern Art of Resende
Rua Dr. Cunha Ferreira, 104, Historical Center, Resende, Rio de Janeiro, Brazil.
Visitação: from 3rd to 6th, from 10am to 6pm; Saturdays, from 14 às 18h










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--br
Museu de Arte Moderna de Resende, Rio de Janeiro, Brasil, completa 68 anos de fundação.

Um dos mais importantes espaços culturais da região, o Museu de Arte Moderna de Resende, órgão vinculado à Fundação Casa da Cultura Macedo Miranda, completou na quinta-feira (19), 68 anos de fundação. Criado em 1950, através da Lei Municipal nº 100, o MAM é cadastrado no Instituto Brasileiro de Museus e conta, em seu acervo, com obras de artistas plásticos renomados como Tarsila do Amaral, Guignard, Segall, Ceschiatti, Carlos Scliar, Göeldi, Imberê Camargo, Alex Gama, Clécio Penedo e Santa Rosa, entre outros.



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Acervo: Museu conta com obras de artistas plásticos renomados como Tarsila do Amaral, Guignard, Segall, Ceschiatti, Carlos Scliar, Göeldi, Imberê Camargo, Alex Gama, Clécio Penedo e Santa Rosa, entre outros (Foto: Divulgação)




Criado por inspiração do jornalista Marques Rebelo (pseudônimo literário de Eddy Dias da Cruz), com apoio do escritor resendense José Carlos Macedo Miranda, que dá nome à Casa da Cultura, o MAM Resende sempre teve destaque no cenário nacional por ter sido surgido numa época de grande efervescência cultural no Brasil. Tanta notoriedade tem ainda um outro forte motivo: de acordo com o livro “Museus Acolhem o Moderno”, da professora e museóloga Maria Cecília França Lourenço, o Museu de Arte Moderna de Resende foi primeiro a ser criado no interior e quarto no país.


Mesmo com mais de 60 décadas de história, o Museu é hoje um espaço antenado com seu tempo, onde são realizadas oficinas de fotografia, desenho e arte digital; lançamento de livros; e visitas guiadas, além de atividades voltadas exclusivamente para o público infantil e infanto-juvenil, como o projeto Férias no MAM. O objetivo das ações, segundo a presidente da Fundação Casa da Cultura Macedo Miranda, é despertar o interesse pelas artes plásticas e democratizar o Museu.

Reabertura
Após dois anos de atividade, a ausência de um local especialmente destinado para abrigar suas obras, aliado à falta de infraestrutura adequada, contribuíram para que o MAM de Resende tivesse suas atividades interrompidas em 1952. Vinte e dois anos depois, em 1974, ele reabre suas portas com a colaboração de pessoas ligadas a cultura e artistas plásticos como Augusto Rodrigues e Carlos Scliar, que doou à instituição, em 1976, parte de seu acervo particular, com obras de Zaluar, Glauco Rodrigues, Aldo Bonadei, Bianchetti, Paulo Laender, Flávio Shiró Tanaka, Poteiro, Inimá de Paula, José Paulo da Fonseca, Regina Vater e Ivan Marchetti, entre outros.


Além das doações, a prefeitura também fez aquisições importantes para o acervo, sendo a primeira delas um óleo sobre tela de Iberê Camargo, seguido de trabalhos de Tarsila do Amaral, Santa Rosa, Alberto da Veiga, Guinard, Oswaldo Göeldi, Alfredo Ceschiatti, Lasar Segall, Poty, Liesler, Marcelo Grassman, Yllen Kerr, Luis Jardim, Isabell Pons, Frank Schaeffer, Axel Leskoschek e Polly Mac Donnell.

No decorrer dos seus 68 anos de existência, o acervo foi ampliado através de doações de particulares e de artistas que expõem no Museu, além dos prêmios de aquisição do Salão da Primavera, realizado anualmente em setembro.

Museu de Arte Moderna de Resende
Rua Dr. Cunha Ferreira, 104, Centro Histórico, Resende, Rio de Janeiro, Brasil.
Visitação: de 3ª a 6ª, de 10 às 18h; sábados, de 14 às 18h