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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Museu da Farmácia Professor Lucas Marques de Amaral, Governador Valadares Minas Gerais, Brasil.

Inaugurado em 1972, o Museu Professor Lucas Marques de Amaral conta a história da farmácia no país. Reúne objetos como potes de porcelana, frascos de cristal gravados a ouro, almofarizes, embalagens, balanças de precisão e outros artefatos, além de fotos, livros raros e coleções científicas luso-brasileiras. Há ainda microscópios do século XIX e relíquias utilizadas pelos farmacêuticos no passado. Embora espaço para pesquisa, conserva o caráter lúdico para despertar a curiosidade.



O PATRIMÔNIO CIENTÍFICO DO BRASIL E DE PORTUGAL

Brasil e Portugal possuem um patrimônio científico e técnico muito significativo, parte dele com origens comuns, e que importa preservar, quer como fonte para a história da ciência, quer para a comunicação da ciência a segmentos vastos do público. Apesar disso, ambos os países têm histórias atribuladas no que diz respeito ao seu enquadramento institucional e valorização. Tradicionalmente, as instituições que preservam o patrimônio científico – os museus de ciência e técnica, de acordo com a terminologia do Conselho Internacional dos Museus (ICOM) – têm tido, nestes dois países, existências efêmeras e de muito pouca visibilidade. São histórias de insucesso. Apenas muito recentemente se observa algum interesse continuado pela acessibilidade, estudo e preservação do patrimônio científico brasileiro e português.


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A Escola de Farmácia e Odontologia foi fundada em 22 de agosto de 1904 e ficou vinculada ao Instituto Granbery até o ano de 1913. Em 1914, com a união dos cursos de Farmácia e Odontologia do Instituto Granbery e da Academia de Comércio, a escola passa a ter sede na Rua Direita, hoje Avenida Rio Branco, sendo denominada Escola de Farmácia e Odontologia de Juiz de Fora.

Em 1923, o governador do estado, Olegário Maciel, cede um novo edifício para a faculdade a rua Espírito Santo. Em 1960, o presidente Juscelino Kubitscheck cria a Universidade Federal de Juiz de Fora, englobando a Escola de Farmácia e Odontologia, juntamente com as faculdades de Direito, Engenharia, Ciências Econômicas e Medicina.

Em 1971, com o decreto nº 62.883, a Faculdade de Farmácia e Odontologia é desmembrada em Faculdade de Farmácia e Bioquímica (FFB) e Faculdade de Odontologia. O curso de Farmácia é reestruturado em 1972 e começa a oferecer as modalidades: Farmacêutico (com ênfase em análises clínicas) e Farmacêutico Bioquímico (valorizando as áreas industrial, farmacêutica e de alimentos).

No mesmo ano, são inauguradas novas instalações no campus da UFJF para a Faculdade de Farmácia e Bioquímica. No mesmo período, inicia-se a produção de medicamentos em escala semi-industrial para atender ao Hospital Escola.

Também no Hospital Escola, é iniciada a residência em Análises Clínicas para farmacêuticos bioquímicos, graduados na área. Na década de 1990, são inaugurados o Horto de Plantas Medicamentais e Tóxicas da FFB e a Farmácia Universitária, unidade Campus.

Em 2002 e 2003, o curso de Farmácia e Bioquímica da UFJF recebe o conceito máximo no Exame Nacional de Cursos do Ministério da Educação, posicionando-se como uns dos melhores do país. No centenário do curso de Farmácia, em 2004, a Prefeitura Municipal de Juiz de Fora concede à FFB a Medalha Comendador Henrique Halfeld, maior condecoração autorgada pelo município.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

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