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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

The Tobacco Museum of Maia, in the Azores, unique in the country. --- O Museu do Tabaco da Maia, nos Açores, único no país.

The Tobacco Museum of Maia, in the Azores, unique in the country, preserves the memory of a family factory, which became the largest employer of the parish, was announced today.


"[The visitor] finds here several years of life in a parish, since [the tobacco factory] was the largest workspace in Maia," local Santa Maria da Misericórdia, Laudalino Rodrigues, told Lusa. That "the activity was very profitable and the museum manages to recover these memories".



The factory, in the municipality of Ribeira Grande, island of São Miguel, was acquired in 2004 by Misericórdia da Maia. Five years later, it reopened recovered and as a museum space.

"When we received this factory in 2004, it was almost unrecoverable. Since then we have done a work of restoring the structures, roofs, paintings, machines and, more difficult, history, "said Laudalino Rodrigues, explaining that it is still necessary to recover the production room and typography, an investment of 300 thousand euros .

The visit to this museum includes the passage through the old tobacco and canteen dryers, also having an auditorium, library and several work rooms, the latter occupying the offices of the factory, whose first owner was Manuel Bento de Sousa.

Among the exhibits there are packaging machines, tobacco leaves and carts, and small films portray the work activity in the factory.

"In 1871 the factory began to work in a very archaic way, since it works in a single building. As it evolves, the rest of the buildings are built, "said museum anthropologist Susana Tiago, reporting that the factory stopped working in 1988.

According to the technique, the factory was bought by two tobacco industries still in operation in Ponta Delgada, Estrela and Micaelense, but the structure of Maia was never reactivated.

With a production of ten different brands, among them Benfica, Colonal, Moderno or Aviador, the factory of Maia began, however, by the manufacture of the São Luís brand, tobacco that was rolled as if it were a candy.

Susana Tiago explained that initially all the work of producing cigarettes was done manually by single women, a policy of the company, because when these employees married "they had to leave the factory to dedicate themselves to their husbands and their children."

Recognizing that the museum escapes the traditional service of a Santa Casa da Misericórdia, the provider maintained that, besides the social area, the institution wants to "value and develop the cultural area" in this parish.

Laudalino Rodrigues said that last year about 2,600 people visited this "museum in continuous construction", most of them students from local schools and tourists, 200 more visitors than in 2015.











Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 


but what modifies the way of looking and hearing.








--br
O Museu do Tabaco da Maia, nos Açores, único no país, preserva a memória de uma fábrica familiar, que chegou a ser a maior empregadora da freguesia, foi hoje anunciado.

O Museu do Tabaco da Maia, nos Açores, anunciado como único no país, preserva a memória de uma fábrica familiar, que chegou a ser a maior empregadora da freguesia, foi hoje anunciado.

“[O visitante] encontra aqui vários anos de vida de uma freguesia, dado que [a fábrica de tabaco] foi o maior espaço de trabalho da Maia”, afirmou à agência Lusa o provedor da Santa Casa da Misericórdia local, Laudalino Rodrigues, acrescentando que “a atividade era bastante rentável e o museu consegue recuperar estas memórias”.

A fábrica, no concelho da Ribeira Grande, ilha de São Miguel, foi adquirida em 2004 pela Misericórdia da Maia. Cinco anos volvidos, reabriu recuperada e como espaço museológico.

“Quando recebemos esta fábrica em 2004, ela estava quase irrecuperável. Desde então temos feito um trabalho de recuperação das estruturas, telhados, pinturas, máquinas e, o mais difícil, a história”, referiu Laudalino Rodrigues, explicando que falta, ainda, recuperar a sala produção e a tipografia, um investimento de 300 mil euros.

A visita a este museu inclui a passagem pelos antigos secadores de tabaco e cantina, dispondo ainda de auditório, biblioteca e diversas salas de trabalho, sendo que estas últimas ocupam os gabinetes da fábrica, cujo primeiro proprietário foi Manuel Bento de Sousa.

Entre os objetos expostos existem máquinas de empacotamento, folhas de tabaco e carroças, e pequenos filmes retratam a atividade laboral na fábrica.

“Em 1871 a fábrica começa a laborar de uma forma muito arcaica, já que funciona num único edifício. À medida que vai evoluindo são construídos o resto dos edifícios”, destacou a antropóloga do museu, Susana Tiago, informando que a fábrica deixou de laborar em 1988.

Segundo a técnica, a fábrica foi comprada por duas indústrias de tabaco ainda em laboração em Ponta Delgada, a Estrela e a Micaelense, mas a estrutura da Maia acabou por nunca ser reativada.

Com uma produção de dez marcas diferentes, entre elas Benfica, Colonal, Moderno ou Aviador, a fábrica da Maia começou, contudo, pelo fabrico da marca São Luís, tabaco que era enrolado como se de um rebuçado se tratasse.

Susana Tiago explicou que, inicialmente, todo o trabalho de produção dos cigarros era feito manualmente por mulheres solteiras, uma política da empresa, pois quando estas funcionárias casavam “tinham de deixar a fábrica para se dedicarem aos maridos e aos filhos”.

Reconhecendo que o museu foge ao serviço tradicional de uma Santa Casa da Misericórdia, o provedor sustentou que, além da área social, a instituição quer “valorizar e desenvolver a área cultura” nesta freguesia.

Laudalino Rodrigues adiantou que no ano passado cerca de 2.600 pessoas visitaram este “museu em contínua construção”, sendo a maioria alunos de escolas locais e turistas, mais 200 visitantes do que em 2015.

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