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domingo, 5 de março de 2017

The Museum's Cinema features four feature films in reverence for women. --- O Cinema do Museu exibe quatro longas-metragens em reverência às mulheres.

Ana Farache, head of the Film Department of the Joaquim Nabuco Foundation, directs special programming to the Women's Day at the Museum's Cinema, in Casa Forte. It will be a whole week dedicated to the feminine look in the cinematographic productions.

Four feature films, both classic and contemporary, will be screened on-site. "Toni Erdmann", by Maren Ade, "O Que Se por Vir", by Mia Hansen-Love, "Hiroshima Meu Amor," written by Marguerite Duras and directed by Alain Resnais, and "Eu, Olga Hepnarová", production Czech of Petr Kazda and Tomás Weinreb, are the names of the grid. Too worth checking out!

Joaquim Nabuco Foundation ...


Joaquim Aurelio Barreto Nabuco de Araújo


Writer and diplomat, he was born in Recife, PE, on August 19, 1849, and died in Washington, USA, on January 17, 1910. He attended the preliminary sessions of installation of the Brazilian Academy, founder of Cadeira nº 27, Patron of Maciel Monteiro. Appointed Secretary General of the Institution at the session of January 28, 1897, he held the position until 1899 and from 1908 to 1910.

He was the son of Senator José Tomás Nabuco de Araújo and Ana Benigna Barreto Nabuco de Araújo, sister of the Marquis of Recife, Francisco Pais Barreto. He studied humanities at Colégio Pedro II, graduating in letters. In 1865, he went to São Paulo, where he completed his first three years of law and graduated in Recife in 1870. He was first classed in London, then in Washington from 1876 to 1879.

Attracted by politics, he was elected deputy general by his province, and then resided in Rio. His entry to the Chamber marked the beginning of the campaign in favor of Abolitionism, which soon became a national cause, in defense of which he grew so much. From 1881 to 1884, Nabuco traveled through Europe and in 1883, in London, published O Abolicionismo. On his return to the country, he was again elected MP for Pernambuco, resuming a prominent position in the abolitionist campaign, which five years later was a success. When the Republic was proclaimed in 1889, it remained with its monarchist convictions. He retired from public life, dedicating himself to his work and study.

In this phase of spontaneous separation, Joaquim Nabuco lived in Rio de Janeiro, practicing law and doing journalism. He frequented the writing of the Revista Brasileira, where he established relations and friendship with high figures of Brazilian literary life, Machado de Assis, José Veríssimo, Lúcio de Mendonça, from whom the Brazilian Academy of Letters was born in 1897.

During this period, Joaquim Nabuco wrote two great works: "A Statesman of the Empire", a biography of his father, but which is in fact the political history of the country and a memoir, "Minha Formação", a classic work of Brazilian literature .

In 1900, President Campos Sales succeeded in persuading him to accept the position of extraordinary envoy and plenipotentiary minister on a special mission in London, on the issue of Brazil and England, regarding the limits of English Guiana. In 1901, he was accredited in ordinary mission, as ambassador of Brazil in London and, from 1905, in Washington. In 1906, he came to Rio de Janeiro to preside over the 3rd. Pan American Conference. In his company came the American Secretary of State Elihu Root. Both were defenders of Pan-Americanism, in the sense of a broad and effective continental approach. In 1909, he made an official trip to Havana to attend the restoration of Cuba's national government.

Great was his prestige before the people and the American government, expressed in expressions of admiration of the most eminent men, starting with President Theodore Roosevelt and Secretary of State Root; And at the reception of the Universities, in which he gave a series of lectures on Brazilian culture. When he died in Washington, his body was taken with exceptional solemnity to the cemetery of the American capital, and then was transferred to Brazil, on the North Caroline cruiser. From Rio de Janeiro he was transported to Recife, the city that saw him born. On September 28, 1915, Recife inaugurated, in one of its public squares, its statue.

Source: Site of the Brazilian Academy of Letters








fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://www.folhape.com.br/robertajungmann/acontece/acontece/2017/03/04/NWS,19888,76,503,ROBERTAJUNGMANN,2467-CINEMA-MUSEU-TERA-SEMANA-DEDICADA-PRODUCOES-FEMININAS.aspx

http://www.fundaj.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2858&Itemid=866

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.





--br
O Cinema do Museu exibe quatro longas-metragens em reverência às mulheres.

Ana Farache, nome à frente do Departamento do Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, comanda programação especial ao Dia da Mulher no Cinema do Museu, em Casa Forte. Será uma semana toda dedicada ao olhar feminino nas produções cinematográficas. 

Quatro longas-metragens, clássicos e contemporâneos, serão exibidos no local. "Toni Erdmann", da alemã Maren Ade,"O Que Está por Vir", da francesa Mia Hansen-Love, "Hiroshima Meu Amor," escrito por Marguerite Duras e dirigido por Alain Resnais, e "Eu, Olga Hepnarová", produção tcheca de Petr Kazda e Tomás Weinreb, são os nomes da grade. Vale demais conferir!


Fundação Joaquim Nabuco...
Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo

Escritor e diplomata, nasceu em Recife, PE, em 19 de agosto de 1849, e faleceu em Washington, EUA, em 17 de janeiro de 1910. Compareceu às sessões preliminares de instalação da Academia Brasileira, fundador da Cadeira nº 27, que tem como patrono Maciel Monteiro. Designado secretário-geral da Instituição na sessão de 28 de janeiro de 1897, exerceu o cargo até 1899 e de 1908 a 1910.

Era filho do Senador José Tomás Nabuco de Araújo e de Ana Benigna Barreto Nabuco de Araújo, irmã do marquês do Recife, Francisco Pais Barreto. Estudou humanidades no Colégio Pedro II, bacharelando-se em letras. Em 1865, seguiu para São Paulo, onde fez os três primeiros anos de Direito e formou-se no Recife, em 1870. Foi adido de primeira classe em Londres, depois em Washington, de 1876 a 1879.



Atraído pela política, foi eleito deputado geral por sua província, vindo então a residir no Rio. Sua entrada para a Câmara marcou o início da campanha em favor do Abolicionismo, que logo se tornou causa nacional, na defesa da qual tanto cresceu. De 1881 a 1884, Nabuco viajou pela Europa e em 1883, em Londres, publicou O Abolicionismo. De regresso ao país, foi novamente eleito deputado por Pernambuco, retomando posição de destaque da campanha abolicionista, que cinco anos depois era coroada de êxito. Ao ser proclamada a República, em 1889, permaneceu com suas convicções monarquistas. Retirou-se da vida pública, dedicando-se à sua obra e ao estudo.

Nessa fase de espontâneo afastamento, Joaquim Nabuco viveu no Rio de Janeiro, exercendo a advocacia e fazendo jornalismo. Freqüentava a redação da Revista Brasileira, onde estreitou relações e amizade com altas figuras da vida literária brasileira, Machado de Assis, José Veríssimo, Lúcio de Mendonça, de cujo convívio nasceria a Academia Brasileira de Letras, em 1897.

Nesse período, Joaquim Nabuco escreveu duas grandes obras: “Um Estadista do Império”, biografia do pai, mas que é, na verdade, a história política do país e um livro de memórias, “Minha Formação”, uma obra clássica de literatura brasileira.

Em 1900, o Presidente Campos Sales conseguiu demovê-lo a aceitar o posto de enviado extraordinário e ministro plenipotenciário em missão especial em Londres, na questão do Brasil com a Inglaterra, a respeito dos limites da Guiana Inglesa. Em 1901, era acreditado em missão ordinária, como embaixador do Brasil em Londres e, a partir de 1905, em Washington. Em 1906, veio ao Rio de Janeiro para presidir a 3ª. Conferência Pan-Americana. Em sua companhia veio o Secretário de Estado norte-americano Elihu Root. Ambos eram defensores do pan-americanismo, no sentido de uma ampla e efetiva aproximação continental. Em 1909, fez uma viagem oficial a Havana, para assistir à restauração do governo nacional de Cuba.

Grande era o seu prestígio perante o povo e o governo norte-americano, manifestado em expressões de admiração dos homens mais eminentes, a começar pelo Presidente Theodore Roosevelt e pelo Secretário de Estado Root; e na recepção das Universidades, nas quais proferiu uma série de conferências, sobre cultura brasileira. Quando faleceu, em Washington, seu corpo foi conduzido, com solenidade excepcional, para o cemitério da capital norte-americana, e depois foi trasladado para o Brasil, no cruzador North Caroline. Do Rio de Janeiro foi transportado para o Recife, a cidade que o viu nascer. Em 28 de setembro de 1915, Recife inaugurou, em uma de suas praças públicas, sua estátua.

:: Fonte: Texto do Site da Academia Brasileira de Letras 

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