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sábado, 2 de dezembro de 2017

Brazilian scientists reveal discovery of pterosaur eggs with embryos. - Cientistas brasileiros revelam descoberta de ovos de pterossauros com embriões. - 巴西科学家揭示了胚胎发现翼龙蛋。

The National Museum in Rio de Janeiro, Brazil, today presented the details of a discovery in China of hundreds of remains of pterosaur bones and more than 300 eggs, some of them with preserved embryos. The finding involved Brazilian and Chinese scientists. A study on the subject will be published in the edition that begins tomorrow (1) of the journal Science, one of the most renowned scientific publications in the world.


According to Brazilian paleontologist Alexander Kellner, the discovery occurred in expeditions held in 2015 and 2016 in the Hami region of northwest China. The largest concentration of extinct vertebrate eggs known to date was found on the site. They were in a block of just over 3 square meters. "It's one of the most important discoveries on extinct vertebrates in the last 10 years," Kellner said.

Pterosaurs are flying reptiles. They were the first vertebrates to develop active flying ability even before the birds. Relatives close to the dinosaurs, they disappeared without leaving descendants about 66 million years ago, in the geological period known as Cretaceous.



About 300 species of pterosaurs have been discovered in the world, distributed on all continents. The species found in China was named Hamipterus tianshanensis. In the quadruped position, it would have an average height of 1.2 meters and its maximum size would be reached after two years of birth. The wing span varied between 1.5 and 3.5 meters. By the shape of the teeth, the researchers believe they were carnivorous and fed on fish.

Expressive concentrations of pterosaur bones had already been found in Argentina and Brazil, but without a large volume of eggs. Juliana Sayão, a professor at the Federal University of Pernambuco (UFPE) and also a member of the research team, highlights findings in the Araripe basin, which reaches three states in the Northeast: Ceará, Pernambuco and Piauí. "There have already been discoveries of more than two dozen species of pterosaurs, the last of which was by our research group three years ago."

The science still has a limited knowledge about the pterosaurs, mainly because of the difficulty in finding preserved fossils. Its bones, very fine and delicate, are extremely fragile. The eggs are soft-shelled, different from most birds and more similar to snakes and lizards. "They do not break, they warp," says Kellner.

Until then, only nine eggs had been found around the world - in China and Argentina - three of them with embryos, but all were crushed and compacted. In this new finding, in addition to the surprising discovery of more than 200 eggs, 16 embryos with preserved bones in three dimensions were unpublished.

Computed tomography analysis of the fossils showed that, in these newborn pterosaurs, the limbs linked to the flight were still not well ossified. "This demonstrates that when these animals were born, they could walk, but they could not possibly fly." This is unprecedented information, and this implies parental care, that is, newborn pterosaurs, at least in this species, needed some parents to survive, "explains Kellner.

The researcher also points out that the fossils were found arranged in eight layers, at a height of 2.2 meters. Each layer represents a different time in the scale of years. "What we are observing is that they made nesting colonies, that is, several females went to the same place to lay their eggs, and the findings also indicate that they returned seasonally to these same areas, and were places conducive to procreation."

From tomorrow (1st), interested in the discovery may see replicas of eggs and fragments of bones in the National Museum. The public visitation time is from 10am to 5pm and the ticket costs R $ 6. From 4pm, the entrance is frank. Founded in 1818 and currently linked to the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ), the National Museum is located in Quinta da Boa Vista and is the oldest scientific institution in Brazil.

Brazilian researchers, in partnership with Chinese, present replicas of egg findings and fossilized remains of pterosaurs.

Edition: Amanda Cieglinski





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--br
Cientistas brasileiros revelam descoberta de ovos de pterossauros com embriões.

O Museu Nacional, no Rio de Janeiro, apresentou hoje (30) os detalhes de uma descoberta na China de centenas de restos de ossos de pterossauros e mais de 300 ovos, alguns deles com embriões preservados. O achado envolveu cientistas brasileiros e chineses. Um estudo sobre o assunto será publicado na edição que começa a circular amanhã (1º) da revista Science, uma das mais conceituadas publicações de divulgação científica do mundo.

De acordo com o paleontólogo brasileiro Alexander Kellner, a descoberta ocorreu em expedições realizadas em 2015 e 2016 na região de Hami, no noroeste da China. Encontrou-se no local a maior concentração de ovos de vertebrados extintos conhecida até então. Eles estavam em um bloco de pouco mais de 3 metros quadrados. "É uma das mais importantes descobertas sobre vertebrados extintos nos últimos 10 anos", avaliou Kellner.

Os pterossauros são répteis voadores. Foram os primeiros animais vertebrados a desenvolverem a capacidade de voo ativo, antes mesmo das aves. Parentes próximos dos dinossauros, eles desapareceram sem deixar descendentes há cerca de 66 milhões de anos, no período geológico conhecido como Cretáceo.

Já foram descobertas no mundo cerca de 300 espécies de pterossauros, distribuídas em todos os continentes. A espécie encontrada na China recebeu o nome de Hamipterus tianshanensis. Na posição quadrúpede, ela teria uma altura média de 1,2 metros e seu tamanho máximo seria alcançado após dois anos de nascimento. A envergadura da asa variava entre 1,5 e 3,5 metros. Pelo formato dos dentes, os pesquisadores acreditam que eles eram carnívoros e se alimentavam de peixes.

Concentrações expressivas de ossos de pterossauros já haviam sido encontradas na Argentina e no Brasil, mas sem grande volume de ovos. Juliana Sayão, professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e também integrante da equipe da pesquisa, destaca achados na bacia do Araripe, que alcança três estados do Nordeste: Ceará, Pernambuco e Piauí. "Lá já foram feitas descobertas de mais de duas dezenas de espécies pterossauros. A última delas foi pelo nosso grupo de pesquisa há três anos".

A ciência ainda reúne um conhecimento limitado sobre os pterossauros, sobretudo pela dificuldade em encontrar fósseis preservados. Seus ossos, muito finos e delicados, são extremamente frágeis. Os ovos são de casca mole, diferente da maioria das aves e mais semelhante aos de cobras e lagartos. "Eles não quebram, eles deformam", afirma Kellner.

Até então, só haviam sido encontrados nove ovos em todo o mundo - na China e na Argentina -, sendo três deles com embriões, mas todos amassados e compactados. Neste novo achado, além da surpreendente descoberta de mais de 200 ovos, foram encontrados de forma inédita 16 embriões com ossos preservados em três dimensões.

Análises de tomografia computadorizada nos fósseis mostraram que, nestes pterossauros recém-nascidos, os membros vinculados ao voo ainda não estavam bem ossificados. "Isso demonstra que, quando essas animais nasciam, eles poderiam andar, mas possivelmente não poderiam voar. Essa é uma informação inédita. E isso implica no cuidado parental. Ou seja, os pterossauros recém-nascidos, pelo menos nessa espécie, precisavam de algum acompanhamento dos pais para sobreviverem", explica Kellner.

O pesquisador também destaca que os fósseis foram encontrados dispostos em oito camadas, numa altura de 2,2 metros. Cada camada representa um tempo diferente na escala de anos. "O que estamos observando é que eles faziam colônias de nidificação, ou seja, várias fêmeas iam para o mesmo lugar colocar seus ovos. Os achados também indicam que eles retornavam sazonalmente a essas mesmas áreas. Eram locais propícios para a procriação".

A partir de amanhã (1º), interessados na descoberta poderão ver réplicas dos ovos e fragmentos dos ossos no Museu Nacional. O horário de visitação do público é das 10h às 17h e o ingresso custa R$6. A partir de 16h, a entrada é franca. Fundado em 1818 e atualmente vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Museu Nacional localiza-se na Quinta da Boa Vista e é a mais antiga instituição científica do Brasil.

Pesquisadores brasileiros, em parceria com chineses, apresentam réplicas de descobertas de ovos e restos fossilizados de pterossauros.

Edição: Amanda Cieglinski

Os pterossauros constituem uma ordem extinta da classe Reptilia, que corresponde aos répteis voadores do período Mesozóico. Embora sejam seus contemporâneos, estes animais não eram dinossauros.






--chines simplificado
巴西科学家揭示了胚胎发现翼龙蛋。

里约热内卢国家博物馆今天介绍了在中国发现的数百个翼龙骨遗体和300多个卵子的细节,其中一些卵子保存有胚胎。这一发现涉及巴西和中国的科学家。关于这个问题的研究将在“科学”杂志的明天(1)开始的版本上发表,该杂志是世界上最着名的科学出版物之一。

据巴西古生物学家亚历山大·凯尔纳(Alexander Kellner)介绍,这一发现发生在2015年和2016年在中国西北部哈密地区的探险活动中。现场发现了迄今为止已知绝种脊椎动物卵的最大浓度。他们在一个超过3平方米的街区。凯尔纳说:“这是过去10年来灭绝脊椎动物最重要的发现之一。

翼龙飞行爬行动物。它们是第一批在鸟类之前发展主动飞行能力的脊椎动物。亲属们靠近恐龙,在大约6600万年前的白垩纪地质时代,他们消失了,没有留下后代。

世界上已发现大约300种翼龙,分布在各大洲。中国发现的物种是天山哈姆太特(Hamipterus tianshanensis)。在四足的位置上,它的平均高度为1.2米,出生两年后达到最大尺寸。机翼跨度在1.5和3.5米之间。研究人员认为,通过牙齿的形状,他们是食肉的,吃鱼的。

已经在阿根廷和巴西发现了表达浓度的翼龙骨,但没有大量的卵。 Pernambuco联邦大学(UFPE)教授,研究小组成员JulianaSayão强调了Araripe盆地, “已经有超过二十几种翼龙的发现,其中最后一个是我们三年前的研究小组。

科学界对翼龙的认识还很有限,主要是因为找到保存化石的困难。它的骨头非常细腻,非常脆弱。蛋是软壳的,与大多数鸟类不同,更像蛇和蜥蜴。凯尔纳说:“它们不会折断,它们会翘曲。

到目前为止,世界上只有九个蛋 - 中国和阿根廷 - 其中三个有胚胎,但都被压碎和压实。在这个新的发现中,除了发现超过200个蛋的惊人发现之外,还有16个三维骨骼保存的胚胎未发表。

化石的CT断层分析表明,在这些新生的翼龙中,与飞行有关的四肢仍然不是很好的僵化。 “这表明,当这些动物出生时,他们可以走路,但他们不可能飞。”这是前所未有的信息,这意味着父母的照顾,也就是说,新生的翼龙,至少在这个物种,需要一些父母生存,“凯尔纳解释说。

研究人员还指出,化石被发现排列在八层,在2.2米的高度。每一层代表了多年来的不同时间。 “我们现在观察到的是,他们筑巢殖民地,就是有几个女人去同一个地方打鸡蛋,结果也表明他们季节性地返回这个地方,是有利于生殖的地方。

从明天(1日)起,对发现的兴趣可能会在国家博物馆看到鸡蛋和骨头碎片的复制品。公众访问时间是从上午10点到下午5点,门票费用6元。从下午4点开始,入口是坦率的。国家博物馆成立于1818年,目前与里约热内卢联邦大学(UFRJ)有联系,位于Quinta da Boa Vista,是巴西历史最悠久的科学机构。

版本:Amanda Cieglinski


巴西研究人员与中国人合作,提供蛋复制品和翼龙化石残存的复制品。

The Egyptian space of the Tessé Museum in Le Mans will reopen in March 2018. - L’espace égyptien du musée de Tessé du Mans rouvrira en mars 2018. - O espaço egípcio do Museu Tessé em Le Mans reabrirá em março de 2018.

Announced for December 2017, the reopening of the Egyptian space of the Tessé museum will take place in March 2018. Its new inauguration will be in the presence of the president of the Louvre.


Closed since January 29, 2017, the Egyptian space of the Tessé museum was to reopen in December. Painting and electricity were redone, the windows redesigned, collections enriched with new loans from the Louvre, and the direction of circulation completely redesigned ... An operation of 360 000 €. 


But it will finally be necessary to wait until March to be able to stroll again among the Egyptian collections and to explore the tombs of Sennefer and Nofretari. The inauguration of the new version of this "Egyptian space", created in the early 2000s by Françoise Chaserant, then Director of the Museums of Le Mans, will be in the presence of the President of the Louvre Museum and, of course, François Arné (photo), current director of the Museums of Le Mans.


The mysteries of the mummy


Other "Egyptian" news: the results of the scanner passed by the mummy of the museum of Tessé, will be known on December 11th.





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--fr
L’espace égyptien du musée de Tessé du Mans rouvrira en mars 2018.

Annoncée pour décembre 2017, la réouverture de l’espace égyptien du musée de Tessé n’aura lieu qu’en mars 2018. Sa nouvelle inauguration se fera en présence du président du musée du Louvre.

Fermé depuis le 29 janvier 2017, l’espace égyptien du musée de Tessé devait rouvrir au mois de décembre. La peinture et l’électricité ont été refaites, les vitrines repensées, les collections enrichies de nouveaux prêts du Louvre, et le sens de circulation entièrement repensé… Une opération de 360 000 €. Mais il faudra finalement attendre le mois de mars pour pouvoir à nouveau flâner parmi les collections égyptiennes et explorer les tombes de Sennefer et Nofretari. L’inauguration de la nouvelle version de cet « espace égyptien », créé au tout début des années 2000 par Françoise Chaserant, alors directrice des Musées du Mans, se fera en présence du président du musée du Louvre et, bien sûr, de François Arné (photo), actuel directeur des Musées du Mans.

Les mystères de la momie

Autre info "égyptienne" : les résultats du scanner passé par la momie du musée de Tessé, seront connus le 11 décembre prochain.





--br
O espaço egípcio do Museu Tessé em Le Mans reabrirá em março de 2018.

Anunciado para dezembro de 2017, a reabertura do espaço egípcio do museu Tessé terá lugar em março de 2018. Sua nova inauguração será na presença do presidente do Louvre.

Fechado desde 29 de janeiro de 2017, o espaço egípcio do museu Tessé foi reaberto em dezembro. A pintura e a eletricidade foram refeitas, as janelas redesenhadas, as coleções enriquecidas com novos empréstimos do Louvre e a direção da circulação completamente redesenhada ... Uma operação de 360 ​​000 €. Mas, finalmente, será necessário esperar até março para poder caminhar novamente entre as coleções egípcias e explorar os túmulos de Sennefer e Nofretari. A inauguração da nova versão deste "espaço egípcio", criado no início dos anos 2000 por Françoise Chaserant, então Diretora dos Museus de Le Mans, estará na presença do Presidente do Museu do Louvre e, claro, François Arné (foto), atual diretor dos Museus de Le Mans.

Os mistérios da múmia

Outras notícias "egípcias": os resultados do scanner passado pela múmia do museu de Tessé serão conhecidos no dia 11 de dezembro.

Museum of Construction, which tells the history of construction over the centuries - Museu da Construção, que narra a história da construção ao longo dos séculos.

Construction Museum consists of the creation of an institution that will gather virtually the public and private collections (already organized or not) of the areas of construction and engineering, rescuing and centralizing their stories.


Along with the compilation of this collection, it is possible to give life to a program that includes exhibitions, virtual or not, and short-term activities to bring construction, especially heavy construction, closer to the people.


As a result, the transformation of society's perspective into construction, now focused on its positive aspects, such as the technological and human challenges that the area contemplates, as well as the countless achievements already achieved during its consolidation in Brazil are desired.

By bringing the problems of the area to the general public, it is possible not only to arouse greater interest in research, development and investment in the area, but also to regain their credibility and value in society, rescuing the great names that composed their trajectory,

First newsletter of the Construction Museum. The publication is intended to keep sponsors, supporters, and other stakeholders abreast of the entire project implementation process.


Once it has been completed, the newsletter will be distributed to the Museum and its programming.

THE IDEALIZADORA - Maria Eugênia Gennari Guimarães

I worked at the ABL when the Memory Center was just inaugurated, I followed closely the routines of employees and researchers, regular or occasional, I learned in practice the importance of a collection. Leaving the ABL, I joined the team of an architecture office specializing in the assembly of exhibitions. I participated in the assembly of the montages on Euclides da Cunha and Silvio Romero, both for ABL, and the History of Reading in Brazil, for the National Library, to know the collections as a public.


Years later, more precisely in the last 10 years, I was responsible for the Communication and Social Responsibility of the oldest construction company in the country, where I had contact with images that tell stories and can tell the history of photography. I started taking courses on business memory, where I learned about historical responsibility, which leads me directly to the Construction Museum project, which is the summary of my experiences in the field of culture with experiences in the corporate environment, coupled with the perception that memory of construction is getting lost.




Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.




--br
Museu da Construção, que narra a história da construção ao longo dos séculos.


Museu da Construção consiste na criação de uma instituição que reunirá virtualmente os acervos públicos e privados (já organizados ou não) das áreas de construção e engenharia, resgatando e centralizando suas histórias.
Junto à compilação deste acervo,  é possível dar vida a uma programação que conte com exposições, virtuais ou não, e atividades de pequena duração para trazer a construção, principalmente a pesada, para perto das pessoas.
Como resultado, deseja-se a transformação do olhar da sociedade para a construção, agora focado em seus aspectos positivos, como os desafios tecnológicos e humanos que a área contempla, como também as inúmeras conquistas já obtidas durante sua consolidação no Brasil.
Ao trazer as problemáticas da área para o grande público, é possível não só despertar maior interesse de pesquisa, desenvolvimento e investimento na área, mas também retomar sua credibilidade e valor na sociedade, resgatando os grandes nomes que compuseram sua trajetória, tantas vezes esquecidos


Primeiro boletim informativo do Museu da Construção. A publicação tem como intenção manter patrocinadores, apoiadores e demais interessados a par de todo o processo de implementação do projeto. 

Uma vez concretizado, o boletim passará à divulgação de novos materiais no Museu e da programação do mesmo. 


A IDEALIZADORA - Maria Eugênia Gennari Guimarães
Trabalhei na ABL quando o Centro de Memória era recém-inaugurado, acompanhei de perto as rotinas dos funcionários e dos pesquisadores, assíduos ou eventuais, aprendi na prática a importância de um acervo. Saindo da ABL, integrei a equipe de um escritório de arquitetura especializado em montagem de exposições lá participei da montagem das montagens sobre Euclides da Cunha e Silvio Romero, ambas para a ABL, e a História da Leitura no Brasil, para a Biblioteca Nacional, passei a conhecer os acervos como público.

Anos mais tarde, mais precisamente nos últimos 10 anos, fui responsável pela Comunicação e Responsabilidade Social da mais antiga construtora do país, onde tive contato com imagens que contam histórias, podendo contar a própria história da fotografia. Comecei a fazer cursos sobre memória empresarial, onde aprendi sobre responsabilidade histórica, que me leva diretamente ao projeto do Museu da Construção, que é o resumo das minhas experiências no campo da cultura com as experiências no ambiente corporativo, somados à percepção de que a memória da construção está se perdendo.