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domingo, 2 de julho de 2017

Miniatures and parts of airplanes show aviation design at the Brazilian House Museum. São Paulo, Brazil --- Miniaturas e partes de aviões mostram design da aviação no Museu da Casa Brasileira.

Flying Machines.

Aviation history timeline on display Brazilian Aviation 
Design at the Brazilian House Museum By: Renato Parada.

The voyage begins with the first gas balloon of history, in 1709, created by the inventor of San Bartolomeu de Gusmao (1685-1724), Fr. A few steps ahead you can see São Paulo, the plane that made the first South American flight in 1910, and was designed by Dimitri Sensaud de Lavaud (1882-1947), a Brazilian naturalized Spaniard and living in Osasco (SP). At the end of the course, the Sora-e, first Brazilian electric, 2015.

In a timeline format, the history of these machines flying in more than 60 miniatures (in a scale of 1/50) forms the panel that receives the visitor from the exhibition "Design in Brazilian Aviation", in the Museum of the Brazilian House, until 20 of August. Children, old people, lovers of projects and engenhos, interested by drawing, adoradores of toys and traquitanas, runs.

"No one had ever seen this chronology in a model," says the architect and artist Guto Lacaz, curator of the exhibition. It allows to see the "curious tradition of Brazilian aeronautics", very closely and in detail.

Most of the models are from Embraer aircraft, created in 1969 in São José dos Campos to produce the Bandeirante twin engine and, thus, account for regional air transport in the country. Today, the company is one of the largest in the industry and designs, manufactures and sells commercial, executive, defense and security aircraft and systems. Your institute sponsors the exhibition.

There are also historical projects, such as those of Santos Dumont (1873-1932), and others made by educational institutions.

During the three-year show set by Lacaz as "an affair of passionate people, a Hollywood accomplishment," he received unexpected contributions. One of them was Guido Pessotti's 1963 master's thesis, written entirely by hand and with drawings by Urupema, a glider created for sailing competitions. Also "by accident of fate" arrived at the curator's drawings of Indian designs of the 1950s and 1960s.

The contrast of this historical material with screens and simulators of virtual systems of drawing illustrates the evolution of the way of designing and representing projects, from analog to digital, another attraction of the show.

In the garden of the museum, two life-size attractions. The Super Tucano turboprop, training and attack, and Ornithopter, one of Leonardo da Vinci's "conceptual hypotheses" (1452-1519). Installed 1 meter from the ground, the replica of the flying machine allows children up to ten years old to enter, flap their wings and feel in flight.









Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 
A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.



--br 
Miniaturas e partes de aviões mostram design da aviação no Museu da Casa Brasileira.

Máquinas Voadoras.

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Linha do tempo da história da aviação em exposição Design na Aviação Brasileira no Museu da Casa Brasileira Por: Renato Parada.

A viagem começa com o primeiro balão de gás da história, em 1709, criado pelo inventor santista Bartolomeu de Gusmão (1685-1724), o Padre Voador. Alguns passos adiante e você pode ver o São Paulo, avião que fez o primeiro voo da América do Sul, em 1910, e foi desenhado por Dimitri Sensaud de Lavaud (1882-1947), espanhol naturalizado brasileiro e morador de Osasco (SP). No final do percurso, o Sora-e, primeiro elétrico brasileiro, de 2015.

Em formato de linha do tempo, a história dessas máquinas de voar em mais de 60 miniaturas (em escala de 1/50) forma o painel que recebe o visitante da mostra "Design na Aviação Brasileira", no Museu da Casa Brasileira, até 20 de agosto. Crianças, velhos, amantes de projetos e engenhos, interessados por desenho, adoradores de brinquedos e traquitanas, correi.

"Nunca ninguém tinha visto essa cronologia em maquete", diz o arquiteto e artista Guto Lacaz, curador da exposição. Ela permite ver a "curiosa tradição da aeronáutica brasileira", bem de perto e em detalhes.

A maior parte dos modelos é de aeronaves da Embraer, criada em 1969 em São José dos Campos para produzir o bimotor Bandeirante e, com isso, dar conta do transporte aéreo regional no país. Hoje, a empresa é uma das grandes do setor e projeta, fabrica e vende aviões e sistemas para aviação comercial, executiva e de defesa e segurança. O seu instituto é patrocinador da exposição.

Há também projetos históricos, como os de Santos Dumont (1873-1932), e outros feitos por instituições de ensino.

Durante os três anos de preparacão da mostra, definidos por Lacaz como "uma aventura de gente apaixonada, uma realização hollywoodiana", ele recebeu contribuições inesperadas. Uma delas foi a tese de mestrado de Guido Pessotti, de 1963, inteira escrita a mão e com desenhos do Urupema, um planador criado para competições de voo a vela. Também "por acidente do destino" chegaram ao curador desenhos de projetos a nanquim das décadas de 1950 e 1960.

O contraste desse material histórico com telas e simuladores de sistemas virtuais de desenho ilustra a evolução da maneira de projetar e representar projetos, do analógico ao digital, outra atração da mostra.

No jardim do museu, duas atrações em tamanho real. O turboélice Super Tucano, de treinamento e ataque, e o Ornitóptero, uma das "hipóteses conceituais" de Leonardo da Vinci (1452-1519). Instalada a 1 metro do solo, a réplica da máquina de voar permite que crianças de até uns dez anos possam entrar, bater as asas e se sentir em pleno voo.

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