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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Museus arqueológicos em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil

O que impressiona os visitantes interessados na história da humanidade são os dois museus arqueológicos ao ar livre. Um deles mantém a céu aberto uma série de gravuras rupestres feitas pela civilização Sambaquis na pré-história. 

São desenhos que datam de 3 mil a 5 mil anos de existência. Já o outro museu cultiva intacta a oficina de ferramenta desses povos negroides que colonizaram a costa brasileira antes da tomada indígena.

Trilha ecológica leva turistas a local onde há inscrições
rupestres, um museu a céu aberto (Foto: Divulgação)

O primeiro museu conta com uma trilha ecológica preparada especialmente para o turista, que pode acompanhar os resquícios dos desenhos e entender os possíveis significados de cada gravura em placas informativas. Importante mencionar que o lugar teria sido um sítio sagrado para os Sambaquis.

Já o segundo museu, dedicado aos brunidores (polidores), dá a exata visão de como, em um cenário inóspito, a civilização pré-histórica trabalhava na escultura de objetos de uso cotidiano em pedras de basalto. No local, também há esculturas artísticas de faces humanas e de primatas nas pedras da encosta.

Ambos os museus são mantidos pela estância, mas são abertos à visitação pública. Ou seja, não é preciso estar hospedado no Costão para conhecer mais sobre essa história. Para os hóspedes, o Costão fornece uma visitação guiada por especialistas. Outras trilhas ecológicas não ligadas ao sítio histórico também estão disponíveis.

Construído no extremo norte de Florianópolis (SC), cidade conhecida carinhosamente como “Ilha da Magia”, o resort Costão do Santinho completará 25 anos em 2016 ainda como destino paradisíaco a ser explorado pelos brasileiros. Escolhido sete vezes como o melhor resort de praia pelo prêmio “O Melhor de Viagem”, da editora Abril, o empreendimento agora foca em criar pacotes conceituais no intuito de atrair mais e mais conterrâneos, sobretudo, fora das altas temporadas tradicionais.

Aos pés do Morro das Aranhas, que tem vegetação preservada,
o Costão do Santinho oferece diversas atrações para visitantes (Foto: Divulgação)

Outro grande trunfo da estância é o fato de fornecer, ao hóspede, uma integração à natureza que pode ser considerada incomum. Tudo isso a partir de uma revisitação à história da humanidade. O Costão foi erguido em uma área de 1 milhão de m² que, há cerca de 5 mil anos, foi ocupado pela civilização pré-histórica dos Sambaquis.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://www.correiodeuberlandia.com.br/


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