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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Institute of National Historical and Artistic Heritage (Iphan) of Brazil, completing 80 years with great patrimony. --- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ( Iphan ) do Brasil, completa 80 anos com grande patrimônio.

In 2017, Iphan will deliver more than 700 restoration works in 44 cities, among squares, markets, public walks and bridges. The institute has under its protection 40 registered immaterial goods, 1,262 listed material assets, eight African matrices, 24,000 registered archaeological sites, more than one million items (including the museum collection), about 250,000 bibliographic volumes and vast Documentation.


In these 80 years of activity, 87 urban settlements have been registered (which implies about 80 thousand assets in listed areas and 531 thousand real estate in already defined areas) and three are subject to temporary overturning.

"If Brazil has a face, that face was given by Iphan". Thus, the director of Kátia Bogéa, describes the importance of the organ with the mission of preserving the material and immaterial patrimony of Brazil.

Historic

"In the 1930s, with the arrival of the automobile and hygienic policies, people were looking for progress, industrialization. Those colonial cities would have to give way to the great avenues, then began a mass destruction and a break with this colonial past. It was necessary for an elite of intellectuals to lead this preservation movement. They started a race against time and against destruction. Thus, Iphan was born in this struggle to preserve our memory, "he said.

Throughout its history, national heritage policy has been expanded and is nowadays related to various fields such as urban and environmental management, human and cultural rights, ranging from police and inspection power to education, professional training and research, and international involvement .

Iphan was the first institution to preserve the patrimony of Latin America and today struggles to continue this work. It is present throughout the national territory, with 27 state superintendencies, 26 technical offices, two national parks and five special units and accounts for a range of constitutional attributions.


Valorization of tangible and intangible assets

For her, it is necessary a strategy of education and valuation of the material and immaterial patrimony of the country. "This world we come to now is where you have this massification, this globalization, the human being very linked to the matter, to the artificial things and intelligences that the future is destining us. So this human dimension, our stories, our memories, and all the human trajectory, this collective construction of the human being needs to be valued, "he said.

Kátia explains that Brazil has a cultural diversity that few countries have, but also a low self-esteem. "This asset, in the coming future, is what will differentiate us in this globalized world. We have to raise our self-esteem, we are very much and we are not seeing how much we are. Our politicians have to understand that it is this human dimension that will highlight Brazil out there, "said Katia.

The valorization and occupation of the patrimony, for the president of Iphan, start from a political understanding, a maturation of the population, that necessarily passes through a process of educational formation of understanding of the importance of this asset for the Brazilian population before the world .

Equity needs to be occupied to contribute to the socioeconomic development of the country, is a political and strategic issue facing the world, says the president.

"In countries that have a much older history, historical centers are used as an asset, even because they have nowhere else to grow, so they bring progress and development using heritage, occupying historic cities and meanings and Cultural references that are part of modernity and contemporaneity, "he said, explaining that heritage is a tourist asset and incredible real estate inventory that in Brazil is abandoned.

Partnerships with other institutions

In these areas, Iphan operates and invests resources, either directly, in the form of qualification works, or indirectly, through partnerships with other institutions, in addition to the Program for Accelerating Growth in Historic Cities and Mobility and Urban Accessibility Plans.

On the Iphan page there is a timeline with facts that marked the history of the preservation of cultural heritage in Brazil. The initiative is open to contributions and seeks to promote debate and reflection on memory and cultural heritage.


Village of Carapicuíba.

Located in the metropolitan region of the city of Sào Paulo, Brazil, the Village of Carapicuíba was registered by the Iphan in 1940. This village is a remnant of those founded by Father José de Anchieta in the 16th century to catechize the Indians. The village developed little until the arrival of the tracks of the Sorocabana Railway in 1875. It is the only village of catechesis that survived the interference that the time and the population explosion caused in the other villages and in Sào Paulo de Piratininga itself (present town from Sao Paulo ).

One of the buildings on the site is the Sào Joào Batista Chapel, a missionary construction made of pylon, with a single main altar of the Jesuit style, very simple. Next to it is the House of Culture with a collection of images, sculptures and other indigenous objects.








fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

www.iphan.gov.br/

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.








--br
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ( Iphan ) do Brasil, completa 80 anos com grande patrimônio.

Em 2017, o Iphan vai entregar mais de 700 obras de restauração em 44 cidades, entre praças, mercados, passeios públicos e pontes. O instituto tem sob sua proteção 40 bens imateriais registrados, 1.262 bens materiais tombados, oito terreiros de matrizes africanas, 24 mil sítios arqueológicos cadastrados, mais de um milhão de objetos arrolados (incluindo o acervo museológico), cerca de 250 mil volumes bibliográficos e vasta documentação de arquivo.

Nesses 80 anos de atividade, foram tombados 87 conjuntos urbanos (o que implica em cerca de 80 mil bens em áreas tombadas e 531 mil imóveis em áreas de entorno já delimitadas) e três estão sob tombamento provisório.

“Se o Brasil tem uma cara, essa cara foi dada pelo Iphan”. Assim, a diretora do Kátia Bogéa, descreve a importância do órgão com a missão de preservar o patrimônio material e imaterial do Brasil.

Histórico

“Nos anos 30, com a chegada do automóvel e com as políticas higienistas, as pessoas buscavam o progresso, a industrialização. Aquelas cidades coloniais teriam que dar espaço às grandes avenidas, então começou uma destruição em massa e um rompimento com esse passado colonial. Foi preciso que uma elite de intelectuais liderasse esse movimento de preservação. Começaram uma corrida contra o tempo e contra a destruição. Assim, o Iphan ja nasceu nessa luta de preservar nossa memória”, disse.

Ao longo de sua trajetória, a política nacional de patrimônio foi expandida e se relaciona hoje com diversos campos como gestão urbana e ambiental, direitos humanos e culturais, atuando desde o poder de polícia e fiscalização até a educação, formação profissional e pesquisa e envolvimento internacional.

O Iphan foi a primeira instituição de preservação do patrimônio da América Latina e hoje luta para continuar esse trabalho. Ele está presente em todo o território nacional, com 27 superintendências estaduais, 26 escritórios técnicos, dois parques nacionais e cinco unidades especiais e responde por uma gama de atribuições constitucionais.

Valorização do patrimônio material e imaterial

Para ela, é preciso uma estratégia de educação e valorização do patrimônio material e imaterial do país. “Esse mundo a que chegamos agora é onde você tem essa massificação, essa globalização, o ser humano muito ligado à materia, às coisas e inteligências artificiais que o futuro está nos destinando. Então essa dimensão humana, de nossas histórias, nossas memórias, e toda a trajetória humana, essa construção coletiva do ser humano precisa se valorizada”, disse.

Kátia explica que o Brasil possui uma diversidade cultural que poucos países têm, mas também uma baixa autoestima. “Esse ativo, em um futuro que vai chegando, é o que vai nos diferenciar nesse mundo globalizado. Nós temos que elevar nossa autoestima, nós somos muito e não estamos enxergando o quanto nós somos. Nossos políticos têm que entender que é essa dimensão humana é que vai destacar o Brasil lá fora”, ressaltou Kátia.

A valorização e a ocupação do patrimônio, para a presidente do Iphan, partem de uma comprensão politica, de um amadurecimento da população, que passa, necessariamente, por um processo de formação educacional de compreensão da importância desse ativo para a população brasileira perante o mundo.

O patrimônio precisa ser ocupado para contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do país, é uma questão política e estratégica perante o mundo, afirma a presidente.

“Em países que têm um história muito mais antiga, os centros históricos são utilizados como um ativo, até porque não têm mais para onde crescer, então eles trazem o progresso e o desenvolvimento usando o patrimônio, ocupando as cidades históricas e os significados e as referencias culturais fazendo parte da modernidade e da contemporaneidade”, disse, explicando que o patrimônio é um ativo turístico e de estoque imobiliário incrível que no Brasil fica abandonado.

Parcerias com outras instituições

Nessas áreas, o Iphan atua e investe recursos, tanto direta, na forma de obras de qualificação, quanto indiretamente, por meio de parcerias com outras instituições, além do Programa de Aceleração do Crescimento Cidades Históricas e dos Planos de Mobilidade e Acessibilidade Urbana.

Na página do Iphan está disponível uma linha do tempo com os fatos que marcaram a história da preservação do patrimônio cultural no Brasil. A iniciativa é aberta a contribuições e procura promover o debate e a reflexão sobre memória e o patrimônio cultural.

Aldeia de Carapicuíba.

Localizada na regiào metropolitana da cidade de Sào Paulo, Brasil, a Aldeia de Carapicuíba foi tombada pelo Iphan, em 1940. Esse aldeamento é remanescente daqueles fundada pelo padre José de Anchieta, no século XVI, para catequizar os indígenas. O povoado pouco se desenvolveu até a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana, em 1875. É a única aldeia de catequese que sobreviveu às interferências que o tempo e a explosão populacional causaram nas outras aldeias e na própria Sào Paulo de Piratininga ( atual cidade de Sào Paulo ).


Uma das edificações do local, é a Capela de Sào Joào Batista, construçào missioneira em taipa de pilào, com um único altar-mor do estilo jesuíta, muito simples. Ao lado, está a Casa da Cultura com acervo de imagens, esculturas e outros objetos indígenas.

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