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domingo, 26 de junho de 2016

Exposição reúne obras inacabadas no MET de Nova York. --- Exhibition brings together unfinished works at the New York MET.

São esculturas e pinturas que estimulam o espectador a completar o trabalho de grandes nomes como Picasso, Monet e Van Gogh.




Em Nova York, uma exposição reúne centenas de obras inacabadas, contra a vontade do artista ou propositalmente. São esculturas e pinturas que estimulam o espectador a completar o trabalho de grandes nomes como Picasso, Monet e Van Gogh. Esse é o tema da crônica dos correspondentes Lúcio Rodrigues e Felipe Santana.

O cachorro fiel não apareceu. No rosto, as expressões não foram terminadas. E o quadro do século XVIII ficou parecendo um grafite em um muro de uma cidade grande.

O pintor colocou um espelho no chão, para um autorretrato de uma outra perspectiva. Mas, por algum motivo, Lucian Freud preferiu não continuar.

E que oportunidade ver um céu pintado por Van Gogh, onde as últimas pinceladas ainda estão por ser feitas, 126 anos depois?

Inacabadas! Essa exposição mostra obras que estão ou parecem inacabadas. Em 1873, os críticos disseram que de perto esse quadro era um monte de pincelada sem sentido. Que precisava ser terminado. Custaram a perceber que, de longe, era só um pintor chamado Claude Monet inventando o impressionismo.

Um velório triste. Pouca gente apareceu no enterro do escritor Charles Baudelaire. Edouard Manet foi registrar a cena, que ficou para a história.

Pablo Picasso considerou finalizada a obra mesmo com os esboços aparecendo por baixo.

Essa parece uma tela em branco, mas olhe mais de perto. Muitos números também em branco. O artista fez 290 quadros com números, tentando contar até infinito. Morreu e a obra seguirá para sempre inacabada.

Essa aqui é a sala de arte contemporânea e as obras aqui foram feitas para nunca estarem acabadas. Isso aqui é uma montanha de areia, que vai se mexendo durante o dia inteiro e aqui no meio o artista colocou esses espelhos que parecem vidros. Parece que a gente vê através deles mas na verdade é só o reflexo do que existe aqui na frente. Ou seja, o que a gente vê não é realmente o que existe. A imagem muda de acordo com o ponto de vista. Sempre muda.

Aqui o artista esculpiu dois bustos: um em chocolate e o outro em sabão. O de chocolate, ele lambeu. E com o de sabão tomou banho. Quantas outras vezes ele pode fazer isso?

A curadora da exposição acredita que nós estamos preparados, nesse começo de século XXI, para apreciar obras inacabadas. Ela diz que com a internet, a mídia e a facilidade de viajar, perdemos um pouco a noção de tempo e espaço. Por isso a gente consegue apreciar o momento em que algo foi deixado de lado.

De repente, de uma janelinha quadrada que emoldura Nova York, lembramos que estamos dentro de outra obra de arte. O prédio desenhado pelo arquiteto Marcel Breuer, que agora é casa de um novo museu em Nova York.

Aqui se promete mais um espaço na capital cultural do mundo para que a arte faça o que faz de melhor: apontar uma arma contra a nossa cabeça e nos fazer pensar. Quem pode dizer que qualquer coisa no mundo realmente acabou?








Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor

Vamos compartilhar.



--in via tradutor do google
Exhibition brings together unfinished works at the New York MET.

They are sculptures and paintings that encourage the viewer to complete the work of big names like Picasso, Monet and Van Gogh.




In New York, an exhibition brings together hundreds of unfinished works, against the will of the artist or purpose. They are sculptures and paintings that encourage the viewer to complete the work of big names like Picasso, Monet and Van Gogh. This is the theme of chronic corresponding Lucio Rodrigues and Felipe Santana.

The faithful dog did not appear. In face, the expressions were not finished. And the picture of the eighteenth century looked like a graffiti on a wall of a big city.

The painter put a mirror on the floor for a self-portrait from another perspective. But for some reason, Lucian Freud chose not to continue.

And that opportunity to see a sky painted by Van Gogh, where the last brushstrokes are yet to be made, 126 years later?

Unfinished! This exhibition shows works that are or seem unfinished. In 1873, critics said close to that picture was a lot of brushstroke meaningless. What needed to be done. Cost to realize that, by far, was just a painter named Claude Monet invented Impressionism.

A sad funeral. Few people appeared in the writer's funeral Charles Baudelaire. Edouard Manet was to record the scene, which was to the story.

Pablo Picasso considered finished the work even with the sketches appearing underneath.

This looks like a blank canvas, but look closer. Many figures in white too. The artist made 290 frames with numbers, trying to count to infinity. He died and the work will continue forever unfinished.

This one is the contemporary art room and the works here were made to never be finished. This here is a mountain of sand, which will be moving all day and here in the middle of the artist put these mirrors seem glass. It seems that people see through them but in fact is only a reflection of what exists here in the front. In other words, what we see is not really there. The image changes according to the view. Always changes.

Here the artist sculpted two busts: one in chocolate and other soap. The chocolate, he licked. And with soap bathed. How many other times he can do it?

The exhibition's curator believes that we are prepared, in this twenty-first century start to appreciate unfinished works. She says that with the Internet, the media and the ease of travel, we lose a little sense of time and space. So we can enjoy the time that something was left out.

Suddenly, a square little window that frames New York, we remember that we are in another work of art. The building designed by architect Marcel Breuer, which is now home to a new museum in New York.

Here it promises more space in the cultural capital of the world for the art do what it does best: putting a gun to our head and make us think. Who can say anything in the world really ended?

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