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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Dead for more than 2 centuries, they are exhibited and can be seen in Danish museums such as Vejle Museum, Moesgaard Museum and Museum Silkeborg. --- Mortos há mais de 2 séculos, estão expostos e podem ser observados em museus dinamarqueses, como Vejle Museum, Moesgaard Museum e Museum Silkeborg.

The mystery of the bodies of more than 2 thousand years found in swamps of Denmark


Nobody can explain why, but bodies and bodies are found many years ago in the marshes of Denmark. And it's not just any kind of corpse we're talking about: the bodies found in the Danish marshes (and other European regions such as Ireland and Poland) are over 2,000 years old and are completely preserved!

Archaeologists around the world believe that the bodies found are victims of religious sacrifices of the Iron Age, which began around 1200 BC, in regions that today comprise the territories of Asia and Europe.

According to experts, it is possible that these people were killed and delicately deposited in the bottom of the swamps of Denmark as an offering to the gods (which was not very rare at this time, even with humans).

There is another stream of researchers who believe that the bodies of more than 2,000 years found in these swamps were of criminals, immigrants or travelers, but the marks of the brutal death that the victims exhibit leave the subject more confused. Some of the corpses have forked marks, ropes around the necks and cut throats.


Why are they in the swamps of Denmark?

But as little is known about the Iron Age in Denmark, it seems that the mystery will extend for some more time. According to the experts themselves, there was no local language at the time and almost no document written by the Greeks and Romans was preserved.

However, one thing is known about the period: most people were cremated. That is why the swamp bodies of Denmark are so mysterious to archaeologists, since it is difficult to specify why they had such a different fate.

Corpses intact

But, not everything is inexplicable in this case. According to experts, bodies are so well preserved because of the water composition of the Danish marshes. They explain that the acids produced by moss are quite present in this ecosystem and would have helped to break down the decomposition.

The case of the Tollund Man, for example, is one of the most impressive. He was hanged and deposited in the mud 2,400 years ago, but he still preserves the rope hanging around his neck, and on his face there are traces of beard


By the time he was found in 1950, the Danish authorities even thought that the body was a missing boy. Interesting, is not it?

Other corpses rescued from the swamps of Denmark also impress for preservation. There are men and women who have been raped and killed more than 2 centuries ago and who still have their hair intact and a good body part preserved, as you can see in the pictures.

Dead for more than 2 centuries, they are exhibited and can be seen in Danish museums such as Vejle Museum, Moesgaard Museum and Museum Silkeborg.






Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.


Vamos compartilhar.












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Mortos há mais de 2 séculos, estão expostos e podem ser observados em museus dinamarqueses, como Vejle Museum, Moesgaard Museum e Museum Silkeborg.

O mistério dos corpos de mais de 2 mil anos achados em pântanos da Dinamarca

Nnguém sabe explicar bem porque, mas corpos e mais corpos são encontrados, há muitos anos, nos pântanos da Dinamarca. E não é de qualquer tipo de cadáver que estamos falando: os corpos encontrados nos brejos dinamarqueses (e de outras regiões da Europa, como Irlanda e Polônia) têm mais de 2 mil anos e estão completamente preservados!

Arqueólogos ao redor do mundo acreditam que os corpos encontrados se tratam de vítimas de sacrifícios religiosos da Idade do Ferro, período que teve início por volta do ano 1.200 a.C, em regiões que hoje compreendem os territórios da Ásia e da Europa.

Segundo os especialistas, é possível que essas pessoas tenham sido mortas e delicadamente depositadas no fundo dos pântanos da Dinamarca como oferenda aos deuses (o que não era muito raro nessa época, mesmo com relação aos humanos).

Há uma outra corrente de pesquisadores que acredita que os corpos de mais de 2 mil anos encontrados nesses brejos eram de criminosos, imigrantes ou viajantes, mas as marcas da morte brutal que as vítimas exibem deixam o assunto mais confuso. Alguns dos cadáveres contam com marcas de forca, cordas ao redor dos pescoços e gargantas cortadas.

Por que estão nos pântanos da Dinamarca?

Mas, como pouco se sabe sobre a Idade do Ferro na Dinamarca, parece que o mistério vai se estender por mais algum tempo. Conforme os próprios especialistas, não havia uma língua local nessa época e quase nenhum documento escrito por gregos e romanos foram preservados.

Porém, uma coisa se sabe sobre o período: a maioria das pessoas era cremada. É por isso que os corpos dos pântanos da Dinamarca são tão misteriosos para os arqueólogos, uma vez que é difícil especificar porque tiveram um destino tão diferente.

Cadáveres intactos

Mas, nem tudo é inexplicável neste caso. Conforme especialistas, os corpos estão tão conservados por causa da composição da água dos pântanos dinamarqueses. Eles explicam que os ácidos produzidos pelo musgo estão bastante presente nesse ecossistema e teriam ajudado a interromper a decomposição.

O caso do Homem de Tollund, por exemplo, é um dos mais impressionantes. Ele foi enforcado e depositado na lama há 2.400 anos, mas de tão preservado ainda conserva a corda do enforcamento em volta do pescoço e, em seu rosto, existem vestígios de barba

Na época em que ele foi encontrado, em 1950, as autoridades dinamarquesas chegaram a pensar que o corpo se tratava de um menino desaparecido. Interessante, não?

Outros cadáveres resgatados dos pântanos da Dinamarca também impressionam pela preservação. Há homens e mulheres que foram violentados e mortos há mais de 2 séculos e que ainda têm os cabelos intactos e boa parte do corpo conservada, como você pode ver nas fotos. 

Mortos há mais de 2 séculos, estão expostos e podem ser observados em museus dinamarqueses, como Vejle Museum, Moesgaard Museum e Museum Silkeborg.

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