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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Typical foods in Minas Gerais, Brazil, are recognized as cultural heritage. --- Comidas típicas em Minas Gerais, Brasil, são reconhecidas como patrimônios culturais.

The Goiabada Cascão produced in Barão de Cocais and São Bartolomeu, district of Ouro Preto and Pastel de Angu de Itabirito, cities that make up the Circuito do Ouro were already registered by the immaterial patrimony of their respective municipalities, it means that they are now recognized and Protected as cultural heritage.


Angu Pastry, Itabirito gastronomic icon Photo: Rogério Reis Franco



Aiming to promote tourism, value gastronomic culture and add value to products, besides creating experiences for visitors and preserving traditions, Minas Gerais extols one of its greatest assets: gastronomy. From the ingredients to the production method, everything has to follow exactly the way of doing to maintain and be recognized as patrimony. The dishes still tell a bit of the history of the farms and characters of Minas Gerais.

Goiabada Cascão is one of the most traditional sweets in Minas Gerais. And in Barão de Cocais, the delicacy is Intangible Heritage of the city. Made with fruits harvested in the region, the pulp is withdrawn and the pieces dumped into the preheated tacho in the furnace. It's over three hours of cooking so the candy is ready. The special process to create the candy causes the producers of the municipality now to claim the title from the Iepha-MG-State Institute of Historic and Artistic Heritage of Minas Gerais.

One of the main characteristics of Barão de Cocais guava is a handmade way, produced by the families, in small quantity. The technique is passed on from generation to generation. Some changes have occurred over the years. The sieves were replaced by the liqidifier and now use crystal sugar instead of molasses and the furnaces that were previously made of clay are coated with ceramics. Since 2015, growers who follow the standard receive a "cultural stamp", which certifies the quality of the sweet made in Barão de Cocais and Emater-MG - Technical Assistance and Rural Extension Company of Minas Gerais is promoting courses in partnership with Prefecture to further enhance the added value of candy.

The Angu Pastel, the gastronomic icon of Itabirito, was created around 1851, in the time of Itabira do Campo, Ouro Preto District. The delicacy was created at Fazenda dos Gates. It tells the story, that Dona Ana Joaquina de Lima, wife of Mr. David, had good relations with the slaves and took two of them into the house, removing them from the slave quarters. One was known by Philó and the other by Maria Conga. They were the first to use the leftover meal of the slaves. In the absence of a complement of meat, Black's need and creativity made them use banana navel stew, although on some very rare occasions the slaves, in their kitchen read, were picking up pieces of meat by hiding them on the rollers. And baking them in rustic ovens made with termite mounds.

Originally, the shape of the Angu Pastry was rounded, the stuffing placed on top of the dough was rolled and then flattened to be roasted, and was given the name "Boroa." It took the present shape in the 19th Century, around 1885, by Dona Saninha da Prata, who in 1915 passed the recipe for her daughter-in-law Dona Emilia Martins Baêta, dubbed "Dona Milota," who died in 1972. Dona Milota divinely made the Pastéis de Angu , And sold them as a way to help with household expenses.

Soon the recipe became famous and passed from generation to generation. The ingredients used must be of the highest quality, with milled corn meal in a water-powered mill, special sprinkles and in addition to the banana navel, is still offered with stuffing of cod, ground beef, chicken meat and also cheese .







Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.






--br
Comidas típicas em Minas Gerais, Brasil,  são reconhecidas como patrimônios culturais.
Pastel de Angu, ícone gastronômico de Itabirito Foto: Rogério Reis Franco

A Goiabada Cascão produzida em Barão de Cocais e em São Bartolomeu, distrito de Ouro Preto e o Pastel de Angu de Itabirito, cidades que compõe o Circuito do Ouro já foram tombadas pelo patrimônio imaterial dos seus respectivos municípios, significa que agora elas são reconhecidas e protegidas como patrimônios culturais.

Visando promover o turismo, valorizar a cultura gastronômica e agregar valor aos produtos, além de criar experiências para os visitantes e preservar as tradições, Minas Gerais enaltece um de seus maiores patrimônios: a gastronomia. Desde os ingredientes até o método de produção, tudo tem que seguir à risca o modo de fazer para se manter e ser reconhecido como patrimônio. Os pratos ainda contam um pedacinho da história das fazendas e personagens de Minas Gerais.

A Goiabada Cascão é um dos doces mais tradicionais de Minas Gerais. E em Barão de Cocais, a iguaria é Patrimônio Imaterial da cidade. Feita com frutas colhidas na região, a polpa é retirada e os pedaços despejados no tacho pré-aquecido na fornalha. São mais de três horas de cozimento para o doce ficar pronto. O processo especial para criar o doce faz com que os produtores do município pleiteiem, agora, o título junto ao Iepha-MG -Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais.

Uma das principais características da goiabada de Barão de Cocais é modo artesanal, produzida pelas famílias, em pequena quantidade. A técnica é repassada de geração para geração. Algumas mudanças ocorreram ao longo dos anos. As peneiras foram substituídas pelo liqüidificador e agora usam açúcar cristal no lugar de melado e as fornalhas que antes eram de barro são revestidas de cerâmica. Desde 2015, os produtores que seguirem o padrão recebem um "selo cultural", que atesta a qualidade do doce feito em Barão de Cocais e a Emater-MG - Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais está promovendo cursos em parceria com a prefeitura para aprimorar ainda mais o valor agregado do doce.

Já o Pastel de Angu, ícone gastronômico de Itabirito, foi criado por volta de 1851, quando na época de Itabira do Campo, Distrito de Ouro Preto. A iguaria foi criada na Fazenda dos Portões. Relata a história, que Dona Ana Joaquina de Lima, esposa do Sr. David, tinha bom relacionamento com as escravas e levou duas delas para dentro de casa, tirando-as da senzala. Uma era conhecida por Philó e a outra por Maria Conga. Elas foram as primeiras a usarem a sobra de angu principal refeição dos escravos. Na falta de uma complementação de carne, a necessidade e a criatividade das negras as fizeram usar um guisado feito com umbigo de banana, embora em algumas raríssimas ocasiões as escravas, em sua lida na cozinha, escamoteavam pedaços de carne escondendo-os nos roletes de angu e assando-os em rústicos fornos feitos com cupinzeiros.

Originalmente, a forma do Pastel de Angu" era arredondada, O recheio colocado sobre a massa era enrolado e depois achatado para ser assado, e recebiam o nome de "Boroa". Tomou a forma atual no Século XIX, por volta de 1885, pelas habilidosas mãos de Dona Ana da Prata Baêta, conhecida por "Dona Saninha da Prata que, em 1915 passou a receita para sua nora Dona Emilia Martins Baêta, apelidada de "Dona Milota", falecida em 1972. Dona Milota fazia divinamente os Pastéis de Angu, e os vendia como forma de ajudar nas despesas domésticas.

Logo a receita ficou famosa e passou de geração para geração. Os ingredientes utilizados devem ser de primeira qualidade, com o fubá de milho moído em moinho movido a água, polvilho especial e além do umbigo de banana, ainda é oferecido com recheio de bacalhau, carne de boi moída, carne de frango e também de queijo.



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