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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

“Resgate da história de Cachoeirinha, Rio Grande do Sul, Brasil, em prol do tombamento da Casa dos Baptista”.

O objetivo do evento é mobilizar a comunidade para salvar a primeira residência construída na cidade, no começo do século 19, que corre o risco de ser demolida por decisão da Justiça.

Diário de Cachoeirinha. Divulgação/Internet
A OAB Cachoeirinha realizará no próximo dia 23, às 19h, no auditório do Cesuca, o ato público “Resgate da história de Cachoeirinha em prol do tombamento da Casa dos Baptista”. O objetivo do evento é mobilizar a comunidade para salvar a primeira residência construída na cidade, no começo do século 19, que corre o risco de ser demolida por decisão da Justiça. A construção é considerada pelo Ministério Público um patrimônio histórico, por isso a entidade ingressou com um recurso para tentar reverter a decisão.
De acordo com o presidente da subseção, Jeferson Lazzarotto, a Ordem tem o papel de guardiã da cidadania e não pode ficar calada diante da inércia do poder público municipal em realizar o tombamento da casa que deu início ao município. “Este imóvel é uma das mais impressionantes construções de linhas açorianas no Estado, portanto, estamos falando em História e Cultura”, justifica. Ainda segundo ele, “a nossa intenção é mobilizar todas as forças da sociedade civil organizada, bem como a comunidade cultural do município de Cachoeirinha para a importância e a magnitude deste ato”.
A sugestão é que o local seja transformado em um espaço cultural acessível à população, servindo de referência para conhecer as suas origens e construir uma identidade cultural.
Por Cristielle Valle
@edisonmariotti #edisonmariotti http://defender.org.br/noticias/rio-grande-do-sul/oab-cachoeirinha-rs-promove-ato-publico-em-defesa-de-patrimonio-historico/ Fonte original da notícia: OAB RS 


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A povoação da então vila Cachoeirinha começou em 1763, quando cerca de mil índios, oriundos dos Sete Povos das Missões, ocuparam as terras às margens do rio Gravataí, tendo a pecuária e a agricultura como atividades predominantes. A origem do nome do município deve-se a existência de uma pequena cachoeira que havia próximo a ponte sobre o rio Gravataí que tinha um estilo Açoriano, e acabava impedindo a navegação, principalmente na época da estiagem. No passado, os 43 km² do município pertenciam ao Coronel João Batista Soares da Silveira e Souza, e era um distrito de Gravataí. Em 1923, o Coronel veio a falecer e seus herdeiros iniciaram a divisão das terras. Nasceu em 1925, a ponte de ferro, que terminou virando símbolo da cidade. Em 1928, o governo estadual ordenou a dinamitação da rocha que originava a queda d’água, em virtude da dragagem e abertura do canal no rio, para facilitar a navegação que era importante meio de transporte entre os municípios de Santo Antônio da Patrulha, Gravataí e Porto Alegre.


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