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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Architect Lucy Nassar Ferreira, designs textile museum for Americana, São Paulo, Brazil. --- Arquiteta Lucy Nassar Ferreira, projeta museu têxtil para Americana, São Paulo, Brasil.

Idealized space would have the function of telling the history of the city through this industrial segment

Arquiteta Lucy Nassar Ferreira


Even today, many Americans are proud to say that they live in "Princesa Tecelà," a nickname that the municipality gained in the mid-20th century because of its vocation for the textile industry, expressed in its hundreds of factories that produced tons of products that ended Being shipped throughout the country and even exported.

But will the future generations know the motives of this nickname so far in the past? It was in thinking that the architect Lucy Nassar Ferreira Leite designed a textile museum, a place that would have the function of telling the story of Americana through this industrial segment. "More than a museum, it would be a place for exhibitions, conferences, qualification, fashion, a place of business," says Lucy, who has been working on the project for nearly ten years.

The project began in 2007, following a request from current industrial mayor Omar Najar (PMD), and has since been introduced to other local entrepreneurs, who have refused to help because of the strong economic crisis.

By the original design, the museum was to function in an area of ​​1500 m2 in the Fidam (American Industrial Fair). In the space would be used exhibitor panels, floor in different standards and information on the history of the development of this industry throughout the centuries. "In 2007, I depended on the approval of Fidam's director, who became ill and did not even know about the project." In 2008, I introduced him to eight large American textile companies, many of them multinational companies. Its directors greatly appreciated the project, but there was no response due to the global economic crisis. I battled for this project alone, "laments Lucy.

The architect does not have an exact amount to put the museum in operation, but believes that this amount can vary since it still depends on some adjustments. "It would be necessary to make a small contribution that would depend on the investors to organize this work, because to formalize the cost, it would be necessary to define exactly its functional program and consult several professionals. With professionals who know the bureaucratic ways could contribute ", he explains.

But the result would be very worthwhile, according to Lucy, who draws attention to the importance of Education in a city with American history. "An autonomous and healthy society is made in education, economic conquest is its reflection. The first world keeps the living memory of its people, because it is the only safe way to the future. And the future, "reinforces the architect, who vows to continue the struggle for her dream, anchored also in the interests of the population.

"It takes love and respect for the legacy of Americana, of wanting to perpetuate its past looking to the future, and fundamentally the participation of the population in the contribution of documents that tell our textile history." The fight continues for the architect.






fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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Arquiteta Lucy Nassar Ferreira, projeta museu têxtil para Americana, São Paulo, Brasil.

Espaço idealizado  teria a função de contar a história da cidade por meio desse segmento industrial

Ainda hoje, muitos americanenses se orgulham de dizer que moram na "Princesa Tecelà", apelido que o município ganhou em meados do século 20 em razão de sua vocação para a indústria têxtil, expressa em suas centenas de fábricas que produziam toneladas de produtos que acabavam sendo enviados para todo o País e até exportados.

Mas será que as futuras gerações vào saber os motivos desse apelido tào ostentado no passado? Foi pensando nisso que a arquiteta Lucy Nassar Ferreira Leite projetou um museu têxtil, local que teria a função de contar a história de Americana através desse segmento industrial. "Mais que um museu, seria um lugar de exposições, conferências, qualificação, moda, um lugar de negócios", ressalta Lucy, que trabalha no projeto há quase dez anos.

O projeto teve início em 2007, após um pedido do industrial atual prefeito Omar Najar (PMD), e desde então foi sendo apresentado a outros empresários locais, que acabaram se negando a ajudar em razão da forte crise econômica.

Pelo projeto original, o museu deveria funcionar em uma área de 1500 m2 na Fidam (Feira Industrial de Americana). No espaço seriam usados painéis expositores, piso em diferentes padrões e informações sobre a história do desenvolvimento dessa indústria ao longo dos séculos. "Em 2007, eu dependia da aprovação do diretor da Fidam, o qual ficou doente e nem chegou a conhecer o projeto. Nisso esqueceram dele. Em 2008 fui apresentá-lo a oito grandes empresas têxteis de Americana, muitas delas, multinacionais do setor. Seus diretores apreciaram muito o projeto, mas não houve resposta, devido à crise econômica mundial. Batalho por este projeto sozinha", lamenta Lucy.

A arquiteta nào tem um valor exato para colocar o museu em funcionamento, mas acredita que essa verba pode variar já que ainda depende de alguns ajustes. "Seria necessário um pequeno aporte que dependeria dos investidores para organizar esta empreitada, pois para formalizar o custo, seria necessário definir com exatidão seu programa funcional e consultar vários profissionais. Feito isso, teríamos que fazer um projeto de financiamento ao governo federal, onde a prefeitura com profissionais conhecedores dos caminhos burocráticos poderia contribuir", detalha.

Mas o resultado valeria muito a pena, segundo Lucy, que chama atenção para a importância da Educação numa cidade com a história de Americana. "Uma sociedade autônoma e saudável se faz na educação, a conquista econômica é seu reflexo. O primeiro mundo mantém a memória viva de seu povo, pois é o único caminho seguro rumo ao futuro. Nào se pode romper o diálogo do passado com o presente e o futuro", reforça a arquiteta, que jura continuar na luta pelo seu sonho, ancorado também no interesse da população.

"É preciso amor e respeito ao legado de Americana, de querer perpetuar seu passado olhando para o futuro. E, fundamentalmente a participação da população na contribuição de documentos que contam a nossa história têxtil". A luta continua para a arquiteta.

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