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quarta-feira, 17 de maio de 2017

History of "Menorah" honored by Vatican and Jewish Museums. --- História da "Menorá" homenageada por Museus Vaticanos e Judaico.

Vatican City (RV) - "Menorah. Cult, history and myth "is the name of the exhibition inaugurated this Monday (05-15) simultaneously in the Charlemagne Arm of the Vatican Museums (entrance to the left in St. Peter's Square) and the Museum of the Jewish Community of Rome.
Menorah - sacred chandelier with seven arms - is one of the oldest religious symbols of Judaism - AFP


The exhibition, which tells the millennial history of one of the oldest symbols of Judaism - the seven-pointed candlestick - is the result of the first collaboration between the Vatican Museums and the Jewish Museum of Rome and will open until July 23, exhibiting 130 pieces.

Visitors, of course, will not be able to see the original Menorah, a sacred object that has been missing for more than a thousand years, but you can see paintings, sculptures and other objects that have immortalized this piece throughout the centuries, with copies kept in several museums throughout the country world.

For example, from the Palacio de Liria in Madrid comes a Jewish Bible in Castilian, while from the National Gallery in London comes the 16th century oil painting "The Purification of the Temple" by Marcello Venusti. The Jewish Museum of New York has already yielded the oil of the nineteenth-century "The Ruby's Blessing" by Mortiz Daniel Oppenheim.

It is a unique occasion - in the words of the Director of the Jewish Museum of Rome, Alesandra Di Castro - to delve into the history of this enigmatic object in solid gold, whose design was revealed by God to Moses, according to the Book of Exodus.

The object was to be placed in the First Temple of Jerusalem, which was destroyed by order of the King of Babylon, Nebuchadnezzar II, in the year 586 BC.

In AD 70 the troops of Emperor Titus besieged and conquered the city of Jerusalem, looting the second Temple and stealing various valuables, among them the "Menorah", which was later brought to Rome.

This episode is still remembered annually by the Jews during the festival Tisha b'Av.

In Rome, it was immortalized with a relief in the Arch of Titus - in the Imperial Fora - built shortly after the death of the Emperor.

The Vatican Museums displays a copy of this relief depicting the Roman soldiers carrying the "Menorah" withdrawn from the Temple of Jerusalem.

This true treasure was lost in Rome in the fifth century, concretely in the year 455, when the Vandals, led by the Genseric King, penetrated the capital of the Empire looting the city.

Some historians report that the object would have been taken to Carthage, but there is no proof of this. Even because there are numerous other accounts trying to explain their fate, such as the disappearance in the waters of the Tiber River, or even that it has been taken back to Jerusalem.

(JE with information from Ag. Efe)






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--br
História da "Menorá" homenageada por Museus Vaticanos e Judaico.

Cidade do Vaticano (RV) – “Menorá. Culto, história e mito” é o nome da mostra inaugurada esta segunda-feira (15/05) simultaneamente no Braço Carlos Magno dos Museus Vaticanos (entrada à esquerda na Praça São Pedro) e no Museu da Comunidade Judaica de Roma.

A exposição, que conta a milenar história de um dos símbolos mais antigos do judaísmo - o candelabro de sete pontas – é fruto da primeira colaboração entre os Museus Vaticanos e o Museu Judaico de Roma e estará aberta até 23 de julho, expondo 130 peças.

Os visitantes, naturalmente, não poderão contemplar a Menorá original, objeto sagrado que está desaparecido há mais de mil anos, mas poderão observar pinturas, esculturas e outros objetos que imortalizaram esta peça ao longo dos séculos, com exemplares custodiados em diversos museus em todo o mundo.

Como por exemplo, do Palácio de Liria, de Madrid, provém uma Bíblia judaica em castelhano, enquanto que da National Gallery, de Londres, é proveniente o óleo do século XVI “The Purification of the Temple”, de Marcello Venusti. Já o Museu Judaico de Nova Iorque cedeu o óleo “The rubbi’s blessing”, do século XIX, de Mortiz Daniel Oppenheim.

Trata-se de uma ocasião única – nas palavras da Diretora do Museu Judaico de Roma, Alesandra Di Castro – para mergulhar na história deste enigmático objeto em ouro maciço, cujo desenho foi revelado por Deus a Moisés, segundo o Livro do Êxodo.

O objeto deveria ser colocado no Primeiro Templo de Jerusalém, que foi destruído por ordem do Rei de Babilônia, Nabucodonosor II, no ano de 586 a.C.

No ano 70 d.C. as tropas do Imperador Tito sitiaram e conquistaram a cidade de Jerusalém, saqueando o segundo Templo e roubando diversos objetos de valor, entre eles, a “Menorá”, que posteriormente foi trazida a Roma.

Este episódio ainda hoje é recordado anualmente pelos judeus durante a festividade Tisha b’Av.

Em Roma, foi imortalizado com um alto-relevo no Arco de Tito – nos Foros Imperiais - construído pouco depois da morte do Imperador.

Os Museus Vaticanos expõe uma cópia deste alto-relevo, que representa os soldados romanos carregando a “Menorá” retirada do Templo de Jerusalém.

Este verdadeiro tesouro perdeu-se em Roma no século V, concretamente no ano de 455, quando os vândalos, liderados pelo Rei Genserico, penetraram na capital do Império saqueando a cidade.

Alguns historiadores relatam que o objeto teria sido levado a Cartago, porém não existe comprovação disto. Mesmo porque, existem numerosos outros relatos tentando explicar o seu destino, como o desaparecimento nas águas do Rio Tibre, ou até mesmo que tenha sido levada de volta a Jerusalém.

(JE com informações da Ag. Efe)


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