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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

The Rhineland Open-Air Museum Kommern. --- Passado e presente no Museu ao Ar Livre de Kommern, Alemanha.

Many open-air museums in Germany try to reconstruct daily life in the past as it once used to be. But in Kommern, it's not just about the maintenance of ancient monuments but also about an appreciation of the present.



1 A tavern inside an old farmhouse

When the ope- air museum of Kommern opened in 1961, ethnologists were focused on trying to save ancient buildings from demolition by rebuilding there. Nowadays, Kommern also highlights the era during which the museum itself came into being. The "Marketplace Rhineland" section of the museum shows how old farm houses, like the one once belonging to the Watteler family, transitioned into pubs.


Prefabricated houses

During Germany's so-called economic miracle, urban life started to have an influence on the villages of the Rhineland. This 1965 prefabricated house once stood in the town of Stommelerbusch. Such prefabs gained in popularity because they could easily be set up anywhere. This particular house by the company "Quelle" first needed to be cleared of asbestos before being transferred to the museum.


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Furniture that can suddenly be replaced

As the living room of the "Quelle" prefab shows, furniture could be easily replaced from the 1960s onwards. Museum director Josef Mangold says that in the 60s, "regional characteristics basically began disappearing, giving room to national, and even international, styles. The best example of that is the Swedish furniture house, Ikea."


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Collecting antique items

The Rhineland Open-Air Museum Kommern is also a place to preserve local folklore. Not only does it conserve buildings and furniture, but it also collects items of daily life, chiefly of the postwar era. Finding furniture and toys of past centuries is proving to be a lot harder - and more expensive. Acquiring the House Kessenich of 1616 certainly didn't come cheap.


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The gameboy is already a museum item

The numerous items of daily life are kept in huge storage rooms at the open-air museum, waiting to be used for special exhibits. Ethnologist Raphael Thörmer has discovered a box with computer games of the 1980s in a toy collector's shop, which are now featured at the exhibition, "Kinderträume" ('Children's Dreams').

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Free-range chickens and geese

The Kommern museum was ahead of its time when it opened in the early 1960s, as it already attempted to showcase not just buildings, but entire structures in context, highlighting the particular characteristics of regions and subregions, for example rural life in the Westerwald province. Animals and their homes, from stables to coops, are also featured.


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The Kommern Pig

The Rhineland Open-Air Museum in Kommern has joined efforts with the University of Giessen in reviving entire races of farm animals, including a particular pig race. Now referred to as the "Kommern pig," these pigs stand out for having a black head and behind. If they are born without these characteristic markings, the pigs will unfortunately be slaughtered sooner than their pure-breed friends.


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The museum's oldest house

Each building cluster in the museum is dedicated to a particular region of the Rhineland, such as the Eifel or the Westerwald. The museum's oldest edifice can be found in the cluster representing the Lower Rhine region. It is a granary from the 15th century that once stood in the village of Lürrip close to the town of Jülich. It was particularly tall so thieves would refrain from stealing corn.




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Learning from history

Since 2006, a permanent exhibit called "Wir Rheinländer" ('We Rhinelanders') keeps drawing crowds, showing how politics left a decisive mark on daily life in the Rhineland and the development of the region. Visitors get to experience life in the fictitious town of Rhenania from 1794 to 1955 - from the French occupation under Napoleon to Germany's reconstruction efforts after World War II.



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Preserving the past for the future

Since the 1990s, the museum also presents historical reenactments. Members of the museum staff play roles, like that of the farmer's wife "Anna Ippendorf," who tells the audience about her daily chores while cutting vegetables. Nowadays the staff are filmed while sharing these stories so future audiences yet to be born can still get to listen to them one day.







Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

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--br via tradutor do google
Passado e presente no Museu ao Ar Livre de Kommern
Muitos museus na Alemanha tentam reconstruir o cotidiano de tempos passados. Em Kommern, na Renânia, não se trata só da manutenção de monumentos antigos, mas de apresentar estruturas habtacionais inteiras em contexto.


1

De fazenda a taverna

Quando o Museu Renano ao ar livre foi inaugurado em Kommern, em 1961, os etnólogos se concentravam em salvar antigos edifícios do desaparecimento, reconstruindo-os no local. Hoje, Kommern também destaca a época de seu próprio surgimento. A seção "Mercado Renânia" mostra como antigas casas de fazenda, como esta que pertencia à família Watteler, eram transformadas em tavernas.


2

Casa pré-fabricada

Durante o assim chamado milagre econômico alemão, a vida urbana começou a influenciar vilarejos na região da Renânia. Casas pré-fabricadas ganharam popularidade, por poderem ser facilmente instaladas em qualquer lugar. Esta, de 1965, da companhia Quelle, estava antes na cidade de Stommelerbusch. O amianto teve que ser retirando antes que fosse transferida para o museu.


3

Mobiliário substituível

A foto mostra uma sala de estar dos anos 1960 numa casa pré-fabricada da firma Quelle. A partir dessa década, o mobiliário se tornou cada vez mais impessoal. O diretor do museu, Josef Mangold, comenta que nesse período "as características regionais começaram a desaparecer, dando lugar até mesmo a estilos internacionais. O melhor exemplo disso é a empresa sueca de móveis Ikea".


4

Objetos antigos

O Museu Renano ao Ar Livre de Kommern é também um lugar para preservar o folclore local. A instituição não conserva somente construções e mobiliário, mas também itens da vida cotidiana, principalmente do pós-guerra. Encontrar móveis e objetos de séculos passados, como para a casa Kessenich, datada de 1616, certamente não foi uma tarefa fácil nem barata.


5

Game Boy já é peça de museu

Muitos objetos do cotidiano estão armazenados em grandes depósitos na área do museu, de onde são retirados para exposições temáticas. O etnólogo Raphael Thörmer descobriu uma caixa com jogos de computador dos anos 1980 numa loja para colecionadores de brinquedos. Tais objetos estão sendo exibidos agora na mostra "Sonhos de criança".


6

Gansos e galinhas caipiras

Quando abriu as portas, no início da década de 1960, o museu de Kommern estava à frente de seu tempo ao tentar mostrar não somente edifícios, mas estruturas inteiras em contexto e destacar características particulares de regiões e sub-regiões, como, por exemplo, a vida rural na área de Westerwald. Ali é comum a existência de edifícios soltos no terreno. Os animais também fazem parte da mostra.


7

O porco de Kommern

O Museu ao Ar Livre se aliou à Universidade de Giessen para ressuscitar antigas raças de animais de fazenda, incluindo um tipo de porco em particular. Agora ele se chama porco de Kommern, com as típicas cabeça e parte traseira pretas. Se eles nascem sem essas características, os suínos infelizmente são abatidos mais cedo que seus companheiros de raça pura.


8

Prédio mais antigo

No museu, cada grupo de edifícios é dedicado a uma região da Renânia, como o Eifel ou Westerwald. O prédio mais antigo da instituição pode ser visto no grupo que representa a região do Baixo Reno. Trata-se de um celeiro do século 15, que antes se encontrava no vilarejo de Lürrip, perto da cidade de Jülich. Os grãos eram depositados a grande altura para impedri a ação dos ladrões.


9

Aprendendo com a história

Desde 2006, uma mostra permanente chamada "Nós, renanos" continua a atrair multidões, demonstrando como a política deixou uma marca decisiva no cotidiano da Renânia e no desenvolvimento da região. Os visitantes podem vivenciar numa cidade renana fictícia o período entre 1794 e 1955 – da ocupação pelas tropas de Napoleão até a reconstrução da Alemanha após a Segunda Guerra.

10

Preservar o passado para o futuro

Desde a década de 1990, o museu também apresenta reconstituições históricas. Membros da equipe desempenham papéis, como o da esposa de agricultor Anna Ippendorf. Enquanto corta legumes, ela explica aos expectadores suas tarefas diárias. Os atores são filmados para que um público que ainda está para nascer possa um dia também escutar suas histórias.








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