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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Musée de l’Elysée opens first exhibition to focus on mountain photography. --- O Museu do Elysée abre uma primeira exposição para se concentrar na fotografia de montanha.

The exhibition Vertical No Limit. Mountain Photography, the first of its kind, is based on the premise that photography invented the mountain landscape by revealing it to the eyes of the world. Photography is heir to a certain idea of the mountains and of the sublime, closely linked to romanticism. Until the 19th century, the mountain was considered to be “God’s Country”, a cursed and surreal place, inaccessible to man. The pioneers of mountain photography made it possible to discover summits that had not yet been conquered and to transform the mountain into landscapes. 


foto: John Jullien, Crossing the Sea of Ice, 
circa 1880 © Musée de l’Elysée, Lausanne.

Spotlight on the museum’s collections 

With almost 300 prints on view, three quarters of which are from the Musée de l’Elysée’s collections, the museum gives pride of place to images from every period, including many contemporary works. Among the works exhibited here, there are works by Gabriel Lippmann, Francis Frith, Adolphe Braun, Jules Beck, William Donkin, Emile Gos and René Burri, as well as by contemporary photograpers such as Peter Knapp, Balthasar Burkhard, Matthieu Gafsou, Pierre Vallet, Jacques Pugin, Maurice Schobinger and Iris Hutegger. 

Photographic explorations 

The exhibition is organized around four approaches on the theme of mountain photography: 

• Scientific photography with its many prints of glaciers and that made the study of rocks and the visual documentation of geology possible; 

• Travel photography, which facilitated the sale of hundreds of prints to tourists as of the 1860s; 

• Mountaineering photography, revealing inaccessible mountain landscapes, and finally; 

• Fine-art photography. These four approaches come together as the visitor moves through the exhibition: “The farther we are removed from the circumstances in which a photograph was taken, the more differently we interpret it”, explains Daniel Girardin. 

Formal strategies and techniques used 

The exhibition illustrates the formal strategies used by photographers to present the mountain: frontality, verticality, horizontality, aerial views and distance. It shows the forms imposed by the mountain such as the cone, as well as the details of the matter of which it is composed. It also highlights the technical processes used by photographers: the large formats of the 19th century, panoramas and the very big digital formats used today. 

Curator: Daniel Girardin, with the assistance of Emilie Delcambre Hirsch and Maéva Besse 






Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.









--br via tradutor do google
O Museu do Elysée abre uma primeira exposição para se concentrar na fotografia de montanha.

A exposição Vertical No Limit. Mountain Photography, a primeira de seu tipo, baseia-se na premissa de que a fotografia inventou a paisagem de montanha, revelando-a aos olhos do mundo. A fotografia é herdeira de uma certa idéia das montanhas e do sublime, intimamente ligada ao romantismo. Até o século XIX, a montanha era considerada o "País de Deus", um lugar amaldiçoado e surreal, inacessível ao homem. Os pioneiros da fotografia de montanha tornaram possível a descoberta de cimeiras ainda não conquistadas e transformar a montanha em paisagens.

Foto: John Jullien, cruzando o mar do gelo, por volta de 1880 © Musée de l'Elysée, Lausanne.

Destaque sobre as coleções do museu
Com quase 300 impressões, três quartos das quais pertencem às colecções do Museu do Elysée, o museu dá lugar a imagens de todos os períodos, incluindo muitas obras contemporâneas. Entre as obras expostas aqui estão obras de Gabriel Lippmann, Francis Frith, Adolphe Braun, Jules Beck, William Donkin, Emile Gos e René Burri, bem como fotógrafos contemporâneos como Peter Knapp, Balthasar Burkhard, Matthieu Gafsou, Pierre Vallet , Jacques Pugin, Maurice Schobinger e Iris Hutegger.

Explorações fotográficas
A exposição é organizada em torno de quatro abordagens sobre o tema da fotografia de montanha:

• Fotografia científica com suas muitas impressões de geleiras e que possibilitou o estudo de rochas ea documentação visual da geologia;

• Fotografia de viagem, que facilitou a venda de centenas de cópias aos turistas a partir da década de 1860;

• Fotografia montanhista, revelando paisagens de montanha inacessíveis e, finalmente,

• Fotografia de arte. Essas quatro abordagens se aproximam à medida que o visitante passa pela exposição: "Quanto mais distantes somos das circunstâncias em que uma fotografia foi tirada, mais diferentemente a interpretamos", explica Daniel Girardin.

Estratégias e técnicas formais utilizadas
A exposição ilustra as estratégias formais utilizadas pelos fotógrafos para apresentar a montanha: frontalidade, verticalidade, horizontalidade, vistas aéreas e distância. Mostra as formas impostas pela montanha como o cone, assim como os detalhes da matéria de que é composto. Destaca também os processos técnicos utilizados pelos fotógrafos: os grandes formatos do século XIX, os panoramas e os grandes formatos digitais utilizados hoje em dia.

Curador: Daniel Girardin, com o apoio de Emilie Delcambre Hirsch e Maéva Besse

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