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sexta-feira, 17 de março de 2017

Professor Martin Grossmannm comments on the "resilience of museums" to the Journal of USP - University of São Paulo. --- O professor Martin Grossmannm, comenta para o Jornal da USP - Universidade de São Paulo, sobre a “resiliência dos museus”.

Despite the profound changes that have taken place in recent centuries, museums are still present when culture is discussed, says professor

Museu de arte moderna de Nova York: modelo de museu com capacidade de transformação – Foto: Luenne Neri/USP Imagens


In the column that aired March 15, Professor Martin Grossmann talked about the capacity of museums to transform and adapt to the economic, cultural and social changes that have taken place over the centuries - what he called "resilience Of museums ". "The museum is always a presence when discussing culture," said Grossmann.


Taking as an example the art museums - his specialty -, the teacher mentioned two paradigmatic moments for these institutions. The first one is represented by the Berlin Altes Museum, which gives the museum a centrality in Western civilization. The second moment is with the advent of the museums of modern art, which causes a transposition of the cultural centrality of Europe to the United States. Greater example of this second paradigm is the Museum of Modern Art of New York. "It is interesting to note also that this model becomes something more abstract than the Enlightenment museum," said Grossmann. "I invite our listeners to do a search on the internet and look at these two space-time conceptions that the museum represents."









Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.
















--br
O professor Martin Grossmannm, comenta para o Jornal da USP - Universidade de São Paulo, sobre a “resiliência dos museus”.


Apesar das profundas mudanças ocorridas nos últimos séculos, museus continuam presentes quando se discute cultura, afirma professor


Na coluna que foi ao ar no dia 15 de março, o professor Martin Grossmann falou sobre a capacidade dos museus de se transformar e de se adequar diante das mudanças econômicas, culturais e sociais ocorridas ao longo dos séculos – o que ele chamou de “resiliência dos museus”. “O museu é sempre uma presença quando se discute cultura”, destacou Grossmann.


Tomando como exemplo os museus de arte – sua especialidade -, o professor citou dois momentos paradigmáticos para essas instituições. O primeiro deles é representado pelo Altes Museum de Berlim, que confere ao museu uma centralidade na civilização ocidental. O segundo momento se dá com o advento dos museus de arte moderna, que provoca uma transposição da centralidade cultural da Europa para os Estados Unidos. Exemplo maior desse segundo paradigma é o Museu de Arte Moderna de Nova York. “É interessante verificar também que esse modelo se torna algo mais abstrato do que o museu iluminista”, disse Grossmann. “Convido nossos ouvintes a fazer uma pesquisa na internet e olhar essas duas concepções de espaço-tempo que o museu representa.”

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