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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Instituto Biológico, São Paulo, Brasil, controla ácaros com inimigos naturais. Biological Institute controls mites with natural enemies.

Instituto Biológico (IB) realiza em sua unidade de Campinas pesquisas de controle biológico do ácaro rajado em flores. A técnica reduz em até 70% a aplicação de acaricidas (defensivos químicos) em flores como gérberas e crisântemos e até mesmo elimina esses produtos em rosas e orquídeas. Floricultores das cidades de Holambra e Arujá, grandes polos no Estado de São Paulo, e produtores de morango, em Atibaia e Monte Alegre do Sul (ambos era território paulista), utilizara o controle biológico feito por inimigos naturais do rajado, os ácaros predadores, que controlam a praga.



O pesquisador do IB. Mário Eidi Sato, explica que o uso em demasia de agroquímicos torna o ácaro rajado mais resistente. “Com esses produtos, alguns floricultores obtêm níveis ruins de controle (abaixo de 20%), mas com os predadores é possível chegar a um controle acima de 80% de eficácia, com o mínimo de químicos", assegura.

Em junho, o Biológico, que é vinculado à Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, iniciou trabalhos com um orquidófilo da região de Arujá, que aplicava três tipos de acaricidas, duas vezes por semana, sem sucesso. Com os predadores, informa Sato, ele obteve controle superior a 95%. Em Holambra, alguns plantadores de rosa conseguem eliminar o uso dos químicos com o manejo biológico.

O pesquisador esclarece que, no momento, o uso de predadores é mais viável para cultivos em pequena escala e em ambientes protegidos, com destaque para as regiões Sudeste e Sul do País. "Ainda há pouca disponibilidade dos inimigos naturais no mercado para atender a todas as regiões brasileiras, principalmente com plantação em larga escala”, diz.

Como funciona - O ácaro rajado tem 0,5 milímetros e ataca mais de 1,2 mil espécies de plantas (flores ornamentais, algodão, feijão, morango, mamão, pêssego). OIB trabalha com os inimigos naturais, Neoseiulus califormicus, um ácaro generalista, e o Phytoseiulus macropolis, um especialista, que prejudica apenas o rajado. “Após a liberação desses predadores, o agricultor pode até usar agroquímicos para outras pragas, como insetos e lagartas, sem risco de matar os inimigos do rajado”, explica Sato. A vantagem do Neoseiulus califormicus é se alimentar também de pólen e de pequenos insetos. Um predador devora, aproximadamente, 20 ovos de rajado por dia. "Ele ataca ácaros jovens e adultos. Nesse caso, o predador injeta saliva na perna da vitima e suga o conteúdo do rajado, deixando-o murcho."

A redução de acaricidas diminui custos de mão de obra na aplicação no cultivo de flores. "O produtor precisa avaliar que, apesar do elevado custo dos inimigos naturais (quase R$ 1oo por frasco contendo 2 mil predadores), se comparado com o acaricida, há redução de pessoas no plantio e de horas de trabalho. Após a soltura dos predadores, somente será preciso fazer o monitoramento", afirma.

Os danos à saúde dos aplicadores também são reduzidos. "Muitos floricultores usam estufas para cultivo, o que traz prejuízos â saúde", alerta Sato. Outro ponto importante do controle biológico é a redução do impacto ambiental. Alguns produtores chegam a aplicar acaricidas três vezes por semana, o que pode contaminar solo e água.




Flores do Brasil - Dados do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraf) indicam que o Brasil tem 8.248 produtores, com área cultivada de aproximadamente 15 mil hectares. O faturamento em 2014 foi de RS 5,7 bilhões. A expectativa para este ano é de um crescimento de 8% nesse número. Cultivam-se no País mais de 350 espécies e aproximadamente 3 mil variedades, com a geração de quase 215 mil empregos diretos na produção, venda e apoio.




Fonte: II - São Paulo. 125 (214) Diário Oficiall Pocder Fxecutivo - Seção 1 quarta-feira, 18 de novembro de 2015.
Otávio Nuno - Imprensa Oficial -
Conteúdo Editorial Assessoria de Imprensa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

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--in via tradutor do  google
Biological Institute controls mites with natural enemies.

 Biological Institute (IB) holds in his Campinas unit biological control research spider mite in flowers. The technique reduces by 70% the use of miticides (agrochemicals) in flowers like gerberas and chrysanthemums and even eliminates these products roses and orchids. Florists cities of Holambra and Arujá, large poles in São Paulo, and strawberry growers in Atibaia and Monte Alegre do Sul (both was state territory), had used biological control done by natural Brindle enemies the predatory mites, that control the pest.

The IB researcher. Mario Eidi Sato explains that using too much of agrochemicals makes the toughest spider mite. "With these products, some flower growers get bad control levels (below 20%), but predators can reach a control above 80% efficiency, with minimal chemical" he says.

In June, Biological, which is linked to the State Secretariat of Agriculture and Supply, started work with an orchid grower of Arujá region, which applied three types of miticides, twice a week, without success. With predators, reports Sato, he obtained superior control to 95%. In Holambra, some rose growers can eliminate the use of chemicals with biological management.

The researcher explains that, at the time, the use of predators is more viable for crops on a small scale and in protected environments, especially the Southeast and South of the country. "There is still limited availability of natural enemies in the market to meet all Brazilian regions, mainly with large-scale plantation "he says.

How It Works - The mite has 0.5 mm and attacks more than 1200 species of plants (ornamental flowers, cotton, beans, strawberry, papaya, peach). OIB works with natural enemies, Neoseiulus califormicus, a general mite, and Macropolis Phytoseiulus, an expert who harms only Brindle. "After the release of these predators, the farmer can even use pesticides for other pests such as insects and caterpillars without risk of killing the Brindle enemies," said Sato. The advantage of Neoseiulus califormicus is also feed on pollen and small insects. A predator eats approximately 20 eggs per day Brindle. "It attacks young mites and adults. In this case, the predator injects saliva into the leg of the victim and sucks Brindle content, leaving it withered."

The reduction acaricides reduces labor costs in implementing the cultivation of flowers. "Producers need to evaluate that, despite the high cost of natural enemies (almost R $ 1oo per vial containing 2000 predators), compared to the acaricide, there is a reduction of people in planting and working hours. After the release of predators only you must do the monitoring, "he says.

Applicators of health damage are also reduced. "Many florists use greenhouses for growing, which brings â health damage," says Sato. Another important aspect of biological control is to reduce the environmental impact. Some producers come to be applied three times a week acaricides, which can contaminate soil and water.


Flowers Brazil - Data from the Brazilian Institute of Floriculture (Ibraf) indicate that Brazil has 8,248 producers with acreage of approximately 15,000 hectares. Revenue in 2014 was RS 5.7 billion. The expectation for this year is an 8% increase in this number. They grow up in the country more than 350 species and about 3,000 varieties, with the generation of nearly 215,000 direct jobs in production, sales and support.

Otavio Nuno
Press Officer - Contents Editorial Department of Press Office of Agriculture and Food Supply

Source:
II - São Paulo. 125 (214) Daily Oficiall Pocder Fxecutivo - Section 1 Wednesday, November 18, 2015.

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