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sábado, 1 de julho de 2017

Fortress of São Lourenço will become memorial of Independence, in Itaparica, Bahia, Brazil. --- Forte de São Lourenço vai virar memorial da Independência, em Itaparica, Bahia, Brasil.

Fortaleza where there were fights for the Independence of Brazil in Bahia is being prepared to become a museum

The fortress where, on January 16, 1823, the flag of Brazil Independente was hoisted in the old village of Itaparica, may become the first memorial of the Brazilian War of Independence in Bahia. The Fort of São Lourenço, a space still closed to public visitation, is being prepared by the Command of the 2nd Naval District of the Navy to become a museum. If the plans follow as the Navy awaits, the space should be ready to go on July 2 of next year.

"We already have the Nautical Museum in the Fort of Santo Antônio da Barra and now we have a project for the Fort of São Lourenço to be open to visitation to become a memorial of the War of Independence," explains the corvette captain of the Command Of the 2nd Naval District, Flávio Almeida. In order to open Forte, the Navy has already begun talks with experts, with the Itaparica City Hall and initiated a contact with the Fundação Pedro Calmon (FPC), through the Memory Center of Bahia.

The idea of ​​opening the place came after requests that the place be visited. "We should hold a meeting in July to define the scope and how we will set up the memorial. A team from the Navy of Rio de Janeiro comes to help us with this in the second half of the year, "adds Corvette captain Flávio Almeida.


Fortress was built by the Dutch in 1647 but later abandoned
(Photo: Mauro Akin Nassor / CORREIO)


Flotilla
Telling the story of the participation of the Navy in the campaign for the Independence of Brazil in Bahia is also one of the motivations for the creation of the memorial. "The Navy had a fundamental participation in Independence, because it is when the first fleet is created that joins the fleet of John of Boots in the fighting. This story needs to be told, "says Captain Flávio Almeida.

The space, which now houses, daily, only two sailors, already has a place where possibly some of the pieces will remain. To the right of the entrance gate, a room where possibly worked the infirmary of the fortress should be one of the rooms. The fort also preserves an auditorium and the former Sala D'Armas, as well as an office of command with insignia that refer to the War of Independence.

It is also believed that there is a tunnel in the courtyard of the fort, built by the Dutch in the 17th century, which leads directly to the place where today is the Chapel of Our Lady of Mercy. It is possible that the tunnel was one of the few structures of the fort, erected in 1647, which the Dutch left intact after being expelled from the site, later recovered by the Portuguese.

Patrimony
According to the mayor of Itaparica, Marlylda Barbuda, the memorial of the Fort of São Lourenço will be the first museum to tell the story of the War of Independence and the first space of visitation of Itaparica, where there was a battle on January 7, 1823 , Which resulted in the expulsion of the Portuguese from the Island.

Fort was one of the points where there was a fight; Today is closed to visitation
(Photo: Mauro Akin Nassor / CORREIO)

"Our initial desire was to transfer management from the fort to Itaparica, but the admiral told us that it would be a very bureaucratic process and practically would not be possible. At a meeting, then, came the idea of ​​making the memorial that will be administered by the Navy, as it already happens in the Nautical Museum, in Farol da Barra, "he explains.


Although closed to the visitation, the Fort already receives school groups for classes of History. The desire of the municipal administration, however, is greater than that. "We need to bring the participation of Itaparica to the memory of the history of Independence. And we want to have the 7th of January decorated too, we intend to make it intangible heritage of the municipality ", defends the mayor.

Memory Center
According to the director of the Memory Center of Bahia, linked to the FPC, Rafael Fontes, the first contacts for the assembly of the memorial have already been made by the Navy. Now both parties await the passage of the Independence celebrations to resume contact. The next step is a technical visit to the fortress.

"We usually deal with the memorial from the collection, we need to identify what they are going to compose, what their motto is, they said that they have objects related to the War of Independence, which complements the history of this item with research, with other information , You contextualize this object, "explains Rafael.


In the case of Forte de São Lourenço, it will be necessary to contextualize what happened in Itaparica and relate to what happened in Bahia and the general context of the battles. The director of the Memory Center said that it is not possible to specify the time required to assemble the memorial, as this depends on the state of conservation of the collection, the team and the resources available.






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--br
Forte de São Lourenço vai virar memorial da Independência, em Itaparica, Bahia, Brasil.

Fortaleza onde ocorreram lutas pela Independência do Brasil na Bahia está sendo preparado para virar museu

A fortaleza onde, no dia 16 de janeiro de 1823, foi hasteada a bandeira do Brasil Independente, na antiga vila de Itaparica, pode virar o primeiro memorial da Guerra da Independência do Brasil na Bahia. O Forte de São Lourenço, espaço ainda fechado à visitação pública, está sendo preparado pelo Comando do 2º Distrito Naval da Marinha para virar museu. Se os planos seguirem como espera a Marinha, o espaço deverá estar pronto para funcionar no dia 2 de julho do ano que vem.

“A gente já tem o Museu Náutico no Forte de Santo Antônio da Barra e agora estamos com um projeto para que o Forte de São Lourenço seja aberto à visitação para se tornar um memorial da Guerra da Independência”, explica o capitão de corveta do Comando do 2º Distrito Naval, Flávio Almeida. Para abrir o Forte, a Marinha já iniciou conversas com especialistas, com a Prefeitura de Itaparica e iniciou um contato com a Fundação Pedro Calmon (FPC), através do Centro de Memória da Bahia.

A ideia de abrir o local surgiu após pedidos de que o local pudesse ser visitado. “A gente deve fazer um encontro ainda em julho para definir o escopo e como vamos montar o memorial. Uma equipe da Marinha do Rio de Janeiro vem nos ajudar com isso ainda nesse segundo semestre”, completa o capitão de corveta Flávio Almeida. 

Fortaleza foi construída por holandeses em 1647, mas depois abandonada
(Foto: Mauro Akin Nassor/CORREIO)

Flotilha
Contar a história da participação da Marinha na campanha pela Independência do Brasil na Bahia também é uma das motivações para a criação do memorial. “A Marinha teve uma participação fundamental na Independência, porque é quando se cria a primeira esquadra que se junta à flotilha de João das Botas nos combates. Essa história precisa ser contada”, diz o capitão Flávio Almeida.

O espaço, que hoje abriga, diariamente, somente dois marinheiros, já tem até um local onde possivelmente ficarão algumas das peças. À direita do portão de entrada, uma sala onde possivelmente funcionou a enfermaria da fortaleza deverá ser uma das salas. O forte também conserva um auditório e a antiga Sala D’Armas, bem como um gabinete de comando com insígnias que fazem referência à Guerra da Independência.

Acredita-se, ainda, que haja no pátio do forte um túnel, construído ainda pelos holandeses no século XVII, que leva diretamente ao local onde fica hoje a Capela de Nossa Senhora da Piedade. É possível que o túnel tenha sido uma das poucas estruturas do forte, erguido em 1647, que os holandeses tenham deixado intactas após serem expulsos do local, recuperado mais tarde pelos portugueses.

Patrimônio
De acordo com a prefeita de Itaparica, Marlylda Barbuda, o memorial do Forte de São Lourenço será o primeiro museu para contar a história da Guerra de Independência e o primeiro espaço de visitação de Itaparica, onde houve uma batalha no dia 7 de janeiro de 1823, que resultou na expulsão dos portugueses da Ilha. 

Forte foi um dos pontos onde houve luta; hoje, está fechado à visitação
(Foto: Mauro Akin Nassor/CORREIO)

“O nosso desejo inicial era transferir a administração do forte para Itaparica, mas o almirante nos disse que seria um processo muito burocrático e praticamente não seria possível. Numa reunião, então, surgiu a ideia de fazer o memorial que será administrado pela Marinha, como acontece já no Museu Náutico, no Farol da Barra”, explica.

Embora fechado à visitação, o Forte já recebe grupos escolares para aulas de História. O desejo da administração municipal, no entanto, é maior do que isso. “A gente precisa trazer a participação de Itaparica para a memória da história da Independência. E a gente quer ter o dia 7 de janeiro condecorado também, pretendemos torná-lo patrimônio imaterial do município”, defende a prefeita.

Centro de Memória
Segundo o diretor do Centro de Memória da Bahia, vinculado à FPC, Rafael Fontes, os primeiros contatos para a montagem do memorial já foram feitos por parte da Marinha. Agora, ambas as partes aguardam a passagem das comemorações da Independência para retomar o contato. O próximo passo é uma visita técnica à fortaleza.

"A gente normalmente lida com o memorial a partir do acervo, precismos identificar o que vai compor, qual é o mote dele. Eles disseram que possuem objetos relacionados à Guerra da Independência. Aí você complementa a história desse item com pesquisa, com outras informações, você contextualiza esse objeto", explica Rafael.

No caso do Forte de São Lourenço, será preciso contextualizar o que aconteceu em Itaparica e relacionar com o que ocorreu na Bahia e com o contexto geral das batalhas. O diretor do Centro de Memória disse que não é possível precisar o tempo necessário para a montagem do memorial, já que isso depende do estado de conservação do acervo, da equipe e dos recursos disponíveis.

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