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quinta-feira, 27 de abril de 2017

The Guggenheim Museum Bilbao premieres in Spain Pierre Huyghe's Untitled (Human Mask) --- O Museu Guggenheim de Bilbao estréia na Espanha Pierre Huyghe's Untitled (Human Mask)

The Guggenheim Museum Bilbao premiered in Spain Pierre Huyghe’s Untitled (Human Mask) (2014). This is the tenth piece presented in the Film & Video Gallery since it opened in 2014 as a showcase for video art, video installations, and the moving image. 




Pierre Huyghe (b. Paris, 1962) conceived Untitled (Human Mask) in 2014 after learning about two trained monkeys who served and entertained patrons at a traditional sake house in Japan. Huyghe’s film is shot in a location ravaged by the recent tsunami and ensuing nuclear disaster at Fukushima. A singular inhabitant wanders through a gloomy interior wearing a traditional Japanese theater mask, a woman’s wig, a white shirt, and a dress resembling a school uniform. We soon realize it is a monkey, although the creature’s attentive, anxious attitude and body language suggest an ambiguous humanity. Through this piece, Huyghe reflects on the paradox of observing animal behavior in a surreal setting with the intention of exploring reality—in other words, he reflects on the human condition. 


The film opens with a sequence recorded by a drone in a desolate landscape dotted with derelict buildings. Inside one of those abandoned houses, the narrative emerges from the juxtaposition of close-up shots of the ape, whose movements become increasingly agitated. Although the place is deserted, the animal goes about the tasks she was trained to do: she diligently sets out a napkin, serves a bottle to an empty table, and performs the same pirouettes that once made patrons laugh in amazement. And she does this in the midst of a world that is practically destroyed, where the only signs of life are a cat, the cockroaches that scurry around the kitchen, and the maggots in bags of food left open. The female voice emanating from some undisclosed location adds to the tension of the scene, echoing the tsunami warnings issued to alert the population of impending disaster. The lack of expression of the mask further emphasizes the alienation and solitude of the figure, making us wonder about her feelings and emotions. 

As in many of his works, Huyghe blurs the boundaries between fiction and reality by using characters that confront us with human nature and the mystery of our own behavior. The monkey looks towards us but cannot see us through her "human mask," while we observe in amazement the behavior of those beings with which we share the world.








Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.





--br via tradutor do google
O Museu Guggenheim de Bilbao estréia na Espanha Pierre Huyghe's Untitled (Human Mask)

O Museu Guggenheim de Bilbao estreou na Espanha Pierre Huyghe's Untitled (Máscara Humana) (2014). Esta é a décima peça apresentada na Film & Video Gallery desde que foi inaugurada em 2014 como uma vitrine de vídeo-arte, instalações de vídeo e a imagem em movimento.

Pierre Huyghe (Paris, 1962) concebeu Untitled (Máscara Humana) em 2014 depois de aprender sobre dois macacos treinados que serviram e entreteram patronos em uma casa de sake tradicional no Japão. O filme de Huyghe é filmado em um local devastado pelo recente tsunami e consequente desastre nuclear em Fukushima. Um habitante singular perambula através de um interior sombrio vestindo uma máscara tradicional do teatro japonês, uma peruca da mulher, uma camisa branca, e um vestido que assemelha-se a um uniforme da escola. Logo percebemos que é um macaco, embora a atitude atenta e ansiosa da criatura e a linguagem corporal sugiram uma humanidade ambígua. Através dessa peça, Huyghe reflete sobre o paradoxo de observar o comportamento animal em um cenário surreal com a intenção de explorar a realidade - em outras palavras, ele reflete sobre a condição humana.

O filme abre com uma seqüência gravada por um zangão em uma paisagem desolada pontilhada com edifícios abandonados. Dentro de uma dessas casas abandonadas, a narrativa emerge da justaposição de fotos em close do macaco, cujos movimentos se agitam cada vez mais. Embora o lugar esteja deserto, o animal vai sobre as tarefas que ela foi treinada para fazer: ela diligentemente coloca um guardanapo, serve uma garrafa para uma mesa vazia e executa as mesmas piruetas que uma vez fez patrons rir de espanto. E ela faz isso no meio de um mundo praticamente destruído, onde os únicos sinais de vida são um gato, as baratas que correm pela cozinha e os vermes em sacos de comida deixados abertos. A voz feminina emanando de algum local não revelado aumenta a tensão da cena, ecoando os avisos de tsunami emitidos para alertar a população de um desastre iminente. A falta de expressão da máscara enfatiza ainda mais a alienação ea solidão da figura, fazendo-nos pensar sobre seus sentimentos e emoções.

Como em muitas de suas obras, Huyghe esbate as fronteiras entre ficção e realidade usando personagens que nos confrontam com a natureza humana eo mistério de nosso próprio comportamento. O macaco olha para nós, mas não pode nos ver através de sua "máscara humana", enquanto observamos com espanto o comportamento daqueles seres com os quais compartilhamos o mundo.




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