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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Military Museum Capitão Pitaluga, in Valença, Rio de Janeiro, Brazil. - Museu Militar Capitão Pitaluga, em Valença, Rio de Janeiro, Brasil.

On the 1st Light Cavalry Squadron (1st Esqd CL), Lieutenant Amaro Squadron, this was the only Unit of the 2nd Army Division outside the State of São Paulo that left for World War II, also keeping another singularity, more interesting: Of only troops of Cavalry of the Brazilian Army to fight in Italian soil.



When they returned to Brazil in 1945, the expeditionaries of the then 1st Reconnaissance Squadron (1st Esqd Rec) brought with them memories and spoils of war. A rich material, loaded with history and, 57 years later, gave life to the Military Museum Captain Pitaluga, in Valença, Rio de Janeiro, Brazil

The name of the museum is a tribute to the second commander of the 1st Esqd Rec during World War II. The then Captain Plínio Pitaluga assumed the command of the Unit in December of 1944, when the Squadron was stationed, next to all the Division of Infantry Expedicionária Brasileira, in front of Monte Castelo.

The Museum reserves a room on the first floor to tell the story of this illustrious character of our history through a vast personal collection donated by the family. In the enclosure, it is possible to follow, in a television, an interview of General Plínio Pitaluga to the Globe News. "I felt, at that moment, that if I took a German counterattack - and I was 80 miles from the Infantry - I would be destroyed. But then I acted calmly and quietly. And the Brazilian soldier must have in his luggage a bit of luck too, "recalled the General in recounting the persecution of the Germans after crossing the Panaro River, in the context of the Spring Offensive in April 1945, which would lead to the capitulation of 14,779 Enemies in Fornovo Di Taro at the end of the month.

Still on the ground floor of the museum, visitors may come across other rare pieces: the Daily Squad Bulletin during the war, military letters, uniforms, and campaign supplies. Later, the Captain Bertha Moares Room honors the "Squadron Godmother" and the First Health Battalion, which at the time was installed in Valença, at the current headquarters of the 1st Esqd C L.

In the enclosure, there is an exhibition of medical and dental campaign material. Several museum environments have audiovisual material that stimulates the visitor's other senses, making him reflect on the scenario faced by the expeditionaries. A Montese model after the battle portrays the occupation of the M-8 Greyhound armor and the beginning of the mission to take advantage of the success of the 1st Esqd Rec in the Spring Offensive.

On the second floor, the General Otto Fretter-Pico Room preserves the enemy's memory of war: Nazi streamers, medals and German campaign material, among them the famous "Lurdinha", or MG 42, the dreaded German machine gun used in World War II . There is also a room to tell the story of the 1st Aviation Group of the Brazilian Air Force, another that exposes communications material used in the Campania of Italy and a library with a vast bibliography on the Brazilian Expeditionary Force.

The mission of preserving the history of the FEB and the Squadron continues to be passed among the curators of the museum, which today composes the International Museum Circuit. Currently, the task is in the hands of 1st Ten Calixto. "Expeditionists no longer visit the museum: the fear of being moved and the risk that the heart can not handle is great," he said.

The current commander of the 1st Esqd C L, Captain Rafael Barbosa Pereira, commented on the great relationship of the Squadron with the local society. "As a result of the work of former commanders, this relationship is exceptional even because the Squadron is part of the history of Valencia. It is difficult to have a Valencian family who did not have or had a relative who served in the Squadron. This relationship is a legacy and therefore there is an even greater responsibility in wearing the olive green uniform in Valencia, "he said.

The Capitão Pitaluga Military Museum is located inside the 1st Esqd C L, located at Avenida Comendador Antônio Jannuzzi, 415, Valença (RJ).

The visitation is from Monday to Thursday, from 8am to 11am and from 1pm to 4pm, and on Fridays only in the morning. The museum still opens its doors on weekends for groups, provided prior scheduling with the Public Relations Section at (24) 2458-4424, ext. 22.









http://www.eb.mil.br/web/noticias/do-exercito-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/museu-capitao-pitaluga-and-your-rapid-accept-on-feb

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 
A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.




--br
Museu Militar Capitão Pitaluga, em Valença, Rio de Janeiro, Brasil. 

Sobre o 1º Esquadrão de Cavalaria Leve (1º Esqd C L), Esquadrão Tenente Amaro, essa foi a única Unidade da 2ª Divisão de Exército fora do Estado de São Paulo que partiu para a Segunda Guerra Mundial, guardando também outra singularidade, mais interessante: a de única tropa de Cavalaria do Exército Brasileiro a combater em solo italiano.

Quando retornaram para o Brasil em 1945, os expedicionários do então 1° Esquadrão de Reconhecimento (1° Esqd Rec) trouxeram consigo memórias e espólios de guerra. Um material rico, carregado de história e que, 57 anos depois, deu vida ao Museu Militar Capitão Pitaluga, em Valença, Rio de Janeiro, Brasil 

O nome do museu é uma homenagem ao segundo comandante do 1° Esqd Rec durante a Segunda Guerra Mundial. O então Capitão Plínio Pitaluga assumiu o comando da Unidade em dezembro de 1944, quando o Esquadrão estava estacionado, junto a toda a Divisão de Infantaria Expedicionária Brasileira, em frente a Monte Castelo.

O Museu reserva uma sala, no primeiro andar, para contar a história dessa ilustre personagem de nossa história, por meio de um vasto acervo pessoal doado pela família. No recinto, é possível acompanhar, em uma televisão, uma entrevista do General Plínio Pitaluga à Globo News. “Eu senti, naquele momento, que, se eu tomasse um contra-ataque alemão – e eu estava a 80 quilômetros da Infantaria –, eu estaria destruído. Mas então agi com calma e tranquilidade. E o soldado brasileiro tem que ter na bagagem um pouco de sorte também”, relembrou o General ao narrar a perseguição aos alemães após atravessar o Rio Panaro, no contexto da Ofensiva da Primavera, em abril de 1945, e que levaria à capitulação de 14.779 inimigos em Fornovo Di Taro, no final do mês.

Ainda no térreo do museu, o visitante pode se deparar com outras peças raras: o Boletim Diário do Esquadrão durante a guerra, cartas de militares, fardamento e material de campanha. Mais à frente, a Sala Capitão Bertha Moares homenageia a “Madrinha do Esquadrão” e o Primeiro Batalhão de Saúde que, à época, estava instalado em Valença, na atual sede do 1° Esqd C L.

No recinto, há uma exposição de material de campanha médico e odontológico. Diversos ambientes do museu contam com material audiovisual, que estimula os outros sentidos do visitante, fazendo-o refletir sobre o cenário enfrentado pelos expedicionários. Uma maquete de Montese após a batalha retrata a ocupação dos blindados M-8 Greyhound e o início da missão de aproveitamento do êxito por parte do 1° Esqd Rec na Ofensiva da Primavera.

No segundo andar, a Sala General Otto Fretter-Pico guarda a memória de guerra do inimigo: flâmulas nazistas, medalhas e material de campanha alemão, dentre eles a famosa “Lurdinha”, ou MG 42, a temida metralhadora alemã utilizada na Segunda Guerra Mundial. Há, ainda, uma sala para contar a história do 1° Grupo de Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira, outra que expõe material de comunicações utilizado na Campanha da Itália e uma biblioteca com vasta bibliografia sobre a Força Expedicionária Brasileira.

 A missão de preservar a história da FEB e do Esquadrão segue sendo passada entre os curadores do museu, que hoje compõe o Circuito Internacional de Museus. Atualmente, a tarefa está nas mãos do 1° Ten Calixto. “Os expedicionários já não visitam mais o museu: o medo de se emocionar e o risco de o coração não aguentar é grande”, revelou.

O atual comandante do 1° Esqd C L, Capitão Rafael Barbosa Pereira, comentou o ótimo relacionamento do Esquadrão com a sociedade local. “Fruto do trabalho de antigos comandantes, esse relacionamento é excepcional até pelo fato de o Esquadrão fazer parte da história de Valença. É difícil ter uma família valenciana que não tenha ou tenha tido um parente que serviu no Esquadrão. Esse relacionamento é um legado e, portanto, há uma responsabilidade ainda maior em usar a farda verde-oliva em Valença”, disse.

O Museu Militar Capitão Pitaluga fica no interior do 1° Esqd C L, localizado na Avenida Comendador Antônio Jannuzzi, 415, Valença (RJ).

A visitação ocorre de segunda a quinta-feira, das 8h às 11h e das 13h às 16h, e às sextas-feiras apenas na parte da manhã. O museu ainda abre suas portas aos finais de semana para grupos, desde que com prévio agendamento com a Seção de Relações Públicas pelo telefone (24) 2458-4424, ramal 22.

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