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segunda-feira, 28 de março de 2016

O tombamento do Chalé Francês tem sabor de conquista, Sorocaba, São Paulo, Brasil. --- The French Chalet tipping has winning flavor. --- Le basculement français Chalet a remporté la saveur.

De um lado, esse desfecho é digno de comemoração; mas, de outro, evidencia motivos de grande preocupação com a morosidade das ações de preservação de bens culturais. Se o tombamento do Chalé Francês tem sabor de conquista, a demora na tramitação de um processo dessa natureza é razão para temores em relação ao que pode acontecer com outros marcos de igual importância. 


Essas duas faces da questão ficaram claras na reação do arquiteto Alberto Streb, presidente do Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico, Turístico e Paisagístico de Sorocaba (CMDP). Ele comemorou o tombamento do Chalé Francês com estas palavras: "Mesmo tendo demorado 15 anos, isso é uma conquista. É o reconhecimento do valor histórico que este patrimônio tem para a cidade." 


Construído em 1910 para abrigar engenheiros-chefes da antiga Estrada de Ferro Sorocabana (EFS), o imóvel ficou conhecido como Chalé Francês por suas linhas arquitetônicas inspiradas nos chalés alpinos e residências de campo francesas. O último morador deixou o imóvel em 2000 e por alguns anos ficou fechado. Localizado no Jardim Maylasky, o local pertence ao Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) e atualmente é usado como sede provisória do Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (Macs). 

O imóvel tem, portanto, ligação direta com a ferrovia, um dos meios de transportes responsáveis pelo desenvolvimento de Sorocaba e de muitas outras cidades da Região Metropolitana e de outras regiões do Estado de São Paulo. Inegável a sua importância como patrimônio. E preservá-lo é ação obrigatória. 

O Chalé Francês também forma uma espécie de cinturão cultural juntamente com outros imóveis da região central de Sorocaba, ocupados por entidades e usos artísticos, históricos e culturais. Entre eles estão a Fundação de Desenvolvimento Cultural (Fundec), na rua Brigadeiro Tobias; o Gabinete de Leitura Sorocabano, na praça Coronel Fernando Prestes; a Oficina Grande Otelo (em reforma), na praça Frei Baraúna; o Palacete Scarpa, sede da Secretaria de Cultura do município; o Museu da Estrada de Ferro Sorocabana, no início da rua Dr. Álvaro Soares. 

Cumpre preservar todos esses patrimônios e entender que o tombamento é um processo importante num conjunto de medidas que incluem, entre outros itens, proteção, cuidados especiais e restauros, quando necessários. Pois são marcos fundamentais para o nosso crescimento social e cultural. Basta considerar que os bens culturais agregam informações que refletem crenças, idéias, costumes, conhecimento tecnológico. E são verdadeiros documentos das condições socias e políticas das mais diferentes épocas. 

Dessa forma, o Chalé Francês é exemplo de que o patrimônio cultural não pode ser visto somente como peça de museu. Também tem que ser admitido como resultado da presença humana, da cultura coletiva, de uma época que faz parte da história dos sorocabanos. E se insere na categoria dos bens que são referência social e de identificação para a localização das pessoas no tempo e no espaço. 

E foram necessários 15 anos para que esse reconhecimento fosse oficializado em relação ao Chalé Francês. Nesse período, três prefeitos passaram pela administração da cidade. Mesmo com o desconto da burocracia em processos de natureza pública, isso é muito tempo. E, quando se trata do objetivo de preservar um patrimônio cultural e histórico, é tempo demais. 

Em 15 anos, um imóvel caracterizado como patrimônio do município pode se deteriorar pelo abandono, ser alvo de vandalismo e até mesmo ser demolido. Felizmente, em virtude de características privilegiadas de uso e cuidados, este não foi o destino do Chalé Francês. 

Mas a demora na conclusão do processo de tombamento desse patrimônio não deixa de ser um alerta para que outras decisões de reconhecimento de bens históricos sejam conduzidas em ritmo mais apropriado e necessário ao interesse da preservação de marcos culturais da cidade.




Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

Vamos compartilhar.



--in via tradutor do google
The French Chalet tipping has winning flavor.

On the one hand, this outcome is worth celebrating; but on the other, shows great cause for concern about the slow pace of preservation of cultural activities. If the French Chalet tipping has winning taste, the delay in handling a case of this nature is reason for fears about what could happen to other landmarks of equal importance.

These two sides of the issue became clear in the reaction of the architect Alberto Streb, president of the Municipal Council of Historical Heritage Protection, Artistic, Architectural, Tourist and Landscape of Sorocaba (CMDP). He celebrated the French Chalet bronzing with these words: "Even though long 15 years, this is an achievement is the recognition of the historical value that this heritage has for the city.."

Built in 1910 to house former chief engineers of the railroad Sorocabana (EFS), the property was known as French Chalet for its architectural lines inspired by the French alpine chalets and country homes. The last resident left the property in 2000 and for some years was closed. Located in Maylasky Garden, the site belongs to the Institute of Architects of Brazil (IAB) and is currently used as a temporary seat of the Museum of Contemporary Art of Sorocaba (Macs).

The property is therefore directly linked to the railway, one of the transport means responsible for the development of Sorocaba and many other cities in the metropolitan region and other regions of São Paulo State. Undeniable its importance as equity. And preserve it is mandatory action.

The French Chalet also form a kind of cultural belt along with other properties of the central area of ​​Sorocaba, occupied by entities and artistic, historical and cultural uses. Among them are the Cultural Development Foundation (Fundec), the street Brigadeiro Tobias; Reading the Office Sorocabano in the square Coronel Fernando Prestes; Grande Otelo Workshop (under renovation), the square Frei Baraúna; Palacete Scarpa, Secretariat headquarters of the municipality of Culture; the Museum of Railroad Sorocabana at the beginning of the street Dr. Alvaro Soares.

Must be preserved all these assets and understand that tipping is an important process in a set of measures that include, among other items, protection, special care and restoration when needed. They are key milestones for our social and cultural growth. Just consider that cultural goods add information which reflect beliefs, ideas, customs, technological knowledge. And are true documents of socias conditions and from different eras policies.

Thus, the French Chalet is an example of that cultural heritage can not be seen only as a museum piece. It also has to be admitted as a result of human presence, collective culture, of a time that is part of the history of Sorocaba. And falls under the category of goods that are socially and identification reference for the location of people in time and space.

And it took 15 years for this recognition was formalized in relation to French Chalet. During this period, three mayors passed by the city administration. Even with the discount of bureaucracy in public lawsuits, it is a long time. And when it comes to preserving a cultural and historical heritage, it is too long.

In 15 years, a building characterized as municipal heritage may deteriorate the abandonment be vandalized and even be demolished. Fortunately, because of privileged use and care characteristics, this was not the fate of the French Chalet.

But the delay in completion of the tipping process that heritage does not cease to be a warning to other historical assets recognition decisions are conducted in more appropriate pace and necessary to the interest of preserving cultural landmarks of the city.




--fr via tradutor do google
Le basculement français Chalet a remporté la saveur.

D'une part, ce résultat mérite d'être célébrée; mais de l'autre, montre une grande source d'inquiétude au sujet de la lenteur de la préservation des activités culturelles. Si le basculement français Chalet a le goût de gagner, le retard dans le traitement d'une affaire de cette nature est la raison pour craintes au sujet de ce qui pourrait arriver à d'autres monuments d'importance égale.

Ces deux aspects de la question sont devenues claires dans la réaction de l'architecte Alberto Streb, président du Conseil municipal de la protection du patrimoine historique, artistique, architectural, touristique et du paysage de Sorocaba (CMDP). Il a célébré le bronzing français Chalet avec ces mots: «Même si longues de 15 ans, ceci est une réussite est la reconnaissance de la valeur historique de ce patrimoine a pour la ville .."

Construit en 1910 pour abriter les anciens ingénieurs en chef du chemin de fer Sorocabana (EFS), la propriété a été connu sous le nom français Chalet pour ses lignes architecturales inspirées des chalets alpins français et maisons de campagne. Le dernier résident a quitté la propriété en 2000 et depuis quelques années, a été fermé. Situé dans Maylasky Garden, le site appartient à l'Institut des architectes du Brésil (IAB) et est actuellement utilisé comme siège temporaire du Musée d'Art Contemporain de Sorocaba (Mac).

La propriété est donc directement liée à la voie ferrée, l'un des moyens de transport responsable du développement de Sorocaba et beaucoup d'autres villes dans la région métropolitaine et d'autres régions de São Paulo. Incontestable son importance dans les capitaux propres. Et la préserver est une action obligatoire.

Le Chalet français forment aussi une sorte de ceinture culturelle ainsi que d'autres propriétés de la zone centrale de Sorocaba, occupées par des entités et des utilisations artistiques, historiques et culturelles. Parmi eux, la Fondation culturelle du développement (Fundec), la rue Brigadeiro Tobias; Lecture du Bureau Sorocabano sur la place Coronel Fernando Prestes; Atelier Grande Otelo (en rénovation), la place Frei Baraúna; Palacete Scarpa, siège de la municipalité de la Culture Secrétariat; le Musée du chemin de fer Sorocabana au début de la rue Dr Alvaro Soares.

Doit être conservé tous ces actifs et de comprendre que le pourboire est un processus important dans un ensemble de mesures qui comprennent, entre autres, la protection, de soins spéciaux et de la restauration en cas de besoin. Ils sont les principaux jalons de notre croissance sociale et culturelle. Il suffit de considérer que les biens culturels ajouter des informations qui reflètent les croyances, les idées, les coutumes, les connaissances technologiques. Et sont de véritables documents de Socías conditions et en provenance de différentes politiques d'époques.

Ainsi, le Chalet français est un exemple de ce patrimoine culturel ne peut pas être considérée seulement comme une pièce de musée. Il doit également être admis en raison de la présence humaine, la culture collective, d'un temps qui fait partie de l'histoire de Sorocaba. Et tombe dans la catégorie des produits qui sont socialement référence et d'identification pour la localisation des personnes dans le temps et l'espace.

Et il a fallu 15 ans pour que cette reconnaissance a été formalisée par rapport au français Chalet. Au cours de cette période, trois maires passés par l'administration de la ville. Même avec la réduction de la bureaucratie dans les procès publics, il est un temps long. Et quand il vient à la préservation d'un patrimoine culturel et historique, elle est trop longue.

En 15 ans, un bâtiment dénommé patrimoine municipal peut se détériorer l'abandon être vandalisé et même être démoli. Heureusement, en raison des caractéristiques d'utilisation et de soins privilégiés, ce ne fut pas le sort du Chalet français.

Mais le retard dans l'achèvement du processus de basculement que le patrimoine ne cesse pas d'être un avertissement à d'autres décisions de reconnaissance des actifs historiques sont menées en rythme plus approprié et nécessaire pour l'intérêt de la préservation des sites culturels de la ville.

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