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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Metropolitan of New York refuses to remove picture with young woman in suggestive position. The work of the French-Polish artist is called Teresa Dreaming and dates from 1938. - Metropolitan de Nova York se recusa a remover quadro com jovem em posição sugestiva. A obra do artista franco-polonês se chama Teresa Sonhando e data de 1938.

Petition counted with 8,700 signatures but museum contained it: "We believe in the respect for the creative expression".

The work of the French-Polish artist is called Teresa Dreaming and dates from 1938.  

The Metropolitan Museum of New York (Met) resists. He explains that his mission is to collect, study, preserve and present works that connect people with creativity, knowledge and ideas. And with this argument he vehemently rejects a petition to remove from his galleries a painting of Balthus (Balthasar Klossowski - Paris, 1908 - Rossinière, Switzerland, 2001) in which a girl appears in a suggestive pose. The visual arts, according to the museum, are a means for reflection.

The work of the French-Polish artist is called Teresa Dreaming and dates from 1938. The protagonist is leaning on a chair, with one leg raised and showing her panties. It is a picture that radiates its own light and purity. By observing it, one can feel the placidity of the young woman in her sleep. The painting is known precisely for the way it captures the innocence of pre-adolescence.

The petition had 8,700 signatures until the Met decided to stop it. Those who gave origin to the document want to take advantage of the controversy generated by the wave of accusations of sexual harassment against relevant personalities of the culture to make themselves heard. Mia Merrill, in a letter to the museum, described as "disruptive" the depiction of a painting that romanticizes child sexuality. "The Met, perhaps unintentionally, is supporting voyeurism and objectification of children," says the petitioner. The museum's board replies that its collection brings together important works representing all cultures and all ages. In addition, he understands that moments like the one that is now living in the United States offer an opportunity for a dialogue to open.

The petition was launched Nov. 30 by this New York resident and aimed to collect 9,000 signatures. The Met not only refuses to withdraw the picture but, for the time being, refuses to modify its description to make a reservation requested by the undersigned. The very explanation of the work highlights that the protagonist, Thérèse Blanchard, was 12 or 13 years old when the painting was painted.

"The visual arts are one of the most important means that we have to reflect on the past and the present, and we hope to motivate the continuous evolution of the current culture through an informed discussion that respects the creative expression," states the statement by the museum. The painting was exhibited four years ago by the Met in a retrospective of Balthus' work.

At the time, the museum warned visitors that some pictures could cause offense to the public. The author of the petition states that she does not request the destruction of the painting. "I only ask that they be more aware of the way they have to contextualize the works," she explained in a commentary on social networks. "I will consider this petition a success if the museum includes a small message saying that the painting can be considered offensive."

The painting belonged to the private collection of Jacques and Natasha Gelman, donated to the Met in 1998. The original work was purchased by the couple from the Pierre Matisse gallery in New York in 1979. The painting has already been shown in galleries and museums in the United States, Europe, Latin America and Asia. Critics of art emphasize in him the mystical character of the work of Balthus.



Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.




--br
Metropolitan de Nova York se recusa a remover quadro com jovem em posição sugestiva. 

Petição contava com 8.700 assinaturas mas museu a conteve: “Acreditamos no respeito pela expressão criativa”.

O museu Metropolitan de Nova York (Met) resiste. Explica que sua missão é colecionar, estudar, preservar e apresentar obras que conectam as pessoas com a criatividade, o conhecimento e as ideias. E com esse argumento rejeita veementemente uma petição para que remova de suas galerias uma pintura de Balthus (Balthasar Klossowski - Paris, 1908 – Rossinière, Suíça, 2001) na qual uma menina aparece em uma pose sugestiva. As artes visuais, segundo o museu, são um meio para a reflexão.

A obra do artista franco-polonês se chama Teresa Sonhando e data de 1938. A protagonista está recostada em uma cadeira, com uma perna levantada e mostrando sua calcinha. É um quadro que irradia luz própria e pureza. Ao observá-lo, é possível sentir a placidez da jovem em seu sono. A pintura é conhecida justamente pela maneira como capta a inocência da pré-adolescência.

A petição contava com 8.700 assinaturas até o momento em que o Met se pronunciou para contê-la. Aqueles que deram origem ao documento querem aproveitar a polêmica gerada pela onda de denúncias de assédio sexual contra personalidades relevantes da cultura para se fazer escutar. Mia Merrill, em uma carta dirigida ao museu, descreveu como “perturbador” o fato de se exibir uma pintura que romantiza a sexualização infantil. “O Met, talvez sem intenção, está apoiando o voyeurismo e a objetificação das crianças”, denuncia a autora da petição. A diretoria do museu responde que sua coleção reúne obras importantes que representam todas as culturas e todas as eras. Além disso, entende que momentos como o que se vive agora nos Estados Unidos oferecem uma oportunidade para que se abra um diálogo.

A petição foi lançada em 30 de novembro por essa moradora de Nova York e tinha como objetivo recolher 9.000 assinaturas. O Met não só se nega a retirar o quadro como, por enquanto, se recusa a modificar sua descrição para fazer uma ressalva solicitada pelo abaixo-assinado. A própria explicação da obra destaca que a protagonista, Thérèse Blanchard, tinha 12 ou 13 anos quando o quadro foi pintado.

“As artes visuais são um dos meios mais importantes que temos para refletir ao mesmo tempo sobre o passado e o presente, e esperamos motivar a contínua evolução da cultura atual através de uma discussão informada e que respeite a expressão criativa”, afirma o comunicado exibido pelo museu. A pintura já foi exposta há quatro anos pelo Met em uma retrospectiva da obra de Balthus.

Na época, o museu alertou os visitantes de que alguns quadros poderiam causar ofensa ao público. A autora da petição esclarece que não pede a destruição do quadro. “Só peço que eles sejam mais conscientes da maneira como têm de contextualizar as obras”, explicou ela, em um comentário nas redes sociais. “Considerarei essa petição um êxito se o museu incluir uma pequena mensagem dizendo que o quadro pode ser considerado ofensivo”.

A pintura pertencia à coleção particular de Jacques e Natasha Gelman, doada ao Met em 1998. A obra original foi comprada pelo casal da galeria Pierre Matisse, em Nova York, em 1979. O quadro já foi exibido em galerias e museus dos Estados Unidos, da Europa, da América Latina e da Ásia. Críticos de arte destacam nele o caráter místico da obra de Balthus.

Olodum becomes intangible cultural heritage of the state of Bahia, Brazil. - Olodum se torna patrimônio imaterial cultural do estado da Bahia, Brasil. - Olodum成为巴西巴伊亚州的非物质文化遗产。

The bill was approved yesterday by the Legislative Assembly of Bahia
The Afro Olodum block is now intangible cultural heritage of the state.

Michael Jackson levou o Olodum e o Pelourinho para os quatro cantos do mundo - 1996


The Legislative Assembly of Bahia approved bill 22,249 / 2017, which recognizes Olodum as an intangible cultural heritage of the State of Bahia, in a vote last night.


The proposal is made by Luiza Maia (PT), who emphasized the importance of the organization: "Olodum is a guardian of the Bahian living culture and deserves this official recognition of the public authorities.

In addition to its success in music, Olodum takes care of social projects, develops actions to combat racial discrimination and fight for the guarantee of human rights.

It is necessary to value these actions of the entity, which promote the Bahian culture. In addition, the Olodum legacy serves as an example for other Afro-descendant groups, "he said.

In April, Olodum completed 38 years of foundation. In this period, it ceased to be just an Afro bloc to become a nongovernmental organization (NGO), which involves, in addition to the block and the band, social projects such as Olodum School.

Salvador Brazil Olodum musicians with Paul Simon in the streets of Pelourinho Bahia State


The group has already gone through 37 countries and here it received the stars Paul Simon in 1990 and Michael Jackson in 1996 to get a closer look at the percussive sound that brought the world's attention to Salvador. Bahia, Brazil.





http://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/olodum-se-torna-patrimonio-imaterial-cultural-do-estado/

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.







--br
Olodum se torna patrimônio imaterial cultural do estado da Bahia, Brasil. 

Projeto de lei foi aprovado ontem pela Assembleia Legislativa da Bahia

O bloco afro Olodum agora é patrimônio cultural imaterial do estado. 

A Assembleia Legislativa da Bahia aprovou o projeto de Lei 22.249/ 2017, que reconhece o Olodum como patrimônio cultural imaterial do Estado da Bahia, em votação na noite de ontem. 

A proposta é da deputada Luiza Maia (PT), que destacou a importância da entidade: “Olodum é guardião da cultura viva baiana e merece esse reconhecimento oficial dos poderes públicos. 

Além do sucesso no âmbito da música, o Olodum cuida de projetos sociais, desenvolve ações de combate à discriminação racial e luta pela garantia dos direitos humanos. 

É preciso valorizar essas ações da entidade, que promovem a cultura baiana. Além disso, o legado do Olodum serve de exemplo para outros grupos afrodescendentes”, justificou.

Em abril, o Olodum completou 38 anos de fundação. Neste período, deixou deixou de ser apenas um bloco afro para se tornar uma organização não governamental (ONG), que envolve, além do bloco e da banda, projetos sociais como a Escola Olodum. 

O grupo já passou por 37 países e aqui mesmo recebeu os astros Paul Simon, em 1990, e Michael Jackson, em 1996, para conhecer de perto o som percussivo que chamou a atenção do mundo para Salvador, Bahia, Brasil. 










--chines simplificado.
Olodum成为巴西巴伊亚州的非物质文化遗产。

该法案昨天由巴伊亚议会通过

Afro Olodum块现在是国家的非物质文化遗产。

巴伊亚立法议会批准了第22,249 / 2017号法案,该法案昨晚在表决中承认奥多姆是巴伊亚州的非物质文化遗产。

Luiza Maia(PT)提出了这个建议,他强调了该组织的重要性:“Olodum是巴伊亚生活文化的守护者,值得公共当局正式承认。

奥多姆除了在音乐上取得成功之外,还负责社会项目,发展反种族歧视的行动,争取人权的保障。

有必要重视促进巴伊亚文化的实体的这些行为。此外,Olodum遗产也是其他非洲裔群体的一个例子,“他说。

4月份,Olodum完成了38年的创建。在这个时期,它不再仅仅是一个非洲组织,成为一个非政府组织(NGO),除了块和乐队之外,还包括Olodum学校等社会项目。

1990年的保罗·西蒙(Paul Simon)和1996年的迈克尔·杰克逊(Michael Jackson)近距离观察了震撼世界的萨尔瓦多。巴西巴伊亚。






Irpin Museum. - Ірпінський музей. - Museu de Irpin.

Who among us in childhood did not read the works about the adventures of Neznayka? This fabulous hero of the writer, Nicholas Nosov, captured not only children but also adults. And remember the city where the main character - Flower City - lived? It turns out that the author of Niznayka described not fictitious, but the city of his childhood - Irpin. Anatoliy Ivanovich Zborovsky, Director of the Irpin Museum of History, readily told us about this and many other interesting things in our region.


The history of the museum began very simply: the teacher of the history of the Irpin school № 3 Alexei Perederiy founded a school museum in 1977, which, together with his students, collected exhibits. In 1987, on the initiative of the new director Anatoliy Zborovsky, the school museum was reorganized into the city. In connection with this, the museum provided a new room, which was located on Sadovaya Street, and in 1990, the museum moved to the building on Shevchenko Street, where it is today.

Since now the premises are in the center and occupy a considerable territory, from time to time there are those who want to take possession of cheap square meters in an economically advantageous area. However, until then, the director managed to defend the premises. After all, thanks to the convenient placement in the center of Irpin, the museum does not stop visitors.

The museum describes not only the history of Irpin, but also Bucha, Gostomel, Vorzel and other neighboring cities. The exhibition has its beginnings since ancient times, the first oldest exhibit is the bone of the mammoth, whose age is about 10-30 thousand years. In the ethnographic department you can see the tools of our ancestors: sickles, shovels, which cultivated the land, various jugs that were once sculpt by the ancestors of Nvshi, stupa and porker, by which "grain" and various grains "milled", oil butter, in which they made oil, and also a loom, a plow and many more, many interesting things.


For fashion fans there are many elements of national clothes - you can even compare the features of embroidery on the territory of our region. The "cupboard" for this garment is the old chest, which dates back to 1907-1909. As is customary in the Ukrainian hut, here and there - the walls are decorated with embroidered towels. Also on the walls are hanging musical instruments of the then kobzarov.

In one of the corners of the museum a part of the country house of the early twentieth century was restored. It is known that even then among wealthy brothels it was fashionable to have a cottage in our lands. Interesting are the posted announcements on the sale of cottages dating from 1900, 1914 and 1925. Among the other exhibits are the enthusiasm for the then "novelties of technology": a telegraph, a typewriter, a radio, a vinyl records player, an adding machine - a mechanical "calculator", a TV KVN, which was then watched with a special lens.

Next, the exhibition tells about one of the worst tragedies of Ukraine - the Holodomor of 1932-1933. As the director of the museum told, at that time the Irpin authorities resorted to tricks. She informed the higher authorities that, in Irpin and the surrounding towns and villages, they mostly live in the working class and practically no agricultural workers. Due to this people did not take food, but because of their lack of hunger, still dying. Statistics show: in 1933, 41 infants were born in Irpin, and 102 children died. 19 children were born in Vorzel, and 361 died ...

Expositions devoted to the Great Patriotic War show us the things used by our soldiers during the battles. It is interesting to see a stand showing military orders and weapons, but they are not real, they are accurately reproduced using a holographic image. Many of the stands are devoted to partisans and underground war heroes who come from our lands.

Special attention is paid to the artists who were born or lived in Irpin and in the district. Two pride of Irpin - composer Konstantin Skorokhod and artist Volodymyr Sidoruk. Among the well-known literary figures are Pavel Zagrebelny, Boris Pasternak, Maxim Rylsky, Ostap Vyshnya and, of course, Mikhail Bulgakov, who spent his youth at the villa in Bucha, as well as the artist Matvey Dontsov ...

As for the problems faced by museum workers, this is, above all, the absence of an exhibition hall. As, as Director Anatoliy Ivanovich notes, Irpin has always been and continues to be the focus of creative people, therefore, it often appears necessary to represent works of contemporary artists in this room. During such exhibitions it is necessary to close part of the museum exposition. In the plans of the museum development, the director sees an expansion of the territory of exhibition halls, as well as an increase in expositions devoted to artists of our region.

Today, various cultural events take place at the museum: meetings with well-known figures, showing films about the life of artists and, as already mentioned, exhibitions of contemporary works. It should be noted that this place is popular, because in the year the Irpin Museum of History is visited by 4 to 6 thousand people.






https://bucha.com.ua/1151069243-muzey-storyi-nashogo-krayu.html

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
Vamos compartilhar.

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but what modifies the way of looking and hearing.






--ua
Ірпінський музей.

Хто з нас в дитинстві не читав твори про пригоди Незнайка? Цей казковий герой письменника Миколи Носова захоплював не лише дітей, а й дорослих. А пам`ятаєте місто, в якому жив головний герой – Квіткове місто? Виявляється, автор Незнайка описував не вигадане, а місто свого дитинства – Ірпінь. Про це та багато інших цікавинок нашого краю нам охоче розповів директор Ірпінського історико-краєзнавчого музею Анатолій Іванович Зборовський. 

Історія музею починалася дуже просто: вчитель історії Ірпінської школи №3 Олексій Миколайович Передерій у 1977 році заснував шкільний музей, у який разом із своїми учнями збирав експонати. У 1987 році з ініціативи нового директора Анатолія Зборовського шкільний музей було реорганізовано в міський. У зв`язку з цим музею надали нове приміщення, яке знаходилося по вулиці Садовій, а вже у 1990 році музей переїхав у будівлю по вулиці Шевченка, де знаходиться й сьогодні. 

Оскільки тепер приміщення знаходиться в центрі і займає чималу територію, час від часу з’являються охочі заволодіти недешевими квадратними метрами у економічно вигідному районі. Проте до цього часу директорові вдавалося відстояти приміщення. Адже також і завдяки зручному розміщенню у центрі Ірпеня у музей не перестають ходити відвідувачі. 

Музей описує не лише історію Ірпеня, а також Бучі, Гостомеля, Ворзеля та інших сусідніх міст. Свій початок виставка бере ще з найдавніших часів, перший найстаріший експонат – кістка мамонта, вік якої приблизно 10-30 тисяч років. У етнографічному відділі можна побачити знаряддя праці наших предків: серпи, лопати, якими обробляли землю, різні глечики, які колись ліпили Нвші предки, ступа і товкач, за допомогою яких «мололи» зерно та різні крупи, маслянка, у якій робили масло, а також ткацький верстат, плуг і ще багато-багато цікавого. 

Для шанувальників моди тут є безліч елементів національного одягу – можна навіть порівняти особливості вишивки на території нашого краю. «Шафою» для цього одягу служить старовинна скриня, яка датується 1907-1909 роками. Як прийнято в українській хаті, так і тут – стіни прикрашають вишиті рушники. Також на стінах висять музичні інструменти тодішніх кобзарів. 

В одному з куточків музею відтворена частина дачного будинку початку ХХ ст. Відомо, що ще тоді серед заможних міщан було модним мати дачу в наших краях. Цікавими є вивішені оголошення про продаж дачних ділянок, що датуються 1900, 1914 і 1925 роками. З-поміж інших експонатів викликають захоплення тодішні «новинки техніки»: телеграфний апарат, друкарська машинка, радіо, програвач вінілових пластинок, арифмометр – механічний «калькулятор», телевізор КВН, який тоді дивилися за допомогою спеціальної лінзи. 

Далі виставка розповідає про одну з найстрашніших трагедій України – Голодомор 1932-1933 років. Як розповів директор музею, в цей час ірпінська влада вдалася до хитрощів. Вона повідомила вищі органи, що в Ірпені і прилеглих містах та селах проживає здебільшого робітничий клас і практично відсутні землероби. Завдяки цьому у людей не відбирали харчів, проте через їхню відсутність від голоду все ж помирали. Статистика свідчить: у 1933 році в Ірпені народилось 41 немовля, а померло 102 дитини. У Ворзелі народилось 19 дітей, а померло 361… 

Експозиції, присвячені Великій Вітчизняній війні, демонструють нам речі, які використовували під час боїв наші солдати. Цікавим є стенд, де показано бойові ордени та зброя, проте вони не справжні, їх точно відтворено за допомогою голографічного зображення. Багато стендів присвячено партизанам та підпільникам – героям війни, вихідцям із наших земель.

Особливу увагу в музеї привернуто митцям, які народилися чи жили в Ірпені та районі. Дві гордості Ірпеня – композитор Костянтин Скороход та художник Володимир Сидорук. Серед відомих літературних діячів – Павло Загребельний, Борис Пастернак, Максим Рильський, Остап Вишня і, звичайно, Михайло Булгаков, який свої молоді роки провів на дачі в Бучі, а також художник Матвій Донцов… 

Що стосується проблем, із якими стикаються працівники музею, це, перш за все, відсутність виставкового залу. Оскільки, як зазначає директор Анатолій Іванович, Ірпінь завжди був і надалі залишається осередком творчих людей, тому часто постає потреба представляти у цьому приміщенні роботи сучасних митців. Під час таких виставок доводиться закривати частину музейних експозицій. У планах розвитку музею директор вбачає розширення території виставкових залів, а також збільшення експозицій, присвячених митцям нашого краю. 

Сьогодні у музеї проводять різні культурні заходи: це зустрічі з відомими діячами, покази фільмів з життя митців і, як уже зазначалося, виставки робіт сучасників. Варто зазначити, що це місце користується популярністю, адже за рік Ірпінський історико-краєзнавчий музей відвідують від 4 до 6 тисяч осіб.










--br via tradutor do google
Museu de Irpin.

Quem entre nós na infância não lê os trabalhos sobre as aventuras de Neznayka? Este fabuloso herói do escritor, Nicholas Nosov, capturou não só crianças, mas também adultos. E lembre-se da cidade onde viveu o personagem principal - Flower City? Acontece que o autor de Niznayka descreveu não fictício, mas a cidade de sua infância - Irpin. Anatoliy Ivanovich Zborovsky, Diretor do Museu de História de Irpin, nos contou facilmente sobre isso e muitas outras coisas interessantes em nossa região.

A história do museu começou muito simplesmente: a professora da história da escola Irpin № 3 Alexei Perederiy fundou um museu da escola em 1977, que, junto com seus alunos, reuniu exposições. Em 1987, por iniciativa do novo diretor Anatoliy Zborovsky, o museu da escola foi reorganizado na cidade. Em conexão com isso, o museu forneceu uma nova sala, que estava localizada na rua Sadovaya, e em 1990, o museu mudou-se para o prédio na rua Shevchenko, onde é hoje.

Desde já, as instalações estão no centro e ocupam um território considerável, de vez em quando há quem deseja tomar posse de metros quadrados baratos em uma área economicamente vantajosa. No entanto, até então, o diretor conseguiu defender as instalações. Afinal, graças à colocação conveniente no centro de Irpin, o museu não para visitantes.

O museu descreve não só a história de Irpin, mas também Bucha, Gostomel, Vorzel e outras cidades vizinhas. A exposição tem seus começos desde a antiguidade, a primeira exibição mais antiga é o osso do mamute, cuja idade é de cerca de 10 a 30 mil anos. No departamento etnográfico, você pode ver as ferramentas dos nossos antepassados: foices, pás, que cultivaram a terra, vários jarros que uma vez foram esculpidos pelos antepassados ​​de Nvshi, stupa e porker, pelo qual "grãos" e vários grãos "moídos" manteiga de óleo, em que fabricaram óleo, e também um tear, um arado e muito mais, muitas coisas interessantes.

Para os fãs da moda há muitos elementos de roupas nacionais - você pode até comparar as características do bordado no território da nossa região. O "armário" para este vestuário é o baú antigo, que remonta a 1907-1909. Como é habitual na cabana ucraniana, aqui e ali - as paredes estão decoradas com toalhas bordadas. Também nas paredes estão pendurados instrumentos musicais do então kobzarov.

Em um dos cantos do museu, uma parte da casa de campo do início do século XX foi restaurada. Sabe-se que, mesmo assim, entre os bordéis ricos, estava na moda ter uma casa de campo em nossas terras. Interessantes são os anúncios publicados sobre a venda de chalés que datam de 1900, 1914 e 1925. Entre as outras exposições estão o entusiasmo para as "novidades da tecnologia": um telégrafo, uma máquina de escrever, um rádio, um tocador de vinil, uma adição máquina - uma "calculadora" mecânica, uma TV KVN, que foi então assistida com uma lente especial.

Em seguida, a exposição conta uma das piores tragédias da Ucrânia - o Holodomor de 1932-1933. Como o diretor do museu disse, naquela época as autoridades de Irpin recorreram a truques. Ela informou as autoridades superiores que, em Irpin e nas cidades e aldeias vizinhas, vivem principalmente na classe trabalhadora e praticamente não têm trabalhadores agrícolas. Devido a isso, as pessoas não levaram comida, mas por causa da falta de fome, ainda morrendo. Mostra de estatísticas: em 1933, 41 crianças nasceram em Irpin e 102 crianças morreram. 19 crianças nasceram em Vorzel e 361 morreram ...

Exposições dedicadas à Grande Guerra Patriótica nos mostram as coisas usadas por nossos soldados durante as batalhas. É interessante ver um suporte que mostra ordens e armas militares, mas não são reais, eles são reproduzidos com precisão usando uma imagem holográfica. Muitos dos stands são dedicados a partidários e heróis de guerra subterrâneos que vêm de nossas terras.

É dada especial atenção aos artistas que nasceram ou moraram em Irpin e no distrito. Dois orgulho de Irpin - compositor Konstantin Skorokhod e artista Volodymyr Sidoruk. Entre os conhecidos personagens literários estão Pavel Zagrebelny, Boris Pasternak, Maxim Rylsky, Ostap Vyshnya e, obviamente, Mikhail Bulgakov, que passou a juventude na vila de Bucha, bem como o artista Matvey Dontsov ...

Quanto aos problemas enfrentados pelos trabalhadores do museu, isto é, acima de tudo, a ausência de uma sala de exposições. Como, como o diretor Anatoliy Ivanovich observa, Irpin sempre foi e continua a ser o foco de pessoas criativas, portanto, muitas vezes parece necessário representar obras de artistas contemporâneos nesta sala. Durante essas exposições, é necessário fechar parte da exposição do museu. Nos planos de desenvolvimento do museu, o diretor vê uma expansão do território das salas de exposição, bem como um aumento das exposições dedicadas aos artistas da nossa região.

Hoje, vários eventos culturais ocorrem no museu: encontros com personagens bem conhecidos, exibindo filmes sobre a vida dos artistas e, como já mencionado, exposições de obras contemporâneas. Note-se que este lugar é popular, porque no ano o Museu de História de Irpin é visitado por 4 a 6 mil pessoas.