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sexta-feira, 15 de julho de 2016

. Autobiography of Chagall provides rare glimpse into the mind of the Russian artist. ---- Autobiografia de Chagall fornece raro vislumbre da mente do artista russo. --- السيرة الذاتية لشاغال توفر لمحة نادرة في ذهن الفنان الروسي.


Escrita no início da década de 1920, “Minha Vida” é uma autobiografia poética em que Chagall tenta se reconciliar com sua infância difícil e com o início da vida adulta no Império Russo. Esta quarta-feira (6) marca o 129º aniversário de nascimento do pintor modernista.


Marc Chagall nasceu em uma pobre e tradicional família judaica no dia 6 de julho de 1887, em Vitebsk (na atual Bielorrússia). Durante sua infância e juventude, o antissemitismo e os pogroms (atos em massa de violência contra judeus, protestantes, eslavos e outras minorias étnicas) eram comuns no Império Russo. Em “Minha Vida”, que foi escrito no início de 1920, o artista fornece um breve olhar sobre sua vida na Rússia.

Chagall compartilhou muitas recordações agradáveis e há relatos históricos interessantes sobre sua infância, incluindo quando o tsar Nikolai II visitou Vitebsk para avaliar os regimentos que estavam prestes a seguir para o Extremo Oriente a fim de lutar na guerra russo-japonesa. “Fileiras de garotos, animados e sonolentos, eram encontradas ao longo do caminho, e seguiam em longas filas pelos campos cobertos de neve”, descreveu Chagall.

Depois de esperar por horas com neve até os tornozelos, os meninos viram o comboio que transportava a comitiva. De longe, conseguiu avistar o tsar, que parecia “muito pálido”.


 "Sobre a cidade" Fonte: Galeria Tretyakov

Aos 19 anos, Chagall mudou-se para São Petersburgo, onde foi aluno do famoso artista russo Leon Bakst. Na época, enfrentava uma verdadeira batalha financeira e só podia se dar ao luxo de alugar metade de um quarto. Em certa passagem do livro, ele descreve o dia em que testemunhou um companheiro de quarto bêbado apontando a faca para a esposa na tentativa de obrigá-la a ter relações sexuais com ele.

“Percebi então que, na Rússia, os judeus não são os únicos que não têm o direito de viver, mas também muitos russos, amontoados como piolhos no cabelo”, escreveu.

O artista sentiu-se aliviado ao experimentar mais liberdade após se mudar para Paris em 1910. Mas, embora estivesse feliz na capital francesa, Chagall ansiava por retornar à Rússia. Mesmo assim, seu amor pelas obras de artistas europeus manteve-o na França. Depois de uma visita ao Louvre, que já exibia obras de Manet, Delacroix e Courbet, Chagall “não queria mais nada”.

“Aqui no Louvre (...) eu entendi por que eu não poderia me aliar à Rússia e à arte russa”, declarou. “Porque meu próprio discurso é estrangeiro para eles.”

De volta à Rússia

No livro, Chagall descreve também o encontro com sua futura esposa, Bella Rosenfeld.

“Seu silêncio é meu, seus olhos são meus”, escreveu. “É como se ela soubesse tudo sobre minha infância, meu presente, meu futuro, como se pudesse enxergar através de mim.”


Marc e Bella Chagall, em agosto de 1934, em Paris Foto: Getty Images

Em 1914, Chagall voltou a Vitebsk para se casar com Bella. O que seria uma curta visita acabou se transformando em uma estadia de oito anos, já que a eclosão da Primeira Guerra Mundial forçou o artista a permanecer na Rússia.

Ao longo dos anos seguintes, tornou-se famoso em todo o país, e suas obras foram exibidas em Moscou e São Petersburgo.

Após a Revolução Bolchevique, Chagall assumiu o papel de Comissário das Artes para Vitebsk e fundou o Colégio das Artes na cidade. Mais tarde, mudou-se para Moscou com sua mulher, mas teve pouco sucesso profissional. Enfrentando a pobreza e uma vida difícil na União Soviética, pediu um visto de saída em 1921. Começou a escrever suas memórias enquanto aguardava a permissão para voltar à França.


As raízes russas do Chanel nº5

Apesar das dificuldades na Rússia e da discriminação que Chagall enfrentou, em sua autobiografia fica evidente que ele não nutria uma imagem negativa em relação à Rússia. Seu maior apego, é claro, era a sua cidade natal Vitebsk.

O livro se encerra com seus últimos pensamentos finais antes de partir para Paris. “E talvez a Europa vá me amar, e, com ela, a minha Rússia”, escreveu.

Nove décadas depois, Marc Chagall é lembrado com carinho na Europa, como um dos grandes artistas do século 20, e também na Rússia, que hoje faz questão de resgatar a memória de um de seus filhos pródigos.









Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

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--in via tradutor do google
Autobiography of Chagall provides rare glimpse into the mind of the Russian artist.

Writing in the early 1920s, "My Life" is a poetic autobiography in which Chagall tries to reconcile with his difficult childhood and early adult life in the Russian Empire. Wednesday (6) marks the 129th anniversary of the birth of the modernist painter.



Marc Chagall was born in a poor and traditional Jewish family on July 6, 1887, in Vitebsk (Belarus in the current). During his childhood and youth, anti-Semitism and pogroms (mass acts of violence against Jews, Protestants, Slavs and other ethnic minorities) were common in the Russian Empire. In "My Life," which was written in the early 1920s, the artist provides a brief look at his life in Russia.

Chagall shared many pleasant memories and there are interesting historical accounts of his childhood, including when the Tsar Nikolai II visited Vitebsk to evaluate the regiments that were about to move to the Far East in order to fight in the Russo-Japanese War. "Rows of boys, excited and sleepy, were found along the way, and followed in long queues by the snow-covered fields," described Chagall.

After waiting for hours with snow up to the ankles, the boys saw the train carrying the entourage. By far, he managed to catch sight of the tsar, who looked "very pale".



 "About the city" Source: Tretyakov Gallery

At 19, Chagall moved to St. Petersburg, where he was student of the famous Russian artist Leon Bakst. At the time, facing a real financial battle and could only afford to rent half a room. On one passage of the book, he describes the day he witnessed a roommate drunk pointing the knife at his wife in an attempt to force her to have sex with him.

"I realized then that in Russia, the Jews are not the only ones who do not have the right to live, but also many Russians, crammed like lice in the hair," he wrote.

The artist was relieved to experience more freedom after moving to Paris in 1910. But although he was happy in the French capital, Chagall longed to return to Russia. Still, his love for the works of European artists kept him in France. After a visit to the Louvre, which already exhibited works Manet, Delacroix and Courbet, Chagall "did not want anything else."

"Here in the Louvre (...) I understood why I could not ally me to Russia and Russian art," he said. "For my own speech is foreign to them."

Back to Russia

In the book, Chagall also describes meeting his future wife, Bella Rosenfeld.

"Your silence is mine, your eyes are mine," he wrote. "It's as if she knew all about my childhood, my present, my future, as if he could see through me."



Marc Chagall and Bella in August 1934 in Paris Photo: Getty Images

In 1914, Chagall returned to Vitebsk to marry Bella. What would be a short visit turned into a stay of eight years, since the outbreak of the First World War forced the artist to remain in Russia.

Over the following years, he became famous throughout the country, and his works were exhibited in Moscow and St. Petersburg.

After the Bolshevik Revolution, Chagall took of Arts Commissioner paper to Vitebsk and founded the College of Arts in the city. Later, he moved to Moscow with his wife, but had little professional success. Facing poverty and a hard life in the Soviet Union, called for an exit visa in 1921. He began writing his memoirs while waiting for permission to return to France.



Russian roots of Chanel No. 5

Despite the difficulties in Russia and discrimination faced Chagall in his autobiography it is clear that he did not harbored a negative image on Russia. His biggest attachment, of course, was his hometown Vitebsk.

The book ends with his last final thoughts before departing for Paris. "And maybe Europe go love me, and with it, my Russia," he wrote.

Nine decades later, Marc Chagall is fondly remembered in Europe as one of the great artists of the 20th century, and also in Russia, which now wishes to rescue the memory of one of its prodigal sons.









-- árabe via tradutor do google

السيرة الذاتية لشاغال توفر لمحة نادرة في ذهن الفنان الروسي.

الكتابة في 1920s في وقت مبكر، "حياتي" هو السيرة الذاتية الشعرية التي شاغال يحاول التصالح مع طفولته صعبة وحياة الكبار في وقت مبكر من الإمبراطورية الروسية. الأربعاء (6) الذكرى السنوية 129th من ولادة الرسام الحداثي.



ولد مارك شاغال في عائلة يهودية فقيرة والتقليدية في 6 يوليو 1887، في فيتيبسك (روسيا البيضاء في التيار). خلال طفولته وشبابه، ومعاداة السامية والمذابح (الأفعال الجماعية لأعمال العنف ضد اليهود والبروتستانت والسلاف والأقليات العرقية الأخرى) كانت شائعة في الإمبراطورية الروسية. في "حياتي"، الذي كتب في 1920s في وقت مبكر، ويقدم الفنان نظرة سريعة على حياته في روسيا.

شاغال المشتركة العديد من ذكريات سعيدة وهناك حسابات تاريخية مثيرة للاهتمام من طفولته، بما في ذلك عندما زار القيصر نيكولاي الثاني فيتبسك لتقييم أفواج التي كانت على وشك الانتقال إلى الشرق الأقصى من أجل قتال في الحرب الروسية اليابانية. "الصفوف من الأولاد، متحمس والنعاس وجدت، على طول الطريق، وجاء في طوابير طويلة من المجالات التي تغطيها الثلوج"، ووصف شاغال.

بعد انتظار لعدة ساعات مع الثلوج يصل إلى الكعبين، ورأى الأولاد قطار يحمل الوفد المرافق. حتى الآن، تمكن من اللحاق مرأى من القيصر، الذي بدا "شاحب جدا".



 "حول المدينة" المصدر: معرض تريتياكوف

في 19، وانتقل شاغال الى سان بطرسبرج، حيث كان الطالب الفنان الروسي الشهير ليون باكست. في الوقت الذي يواجه معركة مالية حقيقية، ويمكن أن تحمل فقط لاستئجار نصف الغرفة. في أحد المقاطع من الكتاب، يصف اليوم الذي شهد حالة سكر الحجرة مشيرا السكين في زوجته في محاولة لإجبارها على ممارسة الجنس معه.

"أدركت بعد ذلك أن في روسيا واليهود ليسوا الوحيدين الذين ليس لديهم الحق في العيش، ولكن أيضا العديد من الروس مكتظة مثل القمل في الشعر"، كما كتب.

أعفي الفنان لتجربة المزيد من الحرية بعد انتقاله إلى باريس في عام 1910. ولكن على الرغم من انه كان سعيدا في العاصمة الفرنسية، يتوق شاغال في العودة إلى روسيا. لا يزال، وحبه لأعمال الفنانين الأوروبيين أبقته في فرنسا. بعد زيارة لمتحف اللوفر، التي عرضت بالفعل أعمال مانيه، ديلاكروا وكوربيه، شاغال "لا يريد أي شيء آخر."

"هنا في متحف اللوفر (...) فهمت لماذا أنا لا يمكن أن يتحالف لي أن روسيا والفن الروسي"، قال. "لخطاب بلدي هو أجنبي لهم."

العودة إلى روسيا

في الكتاب، يصف شاغال أيضا لقاء زوجته في المستقبل، بيلا روزنفيلد.

"صمتك هو لي، عيناك لي"، كما كتب. "انه كما لو أنها تعرف كل شيء عن طفولتي، يا الحاضر، مستقبلي، كما لو أنه يمكن أن نرى من خلال لي."



مارك شاغال وبيلا في أغسطس 1934 في باريس صور: غيتي

في عام 1914، عاد شاغال إلى فيتبسك على الزواج بيلا. ما يمكن أن يكون في زيارة قصيرة تحولت إلى إقامة ثماني سنوات، منذ اندلاع الحرب العالمية الأولى اضطر الفنان أن يبقى في روسيا.

على مدى السنوات التالية، أصبح مشهورة في جميع أنحاء البلاد، وعرضت أعماله في موسكو وسان بطرسبرغ.

بعد الثورة البلشفية، تولى شاغال من الورق المفوض الفنون إلى فيتبسك وتأسست كلية الفنون في المدينة. وفي وقت لاحق، انتقل إلى موسكو مع زوجته، ولكن كان القليل من النجاح المهني. تواجه الفقر والحياة الصعبة في الاتحاد السوفياتي، ودعا للحصول على تأشيرة خروج في عام 1921. وقال انه بدأ كتابة مذكراته أثناء انتظار للحصول على إذن للعودة إلى فرنسا.



جذور الروسية من شانيل رقم 5

وعلى الرغم من الصعوبات التي واجهت في روسيا والتمييز شاغال في سيرته الذاتية أنه من الواضح أنه لم يكن يضمر صورة سلبية على روسيا. صاحب أكبر مرفق، وبطبيعة الحال، كان مسقط رأسه فيتبسك.

وينتهي الكتاب مع آخر أفكاره الأخيرة قبل مغادرته إلى باريس. "، وربما أوروبا ذهاب تحبني، ومعها، يا روسيا"، كما كتب.

بعد تسعة عقود من الزمن، ويتذكر باعتزاز مارك شاغال في أوروبا واحدا من أعظم الفنانين من القرن 20th، وأيضا في روسيا، التي ترغب الآن لانقاذ ذكرى أحد أبنائها الضال.


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