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terça-feira, 14 de julho de 2015

Clicar aqui para ler artigo - Museu Integrado de Roraima - veja o Platô, (1022 m) o ponto mais alto da Serra do Tepequém, no município de Amajari, em Roraima, Brasil

O Museu Integrado de Roraima foi criado em 1984, durante o governo de Arídio Martins de Magalhães, como uma divisão do Departamento de Cultura da Secretaria de Educação, Cultura e Desporto, com o objetivo de pesquisar, identificar, cadastrar, conservar e expor didaticamente objetos relacionados ao patrimônio natural e cultural do então Território Federal (hoje Estado) de Roraima. Sua inauguração, entretanto, ocorreu em 13 de fevereiro de 1985, em um prédio localizado no Parque Anauá, em Boa Vista. Em seus primeiros anos, o museu contou com a assessoria de outras instituições, como a Fundação Joaquim Nabuco, o Museu Paraense Emílio Goeldi, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e a Fundação Pró-Memória.



Após a sua inauguração, o museu passou a desenvolver trabalhos em diversas áreas do conhecimento, tais como botânica, zoologia, etnologia, arqueologia e história, com foco no estado de Roraima, além de buscar a formação de coleções científicas de referência. Com o objetivo de suprir a lacuna deixada pela ausência de centros de pesquisa no estado, o museu também buscou produzir artigos e documentos, com divulgação de sua produção científica por meio do Boletim do MIRR, além de material de apoio pedagógico e de difusão cultural, programas educativos e montagem de exposições itinerantes, de longa e de curta duração. Muitas dessas ações eram e continuam a ser desenvolvidas por meio de parcerias e convênios, como os que o museu mantém com a Universidade Federal de Roraima e com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Um dos mais importantes projetos desenvolvido pelo MIRR, em conjunto com a Universidade Federal de Roraima e com o Instituto Arte na Escola, foi o "Pólo Arte na Escola", visando a formação continuada em arte-educação para professores das redes pública e privada de ensino. O projeto mantém diversos grupos de estudos com pesquisas financiadas pelo CNPq e oficinas de arte abertas à comunidade. O projeto conta com a chancela institucional da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura e com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas e da Revista Pátio.5

Em 2003, o museu foi vinculado à Diretoria de Pesquisas e Estudos Amazônicos da Fundação de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia do Estado de Roraima (FEMACT). A instituição é equipada com um auditório com capacidade para 140 pessoas, destinado à realização de seminários, encontros, palestras, cursos e apresentações artísticas , biblioteca especializada em ciências naturais e humanas e laboratórios de pesquisa.

Acervo
O museu conserva uma coleção bastante diversificada, formada por meio de pesquisas de campo, doações espontâneas, permutas e aquisições pelo poder público.

Possui um acervo de ciências naturais (geologia, botânica, zoologia), que inclui diversas coleções de referência científica, incluindo herbário, insetário, carpoteca, xiloteca, coleções de répteis e peixes, etc.


O museu também abriga importantes coleções de artefatos arqueológicos e de objetos da cultura material dos principais grupos indígenas que habitam Roraima (ianomâmis, uaiuais, iecuanas, macuxis, taurepangues, capons, uapixanas, uaimiris-atroaris, etc.). Há ainda documentos e objetos de interesse histórico, referentes à ocupação colonizadora da região e obras de artistas plásticos ativos no estado.


(MIRR) HERBÁRIO DO MUSEU INTEGRADO DE RORAIMA

O Herbário MIRR é a coleção botânica mais antiga (desde 1985) e melhor estruturada de Roraima, contando com mais de 7000 exsicatas. Atende as instituições de pesquisas do Estado, como Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Universidade Estadual de Roraima (UERR), Universidade Federal de Roraima (UFRR) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Além disso, realiza importantes pesquisas sobre as plantas do lavrado, capacitando profissionais na área de morfologia e taxonomia vegetal.

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A serra do Tepequém é uma serra localizada no município brasileiro de Amajari, em Roraima. Lá está a Vila do Paiva e a Vila Cabo Sobral. O Tepequém é visto como ponto de alto potencial turístico.

A Serra do Tepequém está a 210Km da Capital Boa Vista em Roraima, e a estrada de asfalto e ótima sinalização vai até a Vila do Paiva (vila principal da Serra).

A Serra do Tepequém foi radicalmente modificada devido a intensa e descontrolada exploração de Diamantes,um exemplo disto é a cachoeira do Funil que adquiriu esta forma após inúmeras explosões de dinamites feitas por garimpeiros.

Os atrativos turísticos da região são: Cachoeiras do Paiva, Barata, Sobral, Funil, Laje Preta e Laje Verde (descoberta recentemente), Platô (ponto mais alto do Tepequém), Paraíso das Araras, Enseada da Anta (uma área conservada onde pode-se observar facilmente vários animais, aves e insetos), caminho da Pedra Sabão (local que os moradores retiram a pedra sabão para a criação de peças artesanais), a vila do Cabo Sobral (um ponto alto do turismo, onde são encontradas casas antigas e resquicios do garimpo que foi praticado no Tepequém) e as grunas ou grutas subterrâneas.

Existem hoje, quatro restaurantes que servem café da manhã, almoço e janta, Restaurante da Helena, Restaurante da Irmã Regina, do Restaurante Sr. Godim e o Restaurante da Pousada PSJ.

Várias pousadas e áreas de camping são encontradas na subida da Serra (Estância Ecológica do SESC) e na própria Vila do Paiva (Pousada PSJ, outras pousadas menores e várias áreas de camping).

As atividades que podem ser desenvolvidas são: Trekking (caminhada), eco-bike, rapel, tomar banho em cachoeiras, observação de aves (diurno e noturno), trilhas de moto e 4x4, observação da flora (orquídeas de várias cores e tamanhos), animais e insetos, entrar em grunas e desvendar novos locais.

Na Região, além de muito verde, também se encontram muitas cachoeiras para banhos relaxantes.

A energia elétrica na Serra do Tepequém era fornecida por meio de um gerador, que só funcionava das 7 às 21 horas, hoje tem a distribuição de energia por meio de um gerador maior e com funcionamento 24H.

Em seu ponto mais alto, o Platô da Serra do Tepequém chega a 1022m de altitude. A economia e basicamente através do turismo e do artesanato.


Uma das trilhas para subir ao Platô oferece ao aventureiro uma série de paisagens diferentes e desafios que tornam o final da viagem ainda mais gratificante



Durante a subida ao Platô o visitante passa por lagos de água cristalina aonde é possvel matar a sede



As orquídeas fazem parte da flora da Serra do Tepequém. Durante toda a subida é possível observar várias espécies da flor





Vista da Vila do Paiva durante a subida ao Platô, ponto mais alto da Serra do Tepequém



Outra espécie de orquídea vista trilha para subir a Serra do Tepequém



As araras fazem companhia aos visitantes durante toda a trilha








Depois de aproximadamente 2h de caminhada, o final da trilha leva ao Platô, ponto mais alto da Serra do Tepequém, que está a 1.022 m de altitude.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://g1.globo.com/rr/roraima




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