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domingo, 20 de dezembro de 2015

PAVIMENTO DE CORTIÇA EM DESTAQUE NO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE BORDÉUS, Portugal.

Leonor Antunes criou uma composição artística com pavimento Wicanders Corkcomfort, integrada na sua exposição individual, que ficará patente até 17 de Abril de 2016.



O piso de cortiça Wicanders, da Corticeira Amorim, é o protagonista do mosaico com incrustações de bronze, criado pela prestigiada artista portuguesa Leonor Antunes para a exposição individual no Museu de Arte Contemporânea de Bordéus - CAPC. Uma instalação que se mistura na perfeição com o emblemático espaço da Nave Central do Museu e com as esculturas desenvolvidas pela criadora para este efeito, com o intuito de lhe dar uma nova luminosidade.

Ocupando uma área de 1500 m2, o mosaico de cortiça ocupa a totalidade do piso da Nave Central do CAPC e foi desenvolvido a partir da gama Wicanders Corkcomfort, da Amorim Revestimentos, uma linha de produto que privilegia, além do conforto, o visual típico da cortiça. A inovação, introduzida neste espaço por Leonor Antunes, assenta na sua conjugação de cortiça com elementos de metal, criando assim uma ligação imediata com as esculturas suspensas que povoam a exposição, desenvolvidas no mesmo material.

Em linha com o desafio feito por Maria Inês Rodríguez, diretora do Museu e curadora desta exposição, de oferecer uma nova luz a este espaço e de o aproximar aos visitantes, Leonor Antunes afirma ter procurado “transformar o espaço do CAPC, atribuindo uma dimensão humana à escala imponente do edifício e da obra que expõe.”

Segundo Carlos de Jesus, Diretor de Comunicação e Marketing da Corticeira Amorim, “Depois de termos concebido um pavimento de cortiça para uma das galerias mais importantes do conceituado Victoria and Albert Museum, em Londres, é com enorme satisfação que vemos a sua utilização no Museu de Arte Contemporânea de Bordéus, num trabalho liderado pela artista nacional Leonor Antunes, cujo trabalho tem dado cartas no exterior”, acrescentando que “Mais uma vez, a opção por um piso de cortiça está alinhada em termos visuais com a estética pretendida pela artista, conferindo simultaneamente uma atmosfera acolhedora ao espaço.”

Nesta exposição, Leonor Antunes coloca de novo em evidência a elegância do artesanato, destacando as tradições de Portugal, o seu país natal, e nos materiais preferidos incluem-se cortiça, couro, fios de bronze e nylon.

Atualmente, é possível encontrar pavimentos de cortiça Wicanders em diversos espaços museológicos, seja em lugares tão distantes como em Tóquio, onde Kengo Kuma renovou o espaço do Nezu Museum com Wicanders Corkcomfort Personality Nightshade, ou na vizinha Itália, no Leonardo Da Vinci Museum, em que a visita é feita sob um piso Wicanders Woodcomfort Classic Sucupira.

Sobre Leonor Antunes

Nascida em Lisboa em 1972 e a viver em Berlim desde 2004, Leonor Antunes tem um trabalho reconhecido pela afinidade com o modernismo e os seus padrões geométricos específicos, bem como pelas formas e estruturas privilegiadas por arquitetos e designers no início do séc. XX.

Matemática, medidas, escalas e a beleza de certas proporções caracterizam o seu trabalho. As suas obras são reconhecidas pelo diálogo que estabelecem com os espaços que ocupam, seja pela maneira como eles ecoam a arquitetura em torno deles, ou através do recurso a proporções como ferramenta para desenvolver cada nova instalação.

As suas exposições mais recentes foram apresentados no New Museum in New York (2015), Pérez Art Museum Miami (2014), Kunsthalle Basel (2013), Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris (2013), e Kunstverein Harburger Bahnhof, Hamburgo (2012).O seu trabalho foi também incluído em inúmeras exposições coletivas internacionais, incluindo a 12ª Bienal de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos (2015) e a oitava Bienal de Berlim (2014), tendo recentemente exposto em locais como o Bronx Museum of the Arts, em Nova Iorque (2014), Kunsthalle Wien, em Viena (2014), no CNEAI, Chatou, em França (2013) e MIT List Visual Arts Center, em Cambridge (2012).

Sobre Corticeira Amorim SGPS, S.A.

Tendo iniciado a sua atividade no século XIX, a Corticeira Amorim tornou-se na maior empresa transformadora de produtos de cortiça do mundo, gerando um volume de negócios superior a 500 milhões de euros em 103 países. A Corticeira Amorim e as suas subsidiárias fazem parte de um esforço concertado para a conservação e preservação de milhões de sobreiros espalhados pela bacia do Mediterrâneo. Temos orgulho da nossa contribuição na correta utilização desta importante floresta que desempenha um papel fundamental na fixação de CO2, na preservação da biodiversidade e no combate à desertificação. 



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
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