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sábado, 23 de janeiro de 2016

The São Paulo Sacred Art Museum is offering the course ‘Art and Islamic Civilization: the Arab Empire’, --- O Museu de Arte de São Paulo Sagrado está oferecendo o curso 'Arte e Civilização Islâmica: o Império Árabe,

Course shows the evolution of Islamic art, from February 16th to April 5th. Classes show the influence of different cities and time periods in Islam’s art.

Gomes lived for six years in Damascus, Syria

São Paulo – The São Paulo Sacred Art Museum is offering the course “Art and Islamic Civilization: the Arab Empire”, from February 16th to April 5th, in the city of São Paulo. The classes will take place on Tuesdays and will be given by Plinio Freire Gomes, who has a master’s degree in History at São Paulo University (USP).

The course will cover the main features of art in Islam, showing the artistic manifestations in the Arab world from before the advent of religion up to the interaction occurred with the conquering of the Iberian Peninsula. The professor lived for six years in Damascus, Syria, and now teaches Art History in such places as the Art Museum of São Paulo (Masp) and Casa do Saber (House of Knowledge).

“The topic of each class is a city that was an important cultural center within the development of the Islamic civilization”, explains Gomes. Thus, the student will get to learn about the Islam’s artistic and social development in different time periods, cities and regions, such as Petra, Jordan, Mecca, Saudi Arabia, Damascus, Syria, Baghdad, Iraq, Cairo, Egypt, Al-Qayrawan (Kairouan), Tunisia, Al-Andalus, current Andalusia, Spain, and Marrakesh, Morocco.

According to Gomes, the Islamic art has a series of aesthetics elements that make for easy recognition of it, such as the non-representation of people of other living things. “People say that it’s forbidden to depict images, but it’s just not true. What is forbidden is to depict the figure of the prophet and his family”, says the professor.

Gomes says that the absence of figures wasn’t an option by the Islamic artists, but that it follows the precept of the Islamic culture that tangible things are only appearances and that the artist is seeking to depict the essence, therefore, making use of the geometrical art, made of pure forms.

“When we see an arabesque, it’s saturating, it even has a hypnotic effect. But that is a language, it wants to say something. The shapes are telling a story, it isn’t ornamental”, says Gomes. In the course, according to him, the students will learn how to understand these elements. “They are symbols that want to be decoded because they say specific things”, he points out.

Gomes emphasizes, however, that in the 8th century, during the construction of the great Umayyad Mosque of Damascus, Byzantine artisans were hired to do the place’s decoration, in which were used figurative shapes. The geometrical shapes took over the temple’s decoration gradually, he says.

In that period, says the professor, it was also common to find images of human figures in the Umayyad palaces. “Later, it faded out”, says Gomes, explaining that the figurative art started to lose ground to religious art, in which there were no figures representation. “Sacred art was more articulated, more expressive from the aesthetic point of view”, he says.

Outside the architectural field, however, images didn’t disappear from art in the Arab countries. According to Gomes, in book illustration, “the figurative element is omnipresent”. As aforementioned, only the representation of the prophet Mohammed is forbidden. According to Gomes, this prohibition was established “so not to create an idolatry of him (the prophet)”.

The historian explains that in images representing the story of the prophet in which there is a crowd, Mohammed is always the figure with the face covered. “As a human being, he can’t be idolized”, he says, reminding that, according to the Islam, only God should be adored.

Among the most representative dates for the evolution of the Islamic art, Gomes points out the year 711, when the expansion of the Islam of the Iberian Peninsula occurred and also when Arabs conquered part of India. The arrival of Islam in countries of Berber culture and language, such as Morocco, also had a strong impact in the work of Islamic artists.



Course Art and Islamic Civilization: the Arab Empire
Date: From February 16th to April 5th, on Tuesdays
Time: From 3PM to 5:15 PM
Place: São Paulo Sacred Art Museum
Address: Avenida Tiradentes, 676 - Luz - Metro Tiradentes
Price: R$385 (USD 95.12) –Limited openings
Registrations via email: mfatima@museuartesacra.org.br
Information: (11) 5627-5393
The course’s full program is available at www.museuartesacra.org.br/pt/acontece

*Translated by Sérgio Kakitani
Aurea Santos*
Press Release







fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://www2.anba.com.br/noticia/21870223/education/course-shows-the-evolution-of-islamic-art/

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

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--br via tradutor do google
O Museu de Arte de São Paulo Sagrado está oferecendo o curso 'Arte e Civilização Islâmica: o Império Árabe,

Curso mostra a evolução da arte islâmica, a partir de 16 fevereiro - 5 abril. Classes mostram a influência de diferentes cidades e períodos de tempo na arte do Islã.


Gomes viveu por seis anos em Damasco, Síria

São Paulo - O Museu de Arte de São Paulo Sagrado está oferecendo o curso "Arte e Civilização Islâmica: o Império Árabe", a partir de 16 fevereiro - 5 abril, na cidade de São Paulo. As aulas terão lugar às terças-feiras e será dado por Plínio Freire Gomes, que tem um mestrado em História pela Universidade de São Paulo (USP).

O curso abordará as principais características da arte no Islã, mostrando as manifestações artísticas no mundo árabe desde antes do advento da religião até a interação ocorreu com a conquista da Península Ibérica. O professor viveu por seis anos em Damasco, na Síria, e agora ensina História da Arte em lugares como o Museu de Arte de São Paulo (Masp) e Casa do Saber (Casa do Conhecimento).

"O tema de cada classe é uma cidade que foi um importante centro cultural no âmbito do desenvolvimento da civilização islâmica", explica Gomes. Assim, o aluno começa a aprender sobre o desenvolvimento artístico e social do Islã em diferentes períodos de tempo, cidades e regiões, tais como Petra, na Jordânia, Mecca, Arábia Saudita, Damasco, na Síria, Bagdá, no Iraque, no Cairo, Egito, Al-Qayrawan (Kairouan), Tunísia, Al-Andalus, atual Andaluzia, Espanha, e Marrakesh, Marrocos.

De acordo com Gomes, a arte islâmica tem uma série de estética elementos que fazem para fácil reconhecimento de que, como a não-representação de pessoas de outros seres vivos. "As pessoas dizem que é proibido retratar imagens, mas não é verdade. O que é proibido é descrever a figura do profeta e sua família ", diz o professor.

Gomes diz que a ausência de figuras não era uma opção pelos artistas islâmicos, mas que segue o preceito da cultura islâmica que as coisas tangíveis são apenas aparências e que o artista procura retratar a essência, portanto, fazer uso da arte geométrica, feitas de formas puras.

"Quando vemos um arabesco, está saturando, ele ainda tem um efeito hipnótico. Mas isso é uma linguagem, quer dizer alguma coisa. As formas são contando uma história, não é ornamental ", diz Gomes. No curso, de acordo com ele, os alunos vão aprender a entender esses elementos. "Eles são símbolos que querem ser decodificado, porque eles dizem coisas específicas", ressalta.

Gomes salienta, no entanto, que, no século oitavo, durante a construção da grande mesquita de Umayyad em Damasco, artesãos bizantinos foram contratados para fazer a decoração do lugar, em que foram utilizadas formas figurativas. As formas geométricas assumiu a decoração do templo gradualmente, diz ele.

Nesse período, diz o professor, ele também era comum encontrar imagens de figuras humanas nos seus palácios de Umayyad. "Mais tarde, ele desapareceu", diz Gomes, explicando que a arte figurativa começou a perder terreno para a arte religiosa, na qual havia nenhuma representação figuras. "A arte sacra foi mais articulada, mais expressiva do ponto de vista estético", diz ele.

Fora da área de arquitetura, no entanto, as imagens não desapareceu da arte nos países árabes. De acordo com Gomes, em ilustração de livro, "o elemento figurativo é onipresente". Como referido acima, apenas a representação do profeta Maomé é proibido. De acordo com Gomes, esta proibição foi estabelecida ", de modo a não criar uma idolatria de ele (o profeta)".

O historiador explica que, em imagens que representam a história do profeta em que há uma multidão, Mohammed é sempre a figura com o rosto coberto. "Como um ser humano, ele não pode ser idolatrado", diz ele, lembrando que, de acordo com o Islã, só Deus deve ser adorado.

Entre as datas mais representativas para a evolução da arte islâmica, Gomes aponta o ano 711, quando a expansão do Islã da Península Ibérica ocorreu e também quando árabes conquistaram parte da Índia. A chegada do Islã em países de cultura berbere e linguagem, como Marrocos, também teve um forte impacto no trabalho dos artistas islâmicos.

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