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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Andijan Regional Museum is one of such museums. All exhibits of the museum’s fund were discovered in Fergana region or belong to the history of this area.

From the ancient times, the Fergana Valley has always been a prosperous land. In different historical periods, Fergana saw strong states which left behind an impressive legacy. These are monuments of architecture, arts and crafts, various findings of the ancient period, sculptures and works of art. Today, these monuments are closelyexamined by scientists and stored in various museums of Uzbekistan.



Andijan Regional Museum is one of such museums. All exhibits of the museum’s fund were discovered in Fergana region or belong to the history of this area.

The museum’s entire collection is divided into many areas: ethnography, fine art, applied arts, archeology and many other. The museum houses a vast collection of exhibits describing the life of the population of Fergana region in the ancient, antique, medieval periods of the regional history.

The museum collection comprises of over 66,000 exhibits. It includes not only archaeological findings, but also the works of contemporary masters of Fergana region: artists and artisans, who, following the traditions of their predecessors, are reviving the ancient craft of the great masters of the Fergana region.

The museum exposition is constantly updated. The museum regularly holds various exhibitions, both in Fergana and all over Uzbekistan. Also, each year Andijan Regional Museum, along with other museums of Uzbekistan, displays its best contemporary works in the Gallery of Fine Arts of Uzbekistan. Thus, anyone can see the exposition.

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Presently, there are 110 different museums in Uzbekistan, 98 of them, including branches of the state museums are under the supervision of the Ministry of Culture and Sports of the Republic of Uzbekistan. The largest number of museums is located in Tashkent, the capital of Uzbekistan. Other interesting Uzbekistan museums are located in major tourist cities, such as Samarkand, Bukhara and Khiva. State Museum of Art named after I.V. Savitsky, located in Nukus, the capital and administrative center of the Republic of Karakalpakstan, is one of the most famous museums in Central Asia.

The art galleries and craft centers that promulgate the Uzbek modern and classic art as well as folk crafts are gaining ever increasing popularity in Uzbekistan. Tashkent with about a dozen major art galleries, hosts regular exhibitions of fine art to display folk pieces of virtu, antiques and other items that compose the cultural heritage of Uzbekistan. Art studios and galleries, opened in other major cities of Uzbekistan such as Samarkand, Bukhara, Khiva, are enjoying great success both among Uzbekistan tourists and residents. 

The craft centers or centers of Uzbek arts and crafts showcase hereditary artisans’ workshops, whose hand-made pottery as well as silk carpets and suzanne, jewelry and accessories, forged products and costumes make up the original national wealth of the Uzbek people. There you can not only buy the thing you like, but also attend a master class where you will be shown a process of creating unique gift items in ethnic style found only for the Central Asian region.

fonte: @edisonmarioti #edisonmariotti www.orexca.com


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Vale de Fergana

O vale de Fergana (em uzbeque: Farg‘ona vodiysi; em quirguiz: Фергана өрөөнү, pronúncia AFI: [ferʀɑnɑ œrœːny]; em tajique: водии Фaрғонa, em russo: Ферганская долина, em persa: وادی فرغانه) é uma região fértil da Ásia Central abrangendo o Quirguistão, o Tajiquistão e o leste do Uzbequistão. O vale estende-se por cerca de 22000 km² e é habitado por cerca de 10 milhões de pessoas, um quinto da população total da Ásia Central.

O Vale do Ferghana é considerado o coração do Uzbequistão, um terço da população daquele país vive naquele vale, que contém uma planície que é continuamente fertilizada pela inundação do Rio Sir Dária que nasce na Cordilheira Pamir e forma um vale de cerca de 300 km de comprimento e 170 km de largura, rodeado pelas Montanhas Chatkal (parte da Cordilheira Tian Shan) ao norte, Montanhas Fergana (também parte da Cordilheira Tian Shan) ao leste, e as Montanhas Pamir-Alai (parte da Cordilheira Pamir) ao sul.

É a região mais densamente povoada da Ásia Central .

História

Historicamente, o melhor acesso para os comerciantes e conquistadores ocorreu através do Portão Khodjent no oeste do Vale, onde o rio deixa o vale antes da Estepe da Fome. Tribos invasoras ingressaram na região na Idade do Bronze e se misturaram com os povos agrícolas locais. Pinturas em cavernas no alto das montanhas revelam cenas antigas da caça e da agricultura. A cidade de Khodjent é da época das conquistas de Alexandre, o Grande, em 329 AC, quando foi fundada a nona cidade denominada como Alexandria (Alexandria Eskhate)

No Séculos II AC, o chinês Zhang Qian, considerado o fundador da Rota da Seda, alcançou o vale, depois de uma década de lutas contra povos nômades que promoviam saques nas regiões fronteiriças da China. Zhang buscou estabelecer relações comerciais com os povos que habitavam o Vale e relatou a existência de cultivo de arroz e de trigo, fabricação de vinho de uvas, bons cavalos, cidades fortificadas, várias centenas de milhares de habitantes, capacidade de lutar com arcos e lanças, que podiam ser disparadas a partir de cavalos.

Os cavalos do Vale de Fergana, devido ao seu grande tamanho e velocidade, foram cobiçados pelo Imperador Wudi, da Dinastia Han. Tais cavalos foram importantes para as campanhas militares chinesas que viabilizaram rotas comerciais entre o leste e o oeste, trazendo a seda para a Europa e o vinho para a China. Os sogdianos foram importantes comerciantes naquele setor da Rota da Seda. Os budistas construíram um importante templo em Kuva.

Ocorreu uma invasão árabe, seguida de uma turca e de uma chinesa, depois o vale se tornou a fronteira do Império Samânida. A capital da região foi Kasansay, e depois, sucessivamente: Aksiketh, Uzgen e Andijan, onde vivia um descendente de Tamerlão Babur, o último timúrida e o primeiro mogul, que nasceu em 1483.

A partir do início do Século XIX, o Canato de Kokand se expandiu para além de Vale de Fergana, e se tornou a terceira potência da Ásia Central. O crescimento econômico permitiu o financiamento da educação islâmica e de obras públicas.

Depois a região passou a ser parte do Império Russo e depois da União Soviética. Contra a dominação russa, surgiu o Movimento Basmachi (bandido), que eram mujahidins que lutavam contra os infiéis russos.

Em 1924, a região foi dividida entre três repúblicas soviéticas: o Uzbequistão, o Quirguistão e o Tajiquistão. Na época soviética ocorreu um intenso desenvolvimento agrícola e industrial. Em 1939, foi construído um canal de 270 km em apenas 45 dias, por 180 mil voluntários, e a região se converteu em centro de produção de algodão para a União Soviética.

A independência do Uzbequistão, do Quirguistão e do Tajiquistão, fomentou disputas mesquinhas, que ocasionalmente geraram agressões inter-étnicas.

Ao longo da era soviética as práticas islâmicas sobreviveram fortemente na região e após essa época teve início um financiamento estrangeiro para movimentos islâmicos fundamentalistas1 .

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