sexta-feira, 10 de novembro de 2017

A COFFEE WITH ALESSANDRA ARAUJO. WHAT IS BIOMIMICRY THINKING? - UM CAFÉ COM ALESSANDRA ARAUJO. O QUE É BIOMIMICRY THINKING?

Alessandra Araujo, specialist in Biomimicry Thinking, Biomimética since 2012 and Biologist with extensive experience in sustainability and urbanism. Alessandra has been managing Architecture and Urbanism projects GCP - Brazil for 14 years.


"... everything starts from a challenge, from a need to solve a theme, from seeking something better than what has already been thought and for this, creativity is the key to the process ..."


Alessandra has already carried out several consultancies that connect design to nature, such as the Votu Hotel project that was fully conceptualized and developed with Biomimicry Thinking.


"Biomimetics is the bridge of connects science to design / creation / innovation .."


It develops social and environmental diagnoses for public areas and communities. Participates as author of good practices for the CBCS - Brazilian Council for Sustainable Construction.

In addition, she is Professor and lecturer of Biomimética of the AA (Architectural Association) Amazon Visiting School.


Biomimicry Thinking has some similarities with Design Thinking in what it is to understand the essence of challenge and creation and a process of co-creation and interdisciplinary. Fundamentally in Biomimicry Thinking there are two important differences that are the functional part of the challenge and the biological search.


The functional question is to focus on what the design will do "to do" and not what it will be "to be". It does not necessarily need to be created a lamp to illuminate, but rather a process of illumination, because the function in this example is to illuminate. And it is through function that one can connect with nature, for the vast majority of functions are performed by nature.

Returning to the example of enlightenment, how does nature create light? From this moment the scientific research initiated and is chosen which organisms and their mechanisms that perform the functions sought. After this the creation starts based on the chosen mechanism and so is the creation inspired by nature. Biomimetics is the bridge of connects science to design / creation / innovation.

A. Creativity within work. It's Full. For everything starts from a challenge, from a need to solve a theme, from seeking something better than has already been thought and for this creativity is the key to the process. And because biomimetics occurs in interdisciplinary teams, creativity is the bond of union, it is what connects the universes of design with nature to have a result. Biomimetics is a free path and traced with creativity.

I believe what we learn from biomimetics are several things, such as the high technology played in nature, and through this knowledge we come to have more understanding of the natural system in which we are part.

We learn to observe and connect with the living universe. Observing is one of the most important things, for often the answer is to stop the mind and observe what is around us. A playful and beautiful process. I believe that with Biomimética there is a bottleneck of what is the essence of necessity and this always results in something very innovative.

Any area or segment can apply Biomimetics, because the process starts from a demand, a need to solve a theme or an inspiration.


Many companies are using biomimetics in the construction of products and services, from automotive to construction. Areas such as medicine, infrastructure and consumer goods.


alessandra araujo
Biologist with UNISA, MsC in Environmental Biochemistry at the University of Hawaii, Marketing Program at Thunderbird University, Sustainable Urbanism at Schumacher College (UK) and Principles for Sustainable Business at the Dom Cabral Foundation. Alessandra has worked for 13 years in companies such as ERM, Cushman & Wakefield Semco, Wal Mart Brasil and Brasil Telecom. She is a good practice author for the Brazilian Sustainable Construction Committee (CBCS), a partner of GCP Arquitetura & Urbanismo, leading projects, focusing on sustainable practices and biomimetics.

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https://www.facebook.com/gcp.arquitetura?ref=hl




Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.



--br
UM CAFÉ COM ALESSANDRA ARAUJO. O QUE É BIOMIMICRY THINKING?

Alessandra Araujo, especialista em Biomimicry Thinking, Biomimética desde 2012  e Bióloga com ampla experiência em sustentabilidade e urbanismo. Alessandra gerencia projetos de Arquitetura e Urbanismo GCP – Brasil há 14 anos.

“…tudo se inicia de um desafio, de uma necessidade de resolver um tema, de buscar algo melhor do que já foi pensado e para isso a criatividade é a chave do processo….”

Alessandra já realizou várias consultorias que conectam o design a natureza, como o projeto Votu Hotel que foi inteiramente conceituado e desenvolvido com o Biomimicry Thinking.

“Biomimética é a ponte de conecta ciência ao design/criação/inovação..”

Ela desenvolve diagnósticos sociais e ambientais para áreas públicas e comunidades. Participa como autora de boas práticas para o CBCS – Conselho Brasileiro para Construção Sustentável.

Além disso é Professora e palestrante de Biomimética da AA (Associação Arquitetônica) Amazon Visiting School. 

O Biomimicry Thinking tem algumas semelhanças com o Design Thinking naquilo que é entender a essência do desafio e da criação e um processo de cocriação e interdisciplinar. Fundamentalmente no Biomimicry Thinking existem duas importantes diferenças que é a parte funcional do desafio e a busca biológica. 

A questão funcional é focar o que o design vai fazer “to do” e não o que será “to be”. Não necessariamente precisa ser criada uma lâmpada para iluminar, mas sim um processo de iluminação, pois a função neste exemplo é iluminar. E é através da função que se pode ligar com a natureza, pois a grande maioria as funções são desempenhadas pela natureza. 

Voltando ao exemplo da iluminação, como a natureza cria luz? A partir deste momento a pesquisa científica iniciada e é escolhido quais organismos e seus mecanismos que desempenham as funções buscadas. Após isso a criação inicia baseada no mecanismo escolhido e assim é a criação inspirada na natureza. Biomimética é a ponte de conecta ciência ao design/criação/inovação.

A.criatividade dentro do trabalho. É Plena. Pois tudo se inicia de um desafio, de uma necessidade de resolver um tema, de buscar algo melhor do que já foi pensado e para isso a criatividade é a chave do processo. E como a biomimética ocorre em equipes interdisciplinares, a criatividade é o elo de união, é o que conecta os universos do design com o natureza para tenha um resultado. Biomimética é um caminho livre e trilhado com criatividade.

Acredito o que aprendemos com a biomimética são  várias coisas, como  a alta tecnologia desempenhada na natureza, e através deste conhecimento passamos a ter mais o entendimento do sistema natural no qual fazemos parte. 

Aprendemos a observar e conectar com o universo vivo. Observar é uma das coisas mais importantes, pois muitas vezes a resposta está em pararmos a mente e observar o que está em nossa volta e em nós. Um processo lúdico e belo. Acredito que com a Biomimética há um afunilamento do que é a essência da necessidade e isso sempre resulta em algo muito inovador.

Qualquer área ou segmento pode aplicar Biomimética, pois o processo parte de uma demanda, de uma necessidade de resolver um tema ou de uma inspiração.

Muitas empresas estão usando a biomimética na construção de produtos e serviços, desde segmento automobilístico à construção civil. Áreas como medicina, infra-estrututura e bens de consumo.

alessandra araujo
Bióloga formada pela UNISA, MsC em Bioquímica Ambiental pela Universidade do Havaí, Programa de Marketing pela Thunderbird University, Urbanismo Sustentável no Schumacher College (Reino Unido) e Princípios para Negócios Sustentáveis ??na Fundação Dom Cabral. Alessandra trabalhou por 13 anos em empresas como ERM, Cushman & Wakefield Semco, Wal Mart Brasil e Brasil Telecom, é autora de boas práticas para o Comitê Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), parceira da GCP Arquitetura & Urbanismo, liderando projetos, focando em práticas sustentáveis e biomimética.

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Museum of Ancient Things is Afro-Brazilian historical and cultural memory in Cabula. Inauguration took place in 1982 and the museum was installed on the lower floor of Xango House. - Museu das Coisas Antigas é memória histórica e cultural afro-brasileira no Cabula. Inauguração aconteceu em 1982 e o museu foi instalado no andar inferior da Casa de Xangô.

The history of the Cabula is confused with the history of the Africans here in the city of Salvador, Bahia. This was because the neighborhood was populated by blacks, mainly from the Congo and Angola, who played and danced the Kabula rhythm, which eventually gave rise to the name of the neighborhood. In the following years, famous Quicong priests and candomblé priests settled there, and later the Nagoos began to lodge in the region.




In 1910 the terreiro Ilê Axé Opô Afonjá was founded, in Rua Direta do São Gonçalo do Retiro, in Cabula district. Thus, the customs of the first peoples inhabiting the neighborhood were kept alive through the members of the House of Xango, as the terreiro is also known.

The purpose of the museum's foundation was to protect, disseminate and enhance the heritage and heritage of Ilê Axé Opô Afonjá, constituting a living space where the memory and the secular traditions of the house of worship are preserved. It also serves as a space for those who research on the Afro-Brazilian religion.

The museum operates from Monday to Friday, from 8 am to 12 noon and from 2 pm to 6 pm. On Saturdays, the place also opens, running from 8am to 12pm. The museum is located in Rua Direta de São Gonçalo do Retiro, 557, Cabula. Admission is free.

The House of Ancient Things underwent a requalification in 2011, held by the Secretary of Culture of the State of Bahia, through the Directorate of Museums of the Institute of Cultural and Artistic Heritage of Bahia (DIMUS / IPAC).

The renovation structurally requalified the interior space of the museum, reshaping its physical facilities to a new expographic design.








Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.





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Museu das Coisas Antigas é memória histórica e cultural afro-brasileira no Cabula. Inauguração aconteceu em 1982 e o museu foi instalado no andar inferior da Casa de Xangô.

A história do Cabula se confunde com a história dos africanos aqui na cidade de  Salvador, Bahia. Isso porque o bairro foi povoado por negros, principalmente de origem do Congo e de Angola, que tocavam e dançavam o ritmo kabula, o que acabou dando origem ao nome do bairro. Nos anos seguintes, terreiros e sacerdotes quicongos famosos do candomblé se estabeleceram por ali e, depois, os nagôs passaram a se alojar, aos poucos, na região.

Em 1910 foi fundado o terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, na Rua Direta do São Gonçalo do Retiro, no bairro do Cabula. Assim, os costumes dos primeiros povos a habitarem o bairro se mantiveram vivos através dos membros da Casa de Xangô, como também é conhecido o terreiro.  

O objetivo da fundação do museu foi proteger, difundir e dinamizar o patrimônio e o acervo do Ilê Axé Opô Afonjá, constituindo um espaço vivo, onde são preservadas a memória e as tradições seculares da casa de culto. Ele também serve de espaço para quem pesquisa sobre a religião afro-brasileira.

O museu funciona de segunda à sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Aos sábados, o local também abre, funcionando das 8h às 12h. O museu está localizado na Rua Direta de São Gonçalo do Retiro, 557, Cabula. A entrada é gratuita.   

A Casa das Coisas Antigas passou por uma requalificação no ano de 2011, realizada pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, através da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC). 

A reforma requalificou estruturalmente o espaço interior do museu, readequado suas instalações físicas a uma nova concepção expográfica.