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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Opening of three new cultural centers in 2017 consecrates Paulista Avenue as the main cultural center of São Paulo, Brazil. --- Abertura de três novos centros culturais em 2017 consagra a avenida Paulista como principal eixo cultural de São Paulo, Brasil.

In 2017, after investing almost R $ 300 million, three giants will emerge on Avenida Paulista and consolidate a change of profile of the postcard: from commercial and financial center to the axis of the arts of São Paulo.

Project of the Japan House building,
at number 52 of Paulista. Photo: Disclosure.




Three cultural centers will open their doors at both ends of the road in the second half, which will transform the address into the main cultural corridor of the capital. Japan House, the new Sesc Paulista and the Moreira Salles Paulista Institute, all with bold architectural designs, designed to house exhibitions, cinemas, theaters, libraries and restaurants in vertical structures.

All these initiatives are joined by Dean Masp, Lina Bo Bardi, Casa das Rosas, Itaú Cultural, Fiesp Cultural Center, bookstores, theaters and 54 movie theaters.

"Paulista was already being designed as the great cultural axis of São Paulo," says Flávio Pinheiro, superintendent of Instituto Moreira Salles. "The presence of these three buildings consolidates this.

"For Marcello Dantas, director of programming at Japan House, an ambitious Japanese Ministry of Foreign Affairs project that will reconcile art, technology and business in a building designed by the Japanese architect Kengo Kuma, the avenue" is undergoing a process of re-signification and revaluation. "

"With the three institutions, São Paulo wins its creative plaza, its museum island, as it exists in cities like New York and Berlin."

Boulevard

As a result, Paulista wins at least 15 new exhibitions a year, spread across the three institutions, as well as more than a hundred events, including seminars, workshops, shows and concerts, and a probable boulevard.

That's because Sesc Paulista and Itaú Cultural, neighboring buildings, each on the corner of Leôncio de Carvalho Street, proposed to the city government the closing of part of the road for the creation of a sidewalk with lighting and urban furniture. The project, already endorsed by some secretariats, will be presented to the future mayor João Doria (PSDB).

"We want to promote the animation of this space, respecting its current uses, leisure and contemplation of the population," explains Danilo Santos de Miranda, director of Sesc São Paulo, whose new unit will have 15 floors and a rooftop restaurant overlooking The avenue.

The building already housed SESC headquarters, but was closed since 2010 for renovation. It reopens now as Paulista unit, with halls of shows, exhibition space and equipment that accompany the Sesc, except the gym and the swimming pool. The unit will have activities focused on body and technology.

"We are going to propose the formation of a group or a network of Paulista entities so that we can defend the non-real interests, neither financial nor of gentrification, but of culture as a piece of improvement and transformation of the city," says Miranda.

Hall

According to Lorenzo Mammì, IMS Paulista's chief programming coordinator, the avenue is becoming a corridor not only of culture but also of social practices. To this second point, the projects of IMS and Japan House pay special tribute. In both cases, the ground floors of the buildings form squares contiguous with the sidewalk.

Since the Paulista opened only for pedestrians on Sundays, the permeability between public and private space has become desirable. "The building brings the street inside the institute. The challenge is to deal with the transformation of the avenue and to be a more active space," says Mammì.

Paulista, fun and art

Opening of three new cultural centers in 2017 consecrates Paulista Avenue as the main cultural axis of São Paulo.

Opening of three new cultural centers in 2017 consecrates Paulista Avenue as the main cultural axis of São Paulo.


Japan House
Project of the Japan House building, at number 52 of Paulista. Photo: Disclosure.


What it is: First of three units that the Foreign Ministry of Japan will build in the world to disseminate the image of contemporary Japan, focusing on culture, technology and business. The space will include exhibitions, lectures, performances and events, as well as a library and Japanese restaurant.

Project: Kengo Kuma and FGMF Architects.
Area: 2,500 m².
Inauguration: 2nd half of 2017.
Investment: R$ 100 million.



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Moreira Salles Paulista Institute



Instituto Moreira Salles project, at number 
2,424 in Paulista. Photo: Disclosure.


What it is: Cultural Center of IMS in São Paulo, with seven floors, all with double right foot, where will be held exhibitions, classes and workshops. The space also houses a cineteatro, a library specialized in photography (with 10 thousand items and free courses), a bookstore and a café-restaurant.
Project: Andrade Morettin Architects.
Area: 6,082 m2.
Inauguration: July 2017.
Investment: R$ 80 million.


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Sesc Paulista
Project of Sesc Paulista, at the time of number 125 of Paulista. Photo: Disclosure.

What is:
Former headquarters of Sesc and the Federation of Commerce, the building has been undergoing renovation since 2010 and will house a new Sesc unit with showrooms, cultural workshops and exhibition space focusing on art, body and technology, as well as reading and An area to eat on the roof Project: Königsberger Vannucchi.
Area: 15,807 m².
Inauguration: 2nd half of 2017.
Investment: R$ 100 million.

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Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.















--br

Abertura de três novos centros culturais em 2017 consagra a avenida Paulista como principal eixo cultural de São Paulo, Brasil.

Em 2017, após investimento de quase R$ 300 milhões, três gigantes vão despontar na avenida Paulista e consolidar uma mudança de perfil do cartão-postal: de centro comercial e financeiro para eixo das artes de São Paulo.

Três centros culturais abrirão suas portas nos dois extremos da via no segundo semestre, o que transformará o endereço no principal corredor cultural da capital. Estreiam ali a Japan House, o novo Sesc Paulista e o Instituto Moreira Salles Paulista, todos com projetos arquitetônicos arrojados, pensados para abrigar exposições, cinemas, teatros, bibliotecas e restaurantes em estruturas verticais.

Todas essas iniciativas se juntam ao decano Masp, de Lina Bo Bardi, à Casa das Rosas, ao Itaú Cultural, ao Centro Cultural Fiesp, a livrarias, teatros e 54 salas de cinema.

"A Paulista já vinha se desenhando como o grande eixo cultural de São Paulo", avalia Flávio Pinheiro, superintentende-executivo do Instituo Moreira Salles. "A presença desses três edifícios consolida isso

" Para Marcello Dantas, diretor de programação da Japan House, ambicioso projeto do Ministério das Relações Exteriores do Japão que conciliará arte, tecnologia e negócios em edifício projetado pelo arquiteto japonês Kengo Kuma, a avenida "está sob um processo de ressignificação e revalorização".

"Poucas cidades do mundo têm essa concentração de equipamentos culturais. Com as três instituições, São Paulo ganha sua praça criativa, sua ilha de museus, como existe em cidades como Nova York e Berlim."

Bulevar

Com isso, a Paulista ganha ao menos 15 novas exposições por ano, espalhadas pelas três instituições, além de mais de uma centena de eventos, entre seminários, oficinas, espetáculos e concertos, e um provável bulevar.

Isso porque Sesc Paulista e Itaú Cultural, edifícios vizinhos, cada um numa esquina da rua Leôncio de Carvalho, propuseram à prefeitura o fechamento de parte da via para a criação de um calçadão com iluminação e mobiliário urbano. O projeto, já avalizado por algumas secretarias, será apresentado ao futuro prefeito João Doria (PSDB).

"Queremos promover a animação deste espaço, respeitando seus usos atuais, para o lazer e a contemplação da população", explica Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo, cuja nova unidade terá 15 andares e um restaurante na cobertura, com vista para a avenida.

O prédio já abrigou a sede do Sesc, mas estava fechado desde 2010 para reforma. Reabre agora como unidade Paulista, com salas de espetáculos, espaço de exposição e os equipamentos que acompanham os Sesc, a não ser o ginásio e a piscina. A unidade terá atividades com foco no corpo e na tecnologia.

"Vamos propor a formação de um grupo ou uma rede de entidades da Paulista para que possamos defender os interesses não imobiliários nem financeiros nem de gentrificação, mas da cultura como peça de melhoria e transformação da cidade", diz Miranda.

Corredor

Segundo Lorenzo Mammì, coordenador-chefe de programação do IMS Paulista, a avenida está virando um corredor não só de cultura mas também de práticas sociais. A este segundo ponto, os projetos do IMS e da Japan House prestam tributo especial. Em ambos os casos, os térreos dos edifícios formam praças contíguas com a calçada.

Desde que a Paulista abriu só para pedestres aos domingos, a permeabilidade entre espaço público e privado passou a ser algo desejável. "O prédio traz a rua para dentro do instituto. O desafio é dar conta da transformação da avenida e ser um espaço mais ativo", diz Mammì.


Paulista, diversão e arte

Abertura de três novos centros culturais em 2017 consagra a avenida Paulista como principal eixo cultural de São Paulo.

Abertura de três novos centros culturais em 2017 consagra a avenida Paulista como principal eixo cultural de São Paulo.

Japan House
Projeto do edifício Japan House, na altura do número 52 da Paulista. Foto: Divulgação.

O que é: Primeira de três unidades que o Ministério das Relações Exteriores do Japão vai construir no mundo para disseminar a imagem do Japão contemporâneo, com foco em cultura, tecnologia e negócios. O espaço terá exposições, palestras, performances e eventos, além de biblioteca e restaurante­café nipônico.

Projeto: Kengo Kuma e FGMF Arquitetos.
Área: 2.500 m².
Inauguração: 2º semestre de 2017.
Investimento: R$ 100 milhões.




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Instituto Moreira Salles Paulista

Projeto do Instituto Moreira Salles, na altura do número 2.424 na Paulista. Foto: Divulgação.

Projeto do Instituto Moreira Salles, na altura do número 2.424 na Paulista. Foto: Divulgação.

O que é: Centro cultural do IMS em São Paulo, com sete andares, todos com pé direito duplo, onde serão realizadas exposições, aulas e oficinas. O espaço abriga ainda um cineteatro, uma biblioteca especializada em fotografia (com 10 mil itens e cursos livres), uma livraria e um café­-restaurante. 

Projeto: Andrade Morettin Arquitetos. 

Área: 6.082 m2. 

Inauguração: julho de 2017. 

Investimento: R$ 80 milhões.




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Sesc Paulista

Projeto do Sesc Paulista, na altura do número 125 da Paulista. Foto: Divulgação.

Projeto do Sesc Paulista, na altura do número 125 da Paulista. Foto: Divulgação.

O que é: 

Ex­ sede do Sesc e da Federação do Comércio, o edifício está em reforma desde 2010 e abrigará uma nova unidade do Sesc com salas de espetáculos, oficinas culturais e espaço para exposições com foco em arte, corpo e tecnologia, além de espaço para leitura e uma área para comer na cobertura Projeto: Königsberger Vannucchi. 

Área: 15.807 m². 

Inauguração: 2º semestre de 2017.

Investimento: R$ 100 milhões.




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Por Fernanda Mena no Cotidiano da Folha de S.Paulo.

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