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terça-feira, 6 de setembro de 2016

São Gonçalo ganhou, o seu primeiro museu, no espaço que hoje abriga a Base Naval da Ilha das Flores, Rio de Janeiro Brasil. 000 Sao Goncalo won his first museum in the space that now houses the Naval Base Flores Island, Rio de Janeiro Brazil

O Centro de Memórias da Imigração, situado no espaço que hoje abriga a Base Naval da Ilha das Flores, às margens da BR-101, na altura do bairro Neves, entrou oficialmente para o circuito mundial de museus destinados à imigração, em julho deste ano.

A nomenclatura museu garante ao espaço um contorno diferente, o que garante um acesso maior do público. Se antes para visitar o Centro de Memória era necessário agendar, agora, grupos menores de 15 visitantes podem conhecer o espaço sem aviso prévio. O visitante será guiado por um monitor (aluno) da Uerj e um militar.

Quem visitar o espaço, terá acesso a uma exposição audiovisual com fotos e entrevistas com pesquisadores, além de relato de familiares de imigrantes que por ali passaram entre 1883 e 1966. A mostra permanente faz parte de uma minuciosa atividade de pesquisa do grupo História de São Gonçalo: Memória e Identidade e constituído por professores e estudantes de graduação e pós-graduação da Faculdade de Formação de professores (FFP-Uerj).

Traz assim temas, como experiências da imigração, outros usos da hospedaria em princípios do século XX, a Hospedaria da Ilha das Flores, uma ilha que nem sempre foi Das Flores, entre outros temas, como guerras e presídio. Além disso, os visitantes podem participar de um roteiro de visita no museu a céu aberto.

Segundo o coordenador do museu, professor Rui Aniceto, o local deve abrigar futuras exposições em breve.

“O acervo atual trata 90% da migração e imigração no Brasil. O restante fala dos outros usos que a hospedaria teve ao longo da sua existência, como seu uso como espaço prisional. Ela foi em vários momentos espaço prisional como, por exemplo: na Primeira Guerra Mundial. Mas a ideia é que possamos acolher aqui também exposições temporárias. Temos um rol a ser utilizado”, explicou.

No estado do Rio este é o único museu com contornos diferentes dos existentes, já que procura pensar o processo imigratório que ocorreu neste espaço, ou seja, foge da questão da etnia e pensa no deslocamento. Além disso, este é o único museu criado dentro de uma base militar em funcionamento. Em outras bases da Marinha, são reservadas áreas distintas que não interferem no funcionamento do espaço.


O projeto - Em 2010, foi firmado um convênio de parceria entre Uerj e Marinha do Brasil. Dois anos depois, em novembro de 2012, foi inaugurado o Centro de Memória da Imigração da Ilha das Flores, que tem como objetivo o resgate da história como materiais de memória e um conjunto de reflexões sobre a imigração e migração do Brasil. O local é um marco histórico e guarda memórias dos anos 1930 a 60. As visitas são gratuitas e estão abertas ao público, de terça a domingo, das 9 às 17h.








Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://www.osaogoncalo.com.br/geral/18006/sg-ganha-primeiro-museu

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.




--in via tradutor do google
Sao Goncalo won his first museum in the space that now houses the Naval Base Flores Island, Rio de Janeiro Brazil

The Immigration Memories Center, located in the space that now houses the Naval Flores Island Base, along the BR-101, at the time of the Neves neighborhood, officially entered the world circuit of museums for immigration, in July this year .


The nomenclature museum provides the space a different contour, which ensures greater public access. If before to visit the Memory Center was necessary schedule now smaller groups of 15 visitors can learn about space without notice. Visitors will be guided by a monitor (student) of Uerj and military.

Visitors to the area will have access to an audiovisual exhibition with photos and interviews with researchers and family members of immigrants report that passed by there between 1883 and 1966. The permanent exhibition is part of a thorough research activity are history group Gonçalo: Memory and Identity and consists of professors and graduate students and graduate of the Faculty of teacher Training (FFP-UERJ).

Thus brings topics such as immigration experiences, other uses of the hostel in the early twentieth century, the Inn of Flores Island, an island that was not always Das Flores, among other topics, such as wars and prison. In addition, visitors can join a tour script in the open air museum.

According to the museum's coordinator, Professor Rui Aniceto, the site should host future exhibitions soon.

"The current collection is 90% of migration and immigration in Brazil. The rest speaks of other uses that the inn had throughout its existence, as its use as a prison space. She was at various times prison space, for example, in the First World War. But the idea is that we can welcome here also temporary exhibitions. We have a list to be used, "he said.

In the state of Rio this is the only museum with different contours of the existing, as it tries to think the immigration process that took place in this space, that is, escapes the issue of ethnicity and think of displacement. Moreover, this is the only museum created within a military base in operation. In other bases of the Navy, different areas are reserved not interfere with the operation of the space.



The project - In 2010, it signed a partnership agreement between Uerj and Navy of Brazil. Two years later, in November 2012, it opened the Memory Center of Immigration Flores Island, which is aimed at the rescue of history as memory material and a set of reflections on immigration and migration from Brazil. The place is a historical landmark and keep memories of the 1930s to 60. The visits are free and are open to the public from Tuesday to Sunday from 9 to 17h.

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