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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Cultura brasileira: CANDOMBLÉ - Prêmio reconhece atuação de jovens líderes de religiões de matriz africana. --- Brazilian culture: Candomblé - Award recognizes work of young leaders of religions of African origin.

O Prêmio O e Mim , que no idioma iorubá significa machado sagrado, será entregue hoje (5) a 12 jovens líderes de religiões de matriz africana do Rio de Janeiro. A iniciativa foi criada no final do ano passado pelo Coletivo O e Mim.

Os 12 agentes da cultura e religiosidade de matriz africana serão premiados nas categorias promoção da cultura, manutenção do patrimônio, proteção dos direitos, respeito entre as religiões, serviço de assistência e ações de sustentabilidade, mídia e comunicação, e combate ao racismo. Serão concedidas também menções honrosas a mais de 20 pessoas.

Segundo a superintendente de Igualdade Racial da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Mara Ribeiro, o objetivo da premiação é “fortalecer cada vez mais a cultura e a identidade das religiões de matriz africana”, que também integra o coletivo.

Os paraninfos da cerimônica são lideranças religiosas renomadas, como Mãe Beata de Yemonjá, Mãe Mabeji e Pai Bira de Xango. De acordo com a superintendente, a ideia é que os novos líderes recebam das lideranças mais velhas o “bastão de tocar a religião com a responsabilidade de manutenção dessa identidade e da cultura das matrizes africanas”

Para 2017, um dos projetos é a abertura de um edital para estender a premiação a entidades e lideranças afro-religiosas de outros estados, conforme Mara Ribeiro.

A solenidade será realizada no Salão Histórico do Tribunal do Júri, no Museu da Justiça do Rio de Janeiro, no centro da cidade. O Coletivo O e Mim tem entre seus organizadores Ilé A é Efón – Babalori a Elias d’ Iansã, Ilé A é Oiyá Iyá Mí – Iyalori a Rita d’ Oiyá, Ilé A é Oiyá Tolore Osun – Iyalori a Neném d’ Iansã e Ilé A é Omin Odara – Babalori a Carlinhos d’ O aguian.

Intolerância

O babalorixá João de Airá, do terreiro Ilé A é Onite Oba Nla Ibonan, de Santa Cruz da Serra, município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, é um dos 12 primeiros premiados. Para o babalorixá, o prêmio é o “reconhecimento da minha religiosidade, em uma religião de matriz africana, no momento tão importante que nós estamos atravessando, com todas as perseguições de intolerância religiosa. Esse Prêmio O e Mim representa a unificação de todo o povo de matriz africana, porque o machado duplo de Xangô significa a força, a união, a resistência. E o candomblé é uma religião de resistência”.

João de Airá, que está há 38 anos no candomblé, disse ter sofrido preconceito ao longo da vida. De acordo com ele, os integrantes do candomblé agora resolveram deixar dos muros dos terreiros e mostrar a força, “o nosso a é. Nós estamos buscando é isso: a unificação de todo o povo de matriz africana”.





Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://istoe.com.br/premio-reconhece-atuacao-de-jovens-lideres-de-religioes-de-matriz-africana/

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

O tempo voa, obras de arte são para a eternidade, sem rugas!



















Brazilian culture: Candomblé - Award recognizes work of young leaders of religions of African origin.

O Award and Me, which in Yoruba language means sacred ax, will be delivered today (5) to 12 young leaders of religions of African origin in Rio de Janeiro. The initiative was created late last year by The Collective and Me.

The 12 agents of the African roots of culture and religion will be awarded in the categories promotion of culture, heritage maintenance, rights protection, respect among religions, assistance service and sustainability initiatives, media and communications, and combat racism. They will also be awarded honorable mentions to more than 20 people.

According to the Racial Equality superintendent of the State Department of Social Assistance and Human Rights, Mara Ribeiro, the aim of the awards is "increasingly strengthen the culture and identity of religions of African origin", which also includes the collective.

The paraninfos of cerimônica are renowned religious leaders, as Mother Beata Yemonjá, Mabeji Mother and Father Bira Xango. According to the superintendent, the idea is that the new leaders of the older leaders receive the "baton touching religion with the responsibility of maintaining this identity and culture of African origin"

For 2017, one of the projects is the opening of a notice to extend the award to entities and african-religious leaders of other states, as Mara Ribeiro.

The ceremony will be held in the jury of the History Hall, the Museum of Justice of Rio de Janeiro, in the city center. The Collective O and Me has among its Ilé The organizers is Efon - Babalori Elijah d 'Iansa, Ilé A is Oiyá Iyá Lo - Iyalori Rita d' Oiyá, Ilé A is Oiyá Tolore Osun - Iyalori the Neném d 'Iansã and Ilé a is Omin Odara - Babalori Carlinhos d 'the aguian.

Intolerance

John's Ahira babalorixá, the yard is Ilé The Onite Oba Nla Ibonan, Santa Cruz de la Sierra, Duque de Caxias municipality, in the Baixada Fluminense is one of the first 12 winners. For babalorixá, the award is "recognition of my religion, a religion of African origin, at the moment so important that we are going through, with all the religious intolerance of persecution. This Award and The Me is the unification of all the people of African origin, because the double ax of Shango means strength, unity, strength. And Candomblé is a resistance of religion. "

John Ahira, which is 38 years in Candomblé, said he suffered prejudice lifelong. According to him, the Candomblé members now decided to leave the walls of the terraces and show the strength, "our the is. We are looking for is this: the unification of all of African origin people. "

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